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projetos_sustentaveis_homeA publicação apresenta com propriedade as ferramentas e estratégias para a implementação de ações concretas voltadas à sustentabilidade ética, social e ambiental nas empresas brasileiras.

Os projetos de sustentabilidade ética, social e ambiental  a cada dia têm se tornado mais evidente dentro das empresas. Isto porque a preocupação com o futuro do planeta trata-se também de uma poderosa ferramenta de marketing, graças ao interesse dos consumidores por produtos/serviços ecologicamente corretos.

Este é o propósito do livro “Projetos Sustentáveis: Estudos e Práticas Brasileiras”, organizado pela consultora empresarial, Dra. Ana Paula Arbache, especialista no assunto, em conjunto com diversos autores reconhecidos pelo trabalho de pesquisa e desenvolvimento de projetos relacionados à sustentabilidade na FGV.

Entre os temas abordados na publicação destacam-se: A sustentabilidade ética, social, ambiental e financeira nas empresas; As normas e certificações com foco no “Construction Extension to The PMBOK Guide”; A integração de projetos e a análise dos mesmos sob o ponto de vista do PMBOK; A importância dos recursos humanos como importante ferramenta de gerenciamento e vantagem competitiva; e Modelo de retenção de talentos para projetos em pequenas empresas com foco na Geração Y, todos eles elaborados por alunos do MBA da FGV.

A finalidade desta publicação é chamar a atenção dos empresários para a questão da sustentabilidade e contribuir para a formação de líderes competentes nos quesitos ambiental, social e ético, levando em consideração o principal objetivo das empresas no mercado: a lucratividade.

O livro “Projetos Sustentáveis: Estudos e Práticas Brasileiras” está sendo comercializado no site da editora (www.editorama.com.br) ou (www.tmaisoito.com.br), preço R$ 25,00.

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Novo selo green no mercado

Icone Meio Ambiente | Por Tatiana em 18 de junho de 2010

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Sustentabilidade é considerada muito importante pelas empresas, mas suas ações não condizem com seus discursos
Diagnóstico foi levantado em pesquisa e apresentado durante o 3º Fórum Nacional de Gestão Estratégica da Embalagem da ESPM
São Paulo, abril de 2010 – Noventa e um por cento das empresas brasileiras consideram a sustentabilidade uma questão muito importante, mas na prática o tema está distante das principais ações diárias das corporações. É o que mostra o “1º Diagnóstico de Sustentabilidade de Embalagem nas Empresas Brasileiras”, apresentado e debatido durante o 3º Fórum Nacional de Gestão Estratégica da Embalagem, promovido no último dia 14 de abril pelo Núcleo de Estudos em Embalagem da ESPM. O objetivo do estudo, elaborado pelo Núcleo através das pesquisas realizadas pela GFK (uma das mais conceituadas empresas de pesquisa de mercado do mundo), é avaliar o nível de conhecimento das corporações que atuam no segmento de consumo sobre os conceitos da sustentabilidade aplicados à embalagem.
De acordo com o levantamento, 87% das empresas possuem um gestor de sustentabilidade, sendo que 38% trabalham em um departamento específico, em geral ligado à área de RH, Marketing, Administrativo ou Meio Ambiente, e apenas 11% dedicam 100% do tempo para o assunto. Em 79% dos casos, sustentabilidade ocupa, no máximo, 50% do tempo dos executivos. Em relação ao conhecimento destes gestores sobre o tema, o diagnóstico aponta que não difere muito do restante da sociedade, e o assunto de mais familiaridade é reciclagem. Entretanto, não há um consenso sobre o que melhor representa reciclagem, para 37% das empresas, reciclagem reduz o impacto da embalagem no meio ambiente.
Sobre sustentabilidade da embalagem, o grau de conhecimento é considerado entre suficiente e intermediário, e 78% dos gestores afirmam tomar ações concretas a respeito. As ações, em sua maioria, têm a ver com reciclagem das embalagens e uso de matéria prima reciclável nas mesmas. As empresas acreditam que o setor não comunica bem a sustentabilidade de seus produtos, e quando o fazem, é feito muito timidamente nas próprias embalagens. Os próprios profissionais da área responsabilizaram a embalagem como o principal agente de contaminação dos aterros sanitários das grandes cidades, com 41% das opiniões, seguidos por matéria orgânica, entulho e lixo eletrônico. O material considerado como o melhor para produção é o papel, com 40%, principalmente por ser mais fácil de reciclar e ter decomposição rápida, seguido do vidro e plástico, ambos com 12%.
Isto demonstra que os executivos ainda não levam em consideração fatores relevantes como energia, gasto de recursos não renováveis, entre outros, mesmo que eles sejam agentes de maior impacto ao meio ambiente. Segundo um estudo do Reino Unido, a embalagem consome apenas 10% da energia investida na cadeia produtiva de alimentos, enquanto 51% da energia está relacionada à produção alimentícia, 17% à armazenagem nas residências e 14% ao preparo dos alimentos.
Outro estudo aponta que a cadeia alimentícia representa 18% das emissões de efeito estufa do Reino Unido, e apenas 1% do total está relacionado às embalagens.
Para os gestores, a função do governo no que diz respeito ao assunto sustentabilidade, é principalmente implantar e operar a coleta seletiva de embalagens (36%), criar mecanismos de suporte para minimizar o impacto destas (29%) e criar leis que protejam o planeta (24%). Já o papel das corporações é incentivar e desenvolver ações de reciclagem, com 47%, além de trabalhar para aumentar a sustentabilidade das suas embalagens, 33%. E os consumidores, na visão das empresas, devem destinar corretamente suas embalagens para reciclagem, na opinião de 67% dos entrevistados.
A capacitação de gestores também foi abordada, sendo que 69% das empresas não conhecem nenhum curso sobre sustentabilidade, a maioria (81%) acredita que faltam cursos sobre o tema relacionado à embalagem e 87% gostariam de estudar mais sobre isto. O diagnóstico será usado como subsídio para o novo curso intensivo da ESPM, “Embalagem & Sustentabilidade”, com início previsto para maio de 2010.
O evento contou com a participação de profissionais e estudantes ligados as áreas de comunicação, embalagem e sustentabilidade. A mesa de debate foi composta pelo vice-presidente da ESPM, Hiran Castello Branco; a diretora executiva da Associação Brasileira de Embalagens (Abre), Luciana Pelegrino; o coordenador do Núcleo, Fábio Mestriner; o professor e diretor-presidente da GFK, Paulo Carramenha; e o professor do Núcleo, Bruno Pereira.
Em seu discurso de abertura, Hiran Castello Branco discorreu sobre a pertinência do tema e sua importância nos dias atuais. “Precisamos pensar que o impacto mercadológico tem que ser obtido de maneira crescente, mas com o menor impacto ambiental possível”, ressaltou. Em seguida, a palavra foi passada aos demais componentes da mesa. Antes da apresentação do diagnóstico, realizada pelo professor Paulo Carramenha, houve a apresentação da pesquisa “Conjoint Social: determinação do peso de ações socioambientais na decisão de compra do consumidor”, por Mario Mattos, diretor da Divisão Ad-Hoc da GFK Brasil.

