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Do Campo à Mesa: Como as Embalagens Sustentáveis Estão Avançando na Indústria de Alimentos


Na indústria de alimentos, as embalagens desempenham um papel crítico na garantia da segurança, vida útil e integridade dos produtos. O desafio atual é manter esses padrões ao mesmo tempo em que se reduz o impacto ambiental. Essa mudança vem acelerando a adoção de materiais renováveis.


A Braskem avança nesse cenário com seu portfólio I’m green™ bio-based, baseado em polietileno produzido a partir do etanol de cana-de-açúcar. O material oferece as mesmas propriedades do plástico convencional, permitindo seu uso em embalagens de alimentos sem a necessidade de alterações nos processos industriais ou na vida útil dos produtos.


Além disso, a Braskem segue desenvolvendo novas soluções para embalagens flexíveis para alimentos, ampliando o potencial de aplicação dos materiais de base biológica enquanto mantém o desempenho técnico exigido. Esses desenvolvimentos são particularmente relevantes para aplicações que demandam alto desempenho e consistência.


A equivalência técnica é um dos principais fatores que impulsionam a adoção, já que o material mantém barreiras essenciais contra umidade e oxigênio, atendendo a rigorosos requisitos regulatórios e do setor.


Apesar da escala do mercado global de polietileno, estimado em aproximadamente 123 milhões de toneladas por ano, as soluções de base biológica ainda representam uma participação limitada. A capacidade de produção do I’m green™ bio-based da Braskem atualmente alcança 275 mil toneladas por ano, o que representa cerca de 0,2% da demanda global de polietileno. Isso evidencia uma importante oportunidade de crescimento, impulsionada por metas de descarbonização, pressão regulatória e aumento da demanda por parte de grandes marcas globais.


Os avanços em tecnologias de reciclagem também apoiam essa transição, viabilizando soluções circulares mesmo em aplicações de alto desempenho, como as embalagens para alimentos.

À medida que a sustentabilidade se torna central no posicionamento das marcas, as embalagens deixam de ser apenas um componente funcional e passam a atuar como um ativo estratégico na redução de emissões ao longo de toda a cadeia de valor.

 
 
 
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