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Para oferecer uma opção de copo compostável para bebidas frias destinadas aos consumidores que se preocupam com o meio ambiente, a International Paper anunciou que está expandindo a linha de embalagem Ecotainer® para o mercado de foodservice. A companhia já vendeu mais de um bilhão de copos e contêineres desde o lançamento da marca no mercado. “Nós estamos comprometidos em entregar produtos inovadores para os clientes, bem como garantir que os recursos naturais sejam preservados para as gerações do futuro”, afirma John Faraci, presidente e CEO da International Paper. “Também estamos muito felizes com a parceria com a Coca-Cola para o lançamento do copo de papel compostável Ecotainer® criado especificamente para bebidas carbonatadas”.

 

A linha Ecotainer® é feita de recursos renováveis, comercialmente compostáveis, e tem uma pegada ambiental menor em comparação a outros produtos. Os produtos atendem a ASTM D6400 para compostabilidade e são certificados pelo Biodegradable Products Institute (BPI). Eles também são feitos de recursos renováveis, incluindo três florestas certificadas pelo Sustainable Forestry Iniciative®. Além disso, as embalagens são revestidas com uma barreira à umidade feita de Ingeo™ da NatureWorks. Por causa dessa barreira, o copo pode ser compostado com resíduo de alimento, o que ajuda a reduzir o volume de material que vai para os aterros sanitários.

 

“O copo Ecotainer® é o próximo passo na evolução da linha de produtos Ecotainer®”, diz Austin Lance, vice-presidente da International Paper´s Foodservice Business.

 

A International Paper está constantemente empenhada em expandir as soluções ambientalmente amigáveis para disponibilizar ao mercado. O biolionésimo copo Ecotainer® foi feito menos de três anos depois do seu lançamento, em 2006, para o Green Mountain Coffee Roasters, para acondicionar bebidas quentes, como café ou chá. Os copos são fabricados pela International Paper´s Foodservice em Kenton, Ohio, Visalia, e Winsford, Cheshire, no Reino Unido.

 

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Antigamente um tema exclusivo do campo de pesquisa, agora os bioplásticos se tornaram um negócio de rápido crescimento para as empresas que comercializam e trabalham com a tecnologia no ramo tradicional de plásticos. A NPE 2009, o principal evento no calendário do setor plástico, servirá como marco nessa transição histórica, segundo a The Society of the Plastics Industry, Inc. (SPI), a organizadora do evento trienal.

Programada para 22 a 26 de junho de 2009, no McCormick Place, em Chicago, nos Estados Unidos, a NPE 2009 servirá como vitrine e oferecerá oportunidades para o intercâmbio de tecnologias relativas a polímeros derivados de milho, mamona, soja, batata, mandioca e outros recursos naturais. Três empresas de matérias-primas apresentarão suas descobertas sobre as novas possibilidades de negócios para a fabricação de bioplásticos. Trinta e nove empresas, agências e associações que trabalham no setor proferirão palestras sobre a tecnologia de bioplásticos e estratégias de negócios nesse ramo.  No piso de exposição da NPE, haverá pelo menos 16 estandes com destaque exclusivo ou primordial aos bioplásticos. Haverá ainda outros expositores apresentando aditivos e equipamentos de processamento projetados especificamente para estes novos tipos de polímeros.

De forma diferente dos petroquímicos baseados em óleo bruto e gás natural usados na produção dos plásticos sintéticos normais, as substâncias derivadas das plantas são renováveis e oferecem a promessa de produção ilimitada em uma época na qual os combustíveis fósseis se tornam cada vez mais restritos. Além disso, vários bioplásticos são naturalmente biodegradáveis. 

 “Junto com o despertar da era da sustentabilidade, há um consenso global no setor quanto à necessidade de se tratar de forma pro-ativa de assuntos tais como o esgotamento de recursos”, disse William R. Carteaux, presidente e CEO da SPI. “Os bioplásticos surgiram como um dos meios mais promissores para as empresas levarem a cabo esta estratégia e, ao mesmo tempo, operarem de forma lucrativa. Além de permitir que as empresas cumpram os ditames relativos a recursos renováveis, estas interessantes famílias de polímeros ajudarão a assegurar a viabilidade do nosso setor em longo prazo, pois oferecem alternativas às matérias-primas tradicionais”.

