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Além de oferecer bebidas 100% naturais e integrais, sem adiçãNova imagemo de água, açúcar ou aditivos químicos, a marca carioca do bem™ investe em embalagens divertidas e sustentáveis. Assim, os diferenciais da bebida podem ser reconhecidos do lado de fora das embalagens da Tetra Pak que têm cores alegres e tropicais e um boneco lúdico.

O conceito divertido da marca está nos textos descontraídos com informações nas laterais, como o valor nutricional, os contatos do SAC e das redes sociais. Nas embalagens também são informados os ingredientes de cada sabor e a importância do consumo da fruta (ilustrada na caixinha) para saúde e bem-estar.

Para a criação dessas embalagens, a do bem™ realizou o Inventário de Emissões de GEE (Gases de Efeito Estufa), que é um cálculo do rastro de carbono, desde a colheita das frutas até a reciclagem das caixinhas de bebidas. Com isso, a empresa concluiu que as embalagens da Tetra Pak seriam a melhor opção para o envase.

As embalagens cartonadas assépticas das bebidas do bem™ são 100% recicláveis e formadas por 75% de matéria-prima renovável. O papel das embalagens, confeccionadas pela Tetra Pak, produzidas no Brasil, é certificado pelo Forest Stewardship Council (FSC), uma organização internacional independente que estimula a utilização ecologicamente correta, socialmente justa e economicamente viável das florestas mundiais. Além disso, a reciclagem dos materiais da embalagem da Tetra Pak, gerando empregos e renda em uma cadeia que cresce ano a ano no País.

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A Plastivida lembra que é direito da população exigir sacolas plásticas fabricadas em conformidade com a norma ABNT para a segurança das compras e a redução do uso excessivo.
A Plastivida Instituto Sócio-Ambiental dos Plásticos vem lembrar à população que é seu direito exigir sacolas plásticas feitas com a qualidade determinada pela  Norma Técnica ABNT NBR-14.937.
Quando a sacola é produzida de acordo com a Norma, ela fica mais resistente e garante que o consumidor possa carregar suas compras com segurança. E há ainda outra vantagem: com sacolas resistentes, que trazem impresso o Selo de Qualidade que informa o peso que podem suportar (6,0 kg), não há necessidade de se colocar uma dentro da outra para levar as compras ou usar a metade de sua capacidade, reduzindo o desperdício. Portanto, exija sacolas plásticas com o Selo de Qualidade. Esse é um direito seu!
A Plastivida tem trabalhado em todo o Brasil para promover o conceito dos 3R’s: Reduzir , Reutilizar e Reciclar. “Principalmente no caso das sacolas plásticas, a entidade acredita que será através da conscientização de todos sobre a importância de ações responsáveis no consumo e no descarte que alcançaremos o equilíbrio entre a economia, o conforto da população e a preservação ambiental”, afirma Francisco de Assis Esmeraldo, presidente da entidade.
Com pouco mais de dois anos, o Programa de Qualidade e Consumo Responsável de Sacolas Plásticas, criado pela indústria do setor, já conta com a participação de três dos seis grandes grupos varejistas do Brasil, de inúmeras outras redes, além do apoio da Associação Brasileira de Supermercados (Abras) e de suas congêneres estaduais.
Voltado para a conscientização da população sobre uso responsável e descarte adequado de sacolas plásticas, o Programa já alcançou resultados significativos sobre a redução do uso de sacolas plásticas. Em 2007, o consumo de sacolinhas, no Brasil, foi de 17,9 bilhões. Já em 2008, passou para 16,2 bilhões e a estimativa para 2009 é termos atingido 15 bilhões, uma redução de 16,2% do início do programa até agora. Hoje, o Programa está em vigor em São Paulo (SP), Porto Alegre (RS), Salvador (BA), Goiânia (GO) e Brasília (DF). E chegará, este ano, a Fortaleza (CE), Florianópolis (SC), Rio de Janeiro (RJ), Campo Grande (MT), Recife (PE) e Belo Horizonte (MG).
Econômicas, resistentes, práticas, higiênicas e inertes, as sacolas plásticas são reutilizáveis e 100% recicláveis. Por isso, 100% das donas de casa reutilizam as sacolinhas para embalar o lixo doméstico, 75% são a favor do seu fornecimento pelo varejo e 71% delas acham que são o meio ideal para transportarem as compras, como mostra pesquisa Ibope. Dessa forma, o consumidor que exige sacolas plásticas com o Selo de Qualidade, além de garantir a integridade de suas compras, também reduz o uso excessivo. Isso, aliado à destinação correta dessas embalagens (a reutilização e a reciclagem), irá resultar em benefício ao consumidor e ao meio ambiente.