Cerca de 90% das empresas brasileiras consideram a sustentabilidade uma questão muito importante, mas na prática o tema está distante das principais ações diárias das corporações. É o que mostra o “1º Diagnóstico de Sustentabilidade de Embalagem nas Empresas Brasileiras”, apresentado e debatido durante o 3º Fórum Nacional de Gestão Estratégica da Embalagem, promovido no último dia 14 de abril pelo Núcleo de Estudos em Embalagem da ESPM. O objetivo do estudo, elaborado pelo Núcleo através das pesquisas realizadas pela GFK (uma das mais conceituadas empresas de pesquisa de mercado do mundo), é avaliar o nível de conhecimento das corporações que atuam no segmento de consumo sobre os conceitos da sustentabilidade aplicados à embalagem.

De acordo com o levantamento, 87% das empresas possuem um gestor de sustentabilidade, sendo que 38% trabalham em um departamento específico, em geral ligado à área de RH, Marketing, Administrativo ou Meio Ambiente, e apenas 11% dedicam 100% do tempo para o assunto. Em 79% dos casos, sustentabilidade ocupa, no máximo, 50% do tempo dos executivos. Em relação ao conhecimento destes gestores sobre o tema, o diagnóstico aponta que não difere muito do restante da sociedade, e o assunto de mais familiaridade é reciclagem. Entretanto, não há um consenso sobre o que melhor representa reciclagem, para 37% das empresas, reciclagem reduz o impacto da embalagem no meio ambiente.

Sobre sustentabilidade da embalagem, o grau de conhecimento é considerado entre suficiente e intermediário, e 78% dos gestores afirmam tomar ações concretas a respeito. As ações, em sua maioria, têm a ver com reciclagem das embalagens e uso de matéria prima reciclável nas mesmas. As empresas acreditam que o setor não comunica bem a sustentabilidade de seus produtos, e quando o fazem, é feito muito timidamente nas próprias embalagens. Os próprios profissionais da área responsabilizaram a embalagem como o principal agente de contaminação dos aterros sanitários das grandes cidades, com 41% das opiniões, seguidos por matéria orgânica, entulho e lixo eletrônico. O material considerado como o melhor para produção é o papel, com 40%, principalmente por ser mais fácil de reciclar e ter decomposição rápida, seguido do vidro e plástico, ambos com 12%.

Isto demonstra que os executivos ainda não levam em consideração fatores relevantes como energia, gasto de recursos não renováveis, entre outros, mesmo que eles sejam agentes de maior impacto ao meio ambiente. Segundo um estudo do Reino Unido, a embalagem consome apenas 10% da energia investida na cadeia produtiva de alimentos, enquanto 51% da energia está relacionada à produção alimentícia, 17% à armazenagem nas residências e 14% ao preparo dos alimentos.

Outro estudo aponta que a cadeia alimentícia representa 18% das emissões de efeito estufa do Reino Unido, e apenas 1% do total está relacionado às embalagens.

Para os gestores, a função do governo no que diz respeito ao assunto sustentabilidade, é principalmente implantar e operar a coleta seletiva de embalagens (36%), criar mecanismos de suporte para minimizar o impacto destas (29%) e criar leis que protejam o planeta (24%). Já o papel das corporações é incentivar e desenvolver ações de reciclagem, com 47%, além de trabalhar para aumentar a sustentabilidade das suas embalagens, 33%. E os consumidores, na visão das empresas, devem destinar corretamente suas embalagens para reciclagem, na opinião de 67% dos entrevistados.

A capacitação de gestores também foi abordada, sendo que 69% das empresas não conhecem nenhum curso sobre sustentabilidade, a maioria (81%) acredita que faltam cursos sobre o tema relacionado à embalagem e 87% gostariam de estudar mais sobre isto. O diagnóstico será usado como subsídio para o novo curso intensivo da ESPM, “Embalagem & Sustentabilidade”, com início previsto para maio de 2010.

O evento contou com a participação de profissionais e estudantes ligados as áreas de comunicação, embalagem e sustentabilidade. A mesa de debate foi composta pelo vice-presidente da ESPM, Hiran Castello Branco; a diretora executiva da Associação Brasileira de Embalagens (Abre), Luciana Pelegrino; o coordenador do Núcleo, Fábio Mestriner; o professor e diretor-presidente da GFK, Paulo Carramenha; e o professor do Núcleo, Bruno Pereira.

Em seu discurso de abertura, Hiran Castello Branco discorreu sobre a pertinência do tema e sua importância nos dias atuais. “Precisamos pensar que o impacto mercadológico tem que ser obtido de maneira crescente, mas com o menor impacto ambiental possível”, ressaltou. Em seguida, a palavra foi passada aos demais componentes da mesa. Antes da apresentação do diagnóstico, realizada pelo professor Paulo Carramenha, houve a apresentação da pesquisa “Conjoint Social: determinação do peso de ações socioambientais na decisão de compra do consumidor”, por Mario Mattos, diretor da Divisão Ad-Hoc da GFK Brasil.