 

 

 

Tema das conferências e exposições

Apesar de a maioria dos plásticos continuar a ser derivado dos combustíveis fósseis num futuro próximo, as pesquisas atuais que objetivam aprimorar as propriedades e reduzir os custos dos bioplásticos resultarão em um rápido crescimento no mercado, segundo Melissa Hockstad, vice-presidente da SPI responsável pelo Conselho de Fornecedores de Materiais e Conselho de Bioplásticos.Hockstad citou três empreendimentos de produção de bioplásticos que entrarão no mercado até a NPE 2009 ou em data próxima ao evento:

 •A Cereplast Inc. tem a expectativa de, até o início de 2010, concluir novas instalações de manufatura que produzem bioresinas derivadas de amidos como mandioca, milho, trigo e batata.

 • A Telles, uma joint venture da Metabolix e da Archer Daniels Midland Co., deu início a uma fábrica para as resinas da marca Mirel™, produzidas de açúcares de plantas em um processo de transformação química através de microorganismos.

 • A Teknor Apex Company lançará a sua nova Divisão de Bioplásticos e os primeiros compostos comerciais na linha Terraloy™, que consistem de mesclas de amidos termoplásticos com outros bioplásticos e polímeros tradicionais como o polipropileno.

 As 39 apresentações da conferência que tratam especificamente de bioplásticos estão enquadradas nos quatro programas educativos que se realizarão ao mesmo tempo e no mesmo local da NPE2009. Incluem dez apresentações na conferência “Plástico como negócio” (produzida pela SPI); 26 delas na conferência técnica ANTEC™ 2009 (da Society of Plastics Engineers, ou SPE); duas na conferência PET Strategies Plus (Estratégias em Embalagens); e uma no Seminário Latinoamericano em espanhol (de patrocínio das revistas Plástico e Conversión).

 Os bioplásticos serão uma das quatro tecnologias em destaque enfocada nas exposições do Pavilhão de Tecnologias Emergentes, que conta com o patrocínio principal da DuPont Company e da Dow Chemical Company como patrocinadora de um setor sobre sustentabilidade.  Espera-se também que algumas aplicações comerciais dos bioplásticos figurem como candidatas no primeiro Concurso Internacional de Design Plástico na NPE2009.  “Na última NPE, em 2006, os bioplásticos ainda eram um assunto a título de curiosidade, porém na NPE 2009, dezenas de organizações terão algo importante para dizer ou apresentar sobre os bioplásticos”, diz Hockstad. “Influenciarão todos os principais setores do mercado plástico, desde produtos domésticos a automotivos, a eletrônicos e médicos, a equipamentos esportivos e embalagens.”

 

 

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bag-42Um ano após o supermercado Whole Foods ser o primeiro dos Estados Unidos a eliminar o uso de sacolas plásticas descartáveis de suas lojas, a companhia anunciou que o uso da sacola reutilizável triplicou. Gallo, co-presidente e chefe de operações da Whole Foods Market, diz: “Acho que o  Whole Foods também tem ajudado nesse desempenho, oferecendo diversas versões elegantes e acessíveis das sacolas, que custam US$ 0,99, o que as tornaram bastante populares. Os nossos clientes têm se inspirado a fazer uma mudança ambiental positiva e realmente incorporaram a sacola reutilizável em sua vida”.

 

Em um esforço para ajudar a proteger o meio ambiente e preservar os recursos naturais, o Whole Foods decidiu, no último Dia da Terra, eliminar as sacolas plásticas, um movimento que objetiva proteger a natureza e a fauna, além de reduzir o lixo, encorajando os nossos clientes a trazer sacolas reutilizáveis quando veem às compras no supermercado.

 

O Whole Foods comercializa uma variedade de sacolas reutilizáveis, feita com 80% de garrafas plásticas recicladas, além de sacolas de tecido resistentes Feed e sacolas de algodão por US$ 29,99. Na compra de uma sacola Feed, o consumidor ajuda a doar 100 refeições para crianças de escola de Ruanda, na África, por meio do Programa de Alimentação Escolar das Nações Unidas. A companhia também oferece um reembolso US$ 0,5 ou US$ 0,10 nos caixas, dependendo da loja, para consumidores que trazem suas próprias sacolas.

 

O supermercado continua avaliando cada departamento para encontrar soluções que otimizem o uso de embalagens. Atualmente, a empresa está em busca de alternativas para sacolas plásticas, na maior parte, produzida para os departamentos de padaria e frutos do mar. Além disso, ela está trabalhando com vendedores para eliminar a embalagem de poliestireno (PS). Em 2007, o Whole Foods introduziu embalagens de fibras naturais para saladas e alimentos.

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TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

CIBELE AMARAL

Formada em Jornalismo pela Faculdade Cásper Líbero e pós-graduada em Formação para Formadores pela Universidade de Araras/SP, jornalista, docente universitária, coordenadora de projetos e parcerias. Atua há 25 anos em jornalismo. Começou como redatora na Editora Banas e hoje é editora-chefe da Revista PACK.

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