Cerveja premium conquista espaço no mercado brasileiro


Com o isolamento social imposto pela pandemia, o consumo de cerveja migrou dos bares para dentro das casas dos brasileiros. Segundo dados de empresas que monitoram esse mercado, a quantidade total de vendas atingiu um nível que não era visto há anos. Levantamento da Euromonitor, organização que analisa o mercado e percepções do consumidor, mostrou que o volume de vendas atingiu 13,3 bilhões de litros em 2020, perdendo apenas para 2014, ano em que o país sediou a Copa do Mundo.

Mas, qual a diferença entre a cerveja premium e uma cerveja comum? As classificadas como premium têm maior teor de malte de cevada e de lúpulo em sua composição. Já em sentido comercial, contam com níveis de preço um pouco superiores ao segmento intermediário e a apresentação da marca é mais sofisticada.

Dentro desse segmento está a Cervejaria Madalena, no mercado desde 2012, a marca prioriza a não adição de antioxidantes, estabilizantes de espuma, ou qualquer aditivo químico utilizado a fim de encurtar o tempo de produção. Localizada em Santo André, a empresa inaugurou formatos de drive-thru durante a pandemia para manter as vendas.

Para Nikolas Hesz, diretor de operações da marca, a Madalena é um exemplo de como o setor está se tornando cada vez mais tecnológico: a fabricação das cervejas na empresa de 6 mil metros é quase totalmente automatizada.

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