Na última semana, a Plastivida divulgou texto em que apela aos consumidores que exijam sacolas plásticas fabricadas em conformidade com a norma ABNT para a segurança das compras e a redução do uso excessivo. Segue:

A Plastivida Instituto Sócio-Ambiental dos Plásticos vem lembrar à população que é seu direito exigir sacolas plásticas feitas com a qualidade determinada pela  Norma Técnica ABNT NBR-14.937.

Quando a sacola é produzida de acordo com a Norma, ela fica mais resistente e garante que o consumidor possa carregar suas compras com segurança. E há ainda outra vantagem: com sacolas resistentes, que trazem impresso o Selo de Qualidade que informa o peso que podem suportar (6,0 kg), não há necessidade de se colocar uma dentro da outra para levar as compras ou usar a metade de sua capacidade, reduzindo o desperdício. Portanto, exija sacolas plásticas com o Selo de Qualidade. Esse é um direito seu!

A Plastivida tem trabalhado em todo o Brasil para promover o conceito dos 3R’s: Reduzir , Reutilizar e Reciclar. “Principalmente no caso das sacolas plásticas, a entidade acredita que será através da conscientização de todos sobre a importância de ações responsáveis no consumo e no descarte que alcançaremos o equilíbrio entre a economia, o conforto da população e a preservação ambiental”, afirma Francisco de Assis Esmeraldo, presidente da entidade.

Com pouco mais de dois anos, o Programa de Qualidade e Consumo Responsável de Sacolas Plásticas, criado pela indústria do setor, já conta com a participação de três dos seis grandes grupos varejistas do Brasil, de inúmeras outras redes, além do apoio da Associação Brasileira de Supermercados (Abras) e de suas congêneres estaduais.

Voltado para a conscientização da população sobre uso responsável e descarte adequado de sacolas plásticas, o Programa já alcançou resultados significativos sobre a redução do uso de sacolas plásticas. Em 2007, o consumo de sacolinhas, no Brasil, foi de 17,9 bilhões. Já em 2008, passou para 16,2 bilhões e a estimativa para 2009 é termos atingido 15 bilhões, uma redução de 16,2% do início do programa até agora. Hoje, o Programa está em vigor em São Paulo (SP), Porto Alegre (RS), Salvador (BA), Goiânia (GO) e Brasília (DF). E chegará, este ano, a Fortaleza (CE), Florianópolis (SC), Rio de Janeiro (RJ), Campo Grande (MT), Recife (PE) e Belo Horizonte (MG).

Veja também:

Maioria dos supermercados usa sacolas plásticas certificadas, atesta Plastivida

100% das donas de casa reutilizam sacolas plásticas, aponta Ibope


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A Alcoa anunciou hoje o investimento de US$ 24 milhões para expansão da capacidade de reciclagem de latas de alumínio, em Tennessee, nos Estados Unidos, que vai aumentar aproximadamente 50% e ajudar a manter 100 empregos na fábrica. “A lata de alumínio é a embalagem mais eficiente do mundo, já que pode ser reciclada infinitamente”, afirma Klaus Kleinfeld, presidente e CEO da Alcoa. “Esse investimento é um exemplo de nosso compromisso para aumentar o índice de reciclagem, bem como ajudar a comunidade do Tennessee”.

”Os Estados Unidos sozinho enviou mais de 46 bilhões de latas para os aterros sanitários no último ano”, diz Kleinfeld. “Se pudéssemos reciclar metade dessas latas, nós poderíamos alcançar um índice de reciclagem de 75% e economizar as emissões de duas plantas de energia de carvão mineral queimado”.

 A nova operação de reciclagem de latas de alumínio, no Tennessee, contempla uma nova esmagadora e fornalha, sistemas ambientais. Esses melhoramentos vão ajudar a aumentar a capacidade, utilizando o estado da arte da tecnologia de combustível eficiente e ambientalmente correta, bem como flexibilidade para outros tipos de sucatas.

 Em 2009, a Alcoa anunciou o compromisso de trabalhar com foco no aumento do índice de reciclagem na América do Norte: 75% até 2015. O aumento da capacidade de reciclagem é parte dessa estratégia. “Hoje, os americanos reciclam 54% das latas de bebidas produzidas na região”, diz Kleinfeld. “Se todo mundo reciclar mais de uma lata por semana, nós podemos atingir o nosso objetivo”.

