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A Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (ABIHPEC) e a Agência Governamental de Promoção às Exportações, Investimentos e Turismo da Colômbia (Proexport Colômbia) promovem nesta terça-feira (13) o “Seminário Oportunidade de Negócios na Colômbia”, por meio do projeto Beautycare Brazil, gerenciado em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil).

O evento dará oportunidade às empresas brasileiras do segmento de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (HPPC), participantes do projeto Beautycare Brazil, de conhecer e entender o funcionamento do mercado colombiano da área e se preparar para o Road Show Colômbia 2010, um evento de prospecção de negócios que acontecerá em Bogotá de 20 a 24 de setembro de 2010.

“A Colômbia possui um potencial muito grande de investimentos para o segmento de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos Brasileiros. A sinergia cultural entre os dois países e a ampla diversidade de produtos brasileiros, associado ao momento de expansão da economia colombiana, cria o cenário ideal para nossos exportadores. Em 2009 crescemos 6,43% em valores de exportações à Colômbia em relação a 2008 e no primeiro trimestre de 2010 já temos um aumento de 62,48% no comparativo com o mesmo período no ano passado”, diz João Carlos Basilio, presidente da ABIHPEC.

O mercado colombiano

Nos últimos três anos, o setor de cosméticos colombiano recebeu investimentos estrangeiros que somam mais de US$ 1,2 bilhão. Multinacionais como Procter & Gamble, Avon, Unilever, entre outras, contam com parques industriais no país.

De acordo com a Proexport Colômbia, as empresas brasileiras contam com uma série de vantagens para investir no país vizinho, incluindo a riqueza natural para inovação de produtos cosméticos (é o segundo país do mundo com maior diversidade de flora); os acordos comerciais que garantem maior vantagem competitiva e acesso a um mercado ampliado de 1,4 bilhão de consumidores; a excelente logística de exportação; o capital humano (são mais de 242 mil profissionais no setor de cosméticos) e outros.

“Vemos um grande potencial na Colômbia, especialmente em Bogotá. Para nós é muito valiosa a diversidade cultural, o profissionalismo e os investimentos que são feitos para o futuro da cidade. Por isso, Bogotá é hoje um dos melhores lugares para operar na América Latina”, afirma Paolo Rosellini, diretor geral da L’Oreal Colômbia.

De acordo com o diretor da Proexport Colômbia no Brasil, Carlos Rodriguez, o país representa para os empresários do setor de cosméticos uma grande oportunidade para o estabelecimento de suas indústrias. “Temos um governo comprometido com o setor privado e uma forte indústria de cosméticos, com evidentes espaços que podem ser aproveitados pelos investidores estrangeiros”, ressaltou.

Motivos para investir na Colômbia

Com um crescimento médio de 16% ao ano entre 2003 e 2008, a Colômbia se transformou em um dos motores de crescimento do mercado latino-americano. Em apenas três anos, 2007 a 2009, ingressaram no país – em investimentos estrangeiros – mais de US$ 1,2 bilhão para o setor de cosméticos.

De acordo com a ANDI (Associação Nacional de Empresários da Colômbia), as exportações de cosméticos aumentaram 23% ao ano entre 2002 e 2008, passando de US$ 150 milhões para US$ 496 milhões. Os produtos mais exportados são cosméticos (58%), absorventes (33%) e produtos de higiene (8%).

Serviço:

Seminário Oportunidades de Negócios na Colômbia no setor de Cosméticos
Data: 13/07/2010 (terça-feira)
Horário: 8h30 às 16h
Local: ABIHPEC (Av. Paulista, 1313, 10º andar, cj. 1080)