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Coca-Cola Brasil lança garrafa PET
feita a partir da cana-de-açúcar
•    A PlantBottle é a primeira garrafa PET feita parcialmente de material de origem vegetal
•    Etanol da cana-de-açúcar substitui parte do petróleo como insumo na nova embalagem
•    PlantBottle reduz em até 25% as emissões de CO² e impulsiona o setor sucroenergético do Brasil
A Coca-Cola Brasil dá o primeiro passo rumo à garrafa sustentável do futuro e torna-se pioneira no lançamento da PlantBottle na América Latina. Trata-se de uma embalagem revolucionária, feita de PET no qual o etanol da cana-de-açúcar substitui parte do petróleo utilizado como insumo. Por ter origem parcialmente vegetal – 30% à base da planta -, a novidade reduzirá a dependência da empresa em relação aos recursos não-renováveis, além de diminuir em até 25% as emissões de CO².
O lançamento neste dia 25 de março, no Jardim Botânico do Rio de Janeiro, contou com a presença do ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc; do presidente da Coca-Cola Brasil, Xiemar Zarazúa; do vice-presidente de Técnica e Logística da empresa, Rino Abbondi; do presidente da UNICA (União da Indústria de Cana-de-Açúcar), Marcos Jank; e da gerente de Operações do Instituto Akatu, Heloisa Mello.
Sem mudança de propriedades químicas, cor, peso ou aparência em relação ao PET convencional, a PlantBottle é 100% reciclável e já entra na cadeia de reaproveitamento de materiais consolidada no País desde sua chegada ao mercado. A nova garrafa começará a ser comercializada em abril, inicialmente nas embalagens de Coca-Cola de 500ml e 600 ml, no Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Curitiba, Recife e Porto Alegre.
“Houve uma grande mobilização e investimentos para chegarmos à fórmula da PlantBottle e, com seu lançamento, confirmamos novamente nossa posição de vanguarda na inovação de embalagens. Ao substituir parte do petróleo usado na fabricação do PET por etanol de cana-de-açúcar, um recurso absolutamente renovável e abundante no País, a Coca-Cola Brasil inaugura uma nova era para as embalagens plásticas”, afirma Xiemar Zarazúa, presidente da Coca-Cola Brasil.
Além dos benefícios ambientais – a expectativa é que, em 2010, a produção inicial das garrafas PlantBottle resulte na redução de uso de mais de cinco mil barris de petróleo -, o uso da nova garrafa também traz vantagens à economia do Brasil. Segundo Rino Abbondi, vice-presidente de Técnica e Logística da empresa, “a cana-de-açúcar é a fonte mais eficiente para a fabricação de etanol. Com este quadro, o Brasil coloca-se como futuro exportador de bio-MEG (componente feito com cana de açúcar, usado na PlantBottle), fomentando assim a geração de empregos e alavancando o setor sucroenergético do País. O Brasil é um dos primeiros mercados a adotar a PlantBottle e acreditamos que, com isso, a Coca-Cola Brasil e seus fabricantes incentivam as demais indústrias a tomar medidas semelhantes. Vale destacar que 100% das embalagens de PlantBottle de todo o mundo usará etanol brasileiro”.
“Essa é mais uma importante iniciativa de sustentabilidade que a Coca-Cola Brasil abraça. O índice de uso de água é dos melhores do mundo na indústria de bebidas e reduzimos em até 26% o peso de nossas embalagens nos últimos anos. Na área da reciclagem, temos o programa ‘Reciclou, Ganhou’ desde 1996 e, com ele, colaboramos para que o Brasil seja um dos maiores recicladores de embalagens do mundo. Hoje, apoiamos mais de 130 cooperativas de catadores, que geram renda e resgatam a dignidade de milhares de pessoas”, completou Marco Simões, vice-presidente de Comunicação e Sustentabilidade da Coca-Cola Brasil.
Cadeia de suprimentos e sustentabilidade
A cana-de-açúcar utilizada para produzir as garrafas PlantBottle provém de fornecedores auditados, que utilizam essencialmente a irrigação natural (chuva) e a colheita mecânica. No Brasil, 99,7% dos campos de cana-de-açúcar estão a pelo menos 2.000 km da Amazônia.
A Coca-Cola Global, assim como a Unica, trabalha com o WWF no programa Better Sugar Initiative, que busca reduzir impactos ambientais e sociais da produção de cana e seu processamento primário. A empresa também aderiu à Sustainable Agriculture Initiative, criada pela indústria alimentar para compartilhar conhecimentos e apoiar o desenvolvimento e implementação de normas internacionais, que envolvam a cadeia de suprimentos agrícolas em direção a uma agricultura sustentável.
Embalagens sustentáveis
Com o desenvolvimento da tecnologia liderado pela The Coca-Cola Company, a PlantBottle é fabricada por um processo inovador de transformação da cana-de-açúcar em um insumo do processo de fabricação do polímero PET. Seu plástico é produzido a partir da reação química de dois componentes: MEG (monoetileno glicol), responsável por 30% de seu peso; e PTA (ácido politereftálico), responsável pelos 70% restantes.
Seguindo uma política mundial da empresa baseada em três “Rs” – Reciclar, Reduzir e Reutilizar -, delineada na plataforma de sutentabilidade Viva Positivamente, o lançamento da garrafa também está alinhado com a campanha “Consumo Consciente de Embalagens”, no Ministério do Meio Ambiente. A campanha oficial tem cunho educacional e sugere atitudes e boas práticas para consumidores e empresas no sentido do uso cada vez mais racional, consciente e responsável das embalagens.
Histórico – Em 2008, a empresa criou a plataforma Viva Positivamente com o objetivo de reunir princípios, valores e áreas de atuação prioritárias para que sua operação continue avançando de forma sustentável. Para isso, foram alinhados sólidos compromissos de caráter ambiental, social e econômico, tanto inerentes à própria operação, como a redução do consumo de água e o desenvolvimento de embalagens sustentáveis, quanto externos como, por exemplo, uma efetiva contribuição para redução da evasão escolar do ensino público fundamental, através dos programas de educação, e o estímulo ao empreendorismo em comunidades da classe C, através do programa Coletivo.
Nos últimos anos, as embalagens de PET reduziram seu peso entre 8% e 26%, dependendo do tamanho. As embalagens de vidro e de alumínio também tiveram seus pesos consideravelmente reduzidos. Outro exemplo é a Minitampa, para garrafas PET, com alturas da tampa e do bocal menores que a do padrão tradicional, diminuindo o consumo da resina derivada de petróleo.
Ainda na área de embalagens, mais um importante passo da Coca-Cola Brasil foi a liderança do processo de aprovação do sistema bottle-to-bottle no Mercosul, que promete revolucionar o mercado brasileiro de reciclagem, uma vez que a resina PET de garrafas pós-consumo será utilizada para a produção de novas embalagens. O sistema bottle-to-bottle está em fase de testes no Brasil, já tendo sido aprovado pela Anvisa.

