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Com a expectativa de receber 300 cientistas e técnicos da indústria europeia de embalagem, o 2º Congresso Hispack de Pesquisa e Desenvolvimento, será realizado paralelamente à feira internacional de embalagem, no dia 12 de maio, no centro de exposições Fira de Barcelona Gran Via, na Espanha. Durante o evento, serão apresentados os mais recentes avanços em materiais e processos de fabricação que reduzem o impacto ambiental da embalagem.

 

A inovação nesse setor está em curso, propiciando soluções para limitar o uso indiscriminado de matérias-primas brutas originárias de recursos não renováveis e a geração de resíduos que são difíceis de ter valor enquanto, ao mesmo tempo, mantém a qualidade e a segurança da embalagem.

 

Nesse congresso internacional, organizado pelo Instituto de

Tecnologia de Alimentos e Agroquímicos (Iata-CSIC) e o Instituo de Embalagem, Transporte e Logística (Itene), serão apresentadas embalagens amigas do meio ambiente produzidas de ácido poliláctico e celulose. Outro tópico do debate será o uso de novos materiais que ainda estão em estágio de desenvolvimento como proteínas, polihidroxialcanoatos (PHA´s), compósitos de fibras, nanomateriais, entre outros, assim como novas tecnologias de embalagens ativas (que interagem com o conteúdo) baseadas em biopolímeros.

 

De acordo com Ramón Català, pesquisador do Grupo de Embalagem do Iata-CSIC e coordenador do Congresso, da ciência do mundo, nosso objetivo é aumentar a conscientização dos fabricantes de embalagem da necessidade de implementar tecnologias limpas que ajudem a otimizar energia e materiais, além de reduzir emissões, desperdício e descarte. “O atual nível de pesquisa em nosso país é muito alto comparado aos outros países da União Europeia. No entanto, ainda há um impeditivo para o maior desenvolvimento pelo fato de que muitos dos projetos em curso não se estendem ao estágio de desenvolvimento industrial”.

 

 

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Um novo conceito de bebida orgânica

Icone Consumo, Embalagem, Meio Ambiente | Por Margaret em 13 de fevereiro de 2009

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FLAVRZ ORGANIC DRINK MIXA saúde e o custo consciente tem conduzido à demanda de uma bebida com pouco açúcar que ofereça excelente sabor e otimiza os resíduos de embalagens. Flavrz®  é uma bebida de líquido concentrado que o consumidor adiciona água e sabor a gosto. A criadora Karen Barth quer ajudar os americanos a beber mais água, a bebida saudável na terra. Adicionando sabor a torneira ou a água filtrada pode se eliminar os resíduos associados às garrafas de plástico individuais.

A bebida pode ser misturada a uma água com sabor de fruta ou uma bebida adoçada, dependendo da preferência do consumidor. A notável embalagem ilustra sugestões de medidas. A bebida pode ser misturada no jarro de vidro para beber em casa ou adicionada às garrafas de água reutilizáveis para consumir no trabalho ou na escola. “A idéia veio a mim, enquanto eu estava andando pelo corredor de bebidas no supermercado”, diz Barth. “E eu não conseguia encontrar sequer uma bebida que poderia dar à minha família – então eu fiz a minha”.

Flavrz® é uma solução econômica para uma bebida orgânica e natural. Uma garrafa de vidro de 1 litro serve em média de 30 a 40 doses. As garrafas individuais estarão disponíveis na primavera.

Diferentemente dos sucos em pó, o sabor é limpo e refrescante e requer pouca agitação. Flavrz não contém ingredientes artificiais e oferece um baixo índice glicêmico, pois é, principalmente, adoçado  com xarope de agave (néctar extraído de um tipo de cactos muito comum no México). “A maioria das bebidas engarrafadas são em grande parte água, 95% ou mais, e o resto é açúcar, corantes artificiais, e produtos químicos”, diz Barth. “Temos que mudar nossa consciência daquilo que consumimos e damos aos nossos filhos”.

Além disso, Barth quer difundir a palavra resíduo e o consumo médio gerado por ano nos Estados Unidos. Os americanos utilizaram 50 milhões de garrafas de plástico, no ano passado, mas apenas 23% foram recicladas. Isso significa que 38 mil garrafas ou 2,7 milhões de toneladas de plástico foram desperdiçadas. “Estou frustrada, vendo bilhões de barris de petróleo sendo utilizado na fabricação de garrafas plástica. É tempo de um grande desafio”.

Flavrz® não é apenas uma bebida. É parte de um estilo de vida que contempla o compromisso com um planeta saudável e hidratado. Um percentual das vendas da bebida será doado em benefício do meio ambiente.

Flavrz é certificada como bebida orgânica pela OCIA e como kosher pela OU.

 

 

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Um estudo conduzido pela empresa de pesquisa britânica Campden BRI e pela Universidade de Bath revela que é possível reduzir o desperdício de embalagem por meio de maior eficiência de selagem da embalagem. Alan Campbell, gerente da Campden BRI, afirma que será possível “salvar” 39 mil toneladas de resíduos que iriam para aterros sanitários. “Estamos avaliando a eficácia da sobresselagem a fim de melhorar a integridade da selagem e diminuir o uso de material”, diz. Além disso, conta ele, a pesquisa está avaliando como melhorar a maquinabilidade desses materiais em máquinas de form-film-seal e a performance de filmes biodegradáveis.

