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Yok lança Mais Vita Pura Soja Cálcio

Icone Consumo | Por Tatiana em 27 de abril de 2010

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YOKI DÁ SUGESTÕES DE RECEITAS DOCES
COM MAIS VITA PURA SOJA CÁLCIO
Elaborado somente com extrato de soja e água, o Pura Soja, agora com cálcio, é ideal para uso culinário
A Yoki acaba de anunciar ao mercado a nova versão do exclusivo Mais Vita Pura Soja. O produto chega às gôndolas enriquecido com 240  mg de cálcio, quantidade equivalente à encontrada em 200 ml de leite. O Pura Soja com cálcio é ideal para ser utilizado na culinária. Por ser elaborado somente com extrato de soja e água, sem adição de açúcar e conservantes, o produto apresenta um sabor neutro e pode ser utilizado no preparo de pratos doces ou salgados. Além de ser indicado para uso culinário, o Mais Vita Pura Soja pode ser consumido no café da manhã, com achocolatado, café, misturado com frutas, para o preparo de vitaminas ou até puro.
O Mais Vita Pura Soja é 100% de origem vegetal, adequado para pessoas que buscam uma alimentação saudável. Por ser natural, é importante que seja agitado antes do consumo ou do preparo de receitas.

yokA Yoki acaba de anunciar ao mercado a nova versão do exclusivo Mais Vita Pura Soja. O produto chega às gôndolas enriquecido com 240  mg de cálcio, quantidade equivalente à encontrada em 200 ml de leite.

O Pura Soja com cálcio é ideal para ser utilizado na culinária. Por ser elaborado somente com extrato de soja e água, sem adição de açúcar e conservantes, o produto apresenta um sabor neutro e pode ser utilizado no preparo de pratos doces ou salgados. Além de ser indicado para uso culinário, o Mais Vita Pura Soja pode ser consumido no café da manhã, com achocolatado, café, misturado com frutas, para o preparo de vitaminas ou até puro.

O Mais Vita Pura Soja é 100% de origem vegetal, adequado para pessoas que buscam uma alimentação saudável. Por ser natural, é importante que seja agitado antes do consumo ou do preparo de receitas.

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Oferecendo várias vantagens chaves em relação aos adesivos convencionais, o mercado de adesivos e selantes verdes deve atingir aproximadamente US$ 1,24 bilhões até 2017, de acordo com um estudo realizado pela IntertechPira em parceria com a ASC e a FEICA.

Atualmente, os adesivos naturais representam 5% do mercado total. Mas, esse número pode ser maior, já que há muitos materiais verdes usados como aditivos ou modificadores de formulações de adesivos à base de petróleo. No total, as matérias-primas básicas e os componentes naturais respondem por 30% de todos os componentes usados em formulações de adesivos.

Derivados de amido, como amido puro, amido modificado e dextrina, constituem a maioria dos adesivos naturais usados hoje, respondendo por 65% de participação. A IntertechPira prevê que os adesivos derivados de amido e outras plantas vão experimentar crescimento de um dígito, entre 3% a 4% nos próximos 10 anos, comparado com os 2,7% esperados para os adesivos convencionais.

Considerando os adesivos de amido, espera-se que a maior parte dos desenvolvimentos venha de amidos termoplásticos que podem ser usados como adesivos hot-melt ou transformados em dispersão. Para outros derivados de plantas, como soja e óleo de rícino, há esforços de desenvolvimento na produção de poliol para uso, principalmente, em adesivos poliuretanos e selantes. Similarmente, os derivados de cera também são utilizados como plastificantes em formulações de adesivos hot-melt. Para adesivos naturais que são base de derivados de celulose, três resinas e seus produtos, bem como a borracha natural, vão ter um crescimento baixo.

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Antigamente um tema exclusivo do campo de pesquisa, agora os bioplásticos se tornaram um negócio de rápido crescimento para as empresas que comercializam e trabalham com a tecnologia no ramo tradicional de plásticos. A NPE 2009, o principal evento no calendário do setor plástico, servirá como marco nessa transição histórica, segundo a The Society of the Plastics Industry, Inc. (SPI), a organizadora do evento trienal.