Garrafa_PlantBottleNa quinta-feira (25), a Coca-Cola Brasil reuniu jornalistas no Rio de Janeiro para falar sobre a o lançamento da PlantBottle na América Latina. Trata-se de uma embalagem revolucionária, feita de PET no qual o etanol da cana-de-açúcar substitui parte do petróleo utilizado como insumo. Por ter origem parcialmente vegetal – 30% à base da planta -, a novidade reduzirá a dependência da empresa em relação aos recursos não-renováveis, além de diminuir em até 25% as emissões de CO².

O evento contou com a presença do ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc; do presidente da Coca-Cola Brasil, Xiemar Zarazúa; do vice-presidente de Técnica e Logística da empresa, Rino Abbondi; do presidente da UNICA (União da Indústria de Cana-de-Açúcar), Marcos Jank; e da gerente de Operações do Instituto Akatu, Heloisa Mello.

Sem mudança de propriedades químicas, cor, peso ou aparência em relação ao PET convencional, a PlantBottle é 100% reciclável e já entra na cadeia de reaproveitamento de materiais consolidada no País desde sua chegada ao mercado.

A nova garrafa chega ao mercado a partir desta quinta-feira (1), inicialmente nas embalagens de Coca-Cola de 500ml e 600 ml, no Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Curitiba, Recife e Porto Alegre.

“Houve uma grande mobilização e investimentos para chegarmos à fórmula da PlantBottle e, com seu lançamento, confirmamos novamente nossa posição de vanguarda na inovação de embalagens. Ao substituir parte do petróleo usado na fabricação do PET por etanol de cana-de-açúcar, um recurso absolutamente renovável e abundante no País, a Coca-Cola Brasil inaugura uma nova era para as embalagens plásticas”, afirma Xiemar Zarazúa, presidente da Coca-Cola Brasil.

Além dos benefícios ambientais – a expectativa é que, em 2010, a produção inicial das garrafas PlantBottle resulte na redução de uso de mais de cinco mil barris de petróleo -, o uso da nova garrafa também traz vantagens à economia do Brasil. Segundo Rino Abbondi, vice-presidente de Técnica e Logística da empresa, “a cana-de-açúcar é a fonte mais eficiente para a fabricação de etanol. Com este quadro, o Brasil se coloca como futuro exportador de bio-MEG (componente feito com cana de açúcar, usado na PlantBottle), fomentando assim a geração de empregos e alavancando o setor sucroenergético do País. O Brasil é um dos primeiros mercados a adotar a PlantBottle e acreditamos que, com isso, a Coca-Cola Brasil e seus fabricantes incentivam as demais indústrias a tomar medidas semelhantes. Vale destacar que 100% das embalagens de PlantBottle de todo o mundo usará etanol brasileiro”.

“Essa é mais uma importante iniciativa de sustentabilidade que a Coca-Cola Brasil abraça. O índice de uso de água é dos melhores do mundo na indústria de bebidas e reduzimos em até 26% o peso de nossas embalagens nos últimos anos. Na área da reciclagem, temos o programa ‘Reciclou, Ganhou’ desde 1996 e, com ele, colaboramos para que o Brasil seja um dos maiores recicladores de embalagens do mundo. Hoje, apoiamos mais de 130 cooperativas de catadores, que geram renda e resgatam a dignidade de milhares de pessoas”, completou Marco Simões, vice-presidente de Comunicação e Sustentabilidade da Coca-Cola Brasil.

A Revista Pack de abril trará uma reportagem especial sobre a PalntBottle. Aguarde!

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O desafio dos orgânicos

Icone Consumo, Embalagem | Por Margaret em 25 de março de 2010

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Certamente você já ouviu essa frase: Nós somos aquilo que comemos. A Mãe Terra é uma empresa especializada em produtos orgânicos que acredita no impacto positivo dos alimentos naturais na vida das pessoas. Alexandre Borges, presidente da Mãe Terra, diz que uma pesquisa do Ibope revelou que o comportamento do consumidor está mudando bastante. “Cada vez mais ele está em busca de produtos naturais”. O mercado mundial de orgânicos está avaliado em R$ 132 bilhões e, no Brasil, movimenta R$ 5,5 bilhões.

Para que o consumo de produtos orgânicos alcance um público mais amplo, há alguns desafios pela frente. Borges acredita que o primeiro deles é enfatizar a produção sustentável dos alimentos orgânicos e o apelo saboroso e prazeroso. O segundo é a conveniência. “Há dois anos, começamos a lançar produtos de maior valor agregado”, diz. Um bom exemplo dessa iniciativa é o primeiro miojo integral, natural e orgânico. O Caseirito fica pronto em cinco minutos, além de ser gostoso”.

A educação é outro desafio dos orgânicos. Ou seja, é preciso explicar para os consumidores os benefícios dos alimentos orgânicos.”Além disso, temos na cadeia de suprimentos mais um grande desafio para desenvolver novos produtos. Os pequenos agricultores não têm uma visão profissional de gestão”, afirma Borges.

A sustentabilidade também alcança as embalagens. Uma pesquisa da Pike Research revelou que, em 2014, cerca de 32% das embalagens no mundo serão sustentáveis. “Para nós essa é uma questão da maior relevância. Estamos preocupados com o descarte das embalagens, por isso realizamos pesquisas sobre o assunto, além de alternativas de embalagens à base de biopolímeros”, afirma Borges.

Mas quem vai pagar a conta? Borges acredita que todo mundo tem que fazer a sua parte. E a Mãe Terra vai reduzir a sua margem de lucro para atender a demanda de sustentabilidade. “As empresas têm que liderar e influenciar a mudança de comportamento”, conclui.

A palestra O desafio dos orgânicos foi realizada durante a Conferência Internacional Brasilpack 2010 em parceria com o Instituto de Embalagens. O evento integra a 2ª Semana Internacional de Embalagem, Impressão e Logística.