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Coca-Cola Brasil lança garrafa PET
feita a partir da cana-de-açúcar
•    A PlantBottle é a primeira garrafa PET feita parcialmente de material de origem vegetal
•    Etanol da cana-de-açúcar substitui parte do petróleo como insumo na nova embalagem
•    PlantBottle reduz em até 25% as emissões de CO² e impulsiona o setor sucroenergético do Brasil
A Coca-Cola Brasil dá o primeiro passo rumo à garrafa sustentável do futuro e torna-se pioneira no lançamento da PlantBottle na América Latina. Trata-se de uma embalagem revolucionária, feita de PET no qual o etanol da cana-de-açúcar substitui parte do petróleo utilizado como insumo. Por ter origem parcialmente vegetal – 30% à base da planta -, a novidade reduzirá a dependência da empresa em relação aos recursos não-renováveis, além de diminuir em até 25% as emissões de CO².
O lançamento neste dia 25 de março, no Jardim Botânico do Rio de Janeiro, contou com a presença do ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc; do presidente da Coca-Cola Brasil, Xiemar Zarazúa; do vice-presidente de Técnica e Logística da empresa, Rino Abbondi; do presidente da UNICA (União da Indústria de Cana-de-Açúcar), Marcos Jank; e da gerente de Operações do Instituto Akatu, Heloisa Mello.
Sem mudança de propriedades químicas, cor, peso ou aparência em relação ao PET convencional, a PlantBottle é 100% reciclável e já entra na cadeia de reaproveitamento de materiais consolidada no País desde sua chegada ao mercado. A nova garrafa começará a ser comercializada em abril, inicialmente nas embalagens de Coca-Cola de 500ml e 600 ml, no Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Curitiba, Recife e Porto Alegre.
“Houve uma grande mobilização e investimentos para chegarmos à fórmula da PlantBottle e, com seu lançamento, confirmamos novamente nossa posição de vanguarda na inovação de embalagens. Ao substituir parte do petróleo usado na fabricação do PET por etanol de cana-de-açúcar, um recurso absolutamente renovável e abundante no País, a Coca-Cola Brasil inaugura uma nova era para as embalagens plásticas”, afirma Xiemar Zarazúa, presidente da Coca-Cola Brasil.
Além dos benefícios ambientais – a expectativa é que, em 2010, a produção inicial das garrafas PlantBottle resulte na redução de uso de mais de cinco mil barris de petróleo -, o uso da nova garrafa também traz vantagens à economia do Brasil. Segundo Rino Abbondi, vice-presidente de Técnica e Logística da empresa, “a cana-de-açúcar é a fonte mais eficiente para a fabricação de etanol. Com este quadro, o Brasil coloca-se como futuro exportador de bio-MEG (componente feito com cana de açúcar, usado na PlantBottle), fomentando assim a geração de empregos e alavancando o setor sucroenergético do País. O Brasil é um dos primeiros mercados a adotar a PlantBottle e acreditamos que, com isso, a Coca-Cola Brasil e seus fabricantes incentivam as demais indústrias a tomar medidas semelhantes. Vale destacar que 100% das embalagens de PlantBottle de todo o mundo usará etanol brasileiro”.
“Essa é mais uma importante iniciativa de sustentabilidade que a Coca-Cola Brasil abraça. O índice de uso de água é dos melhores do mundo na indústria de bebidas e reduzimos em até 26% o peso de nossas embalagens nos últimos anos. Na área da reciclagem, temos o programa ‘Reciclou, Ganhou’ desde 1996 e, com ele, colaboramos para que o Brasil seja um dos maiores recicladores de embalagens do mundo. Hoje, apoiamos mais de 130 cooperativas de catadores, que geram renda e resgatam a dignidade de milhares de pessoas”, completou Marco Simões, vice-presidente de Comunicação e Sustentabilidade da Coca-Cola Brasil.
Cadeia de suprimentos e sustentabilidade
A cana-de-açúcar utilizada para produzir as garrafas PlantBottle provém de fornecedores auditados, que utilizam essencialmente a irrigação natural (chuva) e a colheita mecânica. No Brasil, 99,7% dos campos de cana-de-açúcar estão a pelo menos 2.000 km da Amazônia.
A Coca-Cola Global, assim como a Unica, trabalha com o WWF no programa Better Sugar Initiative, que busca reduzir impactos ambientais e sociais da produção de cana e seu processamento primário. A empresa também aderiu à Sustainable Agriculture Initiative, criada pela indústria alimentar para compartilhar conhecimentos e apoiar o desenvolvimento e implementação de normas internacionais, que envolvam a cadeia de suprimentos agrícolas em direção a uma agricultura sustentável.
Embalagens sustentáveis
Com o desenvolvimento da tecnologia liderado pela The Coca-Cola Company, a PlantBottle é fabricada por um processo inovador de transformação da cana-de-açúcar em um insumo do processo de fabricação do polímero PET. Seu plástico é produzido a partir da reação química de dois componentes: MEG (monoetileno glicol), responsável por 30% de seu peso; e PTA (ácido politereftálico), responsável pelos 70% restantes.
Seguindo uma política mundial da empresa baseada em três “Rs” – Reciclar, Reduzir e Reutilizar -, delineada na plataforma de sutentabilidade Viva Positivamente, o lançamento da garrafa também está alinhado com a campanha “Consumo Consciente de Embalagens”, no Ministério do Meio Ambiente. A campanha oficial tem cunho educacional e sugere atitudes e boas práticas para consumidores e empresas no sentido do uso cada vez mais racional, consciente e responsável das embalagens.
Histórico – Em 2008, a empresa criou a plataforma Viva Positivamente com o objetivo de reunir princípios, valores e áreas de atuação prioritárias para que sua operação continue avançando de forma sustentável. Para isso, foram alinhados sólidos compromissos de caráter ambiental, social e econômico, tanto inerentes à própria operação, como a redução do consumo de água e o desenvolvimento de embalagens sustentáveis, quanto externos como, por exemplo, uma efetiva contribuição para redução da evasão escolar do ensino público fundamental, através dos programas de educação, e o estímulo ao empreendorismo em comunidades da classe C, através do programa Coletivo.
Nos últimos anos, as embalagens de PET reduziram seu peso entre 8% e 26%, dependendo do tamanho. As embalagens de vidro e de alumínio também tiveram seus pesos consideravelmente reduzidos. Outro exemplo é a Minitampa, para garrafas PET, com alturas da tampa e do bocal menores que a do padrão tradicional, diminuindo o consumo da resina derivada de petróleo.
Ainda na área de embalagens, mais um importante passo da Coca-Cola Brasil foi a liderança do processo de aprovação do sistema bottle-to-bottle no Mercosul, que promete revolucionar o mercado brasileiro de reciclagem, uma vez que a resina PET de garrafas pós-consumo será utilizada para a produção de novas embalagens. O sistema bottle-to-bottle está em fase de testes no Brasil, já tendo sido aprovado pela Anvisa.

