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A 12ª edição da BrasilPlast começou nesta segunda-feira, 4, no Pavilhão do Anhembi, em São Paulo, com grandes números: são 1200 novidades, 1302 expositores – 75% do setor de máquinas e equipamentos – e expectativa de 60 mil visitantes até a próxima sexta-feira, 8.
A redação do Pack online circulará pela feira nos próximos dias conferindo as tendências e novidades do setor. Acompanhe o noticiário aqui pelo blog.
Na manhã de hoje, os organizadores falaram sobre as novidades desse ano e o otimismo de toda a indústria. Leia aqui!

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A marca SunChips, linha popular de salgadinhos da Frito Lay´s, anunciou que em 2010, vai introduzir a primeira embalagem totalmente compostável feita de PLA (ácido poliláctico) fornecida pela NatureWorks LLC. A mudança está desenhada para melhorar significativamente o impacto ambiental da embalagem. “Nós sabemos que a embalagem ambientalmente amigável é prioridade para o consumidor dos salgadinhos SunChips”, afirma Gannon Jones, vice-presidente de marketing da  Frito-Lay América do Norte. “Hoje, as embalagens já são feitas com 1/3 de materiais renováveis. Isso já é um importante passo para termos embalagens 100% compostáveis em 2010”, completa.

 

Atualmente, as embalagens de salgadinhos possuem três camadas: camada externa impressa; camada interna que serve de barreira para manter a qualidade e a integridade do produto, e a camada intermediária, que une as outras duas camadas. Quando a embalagem é 100% compostável, ela se decompõe completamente em 14 semanas. “A embalagem é claramente a interação mais visível das marcas Frito-Lay´s com os consumidores”, diz Jay Gehring, vice-presidente de pesquisa e desenvolvimento de embalagem da Frito-Lay América. “Para produzir uma embalagem que interagisse diferentemente com o meio ambiente, nós tivemos que mudar a sua composição e criar tecnologias chaves. Utilizando materiais renováveis, nós conseguimos reduzir significativamente o impacto de bilhões de embalagens de salgadinhos gerados anualmente”. 

 

Com a introdução da embalagem 100% compostável, a companhia antecipa como vai conduzir a redução de emissão de gás carbono na produção de embalagem e  eliminar o material de origem do petróleo. Nos últimos anos, as iniciativas da Frito-Lay´s para produzir embalagens mais amigas do meio ambiente têm sido bastante amplas. Ela reduziu em 10% o uso do plástico, além de eliminar 5 mil 443 toneladas de materiais utilizados anualmente para produção de embalagens para salgadinhos.

 

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A Associação Brasileira dos Importadores de Máquinas e Equipamentos Industriais (Abimei) faz campanha para renovação do maquinário da indústria de transformação do plástico. Já a Associação Brasileira da Industria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq)  vê a importação de injetoras chinesas com reserva. Leia aqui os argumentos das entidades, tire a sua conclusão e comente abaixo.

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Os esforços realizados pela indústria de confeitaria para reduzir drasticamente as embalagens de ovos da Páscoa estão dando resultados, gerando benefícios em custos e em distribuição para os fabricantes e varejistas, diz WRAP (Waste & Resources Action Programme) programa financiado pelo governo do Reino Unido.

Em resposta a crescente pressão do consumidor, algumas empresas, como Mars e Cadbury anunciaram reduções significativas – de três mil toneladas – na produção de embalagem para ovos de Páscoa a cada ano. 

 

Uma recente sondagem do Comitê Consultivo de Embalagem revelou que 59% dos adultos britânicos acreditam que os ovos de Páscoa são sobreembalados. “A indústria de confeitaria está ganhando com a otimização dos custos de materiais de embalagem e melhorias na eficiência de distribuição”, afirma Mark Barthel, conselheiro especial do WRAP.

