Promaflex enfrenta alta nos custos e reduz em até 35% gastos com gás, energia e petróleo


A Promaflex, adotou medidas inteligentes e inovadoras de redução de custos para enfrentar a alta generalizada de itens essenciais em sua linha de produção, como energia elétrica, gás e derivados de petróleo. A economia chegou, em alguns casos, a 35%, o que tornou a empresa mais competitiva e sustentável.

Com relação à energia elétrica, a solução foi migrar para o sistema de mercado livre. “A redução nos custos alcançou 15%. Além disso, conquistamos outros benefícios, como a previsibilidade no orçamento e poder de escolha do fornecedor”, explica o presidente e sócio fundador da Promaflex, Márcio Velletri.

A Promaflex também optou por mudança no fornecimento de gás, outro item essencial na linha de produção, localizada na cidade de Taboão da Serra, na Grande São Paulo. Ao invés de Gás Liquefeito de Petróleo (GLP), passou a utilizar Gás Natural (GN).

A diminuição dos riscos de abastecimento via caminhões e a adequação às normas e legislações ambientais vigentes foram igualmente determinantes para a mudança. “Eliminamos a circulação de caminhões para o abastecimento e, por consequência, reduzimos a emissão de carbono. O gás natural apresenta queima mais limpa, sem fuligem e com menor geração de CO²”, salienta.

“Além disso, a conservação de todo o sistema e dos equipamentos é mais eficiente quando comparada ao método mais tradicional”, complementa Marcos Velletri. O investimento para adequação de GN foi em torno de R$ 200 mil, com futuro reembolso pela Comgás.

Outras mudanças realizadas pela Promaflex que contribuíram para a economia de energia realizaram-se na linha de produção. “Fizemos a troca de motores de parte dos maquinários por novos de maior performance e adotamos fornos de alto rendimento, com gasto otimizado de energia. Ocorreram ajustes de tecnologia em algumas máquinas e adquiramos maquinários de última geração”, revela Marcos Velletri.

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