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Reduzir peso, cortar custos e emissões: como a Sidel aposta na otimização de embalagens PET


Em um cenário de pressão crescente sobre custos de matéria-prima e metas ambientais mais rígidas, a redução de peso em embalagens PET voltou ao centro das estratégias da indústria.

A Sidel reforça esse movimento ao lançar uma ferramenta interativa que permite simular, de forma prática, o impacto de mudanças no design das embalagens — tanto em custos quanto em emissões.


Da teoria à decisão: simular para reduzir

Disponível online, a nova ferramenta de otimização desenvolvida pela empresa permite que fabricantes testem diferentes cenários de embalagem, ajustando elementos como gargalo, corpo, base e até o uso de PET reciclado.

O diferencial está na visualização imediata dos resultados: à medida que o usuário modifica parâmetros, a plataforma calcula automaticamente as economias anuais — financeiras e ambientais.

Mais do que um recurso técnico, trata-se de um instrumento de tomada de decisão em um contexto onde cada grama de material importa.


Onde estão os maiores ganhos

A redução de peso em embalagens PET não é novidade, mas ainda há espaço relevante para otimização.

Segundo a Sidel, ajustes no design podem gerar reduções expressivas:

  • até 40% no gargalo

  • cerca de 35% no corpo da garrafa

  • aproximadamente 20% na base

Essas mudanças, quando aplicadas em escala, representam impacto direto no custo de produção e na pegada de carbono das operações.


Tecnologia como aliada da leveza

Além do redesenho das embalagens, a empresa aposta em soluções tecnológicas para ampliar os ganhos.

Entre os destaques estão:

  • sistemas de sopro que permitem reduzir ainda mais o peso sem comprometer desempenho

  • soluções de rotulagem com menor consumo de material

  • alternativas para embalagem secundária com redução significativa no uso de filme plástico

Na prática, a leveza deixa de ser apenas uma questão de design e passa a ser resultado de um conjunto integrado de soluções.


Sustentabilidade que se paga

A lógica por trás dessas iniciativas é clara: reduzir material não é apenas uma escolha ambiental, mas também econômica.

Com a volatilidade do PET e a pressão por eficiência, otimizar embalagens tornou-se uma das formas mais rápidas de gerar economia sem grandes mudanças estruturais.

E, ao mesmo tempo, contribui para metas de descarbonização cada vez mais exigidas por clientes e reguladores.


Um movimento que ganha escala

A trajetória da própria Sidel acompanha essa evolução. Desde a introdução do sopro de PET em escala industrial, a empresa construiu sua atuação em torno do conceito de embalagens leves — algo que hoje se torna ainda mais relevante.

O lançamento da ferramenta reforça uma tendência mais ampla:

a digitalização do desenvolvimento de embalagens, permitindo decisões mais rápidas, baseadas em dados e com impacto direto no negócio. No fim, a equação é simples —menos material, mais eficiência.

 
 
 

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