Campbell disse que 50% do fundo para a pesquisa vem do Departamento Rural, Alimentos e Ambiente (Defra) e outros 50% é derivado de um consórcio entre a fabricante de alimentos United Biscuits, a fabricante de equipamentos Hayssen Sandiacre Europe e o fornecedor de embalagem Amcor.  “Os benefícios para os nossos parceiros da indústria são consideráveis. Eles vão entender melhor os métodos de selagem e os materiais biodegradáveis, podendo modificar as máquinas de embalagem e os materiais de acordo com os resultados da pesquisa”. A pesquisa será concluída em 2010.

 

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Os produtores e associações de embalagem reivindicam melhorias de custo, desempenho e propriedades de barreira de umidade dos bioplásticos, assim como mais investimento em tecnologia para evitar a contaminação de resíduos de reciclagem, o que vai permitir que a indústria possa competir mais eficazmente com os plásticos convencionais.

Os bioplásticos são derivados de fontes renováveis como óleo vegetal, amido de milho ou fécula de ervilha. No entanto, muitos são dependentes dos combustíveis fósseis para gerar energia para a sua fabricação.


Christophe Doukhi de Boissoudy, presidente do Club des Bioplastiques, acredita que com mais investimento em pesquisa e desenvolvimento para o ajuste fino dos bioplásticos será possível que esses materiais se tornem tecnologicamente e ambientalmente competitivos. “Os produtores de embalagens de bioplásticos esperam a estabilização de seu preço até 2015”.

 

 


Mercado

Entretanto, o BCC Research Group disse que o mercado de plásticos biodegradáveis, em termos de volume, atingiu 541 milhões de libras em 2007, e espera-se que chegue a 1,2 bilhões de libras em 2012.

Analistas de mercado da Freedonia afirmam que a demanda de polímeros naturais irá crescer 7,1% anualmente, movimentando US $ 4 bilhões em 2012 devido em parte à expansão das melhorias de tecnologias de produção de materiais como o PLA.


O PLA terá um crescimento significativo em áreas como a embalagem termoformada.

 


Degradação

A maioria dos bioplásticos só degrada em condições  rigorosamente controladas de unidades comerciais de compostagem. Uma norma acordada internacionalmente, EN13432, define quão rapidamente e em que medida um plástico deve ser degradado sob condições de compostagem comerciais para ser chamado biodegradável.


Não há nenhuma norma aplicável para condições de compostagem doméstica de bioplásticos.

 

A Novamont, fabricante italiana de bioplástico disse que para produzir um quilo de seu produto à base de amido utiliza 500g de petróleo e consome cerca de 80% da energia necessária para produzir um polímero de polietileno tradicional.


E a NatureWorks, fabricante do bioplástico PLA, diz que para produzir o PLA há uma economia de combustíveis fósseis entre 25 e 68% em comparação com polietileno, em parte devido à sua compra de certificados de energia renovável para a sua fábrica.

 

Segundo a empresa, o seu PLA pode ser fisicamente reciclado e compostado através de processos industriais e os resíduos incinerados por meio de sistemas de energia. Também pode ser reciclado quimicamente, voltando a ser uma base monomérica de ácido láctico.

 

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Marca de ovos Spartan ganha embalagem verde

Icone Embalagem, Meio Ambiente | Por Margaret em 23 de janeiro de 2009

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SPARTAN STORES EGGS


Com forte compromisso em preservar o meio ambiente, a Spartan Stores está  introduzindo novas embalagens de polpa moldada para a sua marca de ovos Spartan que são 100% recicláveis e 100% biodegradáveis.

 

O processo de reciclagem das embalagens poupa recursos, gera menos emissão de CO2 e contribui para resolver o crescente problema da eliminação dos resíduos. A polpa moldada protege o meio ambiente, pois é produzido de papel reciclado – jornal velho, caixas de papelão ondulado e uma variedade de outras fibras vegetais. As caixas desse material podem ser facilmente recicladas juntamente com o fluxo normal de resíduos de papel. Também proporcionam outros benefícios como: serve de almofada para os ovos, garantindo proteção contra impacto no trânsito e no armazenamento e a polpa moldada das caixas absorve umidade.


Alan Hartline, vice-presidente de merchandising da Spartan Stores, diz que “com base nas vendas dos últimos anos da marca de ovos Spartan, vamos otimizar 300 toneladas de polpa de celulose que iriam para os aterros e os consumidores vão economizar quase US$ 100 mil este ano. A embalagem biodegradável é boa para o ambiente e para os consumidores”.

 

 

A Spartan Stores oferece embalagens ecológicas também em outras marcas corporativas da empresa.

 

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O Blog da Pack acompanha o mercado de embalagens no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades e curiosidades que envolvem toda a cadeia produtiva do setor. Este espaço é um subproduto da revista e do site Pack, editados pela redação da Editora Banas.

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KLEBER PINTO

Jornalista com oito anos de experiência em jornalismo online. É editor dos sites da Editora Banas Pack, P&S, P&S Agro e Radar Industrial. Foi repórter e editor nos portais UOL, Terra e Globo.com, nas editorias de cultura, saúde, cidades e tecnologia.

MARGARET HAYASAKI

Formada em jornalismo pela Universidade Paulista Júlio de Mesquita Filho (Unesp-Bauru) e pós-graduada em Comunicação Empresarial pela Faculdade Cásper Líbero, Margaret Hayasaki atua há 10 anos no jornalismo especializado em embalagem. Começou como redatora na revista Pack e hoje é editora-chefe.

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