 

Mas reduzir embalagem cria desafios para os fabricantes de chocolate em termos de proteção do produto e apresentação no ponto-de-venda. Os ovos da Páscoa são tipicamente ocos e frágeis e no intuito de garantir que os produtos cheguem na prateleira sem quebrar, eles precisam ter uma solução de proteção durante a cadeia de distribuição. Além disso, os ovos de Páscoa são geralmente oferecidos aos entes queridos como presentes, por isso as embalagens representam um elemento integral da apresentação visual do produto.


No entanto, como parte de um acordo no âmbito do programa WRAP levou  grandes fornecedores como Cadbury, Kraft,  Magna e Nestlé fizessem um acordo voluntário e coletivo para reduzir significativamente as embalagens de ovos de Páscoa em 2009.

 

Cadbury: menos 25%
A Cadbury, no Reino Unido, conseguiu reduziu em 25% o uso de material de embalagem para ovos de Páscoa de tamanho médio, resultando em menos 220 toneladas de plástico, menos 250 toneladas de papelcartão e menos 90 toneladas em movimentação e embalagem-display.

A empresa também diminuiu em 36% o uso de material de embalagem para ovos de Páscoa de tamanho grande, deixando de utilizar 108 toneladas de plástico, 65 toneladas de papelcartão e 44 toneladas de papelão ondulado.

 

 

M&S: menos 30% e 90%

A varejista britânica Marks & Spencer reduziu em 30% o uso de embalagem de ovos da Páscoa e hoje utiliza materiais reciclados. O ovo de Páscoa Max a Bunny teve 90% de redução ao substituir as embalagens de plástico por filme plástico impresso. De acordo com a empresa, mais de 85% da embalagem de ovos de Páscoa M&S é reciclável e 68% de todo o plástico utilizado contêm materiais reciclados, reduzindo a necessidade do uso de plásticos virgens.

 

Mars: menos 42%

A Mars diminuiu o peso do papelcartão em 42% e reduziu a quantidade de plástico. Todas as embalagens de ovos da Páscoa apresentam 100% de papelão reciclado e levam conselhos aos consumidores sobre como e onde se pode dispor da embalagem.

 

Nestlé: menos 80%

A gigante Nestlé diminuiu em 80% o uso de embalagens plásticas para ovos de Páscoa. A empresa decidiu trocar o invólucro de plástico em torno de ovos de Páscoa pelo papelcartão, otimizando centenas de toneladas de resíduos e 30% de redução em peso da embalagem de produtos. “As alterações nas embalagens dos ovos de Páscoa resultaram na redução de mais de 700 toneladas de resíduos enviados para aterro e também têm beneficiado os varejistas com embalagens reduzidas que maximizam a eficiência da distribuição e a utilização na prateleira” disse Ralf Fiala, chefe de embalagens da Nestlé no Reino Unido.

 

 

 

 


 
 
 

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O mito da sacola plástica

Icone Meio Ambiente, Opinião | Por Tatiana em 13 de fevereiro de 2009

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Muito se fala sobre as sacolas plásticas e seu (incorreto) descarte. Navegando pelo “Youtube”, encontrei um vídeo esclarecedor sobre esse material tão condenado pelos ambientalistas.

 

No vídeo “Sacola Plástica – Saiba Usar”, representantes do Instituto Nacional do Plástico (INP), do Insituto Plastivida e da Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis (Abief) desmistificam e explicam a composição do material e o uso consciente das sacolas plásticas.

 

A discussão ainda prega a tríade reciclar, reduzir e reutilizar. Vale refletir sobre o assunto!

 

 

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Em mercados selecionados de embalagem em que o papel e o plástico competem, o volume de participação do plástico vai continuar a expandir, alcançando 49% até 2012. No entanto, a participação do plástico vai crescer em ritmo mais lento que na década passada, já que o número de aplicações de embalagem está parcialmente maduro.

 

Apesar disso, o aprimoramento do plástico que permite estender o shelf life do produto e aumentar a durabilidade, além de reduzir o uso do material e atender aos requisitos de conveniência como reselabilidade e cozimento a vapor vão continuar a conduzir as oportunidades para o mercado de embalagem plástica. Esta e outras tendências são apresentadas no estudo Papel x Plástico em Embalagem da Freedonia.

