Klabin chega à COP-26 com a missão de fomentar o

engajamento do setor privado no combate às mudanças


climáticas

Maior produtora e exportadora de papéis para embalagens e embalagens de papel do Brasil, a Klabin já está em Glasgow, na Escócia, para participar da Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP-26). No evento, o diretor-geral, Cristiano Teixeira, e o diretor de Tecnologia Industrial, Inovação, Sustentabilidade e Projetos, Francisco Razzolini, representam a Companhia em discussões e encontros ao longo dos próximos dias.

Desde a ECO-92, no Rio de Janeiro, a Klabin tem participado ativamente das conferências do meio ambiente, sendo mundialmente reconhecida por suas boas práticas de conservação de florestas nativas e nascentes, em especial devido ao modelo de manejo florestal em mosaico. O comprometimento histórico com o tema, em especial os relacionados às mudanças climáticas, fizeram com que a Companhia se destacasse e fosse convidada a integrar o grupo COP-26 Business Leaders, responsável por difundir e engajar o setor privado no tema mudanças climáticas.

"O Business Leaders está ligado diretamente ao presidente da COP, Alok Sharma, e tem a missão de discutir, incentivar e cobrar que líderes de empresas mundo afora, sejam de grande, médio ou pequeno porte, se engajem em contribuir com o combate às mudanças climáticas, especialmente por meio do compromisso com metas de redução de gases do efeito estufa embasadas na ciência. Trabalhamos ao longo dos últimos meses neste sentido e agora, durante a COP-26, acredito que teremos a oportunidade de evoluir ainda mais", afirma Teixeira, que é também Embaixador pelo Clima (ODS 13) no programa Liderança com Impacto, da Rede Brasil do Pacto Global da ONU.

Especificamente em redução de gases do efeito estufa, a Klabin buscou o amparo da ciência para a definição de suas metas, que foram validadas pela Science Based Targets initiative (SBTi). Entre 2003 e 2020, a Companhia reduziu em 64% suas emissões específicas de GEE e a meta aprovada junto à SBTi representa uma contribuição ainda mais ambiciosa no combate ao aquecimento global ao prever a redução das emissões de CO2 (escopos 1 - emissões próprias e 2 - emissões em energia comprada) por tonelada de celulose, papéis e embalagens em 25% até 2025, e em 49% até 2035, tendo 2019 como ano-base.

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