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Papel barreira sem PFAS ganha espaço no fast food e reforça avanço da embalagem sustentável

A pressão por soluções mais sustentáveis no setor de food service tem acelerado a adoção de novos materiais — especialmente em embalagens para fast food, onde gordura e desempenho técnico sempre foram desafios críticos.

Nesse cenário, a Koehler Paper apresenta uma nova geração de papel barreira que busca equilibrar funcionalidade e circularidade: o Koehler NexPlus® OGR.


Alternativa ao papel tradicional com químicos

Desenvolvido para aplicações como hambúrgueres, batatas fritas, wraps e sanduíches, o material oferece alta resistência à gordura — sem o uso de PFAS (substâncias fluoradas frequentemente associadas a riscos ambientais e regulatórios).

A ausência desses químicos posiciona o produto como uma alternativa mais alinhada às exigências ambientais crescentes, especialmente em mercados onde restrições ao uso de PFAS vêm avançando.


Sustentabilidade com desempenho técnico

Um dos principais desafios desse tipo de embalagem é manter a performance sem comprometer a reciclabilidade.

No caso do NexPlus® OGR, a proposta é justamente combinar:

  • barreira eficiente contra óleo e gordura

  • reciclabilidade comprovada

  • redução do uso de materiais complexos

Essa equação é particularmente relevante para redes de alimentação rápida, que operam em alto volume e enfrentam pressão crescente por soluções mais sustentáveis.


Papel como substituto do plástico

O desenvolvimento faz parte da linha NexFlex®, uma plataforma da Koehler voltada à substituição de plásticos por papéis com propriedades funcionais.

A estratégia inclui diferentes tipos de papéis técnicos:

  • papéis com barreira funcional (NexPlus®)

  • papéis revestidos com alta estabilidade (NexCoat®)

  • papéis naturais não revestidos (NexPure®)

O objetivo é ampliar o uso do papel em aplicações tradicionalmente dominadas por estruturas plásticas ou laminadas.


Embalagem como ativo de marca

Além do aspecto técnico, há também um fator de posicionamento.

No food service, a embalagem passou a ser parte da experiência — e também da narrativa de sustentabilidade das marcas.

Nesse contexto, soluções recicláveis e livres de substâncias controversas deixam de ser apenas uma escolha operacional e passam a influenciar diretamente a percepção do consumidor.


Um movimento que vai além do material

O avanço de papéis barreira reforça uma tendência mais ampla:

a substituição de materiais não é apenas uma questão ambiental, mas estratégica.

Com regulamentações mais rígidas, pressão por circularidade e consumidores mais atentos, a indústria de embalagens entra em uma fase em que desempenho e sustentabilidade precisam caminhar juntos.

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