Garrafa_PlantBottleNa quinta-feira (25), a Coca-Cola Brasil reuniu jornalistas no Rio de Janeiro para falar sobre a o lançamento da PlantBottle na América Latina. Trata-se de uma embalagem revolucionária, feita de PET no qual o etanol da cana-de-açúcar substitui parte do petróleo utilizado como insumo. Por ter origem parcialmente vegetal – 30% à base da planta -, a novidade reduzirá a dependência da empresa em relação aos recursos não-renováveis, além de diminuir em até 25% as emissões de CO².

O evento contou com a presença do ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc; do presidente da Coca-Cola Brasil, Xiemar Zarazúa; do vice-presidente de Técnica e Logística da empresa, Rino Abbondi; do presidente da UNICA (União da Indústria de Cana-de-Açúcar), Marcos Jank; e da gerente de Operações do Instituto Akatu, Heloisa Mello.

Sem mudança de propriedades químicas, cor, peso ou aparência em relação ao PET convencional, a PlantBottle é 100% reciclável e já entra na cadeia de reaproveitamento de materiais consolidada no País desde sua chegada ao mercado.

A nova garrafa chega ao mercado a partir desta quinta-feira (1), inicialmente nas embalagens de Coca-Cola de 500ml e 600 ml, no Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Curitiba, Recife e Porto Alegre.

“Houve uma grande mobilização e investimentos para chegarmos à fórmula da PlantBottle e, com seu lançamento, confirmamos novamente nossa posição de vanguarda na inovação de embalagens. Ao substituir parte do petróleo usado na fabricação do PET por etanol de cana-de-açúcar, um recurso absolutamente renovável e abundante no País, a Coca-Cola Brasil inaugura uma nova era para as embalagens plásticas”, afirma Xiemar Zarazúa, presidente da Coca-Cola Brasil.