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Smirnoff Ice coloca em prática no Brasil projeto global de sustentabilidade
Como parte de seu plano global de sustentabilidade, que visa economizar energia, evitar o desperdício de matéria prima e diminuir a emissão de gases poluentes, a Diageo apresenta a nova embalagem de Smirnoff Ice.
As novas garrafas, que entraram no mercado em janeiro deste ano, apresentam um design mais moderno, ficando ligeiramente maiores no diâmetro e menores na altura. Apesar da redução de peso de 200g para 165g de vidro, o produto mantém o volume de 275 ml, além de  continuar com sua qualidade e sabor característicos.
“O ponto mais importante desta mudança é o impacto ambiental que ele traz em todo o processo produtivo da garrafa, da fabricação até o descarte”, aponta Eduardo Bendzius, diretor de marketing da Diageo. “A inovação dessa mudança não fica apenas na percepção positiva do consumidor, que terá uma garrafa mais moderna, mas é ele saber que essa mudança traz um benefício maior em toda a sua cadeia de produção”, completa Bendzius.
A nova embalagem consumirá menos energia para ser feita, pois usa cerca de 20% menos vidro em sua produção. Além disso, a menor quantidade de vidro reduz também o descarte de resíduos sólidos no meio ambiente e utilizará menos matéria prima em sua produção.
Apesar de ser a primeira iniciativa da Smirnoff envolvendo questões ambientais na produção de seus produtos no Brasil, a Diageo já é reconhecida no mundo todo por ações eco-sustentáveis. Foi uma das primeiras empresas a implantar uma destilaria com neutralização de carbono; elabora e adota soluções inovadoras para resíduos e redução de custos em várias de suas plantas, além de adotar programas de conscientização, como o GreenIQ,  treinamento que educa e informa os funcionários sobre ações de sustentabilidade.  Isso tudo já resultou em prêmios de reconhecimento em sete países.

smirnoff_ice_standardComo parte de seu plano global de sustentabilidade, que visa economizar energia, evitar o desperdício de matéria prima e diminuir a emissão de gases poluentes, a Diageo apresenta a nova embalagem de Smirnoff Ice.

As novas garrafas, que entraram no mercado em janeiro deste ano, apresentam um design mais moderno, ficando ligeiramente maiores no diâmetro e menores na altura. Apesar da redução de peso de 200g para 165g de vidro, o produto mantém o volume de 275 ml, além de  continuar com sua qualidade e sabor característicos.

“O ponto mais importante desta mudança é o impacto ambiental que ele traz em todo o processo produtivo da garrafa, da fabricação até o descarte”, aponta Eduardo Bendzius, diretor de marketing da Diageo. “A inovação dessa mudança não fica apenas na percepção positiva do consumidor, que terá uma garrafa mais moderna, mas é ele saber que essa mudança traz um benefício maior em toda a sua cadeia de produção”, completa Bendzius.

A nova embalagem consumirá menos energia para ser feita, pois usa cerca de 20% menos vidro em sua produção. Além disso, a menor quantidade de vidro reduz também o descarte de resíduos sólidos no meio ambiente e utilizará menos matéria prima em sua produção.

Apesar de ser a primeira iniciativa da Smirnoff envolvendo questões ambientais na produção de seus produtos no Brasil, a Diageo já é reconhecida no mundo todo por ações eco-sustentáveis. Foi uma das primeiras empresas a implantar uma destilaria com neutralização de carbono; elabora e adota soluções inovadoras para resíduos e redução de custos em várias de suas plantas, além de adotar programas de conscientização, como o GreenIQ,  treinamento que educa e informa os funcionários sobre ações de sustentabilidade.  Isso tudo já resultou em prêmios de reconhecimento em sete países.

