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NITA COOK  - ABACAXIA Nita Alimentos, empresa que há 40 anos processa farinhas de trigo, fermento e farelo, lança as novas embalagens de misturas para bolo da linha Nita Cook.

Nos sabores Chocolate, Doce de Leite, Fubá, Milho, Aipim, Festa, Baunilha, Cenoura, Coco, Banana, Abacaxi, Laranja, Limão e Bolinho de Chuva, os produtos estão disponíveis em sachês de 450 gramas nas principais redes varejistas e atacadista do País.

Com a reformulação do layout, os pounches ganharam cores mais intensas, relacionadas com os sabores dos produtos. As faixas coloridas, nas partes inferior e superior, agora têm espigas de trigo que reforçam a identidade da marca no ponto de venda.

Outra mudança foi a palavra Cook que ganhou movimento com a utilização de uma fonte mais arredondada e da cor vermelha, enfatizando o nome da linha. A quantidade do produto também aparece com mais destaque no canto inferior direito das embalagens.

Na lateral do pacote, o consumidor tem fácil acesso ao número do SAC e endereço do site, além das informações nutricionais da mistura. Outro destaque da linha Nita Cook é o selo de apoio ao Instituto Neo Mama, uma iniciativa da empresa que preza pelas ações de prevenção e combate ao câncer de mama.

No verso da embalagem também aparece o passo a passo para a preparação do bolo, uma ilustração que mostra como é prático e rápido fazer a receita utilizando somente leite, ovos e manteiga e dicas importantes para o consumidor que está iniciando na cozinha e que ainda não conhece o produto.    

Segundo Marcos Pereira, gerente nacional de vendas da Nita Alimentos, a renovação do layout acompanha as tendências no mercado de embalagens que ganharam um visual mais moderno e dinâmico. “Estamos investindo também na reformulação dos pacotes das farinhas de trigo e fermento. Nosso objetivo é que no início de 2012 todas as redes já tenham recebido as novas embalagens”, finaliza.

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Três Ps – Promover, Proteger e Pouches –  conduzem as inovações no mercado americano de embalagens flexíveis.  Essa informação foi dada durante o Flex 2010 – Fórum Latino Americano de Embalagens Flexíveis – realizado ontem, durante a Fispal Tecnologia 2010.

Danny Beard, especialista em embalagens, afirmou que o mercado de embalagens flexíveis cresce de 4% a 5% ao ano, principalmente, nos segmentos de carnes, queijos e bebidas. “As embalagens do tipo pouches crescem rapidamente, atingindo 9% ao ano. Em 1999, elas respondiam por 20% do faturamento do mercado americano de flexíveis. Em 2009, 30% de um faturamento de US$ 20,7 bilhões”.

Por onde começar a inovar? Beard responde que há cinco drivers. “Atendendo as necessidades dos consumidores, sustentabilidade, funcionalidade, marca própria e custos”.

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O que as empresas de embalagens da China e do Japão estão fazendo? Para onde elas estão caminhando? A proposta é saber o que é possível fazer por aqui e ir além. Esse foi o objetivo do seminário sobre as embalagens da China e do Japão, segundo Assunta Napolitano Camilo, diretora da consultoria FuturePack e do Instituto de Embalagens. O evento foi realizado hoje, no auditório da Abiplast (Associação Brasileira da Indústria de Plásticos), em São Paulo.

 

No Japão, um conjunto de fatores dita os desenvolvimentos em embalagens. São eles: 96% da população urbana, grande população de idosos, e falta de espaço nas casas, que são pequenas. Por conta disso, as embalagens apresentam formatos pequenos e trazem atributos de praticidade e conveniência visando a facilitar o manuseio pelos consumidores. “Além disso, as embalagens japonesas são primorosas no quesito visual, apresentando excelente qualidade de impressão. Elas também atendem as tendências de conveniência, estilo de vida, segurança, saúde e meio ambiente”, afirma Assunta. Um bom exemplo de conveniência é o retortable com zíper, que pode ser utilizado várias vezes pelos consumidores, e a embalagem cartonada de tofu  - conhecido como queijo de soja – que é bastante empregado no Japão, dispensa a cadeia do frio e oferece maior shelf life.

 

Na China, outros aspectos influenciam o desenvolvimento de embalagem. Por exemplo, as distâncias continentais e a maior população rural, que abriram o mercado para pouches retortable e o pouch asséptico. Elas dispensam a cadeia do frio, conferindo vida útil maior aos produtos. “Com o grande número de analfabetos no País, a indústria chinesa de embalagens teve que desenvolver pouches com janelas para que eles pudessem visualizar o alimento que estavam comprando”, explica Assunta.

 

Os chineses também exploram bem os conceitos de embalagem bem-sucedidos de uma categoria para outra categoria, como revela a diretora. Ou seja, a proposta é apostar em novas aplicações. É o que fez uma fabricante de preservativos ao adotar uma embalagem de papel cartão, com sistema de abertura flip-top, aplicação bastante utilizada pela indústria de cigarros. “Outro bom exemplo é a embalagem de papel cartão com alça para detergente em pó”, diz.

 

 

Para refletir

Durante o debate, que contou com a participação de José Ricardo Roriz, diretor-presidente da Vitopel, e Merheg Cachum, presidente da Abiplast, mais aspectos relevantes sobre o mercado de embalagem da China e do Japão foram discutidos.

Roriz destacou que os dois países experimentam estágios distintos de desenvolvimento do setor. “Hoje, a China está bem mais atrasada em relação ao Japão, apesar de ter os equipamentos mais modernos para produzir embalagem. Enquanto, o Japão tem uma das tecnologias mais antigas, mas as embalagens são melhores”, afirma. Segundo ele, isso acontece porque a China ainda está produzindo embalagens para distribuir alimentos para a sua população, mas muito em breve, o País poderá passar a desenvolver embalagens de melhor qualidade.  “A China ainda não utiliza a embalagem para vender o produto. E o Japão utiliza a embalagem para criar diferenciação na gôndola”, explica. “Isso dá uma amostra do que podemos fazer no Brasil”.

 

Para Cachum, há um fato importante e outro lamentável. “Os brasileiros já copiaram os produtos chineses. Mas, esse conceito já mudou bastante. Hoje, as empresas nacionais têm tecnologia de altíssima qualidade para valorizar o produto feito no Brasil”, defende.

 

O Brasil tem potencial, mas Assunta acredita que ainda falta conhecimento para o maior desenvolvimento da indústria de embalagens. “É preciso estudar, aprender, entender mais sobre todos os aspectos que envolvem o desenvolvimento de uma embalagem. As empresas acabam optando por executar o mais fácil em vez de criar o seu próprio mercado”, acentua. 

 

 

 

 

    

 

        

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SOBRE O BLOG DA PACK

O Blog da Pack acompanha o mercado de embalagens no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades e curiosidades que envolvem toda a cadeia produtiva do setor. Este espaço é um subproduto da revista e do site Pack, editados pela redação da Editora Banas.

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TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

CIBELE AMARAL

Formada em Jornalismo pela Faculdade Cásper Líbero e pós-graduada em Formação para Formadores pela Universidade de Araras/SP, jornalista, docente universitária, coordenadora de projetos e parcerias. Atua há 25 anos em jornalismo. Começou como redatora na Editora Banas e hoje é editora-chefe da Revista PACK.

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