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Mais ocasiões de consumo

Icone Consumo, Design, Embalagem | Por Margaret em 17 de fevereiro de 2011

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jack_daniels_rtd_aluminium_bottles_01O legendário uísque Jack Daniel´s Old Nº7 chega ao mercado americano em garrafas de alumínio de 350 ml. A novidade também está nos sabores. A bebida está disponível nos sabores uísque e cola e uísque e gengibre.

Pela primeira vez a marca vai oferecer bebidas prontas em garrafas de alumínio. A embalagem single-serve apresenta o rótulo ícone de Jack Daniel´s Tennessee. “Com o lançamento da bebida pronta para beber nos Estados Unidos, nós queremos oferecer as consumidores uma solução refrescante e conveniente para saborear a sua bebida favorita em mais ocasiões de consumo”, afirma Joseph Carvajal, gerente de marketing Estados Unidos da Jack Daniel´s.

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As inovações e tendências da Anuga

Icone Embalagem, Feiras de negócios | Por Margaret em 5 de novembro de 2009

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Prestigiado por uma centena de profissionais do setor de embalagem e da indústria usuária, o evento sobre a Anuga – maior feira internacional de alimentos e bebidas do mundo, realizado pela Koelnmesse, na Alemanha – promovido pelo Instituto de Embalagens, na sede da Associação Brasileira da Indústria de Plástico (Abiplat), apresentou as inovações e as tendências do setor.

Em sua 30ª edição, os organizadores se empenharam em realizar um grande evento. Assunta Napolitano Camilo, diretora do Instituto de Embalagens, diz que este ano, o que chamou a atenção foi a grande presença dos expositores chineses, que era a terceira maior delegação, depois da Itália e da Alemanha. “Os chineses mostraram que evoluíram, principalmente, no que tange à qualidade de impressão das embalagens. Mas, em termos de shape, eles ainda têm muito a avançar”, avisa.

Voltando no tempo, em 2005, a Anuga mostrou a explosão dos orgânicos, que continuam fortes, com embalagens que traduzem esse apelo natural. Em 2007, foi a vez das bebidas funcionais e energéticas, que também seguem ascendentes, e cada vez mais específicas, como, por exemplo, as indicadas para relaxamento. “Em 2009, a tendência da vez é os produtos porcionados para saborear em uma mordida, os chamados finger foods”, revela Assunta.

Para Jumar Pedreira, diretor da MFSP Marketing, a portabilidade e a conveniência e praticidade são os principais drivers do setor de embalagens para  alimentos e de bebidas. “Pizza em cone para consumir em movimento, no metrô, no carro, no ônibus. E embalagens funcionais como, por exemplo, de bolos, que se transformam em formas. Isso está muito forte no segmento de confeitaria”, conta.

Nelson Teruel, presidente da Associação Brasileira Técnica de Flexografia (Abflexo), revela que, pela primeira vez, as embalagens flexíveis cresceram mais do que potes e garrafas no mundo. Essa expansão pode ser vista na Anuga. Em sua primeira visita, o executivo identificou novas aplicações, como sleeves termocontráteis e o stand-up pouch para sucos naturais e água mineral.

Isso é percebido também por Fábio Rigueto, coordenador de marketing da Café Pelé, cuja empresa participou como expositora na Anuga. “Antes o stand-up pouch era utilizado como refil no mundo inteiro, mas hoje ela já é utilizada como embalagem final para acondicionar café”, diz. “O flexível está ganhando mercado, principalmente, em função do crescimento do mercado single. Com presença global, a empresa tem que se adaptar às tendências. Por isso, substituiu o sache de 2 gramas por sticks”.

Lançamento da apostila de embalagens flexíveis

Além do evento sobre a Anuga, o Instituto de Embalagens realizou o lançamento da apostila de embalagens flexíveis, que foi celebrado pelo setor. José Ricardo Roriz, presidente da Vitopel, disse que a publicação veio no momento certo, no momento de crescimento do segmento de flexíveis. “É uma grande contribuição para o setor”.

Rogério Mani, diretor da Epema, afirmou que é necessário que o setor se profissionalize cada vez mais. “O segmento precisava de uma apostila mais contundente. Mesmo no momento de crise, é necessário lançar oportunidades”, acrescenta.

Para Alfredo Schmidt, presidente da Associação Brasileira de Embalagens Flexíveis (Abief), a publicação é muito importante para o setor. “Lançada em vitopaper, ela apresenta uma novidade ao mercado”.