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SEMANA DA EMBALAGEM: foco no meio ambiente
Evento terá uma Ilha Temática com produtos ecologicamente corretos
São Paulo, fevereiro de 2010 – Um dos desafios primordiais da indústria da embalagem é valorizar e proteger um produto de forma eficiente, utilizando materiais e processos tecnológicos que minimizem o impacto ambiental. Por esse motivo, a 2ª SEMANA INTERNACIONAL DA EMBALAGEM, IMPRESSÃO E LOGÍSTICA contará, pela primeira vez, com uma Ilha Temática de Sustentabilidade.
A “Área Verde”, com 250 m², terá a participação de sete empresas – BERUF, CAIXAS NET, CRB, NEUPLAST, RIVIER PLAST, RMS e ROCHMAN – que apresentarão materiais, produtos e serviços ecologicamente corretos, como embalagens de papelão para uso diverso, recicladoras de solventes e diluentes, serviços de coleta de resíduos para indústria gráfica, reprocessamento de resinas, sacos plásticos e jateadores para limpeza criogênica para superfícies, processo que utiliza gelo seco (CO2), economizando água, eliminando a necessidade de tratamento de resíduos, solventes e água e tendo a possibilidade de reutilização do gás carbônico.
Para Liliane Bortoluci, Show Manager da Semana Internacional, o meio ambiente é um assunto prioritário na economia global e o setor de embalagem, impressão e logística está trabalhando para atender essas necessidades e as expectativas dos clientes e sociedade referentes a esse tema. “Por isso, decidimos inovar e criar um espaço exclusivo para que os visitantes pudessem contemplar as novidades ecologicamente corretas para o setor”, afirma.
Marcada para o período de 22 a 26 março próximo, no Pavilhão de Exposições do Anhembi, em São Paulo, a SEMANA é considerada o mais completo evento do setor no Hemisfério Sul, reunindo cinco importantes feiras da cadeia das indústrias gráfica e de embalagem: 7ª BRASILPACK (Feira Internacional da Embalagem), 20ª FIEPAG (Feira Internacional do Papel e Indústria Gráfica), 3ª FLEXO LATINO AMÉRICA (Feira Internacional de Flexografia), 3º SALÃO EMBALA INOVAÇÃO e 2ª BRASIL SCREEN & DIGITAL SHOW (Feira Internacional de Serigrafia e Impressão Digital).
Com a tônica “5 Feiras, 5 Dias, 5 vezes mais Negócios”, a Reed Exhibitions Alcantara Machado, organizadora e promotora dos eventos, espera receber mais de 30 mil visitantes e compradores, de 30 países, formado principalmente por proprietários e sócios de empresas, técnicos e engenheiros, gerentes, vendedores, profissionais da área de comunicação e marketing, interessados em conhecer as novidades de 500 expositores, de 25 países.
Entre as empresas confirmadas estão: ADL, H.G.R. EXTRUSORAS, AGATHA COLLOR INKS, ALTEC, COLACRIL, AUTONICS, B&R AUTOMAÇÃO, BRADEMAQ, COMEXI, CORREIAS SCHNEIDER, COVERFLEX, DUPLICOPY, ESTATEC, FLOCK COLOR, FORBO, DP STUDIO, FURNAX, GOLD FAI, GOLDEN FIX, EXFAK, LASERFLEX, MAINARD, MAQPLAS, MULTINOVA, PREST-MAC, PRISCELL, PRONATEC, RADIAL TECNOGRAF, RAYFLEX, RIBRA, ROMI, SATURNO, SEIBT, SRPACK, SICOLI, STYROCORTE, TECMAES e TURO.
As Feiras têm o apoio das principais entidades representativas do setor, entre as quais estão: ABIMAQ (Associação Brasileira de Máquinas e Equipamentos), ABIPLAST (Associação Brasileira da Indústria do Plástico), a ABFLEXO-FTA Brasil (Associação Brasileira Técnica de Flexografia), ABIGRAF (Associação Brasileira da Indústria Gráfica), ABIEA (Associação Brasileira das Indústrias de Etiquetas Adesivas) e ABIEF (Associação Brasileira das Indústrias de Embalagens Plásticas Flexíveis).
Eventos Simultâneos
Outra importante novidade da 2ª SEMANA INTERNACIONAL DA EMBALAGEM, IMPRESSÃO E LOGÍSTICA é a realização de congressos e seminários, cujo objetivo é debater sobre relevantes temas para o mercado. Os eventos acontecem entre os dias 23 e 25 de março próximo, no auditório 8, do Palácio das Convenções do Anhembi.
O Seminário ABTG (Associação Brasileira de Tecnologia Gráfica), desenvolvido especialmente para a FIEPAG 2010, abordará quatro importantes temas – Mídia Impressa x Mídia Eletrônica; Conquistar, manter, crescer e recuperar clientes; Qualidade com foco na Gestão de Resultados; e Novas tecnologias para a redução de setup em máquinas offset –, que impactam rapidamente no sucesso e desenvolvimento do profissional e de seus projetos. O evento, dirigido a gestores, gerentes e líderes de produção, técnicos gráficos, profissionais da área de qualidade, vendedores e demais interessados, será realizado no dia 23 de março.
No dia 24 acontece a Conferência Internacional BRASILPACK 2010, realizada em parceria com o Instituto de Embalagem, cujos objetivos são apresentar casos de empresas, levar a melhor informação sobre inovações e tendências em materiais, processos, máquinas e equipamentos e mostrar soluções inovadoras que possam aumentar a competitividade dos clientes. Com a finalidade de ser um grande encontro entre os melhores profissionais do segmento de embalagens, o participante terá acesso a informação; conhecimento; oportunidades comerciais; novas tecnologias; e networking.
Por fim, no dia 25, em parceria com a revista Criativos Made in Brasil, será realizado o Seminário Criativos Made in Brasil, voltado a fotógrafos, ilustradores, impressão digital, gráficas, produtoras de filmes e som, web design, papel, agência de publicidade, bureau, serigrafia, gráfica, mídia alternativa, brindes, entre outros.
Mais informações:
SEMANA INTERNACIONAL DA EMBALAGEM, IMPRESSÃO E LOGÍSTICA
Data: 22 a 26 de março de 2010
Horário: 11h às 20h
Local: Pavilhão de Exposições do Anhembi – Av. Olavo Fontoura, 1.209 – Santana – São Paulo / SP
www.semanainternacional.com.brUm dos desafios primordiais da indústria da embalagem é valorizar e proteger um produto de forma eficiente, utilizando materiais e processos tecnológicos que minimizem o impacto ambiental. Por esse motivo, a 2ª SEMANA INTERNACIONAL DA EMBALAGEM, IMPRESSÃO E LOGÍSTICA contará, pela primeira vez, com uma Ilha Temática de Sustentabilidad Um dos desafios primordiais da indústria da embalagem é valorizar e proteger um produto de forma eficiente, utilizando materiais e processos tecnológicos que minimizem o impacto ambiental. Por esse motivo, a 2ª SEMANA INTERNACIONAL DA EMBALAGEM, IMPRESSÃO E LOGÍSTICA contará, pela primeira vez, com uma Ilha Temática de Sustentabilidade.

A 2ª Semana Internacional da Embalagem, Impressão e Logística contará, pela primeira vez, com uma Ilha Temática de Sustentabilidade.

A “Área Verde”, com 250 m², terá a participação de sete empresas – Beruf, Caixas Net, CRB, Neuplast, Rivier Plast, RMS e Rochman – que apresentarão materiais, produtos e serviços ecologicamente corretos, como embalagens de papelão para uso diverso, recicladoras de solventes e diluentes, serviços de coleta de resíduos para indústria gráfica, reprocessamento de resinas, sacos plásticos e jateadores para limpeza criogênica para superfícies, processo que utiliza gelo seco (CO2), economizando água, eliminando a necessidade de tratamento de resíduos, solventes e água e tendo a possibilidade de reutilização do gás carbônico.

Para Liliane Bortoluci, Show Manager da Semana Internacional, o meio ambiente é um assunto prioritário na economia global e o setor de embalagem, impressão e logística está trabalhando para atender essas necessidades e as expectativas dos clientes e sociedade referentes a esse tema. “Por isso, decidimos inovar e criar um espaço exclusivo para que os visitantes pudessem contemplar as novidades ecologicamente corretas para o setor”, afirma.

Marcada para o período de 22 a 26 de março, no Pavilhão de Exposições do Anhembi, em São Paulo, a semana é considerada o mais completo evento do setor no Hemisfério Sul, reunindo cinco importantes feiras da cadeia das indústrias gráfica e de embalagem: 7ª BRASILPACK (Feira Internacional da Embalagem), 20ª FIEPAG (Feira Internacional do Papel e Indústria Gráfica), 3ª FLEXO LATINO AMÉRICA (Feira Internacional de Flexografia), 3º SALÃO EMBALA INOVAÇÃO e 2ª BRASIL SCREEN & DIGITAL SHOW (Feira Internacional de Serigrafia e Impressão Digital).

Saiba mais sobre as feiras no site da Pack.