Além dos benefícios ambientais – a expectativa é que, em 2010, a produção inicial das garrafas PlantBottle resulte na redução de uso de mais de cinco mil barris de petróleo -, o uso da nova garrafa também traz vantagens à economia do Brasil. Segundo Rino Abbondi, vice-presidente de Técnica e Logística da empresa, “a cana-de-açúcar é a fonte mais eficiente para a fabricação de etanol. Com este quadro, o Brasil se coloca como futuro exportador de bio-MEG (componente feito com cana de açúcar, usado na PlantBottle), fomentando assim a geração de empregos e alavancando o setor sucroenergético do País. O Brasil é um dos primeiros mercados a adotar a PlantBottle e acreditamos que, com isso, a Coca-Cola Brasil e seus fabricantes incentivam as demais indústrias a tomar medidas semelhantes. Vale destacar que 100% das embalagens de PlantBottle de todo o mundo usará etanol brasileiro”.

“Essa é mais uma importante iniciativa de sustentabilidade que a Coca-Cola Brasil abraça. O índice de uso de água é dos melhores do mundo na indústria de bebidas e reduzimos em até 26% o peso de nossas embalagens nos últimos anos. Na área da reciclagem, temos o programa ‘Reciclou, Ganhou’ desde 1996 e, com ele, colaboramos para que o Brasil seja um dos maiores recicladores de embalagens do mundo. Hoje, apoiamos mais de 130 cooperativas de catadores, que geram renda e resgatam a dignidade de milhares de pessoas”, completou Marco Simões, vice-presidente de Comunicação e Sustentabilidade da Coca-Cola Brasil.

A Revista Pack de abril trará uma reportagem especial sobre a PalntBottle. Aguarde!

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Com a proposta de estimular a consciência ambiental dos consumidores de seus produtos cosméticos e de perfumaria, O Boticário lançou o programa Bioconsciência. Nessa iniciativa, os consumidores são estimulados a devolver as embalagens vazias dos produtos nas lojas da marca.

As embalagens recolhidas serão encaminhadas para empresas recicladoras. Essas empresas transformam as embalagens vazias em matéria-prima para ser usada em outros ciclos produtivos.  Daí nasceu o mote dessa campanha verde: “Devolva sua embalagem vazia do Boticário em nossas lojas. Ela vai se encher de vida”.

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Garboni lança projeto Reciclando Ganha

Icone Meio Ambiente | Por Tatiana em 7 de dezembro de 2009

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Projeto_garboni_blog_packEm outubro passado, a empresa petropolitana Garboni, em parceria com a Prefeitura Municipal de Areal (RJ), lançou o projeto Reciclando Ganha!, que visa à promoção da conscientização ambiental por meio do incentivo à coleta seletiva e à reciclagem do plástico. No lançamento do projeto estiveram presentes, além das autoridades locais, cerca de 200 crianças da rede municipal, agentes comunitários e representantes da Garboni.
O lançamento do projeto foi marcado pelo tom de conscientização dos estudantes para a importância da coleta seletiva e para os cuidados com o meio-ambiente. A Garboni montou um stand explicativo no qual era possível acompanhar todo o processo de produção de produtos plásticos a partir de material virgem, até a coleta e o reaproveitamento do plástico reciclado para a confecção de outros materiais.

O projeto
O Brasil recicla 53% do PET e apenas 19,8 % dos demais plásticos rígidos e flexíveis são usados em sacos de lixo e sacolas de supermercado. Todo o restante do plástico do país vai para o lixo, onde leva mais de 450 anos para se degradar.
A Garboni, em conjunto com a VC Consultoria, do Rio de Janeiro, idealizou o projeto Reciclando Ganha! que consiste em incentivar, promover e conscientizar a população visando à coleta de material plástico reciclável. Serão implantados pontos de coleta seletiva em escolas municipais para obtenção de embalagens e tampas em PEAD (polietileno de alta densidade), PP (polipropileno) e PET (politeraftalato de etileno). O Município contará com o apoio de agentes comunitários para sensibilização da população em todos os bairros.

O material plástico coletado em Areal será recolhido, separado, prensado e coletado para envio à filial de reciclagem da Garboni em Xerém, a RECICAP, para que seja transformado novamente em matéria prima própria para a utilização. Os valores obtidos pelo município, com a venda dos materiais, serão revertidos para o beneficio da população. Além disso, o projeto pretende promover a educação ambiental e o debate sobre reciclagem e sustentabilidade com professores e alunos da região.

Com cerca de 12 mil habitantes, o Município de Areal foi escolhido para ser a base do projeto-piloto e, posteriormente, o Reciclando Ganha! poderá ser estendido a cidades vizinhas, inclusive Petrópolis e seus distritos, além da Baixada Fluminense. 