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Indústria Gráfica e de Embalgem:
Especialistas Propõem Fim do Empirismo
Na Apuração dos Custos e Formação de Preços
Cerca de 100 executivos, técnicos e profissionais das áreas de custos, orçamentos, vendas e gestão da indústria gráfica e de empresas de conversão participaram do seminário “Custos e Formação de Preços – Uma Questão Estratégica”, que a Metrics Sistemas de Informação organizou na última semana de fevereiro em sua sede, em São Paulo.
Em virtude da grande procura pelo tema, o evento foi realizado em duas seções (matutina e vespertina) e contou com exposições do consultor e professor Thomas Caspary – que é membro do Conselho Consultor da ABTG – e do Gerente Comercial da Metrics, Alexandre Rodrigues.
ABOLINDO OS CUSTOS EMPÍRICOS
Na abertura dos trabalhos, o Diretor da Metrics, Osmar Barbosa, fez uma avaliação sobre a inconsistência dos modelos de formação de preços, ainda empíricos, que são empregados em grande parte das empresas, e alertou para a necessidade de processos capazes de revelar aspectos como custos indiretos e a contribuição marginal de cada produto na apuração dos lucros no setor.
De acordo com Thomaz Caspary, embora haja uma clara evolução em curso nos modelos de gestão da indústria nacional do setor, ainda é bastante comum a prática de definição dos custos a partir de critérios pouco efetivos, como o cálculo baseado nos custos de papel ou a fixação de valores, nem sempre muito precisos, de custo hora-máquina, como base para a definição dos orçamentos.
“Ainda é bastante usual a fixação de variantes como custo por milheiro ou por hora de ocupação de máquina para se balizar o custo e fixar o preço dos produtos, mas há muito tempo se sabe que estes critérios são insuficientes para garantir valores compatíveis com a competitividade e as expectativas concretas de lucratividade em nossa área”, assinala o consultor.
Thomaz Caspary comentou ainda os diversos sistemas de custos empregados pela indústria – como é o caso do RKW – e falou sobre a grande ampliação do número de empresas que estão adotando modelos informatizados de gestão e seus impactos na produtividade destas empresas. Segundo ele, entretanto, as empresas ainda precisam disseminar a cultura da administração por métricas e promover a integração entre áreas como vendas, orçamento, PCP e a gestão financeira do negócio.
“Só através da tecnologia e de controles matemáticos em todas as etapas será possível eliminar a desconexão entre estas diversas áreas e acabar com as contradições que, muitas vezes, colocam em pé de guerra as equipes de vendas e o pessoal de chão de fábrica nas gráficas e convertedoras”, comentou o palestrante.
O Gerente Comercial Alexandre Rodrigues, apresentou aos participantes a visão integrada da Metrics em relação aos processos de formação de preços a partir da articulação de informações de todas as fontes envolvidas na cadeia de produção do setor. Segundo ele, um dos benefícios desta tecnologia está exatamente em permitir a uniformidade dos processos e a eliminação do elemento subjetivo na elaboração de dados. “Quando se substituem os apontamentos manuais pela coleta digital de dados, diretamente das máquinas de produção, e em tempo real, o nível de consistência dos cálculos aumenta substancialmente e se distribui por todo o processo, possibilitando a emergência das métricas”, exemplifica Rodrigues.
O Seminário Custos e Formação de Preços – Uma Questão Estratégica integra a série de eventos Jornada Tecnológica Aprimore, que a Metrics organiza periodicamente para disseminar os novos paradigmas de gestão junto a empresas gráficas.

Na última semana de fevereiro, cerca de 100 executivos, técnicos e profissionais das áreas de custos, orçamentos, vendas e gestão da indústria gráfica e de empresas de conversão participaram do seminário “Custos e Formação de Preços – Uma Questão Estratégica”, que a Metrics Sistemas de Informação organizou em sua sede, em São Paulo.

O evento contou com exposições do consultor e professor Thomas Caspary, membro do Conselho Consultor da ABTG, e do Gerente Comercial da Metrics, Alexandre Rodrigues.

Custos empíricos

O Diretor da Metrics, Osmar Barbosa, fez uma avaliação sobre a inconsistência dos modelos de formação de preços, ainda empíricos, que são empregados em grande parte das empresas, e alertou para a necessidade de processos capazes de revelar aspectos como custos indiretos e a contribuição marginal de cada produto na apuração dos lucros no setor.

De acordo com Thomaz Caspary, embora haja uma clara evolução em curso nos modelos de gestão da indústria nacional do setor, ainda é bastante comum a prática de definição dos custos a partir de critérios pouco efetivos, como o cálculo baseado nos custos de papel ou a fixação de valores, nem sempre muito precisos, de custo hora-máquina, como base para a definição dos orçamentos.

“Ainda é bastante usual a fixação de variantes como custo por milheiro ou por hora de ocupação de máquina para se balizar o custo e fixar o preço dos produtos, mas há muito tempo se sabe que estes critérios são insuficientes para garantir valores compatíveis com a competitividade e as expectativas concretas de lucratividade em nossa área”, assinala o consultor.

Thomaz Caspary comentou ainda os diversos sistemas de custos empregados pela indústria – como é o caso do RKW – e falou sobre a grande ampliação do número de empresas que estão adotando modelos informatizados de gestão e seus impactos na produtividade destas empresas. Segundo ele, entretanto, as empresas ainda precisam disseminar a cultura da administração por métricas e promover a integração entre áreas como vendas, orçamento, PCP e a gestão financeira do negócio.

“Só através da tecnologia e de controles matemáticos em todas as etapas será possível eliminar a desconexão entre estas diversas áreas e acabar com as contradições que, muitas vezes, colocam em pé de guerra as equipes de vendas e o pessoal de chão de fábrica nas gráficas e convertedoras”, comentou o palestrante.

O Gerente Comercial Alexandre Rodrigues, apresentou aos participantes a visão integrada da Metrics em relação aos processos de formação de preços a partir da articulação de informações de todas as fontes envolvidas na cadeia de produção do setor. Segundo ele, um dos benefícios desta tecnologia está exatamente em permitir a uniformidade dos processos e a eliminação do elemento subjetivo na elaboração de dados. “Quando se substituem os apontamentos manuais pela coleta digital de dados, diretamente das máquinas de produção, e em tempo real, o nível de consistência dos cálculos aumenta substancialmente e se distribui por todo o processo, possibilitando a emergência das métricas”, exemplifica Rodrigues.

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TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

MARGARET HAYASAKI

Formada em jornalismo pela Universidade Paulista Júlio de Mesquita Filho (Unesp-Bauru) e pós-graduada em Comunicação Empresarial pela Faculdade Cásper Líbero, Margaret Hayasaki atua há 10 anos no jornalismo especializado em embalagem. Começou como redatora na revista Pack e hoje é editora-chefe.

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