Programada para 22 a 26 de junho de 2009, no McCormick Place, em Chicago, nos Estados Unidos, a NPE 2009 servirá como vitrine e oferecerá oportunidades para o intercâmbio de tecnologias relativas a polímeros derivados de milho, mamona, soja, batata, mandioca e outros recursos naturais. Três empresas de matérias-primas apresentarão suas descobertas sobre as novas possibilidades de negócios para a fabricação de bioplásticos. Trinta e nove empresas, agências e associações que trabalham no setor proferirão palestras sobre a tecnologia de bioplásticos e estratégias de negócios nesse ramo.  No piso de exposição da NPE, haverá pelo menos 16 estandes com destaque exclusivo ou primordial aos bioplásticos. Haverá ainda outros expositores apresentando aditivos e equipamentos de processamento projetados especificamente para estes novos tipos de polímeros.

De forma diferente dos petroquímicos baseados em óleo bruto e gás natural usados na produção dos plásticos sintéticos normais, as substâncias derivadas das plantas são renováveis e oferecem a promessa de produção ilimitada em uma época na qual os combustíveis fósseis se tornam cada vez mais restritos. Além disso, vários bioplásticos são naturalmente biodegradáveis. 

 “Junto com o despertar da era da sustentabilidade, há um consenso global no setor quanto à necessidade de se tratar de forma pro-ativa de assuntos tais como o esgotamento de recursos”, disse William R. Carteaux, presidente e CEO da SPI. “Os bioplásticos surgiram como um dos meios mais promissores para as empresas levarem a cabo esta estratégia e, ao mesmo tempo, operarem de forma lucrativa. Além de permitir que as empresas cumpram os ditames relativos a recursos renováveis, estas interessantes famílias de polímeros ajudarão a assegurar a viabilidade do nosso setor em longo prazo, pois oferecem alternativas às matérias-primas tradicionais”.

 

 

 

Tema das conferências e exposições

Apesar de a maioria dos plásticos continuar a ser derivado dos combustíveis fósseis num futuro próximo, as pesquisas atuais que objetivam aprimorar as propriedades e reduzir os custos dos bioplásticos resultarão em um rápido crescimento no mercado, segundo Melissa Hockstad, vice-presidente da SPI responsável pelo Conselho de Fornecedores de Materiais e Conselho de Bioplásticos.Hockstad citou três empreendimentos de produção de bioplásticos que entrarão no mercado até a NPE 2009 ou em data próxima ao evento:

 •A Cereplast Inc. tem a expectativa de, até o início de 2010, concluir novas instalações de manufatura que produzem bioresinas derivadas de amidos como mandioca, milho, trigo e batata.

 • A Telles, uma joint venture da Metabolix e da Archer Daniels Midland Co., deu início a uma fábrica para as resinas da marca Mirel™, produzidas de açúcares de plantas em um processo de transformação química através de microorganismos.

 • A Teknor Apex Company lançará a sua nova Divisão de Bioplásticos e os primeiros compostos comerciais na linha Terraloy™, que consistem de mesclas de amidos termoplásticos com outros bioplásticos e polímeros tradicionais como o polipropileno.

 As 39 apresentações da conferência que tratam especificamente de bioplásticos estão enquadradas nos quatro programas educativos que se realizarão ao mesmo tempo e no mesmo local da NPE2009. Incluem dez apresentações na conferência “Plástico como negócio” (produzida pela SPI); 26 delas na conferência técnica ANTEC™ 2009 (da Society of Plastics Engineers, ou SPE); duas na conferência PET Strategies Plus (Estratégias em Embalagens); e uma no Seminário Latinoamericano em espanhol (de patrocínio das revistas Plástico e Conversión).

 Os bioplásticos serão uma das quatro tecnologias em destaque enfocada nas exposições do Pavilhão de Tecnologias Emergentes, que conta com o patrocínio principal da DuPont Company e da Dow Chemical Company como patrocinadora de um setor sobre sustentabilidade.  Espera-se também que algumas aplicações comerciais dos bioplásticos figurem como candidatas no primeiro Concurso Internacional de Design Plástico na NPE2009.  “Na última NPE, em 2006, os bioplásticos ainda eram um assunto a título de curiosidade, porém na NPE 2009, dezenas de organizações terão algo importante para dizer ou apresentar sobre os bioplásticos”, diz Hockstad. “Influenciarão todos os principais setores do mercado plástico, desde produtos domésticos a automotivos, a eletrônicos e médicos, a equipamentos esportivos e embalagens.”

 

 

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TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

MARGARET HAYASAKI

Formada em jornalismo pela Universidade Paulista Júlio de Mesquita Filho (Unesp-Bauru) e pós-graduada em Comunicação Empresarial pela Faculdade Cásper Líbero, Margaret Hayasaki atua há 10 anos no jornalismo especializado em embalagem. Começou como redatora na revista Pack e hoje é editora-chefe.

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