Todo o plástico recolhido no projeto passará por um processo de reaproveitamento no centro de reciclagem RECICAP, filial da Garboni instalada em Xerém, distrito de Duque de Caxias (RJ). O material será utilizado como matéria-prima destinada à produção de materiais plásticos inovadores, como paletes plásticos. Com esta atitude, a Garboni reforça seu compromisso com a promoção da responsabilidade sócio-ambiental visando a reduzir os impactos causados pelas embalagens vazias no ambiente. O projeto de reciclagem possibilita que a empresa proporcione à sociedade inúmeros benefícios, como ações educacionais, geração de renda para o município parceiro, além de fechar o ciclo de reciclagem do material plástico.

Parceria entre iniciativa privada, governo municipal e a comunidade local
Um dos grandes diferenciais do projeto Reciclando Ganha! é a união de forças da iniciativa privada, do governo municipal e das ações da comunidade local na implantação da coleta seletiva. A meta é gerar renda com a coleta seletiva do lixo e conscientizar a população sobre os cuidados com o equilíbrio do meio-ambiente.

Em Areal, o projeto terá 12 escolas municipais participantes e vinte e nove agentes comunitários atuando na região. O município pretende também se beneficiar da Lei do ICMS Verde sancionada pelo governador Sérgio Cabral em outubro de 2007, que estabelece novas regras para o repasse de ICMS aos 92 municípios do Estado do Rio de Janeiro que investem na preservação ambiental.

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Reciclagem de PET cresce 9,5% em 2008

Icone Consumo, Meio Ambiente, insumos | Por Tatiana em 24 de novembro de 2009

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O 5.º Censo da Reciclagem do PET no Brasil, realizado pela Associação Brasileira da Indústria do PET (Abipet), registrou um aumento no volume de reciclagem do material em 2008. Segundo a entidade, houve aumento de 9,5% na quantidade de embalagens de PET recicladas no ano passado, na comparação com 2007. Em números absolutos, o Censo registrou que 253 mil toneladas do produto receberam destinação ambientalmente adequada, acima das 231 mil toneladas de 2007.

Esse volume corresponde a 54,8% das novas embalagens produzidas no mesmo período. Como resultado, o País consolida a sua posição como um dos líderes na atividade, à frente de Estados Unidos e União Européia. São mais de 500 empresas em todo o Brasil, que geram um faturamento de R$ 1,09 bilhão.

Diversidade de aplicações
“O grande impulsionador desse crescimento é o trabalho que a indústria vem fazendo para ampliar a demanda pelo PET reciclado, por meio do desenvolvimento de novas aplicações”, explica Auri Marçon, presidente da Abipet. “Isso reduz a dependência de um único setor e dá a sustentabilidade que o negócio precisa para continuar prosperando.”

Entre as aplicações do PET reciclado, o grande destaque ficou por conta do aumento do uso do material na produção de resina estrutural, atingindo uma participação de 18%. Essa resina é utilizada para a fabricação de itens diversos, como piscinas, caixas d’água ou bancadas de mármore sintético, por exemplo. Além disso, o produto tem grande presença na indústria de caminhões, especialmente na fabricação de partes das cabines.

O segmento que mais usa o PET reciclado ainda é o têxtil, com 38% de participação. O setor também tem importância fundamental para a reciclagem, pois desenvolve novas aplicações a cada ano, o que contribui muito para o aumento da demanda pelo material reciclado.

O PET reciclado também é utilizado na fabricação de uma grande lista de produtos, como cordas, vassouras, tubos e até novas embalagens, entre vários outros.

Falta de coleta seletiva
Apesar do crescimento verificado em 2008, o presidente da Abipet lembra que o maior entrave para a ampliação da reciclagem do PET no Brasil – a instituição de políticas públicas de coleta seletiva – continua sem uma solução adequada.

“Infelizmente, muito projetos de ampliação de capacidade continuam suspensos e novos desenvolvimentos para aplicação do PET reciclado não evoluem porque existe carência de embalagens para serem recicladas. Sem um sistema de coleta seletiva, as embalagens acabam no meio ambiente, ao mesmo tempo em que faltam garrafas PET para reciclar na indústria”, afirma Marçon.

O executivo lembra, ainda, que a indústria da reciclagem do PET apresenta uma ociosidade em torno de 20%, o que torna o setor capaz de absorver rapidamente qualquer aumento de volume, sem qualquer investimento.

Atuação histórica pela reciclagem
Por meio das ações de conscientização que realiza junto aos consumidores, catadores e recicladores, a Abipet contribuiu para que a reciclagem do material crescesse quase 20 vezes no período de 1994 a 2008. O índice é muito superior ao aumento do uso de embalagens novas, para todos os fins, que no mesmo período cresceu seis vezes.