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Ontem, no Novotel, em São Paulo, a Ibema Cia. Brasileira de Papel, realizou o 4º Seminário Técnico, com o tema Tendências e Inovações para Embalagens em Papelcartão, ministrado pela diretora da consultoria em embalagens Futurepack, Assunta Napolitano Camilo. Segundo Túlio César Reis Gomes, diretor comercial da Ibema, esse é o quarto ano que a empresa realiza o evento. Mas essa edição traz um foco mais mercadológico, diferente das outras ocasiões, quando a abordagem era mais técnica.

 

O objetivo do seminário, segundo Assunta, é despertar insights, ou seja, como os profissionais do setor de embalagem de papelcartão e da indústria de bens de consumo podem fazer melhor os seus produtos. “O evento é um convite à ousadia”, afirma a diretora.

 

Um dos mercados mais promissores para a indústria de papelcartão é o de calçados que é responsável pelo consumo médio de 103 mil toneladas do material, o equivalente a US$ 215 milhões. “Mesmo depois da entrada da China no mercado brasileiro, o setor brasileiro de calçados ainda representa uma grande oportunidade de negócio”, sentencia Assunta.

 

Depois dele, o segundo mercado é o de detergente em pó, que consome em média 65 mil toneladas de papelcartão, respondendo por US$ 83 milhões. Seguido do mercado de alimentos congelados que consome em média 40 mil toneladas de papelcartão, o equivalente a US$ 80 milhões.  

 

Mudanças e tendências

É preciso observar o que está acontecendo à sua volta e o que os consumidores estão procurando para identificar as tendências. Hoje há vários aspectos que ditam essa transformação. Entre eles estão: a mudança da estrutura familiar; o marido e a esposa trabalham; maior quantidade de solteiros; maior expectativa de vida; maior poder de decisão das crianças; mais horas no trabalho; muitos têm jornada dupla, portanto, menor disponibilidade para as atividades domésticas. “A menor disponibilidade das pessoas é uma grande oportunidade de criar novos produtos e embalagens”, exemplifica. “Por que não desenvolver um produto que permita lavar a roupa sem necessidade de passar?”.

 

Existem 18 tendências, mas 5 impactam diretamente na indústria de embalagem. São elas: conveniência, saúde, segurança, estilo de vida e sustentabilidade. “Para atender a demanda de conveniência, por exemplo, o setor de alimentos investe em  porções cada vez menores, maior número de versões de produtos, portabilidade, praticidade e facilidade de descartar”, diz Assunta. Um bom exemplo disso é a marca Renata que desenvolveu um produto que entrega conveniência em sua totalidade. Ela usou a embalagem de papelcartão para embalar a massa, o molho de tomate e o queijo ralado.

 

A nova embalagem do medicamento Viagra, da Pfizer, é uma solução que veio atender ao requisito de segurança e saúde dos consumidores. “O medicamento é um dos mais falsificados no Brasil. Para combater essa fraude, a empresa investiu em uma embalagem de papelcartão metalizada, com selo holográfico”, afirma.

 

Estilo de vida. Cada um tem o seu. Por isso, hoje, homens, mulheres e crianças são entendidos como consumidores diferentes. Para cada um deles, há uma embalagem. “E cada vez mais isso é mais importante”, salienta Assunta. “Os consumidores não querem apenas uma embalagem bonita. Eles querem indulgência”.

 

Não é moda. Sustentabilidade ambiental, social e econômica é obrigação. “Esse trabalho envolve muito mais do que o uso de material reciclado”, afirma a diretora. A marca Taeq, do grupo Pão de Açúcar, está mostrando a que veio. Ela utiliza embalagem reciclada, com informações em braile, além de trazer mensagens que ensinam o consumidor a separar os materiais de forma correta.

 

Oportunidades para o papelcartão

Para profetizar o futuro do setor de embalagem, Assunta emprestou a frase de Philip Klotter, que apesar de dita há 55 anos, ainda vale para o século 21: “a sobrevivência das empresas reside na sua capacidade de inovação e diferenciação por meio das novas marcas, conceitos e embalagens”. “A criatividade gera a ideia.  A inovação gera um produto novo. E o empreendedor é quem faz desse produto um negócio. Como a inovação expande mercado? É preciso explorar o emprego de barreiras/selagem, segurança/refechamento, cores, touch/aromas, meio ambiente, design/apresentação, combinação de materiais”, destaca a diretora.

