Ducona aposta na tecnologia da Sidel para entrar no mercado de molhos
- Cristina Banaskiwitz
- há 3 horas
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A Ducona Holland BV, fabricante familiar de embalagens PET com sede na Holanda, reforça o seu compromisso com eficiência e sustentabilidade. O mais recente passo foi a instalação da sopradora SBO 8 EvoBLOW da Sidel com tecnologia de Aquecimento Preferencial — uma solução que abre portas para um novo segmento: o mercado de molhos.
Essa evolução não surge por acaso. A parceria entre as duas empresas já dura mais de 30 anos e acompanha a trajetória da Ducona desde 1991 até se tornar uma referência em embalagens PET na Europa.
Segundo o CEO, Gerben Schepers, o crescimento da empresa vai além do volume:“Estamos expandindo também a variedade e o valor das nossas soluções — de água e sumos a smoothies e agora molhos.”
Mais desempenho, menos material
Com a nova sopradora, a Ducona alcança:
Produção de até 16.000 garrafas por hora
Redução de até 10% no uso de PET
Maior eficiência energética
A tecnologia de Aquecimento Preferencial permite produzir recipientes planos e formatos mais complexos com maior precisão e qualidade — algo essencial para o segmento de molhos.
Sustentabilidade como prioridade
A sustentabilidade continua no centro da estratégia da Ducona:
Até 80% da produção utiliza rPET (PET reciclado)
Possibilidade de trabalhar com 0% a 100% de material reciclado
Mais de 30% da energia vem de 8.800 painéis solares
Além disso, o sistema de recuperação de ar da tecnologia da Sidel contribui para reduzir ainda mais o consumo energético.
Flexibilidade para um mercado exigente
Com mais de 500 SKUs e uma produção anual superior a 300 milhões de garrafas, a Ducona aposta na flexibilidade como diferencial competitivo.
A tecnologia de troca rápida permite adaptar rapidamente a produção, mantendo prazos curtos — incluindo entregas em até 48 horas.
Uma parceria que impulsiona crescimento
Mais do que fornecedora de equipamentos, a Sidel atua como parceira estratégica, apoiando desde o design das embalagens até testes, moldes e formação de equipas.
“Com este investimento, ganhamos eficiência, qualidade e competitividade — e isso traduz-se diretamente em quota de mercado”, conclui Schepers.




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