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Maioria dos supermercados usa sacolas plásticas certificadas
A grande maioria dos supermercados que participaram do Piloto do Programa de Qualidade e Consumo Responsável das Sacolas Plásticas, em São Paulo, Rio Grande do Sul, Bahia, Goiás e Brasília, adotou as sacolas certificadas do programa, que são mais resistentes, sendo fabricadas dentro da norma ABNT 14.937.
Atualmente, mais de 3 bilhões de sacolas são produzidas no mercado brasileiro com Selo de Qualidade, por nove empresas credenciadas. Até 2010, mais seis empresas deverão ser credenciadas totalizando 15.
O Programa, lançado em 2007, tem como objetivo de promover a conscientização e a redução do desperdício no varejo e disseminar as práticas dos 3R’s (Reduzir, Reutilizar e Reciclar). Nessa linha, já alcançou resultados significativos sobre a redução do uso de sacolas plásticas.
Em 2007, o consumo de sacolinhas, no Brasil, foi de 17,9 bilhões. Já em 2008, passou para 16,2 bilhões e fechou 2009 com 15 bilhões, uma redução de 16,2% do início do programa até agora.
Os dados mostram que, com sacolas dentro de norma, o consumidor não precisa colocar uma sacola dentro da outra para carregar as compras ou não encher totalmente e utilizá-la somente pela metade. Entre as redes que participam do Programa estão o Pão de Açúcar, G.Barbosa, Zaffari, Unidasul, Rede Mix, entre outras.
As sacolas plásticas também são amplamente reutilizadas no Brasil e o público que mais a utiliza são as donas de casas, em forma de embalagens para acondicionar lixo, recipientes para diversos fins, como guarda-chuva, embalar alimentos, roupa molha, tênis em mala para viagem, objetos para levar à academia, entre outros.
Pesquisa Ibope, realizada com mulheres das classes B, C e D, responsáveis pelas compras de seus domicílios, revela que 100% delas reutilizam as sacolas plásticas para acondicionar o lixo doméstico, 71% consideram as sacolinhas como a embalagem ideal para carregar suas compras e 75% dizem que é função do varejo seu fornecimento.
Este ano, mais seis cidades brasileiras receberão o Programa de Qualidade e Consumo Responsável das Sacolas Plásticas, assim como Fortaleza, Florianópolis, Rio de Janeiro, Campo Grande, Recife e Belo Horizonte.
A iniciativa é da Plastivida Instituto Sócio Ambiental dos Plásticos em parceria com o Instituto Nacional do Plástico (INP) e a Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis (Abief). Conta também com o apoio da Associação Brasileira de Supermercados (Abras) e das afiliadas nos estados.Nesta t

Nesta quarta-feira (24), abro espaço para um texto enviado pela Plastivida para nossa redação. Trata-se de uma análise feita pela entidade. Segue:

A grande maioria dos supermercados que participaram do piloto do Programa de Qualidade e Consumo Responsável das Sacolas Plásticas, em São Paulo, Rio Grande do Sul, Bahia, Goiás e Brasília, adotou as sacolas certificadas do programa, que são mais resistentes, sendo fabricadas dentro da norma ABNT 14.937.

Atualmente, mais de 3 bilhões de sacolas são produzidas no mercado brasileiro com Selo de Qualidade, por nove empresas credenciadas. Até 2010, mais seis empresas deverão ser credenciadas totalizando 15.

O Programa, lançado em 2007, tem como objetivo de promover a conscientização e a redução do desperdício no varejo e disseminar as práticas dos 3R’s (Reduzir, Reutilizar e Reciclar). Nessa linha, já alcançou resultados significativos sobre a redução do uso de sacolas plásticas.

Em 2007, o consumo de sacolinhas, no Brasil, foi de 17,9 bilhões. Já em 2008, passou para 16,2 bilhões e fechou 2009 com 15 bilhões, uma redução de 16,2% do início do programa até agora.

Os dados mostram que, com sacolas dentro de norma, o consumidor não precisa colocar uma sacola dentro da outra para carregar as compras ou não encher totalmente e utilizá-la somente pela metade. Entre as redes que participam do Programa estão o Pão de Açúcar, G.Barbosa, Zaffari, Unidasul, Rede Mix, entre outras.

As sacolas plásticas também são amplamente reutilizadas no Brasil e o público que mais a utiliza são as donas de casas, em forma de embalagens para acondicionar lixo, recipientes para diversos fins, como guarda-chuva, embalar alimentos, roupa molha, tênis em mala para viagem, objetos para levar à academia, entre outros.

Pesquisa Ibope, realizada com mulheres das classes B, C e D, responsáveis pelas compras de seus domicílios, revela que 100% delas reutilizam as sacolas plásticas para acondicionar o lixo doméstico, 71% consideram as sacolinhas como a embalagem ideal para carregar suas compras e 75% dizem que é função do varejo seu fornecimento.

Este ano, mais seis cidades brasileiras receberão o Programa de Qualidade e Consumo Responsável das Sacolas Plásticas, assim como Fortaleza, Florianópolis, Rio de Janeiro, Campo Grande, Recife e Belo Horizonte.

A iniciativa é da Plastivida Instituto Sócio Ambiental dos Plásticos em parceria com o Instituto Nacional do Plástico (INP) e a Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis (Abief). Conta também com o apoio da Associação Brasileira de Supermercados (Abras) e das afiliadas nos estados.

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Quatro pilares são apontados como principais tendências globais, segundo José Martínez, diretor do PMMI (Packaging Machinery Manufacturers Institute). São eles: o crescimento econômico dos países emergentes, sustentabilidade, responsabilidade social e o aumento da produção de alimentos. Essa afirmação foi feita durante palestra realizada hoje, no Hotel Sofitel, em São Paulo. O evento contou com o apoio da Associação Brasileira de Embalagem (Abre), Associação Brasileira de Embalagem de Aço (Abeaço) e Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq).

Os países emergentes estão impulsionando a economia mundial, principalmente, os BRICs (Brasil, Rússia, Índia e China). Para se ter uma ideia do potencial deles, basta olhar para a previsão de crescimento do produto interno bruto ((PIB) desses países para os próximos três anos. China e Índia se destacam, com crescimento de 9,5% do PIB em 2010, e 9,0% em 2011 e 2012. Já a Índia, terá expansão de 7,4% em 2010, 9,1% em 2011 e 9,0% em 2012. O Brasil se sobressai, com crescimento do PIB superior ao mundial de 3%. Em 2010, o PIB do País deve crescer 4,6%, 4,8% em 2011 e 4,6% em 2012.