Além de eliminar o descarte indiscriminado, a reciclagem da embalagem de PET, em comparação com a garrafa de material virgem , implica na economia de 97% de energia e 86% de água.

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Para Alfredo Schmitt, Paulo Dacolina e Francisco de Assis Esmeraldo, o encontro na manhã desta quarta-feira, 9, na sede da Associação Brasileira de Supermercados (Abras), foi histórico. Os representantes da Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis (Abief), do Instituto Nacional do Plástico (INP) e da Plastivida Instituto Sócio Ambiental, respectivamente, celebraram o lançamento da campanha para incentivar o uso e descarte adequados das sacolas plásticas. Essa é a primeira vez que toda a cadeia se reúne para promover a responsabilidade compartilhada e a sustentabilidade.

A campanha, veiculada em todo o território nacional, começa nesta sexta-feira, 11, e seguirá pelos próximos 10 meses, em princípio. “Queremos divulgar a importância dos plásticos na vida moderna e seu uso e descarte corretos”, argumentou Francisco de Assis Esmeraldo.

Em sua apresentação da campanha, Esmeraldo comentou que a sacola plástica é considerada vilã devido ao uso incorreto e a coleta insuficiente. Apenas 7% dos 5564 municípios brasileiros têm coleta seletiva. “Se alcançarmos a tríade reduzir, reutilizar e reciclar, será o nirvana”, comparou o presidente da Plastivida.

Os vídeos publicitários foram feitos pela agência W/, de Washington Olivetto, e começam a ser veiculados a partir desta sexta-feira, 11, em rede nacional, no horário nobre. O start será no intervalo no último capítulo da novela “Caminho das Índias”, da Rede Globo. “Escolhemos esse espaço porque sabemos que a disseminação da campanha será forte a partir dessa inserção em horário nobre”, argumentou Olivetto.

Ao todo serão gastos R$ 7 milhões nesta primeira fase da campanha que vai até o final de 2009. “O Alfredo (Schmitt, da Abief) foi quem coordenou as entidades e os gastos com essa campanha. O agradeço imensamente por ter feito isso com maestria”, elogiou Washington Olivetto.

Além de inserções na TV e em outros meios de comunicação, a campanha ganhou um website (www.sacolinhasplasticas.com.br) onde internautas poderão coletar mais informações e tirar suas dúvidas sobre descarte correto e reciclagem de sacolas plásticas.

Segundo as entidades, o Programa de Qualidade e Consumo Responsável de Sacolas é apenas o começo de uma campanha pela sustentabilidade do setor. “Vamos normatizar os copos plásticos e outros plásticos num segundo momento. Essa iniciativa também está em nossos planos”, explicou Paulo Dacolina, do INP.

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A Husky Injection Molding Systems acaba de anunciar uma iniciativa que vai aumentar a consciência sobre os benefícios do PET como material de embalagem. Para suportar esse objetivo, a empresa está desenvolvendo vários projetos para fornecer informações precisas sobre segurança, sustentabilidade e reciclagem. “Recentemente, há um aumento do interesse público sobre segurança e impacto ambiental dos plásticos. Nossa meta é educar a mídia e consumidores para que se mantenham informados sobre a embalagem PET”, diz Jeff  MacDonald, vice-presidente de marketing da Husky. “Os estudos têm mostrado que o PET é um dos materiais de embalagem mais leves e recicláveis. E a tecnologia de PET continua avançando, aumentando o interesse pelo material como uma alternativa de embalagem para muitas aplicações”.

Em abril de 2008, a Husky em parceria com outras indústria do plástico lançou a campanha Facts on PET (www.factsonpet.com). O objetivo é promover o conhecimento sobre o PET e dissipar qualquer informação equivocada. Por exemplo, havia uma informação confusa sobre os produtos plásticos de PET de que eles contêm bisphenol-A (BPA). No ano passado, Facts on PET obteve sucesso ao corrigir informações incorretas como essa,  educando a mídia sobre a segurança, a reciclabilidade e a conveniência das embalagens de PET.

A Husky também está trabalhando com a Allied Development Corporation, empresa de consultoria e publicações, para conduzir estudos de análise de ciclo de vida. O primeiro estudo feito na América do Norte, descobriu que o PET é a alternativa mais favorável quando comparada com latas de alumínio e de vidro de 355 ml para bebidas carbonatadas. Quando medida a emissão de gases de efeito estufa na produção, as embalagens de PET demonstraram o mais baixo nível, com cerca de 143 mil toneladas/1000 unidades, aproximadamente 113 mil 500 toneladas a menos que o alumínio e 81 mil toneladas a menos que o vidro. Em termos de consumo de energia, o PET também apresentou uma performance melhor com 3,225 MJ/1000 unidades, em comparação com o alumínio que consome 3,917 MJ e o vidro 4,227 MJ.