 

Para ela, as embalagens de papelcartão podem diferenciar o produto, definir a categoria e posicionar o produto. “As embalagens de papelcartão são democráticas, populares, competitivas em grande escala, e permitem vários processos de impressão”, diz.  “Elas podem atender as principais tendências, explorar a questão da sustentabilidade. E as empresas do setor devem investir mais em inovação e, assim, participar do crescimento de vários mercados/categorias”.

 

 

    

  

  

 

 

 

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O Instituto de Embalagem, em parceria com a Cromex, ofereceu uma série de plalestras sobre as tendências em embalagens plásticas durante esta semana na Brasil Plast, em São Paulo. Na quinta-feira, 7, Assunta Napolitano Camilo, diretora do instituto, apresentou o tema “Tendências e Inovações Mundiais das Embalagens Plásticas” para um público atento ao mercado.

Assunta comentou sobre o posicionamento do Brasil como o 11º mercado de embalagens e, obviamente, sobre o top 3 – a saber: EUA em primeiro, Japão em segundo e China em terceiro. Segundo ela, o Brasil tem potencial de crescer ainda 20%, pois consumimos 20% a menos que a media mundial. Como isso pode acontecer?

De acordo com a diretora do instituto, algumas tendências já estão sendo percebidas pelas empresas nacionais. Confira alguns itens que estão ditando o mercado de embalagem hoje:

Conveniência;

Saúde;

Sustentabilidade;

Portabilidade;

Funcionalidade;

E segurança.

“Hoje, o que importa não é o material usado numa embalagem, mas sim o ciclo dela. A máquina que produz essa embalagem gasta menos? O insumo é reciclável? Essas são algumas preocupações constantes de quem pensa embalagem hoje, além dos itens citados”, pontuou Assunta durante sua palestra. Está dada a dica.

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Mais saúde nas lancheiras das crianças

Icone Consumo, Embalagem | Por Margaret em 3 de fevereiro de 2009

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Novos padrões de alimentação nas escolas representam o motor de inovação das lancheiras das crianças, carregando, por exemplo, mensagens sobre alimentação saudável, de acordo uma pesquisa da Mintel.

 

Os produtos que oferecem conveniência; podem ser consumidos em movimento; e que se  enquadram na categoria dos naturais estão abrindo oportunidades de desenvolvimento para a indústria de alimentos e de bebidas.

Durante o ano passado, o governo do Reino Unido pressionou as escolas para aconselhar os pais sobre o que eles deveriam incluir na lancheira das crianças.

 

A pesquisa da Mintel constatou que, embora os pais não estejam satisfeitos com a intervenção, ela parece ter tido “um efeito positivo sobre as suas opções de alimentos para a lancheira.

 

A campanha cinco dias de frutas e legumes foi um motor essencial no desenvolvimento de produtos para as crianças para o mercado de lanches para a criança.
 
Os formatos que atendem às necessidades dos consumidores por conveniência e consumo on-the-go – como, por exemplo, os bolos embalados individualmente – são excelentes soluções.

Também os aspectos de portabilidade e packability foram particularmente importantes para esse negócio. 

O setor também está preocupado com a proibição de açúcar e adoçantes artificiais nos lanches das crianças nas escolas, motivando marcas de sucos a se adaptarem e impulsionarem a tendência de baixo índice de açúcar nas bebidas infantis.

 

Recomendações do governo

Em 2008, a Escola Food Trust  - que pertence ao Departamento de Crianças, Escolas e Famílias do Governo Britânico – recomendou uma política saudável e nutritiva para as lancheiras das crianças.

Um estudo com 532 pais ou responsáveis legais de crianças, com idade entre quatro a 16 anos, mostrou que em 2006, 66% das mães tentaram dar alimentos saudáveis aos seus filhos. 86 % disseram que vão atingir esse equilíbrio de oferecer produtos naturais, enquanto apenas 10% dizem que seus filhos não estão comendo esses alimentos.

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SOBRE O BLOG DA PACK

O Blog da Pack acompanha o mercado de embalagens no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades e curiosidades que envolvem toda a cadeia produtiva do setor. Este espaço é um subproduto da revista e do site Pack, editados pela redação da Editora Banas.

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TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

MARGARET HAYASAKI

Formada em jornalismo pela Universidade Paulista Júlio de Mesquita Filho (Unesp-Bauru) e pós-graduada em Comunicação Empresarial pela Faculdade Cásper Líbero, Margaret Hayasaki atua há 10 anos no jornalismo especializado em embalagem. Começou como redatora na revista Pack e hoje é editora-chefe.

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