Para os Estados Unidos, a estimativa é que o PIB do país cresça 3,2% em 2010, 3,0% em 2011 e 3,2% em 2012.

 A sustentabilidade veio para ficar e a eliminação de materiais de embalagem será imprescindível. “O desafio é melhorar a proteção do produto, utilizando materiais e tecnologias que diminuam o impacto ambiental das embalagens”, afirma Martínez. “Uma das alternativas é o uso de biomateriais, como o milho, mas principalmente, o uso dos 3R´s – reduzir, reusar e reciclar”. 

 No campo dos alimentos, oportunidades para embalagens limpas, claras e objetivas. “Diariamente somos bombardeados com informações, por isso essa é uma tendência crescente. Além disso, com o crescimento do mercado de alimentos funcionais, as informações com apelo de nutrição e saudabilidade ganham destaque nas embalagens”.

 Outra tendência são os produtos étnicos. “As embalagens atraem a atenção dos consumidores na gôndola, com visual que faltam falar, por exemplo, “eu sou italiano”, diz Martínez.

 Na área de tecnologia, a tendência da vez é a robótica. 77% das empresas de embalagem planejam usar robôs. “A penetração nas linhas de embalagem se expandirá em 2012, principalmente, em aplicações, como pick and place, alimentação de transportadores e paletizadores”.

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Band-aid ganha ciclo de vida mais sustentável

Icone Consumo, Meio Ambiente | Por Tatiana em 1 de fevereiro de 2010

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bandaid_blogpackA Johnson & Johnson, por meio da marca Band-Aid®, é uma das empresas participantes do projeto “Sustentabilidade de Ponta a Ponta”, realizado pela rede varejista Walmart com o objetivo de garantir que todo o ciclo de vida de determinado produto seja 100% sustentável.

“Além de serem parceiros de longa data, a Johnson & Johnson tem um grande alinhamento conceitual com o Walmart. Ambas as empresas valorizam o desenvolvimento sustentável e o aprimoramento de suas atividades”, afirma Julio Gomes, Gerente de Desenvolvimento de Negócios da Johnson & Johnson.

O Band-Aid® foi escolhido para participar do projeto por ser um produto muito importante na história e no portifólio da Johnson & Johnson. Boa parte da produção mundial dos curativos acontece na fábrica da empresa no Brasil, em São José dos Campos (SP). Além de atenderem à demanda nacional, são exportados para todo o continente americano e para países da Ásia e Europa. Anualmente, mais de sete bilhões de tiras são comercializadas no mundo.

Diversas ações foram realizadas para garantir que o Band-Aid® cause o menor impacto possível ao ambiente, que traga benefícios sociais, que seja um negócio lucrativo para a empresa e com isso esteja alinhado com os valores da companhia. Dentre as principais mudanças, é possível destacar alterações na embalagem, programa de melhorias contínuas no processo e mudanças nas fontes energéticas.

As embalagens de Band-Aid® foram reduzidas em 18%, sem alteração no volume de tiras, gerando uma série de ganhos, como menor consumo de matérias-primas, diminuição do volume de resíduos e maior capacidade de transporte, armazenagem e espaço nas gôndolas. Além disso, 30% de material reciclado pós-consumo foi adicionado à embalagem. As caixas de embarque, de papelão, que transportam o produto também contam com 40% de material reciclado.

As embalagens também foram certificadas com o selo FSC (Conselho de Manejo Florestas), que garante que toda a matéria-prima utilizada em sua composição é proveniente de florestas manejadas. Os cartuchos de Band-Aid® também trazem informações ao consumidor escritas em braile, o que facilita o acesso do produto a deficientes visuais.

Na fábrica de Band-Aid®, houve melhorias contínuas de equipes e procedimentos, que resultaram no aumento da eficiência das máquinas. Este processo envolveu o acompanhamento de indicadores, programas de aperfeiçoamento de máquinas e treinamentos de equipes.

A fábrica também se preocupou em minimizar as perdas de matérias-primas durante a produção de Band-Aid®. A quantidade de material utilizado na bobina que produz Band-Aid® - composta por adesivo (borracha), papel e filme (plástico) – foi diminuída, o que resultou em uma redução de perdas de matéria de 9,1 toneladas por ano.

Antigamente, os resíduos da fábrica eram incinerados, e as cinzas eram jogadas em aterros sanitários. Atualmente, uma parte desses resíduos é incinerada por uma empresa terceirizada e utilizada em processo de cogeração de energia, que substitui combustíveis fósseis, e também para a fabricação de cimento. Com este processo, a fábrica de Band-Aid® deixou de enviar para aterros sanitários 763 kg de resíduos por ano.

Em 2009, a Johnson & Johnson substituiu sua a matriz energética de caldeiras, que utilizava óleo pesado, para operar com gás natural. A empresa também reduziu de 30 para três o número de compressores de ar, com equipamentos mais eficientes.

Com isso, a todo o parque fabril reduziu em 21% as emissões de gases do efeito estufa na atmosfera.

Até junho de 2008, a frota de carros dos representantes de vendas da Johnson & Johnson era em sua maioria abastecida com gasolina, sendo que apenas 27% dos automóveis utilizavam álcool. Desde setembro de 2008, o consumo de álcool saltou para 87%, gerando uma diminuição de 25 toneladas por mês nas emissões de CO2 da frota de carros da empresa que trabalham diretamente com a marca Band-Aid®.

ATIVIDADE

GANHOS

Redução na emissão de GEE 2.593,3 ton CO2
Energia poupada 1.192 MWh
Aterro evitado 1.472 toneladas
Volume de armazenagem 18%

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SOBRE O BLOG DA PACK

O Blog da Pack acompanha o mercado de embalagens no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades e curiosidades que envolvem toda a cadeia produtiva do setor. Este espaço é um subproduto da revista e do site Pack, editados pela redação da Editora Banas.

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TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

MARGARET HAYASAKI

Formada em jornalismo pela Universidade Paulista Júlio de Mesquita Filho (Unesp-Bauru) e pós-graduada em Comunicação Empresarial pela Faculdade Cásper Líbero, Margaret Hayasaki atua há 10 anos no jornalismo especializado em embalagem. Começou como redatora na revista Pack e hoje é editora-chefe.

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