O sistema da Husky é capaz de produzir peças mais leves, mas a empresa está explorando novas soluções para usar o PET reciclado. Combinando atividades educacionais com tecnologias avançadas, a companhia continua a encorajar a reciclagem e fazer da embalagem PET mais sustentável.

 

 

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Thaís Fagury, da Abeaço (Foto: Kleber Pinto)

Thaís Fagury, da Abeaço (Foto: Kleber Pinto)

Aço, alumínio, papel, plástico e vidro dividem o mesmo espaço na Fispal Tecnologia 2009. Eles estão reunidos no Espaço Sustentabilidade, criado neste ano especialmente para empresas e associações que prezam pelo meio ambiente. Lá são apresentados os cases mais importantes realizados pela indústria de alimentos e bebidas no setor da sustentabilidade.

Thaís Fagury, gerente executiva da Associação Brasileira da Embalagem de Aço (Abeaço), conta que o estande da entidade na Fispal Tecnologia tem uma função muito pontual: divulgar as ações pelo uso do aço nas embalagens e mostrar o trabalho dos associados. “É importante reforçar para a indústria que a Abeaço se preocupa com ações sustentáveis e ainda educa o consumidor final por meio de projetos como o Lataço, uma campanha de conscientização das crianças sobre o ciclo de vida da embalagem de aço. Cerca de 25 mil crianças já participaram do projeto”, explica a gerente. (Confira abaixo vídeo sobre o Projeto Aprendendo com o Lataço).

Segundo Thaís, a visitação no estande é grande e mostra como a indústria de embalagens está preocupada em encontrar soluções viáveis com o uso do aço. “os próprios expositores se surpreendem com o que mostramos aqui. Por se tratar de uma feira de tecnologia, é fundamental essa aproximação da Abeaço com os outros participantes da cadeia”.

A mesma opinião é compartilhada por Janaína Franca, representante da Associação Brasileira do Alumínio (Abal). Para ela, mesmo com o pequeno espaço para o tema, a feira tem aproximado fornecedores e convertedores ao trabalho da entidade. “Nosso estande é institucional. Aqui divulgamos informações que talvez passem desapercebidas pelos visitantes, como o fato da embalagem de alumínio gerar empregos na economia informal”, lembra Janaína.

Janaína Franca, da Abal

Janaína Franca, da Abal

Ela conta ainda que muitos visitantes procuram o espaço da Abal em busca de fornecedores de embalagens de alumínio. “Hoje mesmo recebi um senhor que procurava empresas que fornecem embalagens para pizza em alumínio. Isso para mim é novidade”, revela a representante.

Logo ao lado do espaço da Abal fica o estande da Associação Técnica Brasileira das Indústrias Automáticas de Vidro (Abividro). Valéria Bassetto, do departamento de marketing da entidade, adianta que além da Abividro, apenas um outro estande traz as novidades em embalagem com o material. “É preciso lembrar que o vidro é 100% reciclável. Esse é o nosso foco na Fispal”, conta.

Valéria Bassetto, da Abividro

Valéria Bassetto, da Abividro

O Espaço Sustentabilidade da Fispal Tecnologia ainda conta com estandes da Plastivida, do Instituto de Embalagens, do Excelsa Instituto e da Reclicagem. Esta última oferece serviços de gestão e marketing ambiental. “Nosso trabalho é melhorar o desempenho sustentável na indústria”, resume Bruna Fernandes, bióloga especializada em meio ambiente.

Bruna conta que desde o primeiro dia da Fispal, muitas empresas tem procurado saber como oferecer alta tecnologia e reduzir custos de maneira sustentável. “Há uma preocupação das empresas sobre o tema. Algumas ainda pensam na sustentabilidade como um negócio. Mas isso já é um começo”. E iniciativas como a da Fispal Tecnologia de abrir espaço para quem pensa em sustentabilidade também.

 

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TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

CIBELE AMARAL

Formada em Jornalismo pela Faculdade Cásper Líbero e pós-graduada em Formação para Formadores pela Universidade de Araras/SP, jornalista, docente universitária, coordenadora de projetos e parcerias. Atua há 25 anos em jornalismo. Começou como redatora na Editora Banas e hoje é editora-chefe da Revista PACK.

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