 

 

 

O avanço da embalagem plástica será mais lento em mercados relativamente saturados como leite e produtos panificados, embora ela irá registrar crescimento mais rápido em garrafas pequenas de leite em função da substituição das embalagens cartonadas gabletop em escolas e restaurantes de serviço rápido. Além disso, o crescimento abaixo da média também é atribuído ao menor uso de sacos plásticos no varejo, resultado das preocupações ambientais e/ou restrições legislativas.

 

 

 

Devido ao crescimento do plástico, o consumo de papel na maioria dos mercados irá ter ganhos marginais ou continuará a diminuir até 2012. Em alguns mercados – bebidas de soja, foodservice, embalagem protetora, alimentos congelados, produtos lácteos e carnes, aves e frutos do mar – o material deve manter crescimento acima da média.

 

Apesar das perspectivas para um crescimento lento da embalagem de papelcartão, embalagens cartonadas assépticas e gabletop em vários destes mercados, a demanda total de embalagens rígidas irá expandir a um ritmo semelhante ao de embalagens flexíveis baseados em crescimento acima da média de tubos, copos, bandejas, clamshells e embalagens de  duas peças de alta visibilidade.

 

 

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O frescor do bom e velho saquinho de leite

Icone Design, Embalagem | Por Tatiana em 29 de janeiro de 2009

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lete_holandesSabe aquelas pequenas coisas que nos remetem à infância? Os tradicionais saquinhos plásticos de leite sempre estiveram entre as minhas recordações da juventude. No entanto, as embalagens cartonadas ganharam mercado e os saquinhos ficaram limitados às empresas de atuação regional.

 

Mesmo assim, nada impediu que as empresas menores ficassem fadadas aos antigos preceitos do design. A Laticínios Holandês, de Santa Catarina, por exemplo, entregou seu principal produto – o leite – nas mãos da O3 Design para renovar sua identidade e embalagem. Eles não eram alterados há mais de duas décadas!

 

Desde dezembro de 2008, os supermercados catarinenses recebem as novas embalagens do leite da Laticínios Holandês. O produto não perdeu sua identidade, muito menos seu valor de mercado. Ao contrário, nos faz lembrar como o tradicional pode ganhar um certo frescor e refinamento.

 

“Buscamos ressaltar a palavra ‘leite’ com letras grandes e brancas sobre uma tarja vermelha para que o consumidor consiga achar rapidamente o produto no ponto de venda. Por meio das cores e da composição, criamos um estilo elegante e ao mesmo tempo alegre, passando a ideia de frescor e de natureza. Também ressaltamos os principais atributos do produto, como a característica do nome Holandês com uma paisagem rural holandesa”, explicou Gabriel Inler, da O3 Design.

 

logo_holandesInler e sua equipe levaram 30 dias para redesenhar a arte da embalagem e acertar o novo logotipo. “Iniciamos o projeto refinando o logotipo da empresa, melhorando o desenho da vaca e readequando as cores em busca da padronização e harmonização com os diferentes produtos da empresa”, detalha o designer, que foi procurado pela Laticínios Holandês. “Também redesenhamos outros produtos da empresa que serão lançados em breve”.

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Overpackaging

Icone Embalagem, Vídeo | Por Tatiana em 26 de janeiro de 2009

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Há um ano na web, o vídeo “Fed Up” foi produzido pelos amigos Melinda, Eunmi e Sarah para protestar sobre o abuso de papéis e plásticos em embalagens.

 

Segundo o grupo, os Estados Unidos são campeões no envio de pequenos produtos em embalagens gigantes, com desperdício de material.

 

Irônico, o vídeo mostra o drama de uma garota ao receber sua encomenda – Um remédio para dor de cabeça – e deparar-se com o overpackaging. Confira abaixo!

 

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SOBRE O BLOG DA PACK

O Blog da Pack acompanha o mercado de embalagens no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades e curiosidades que envolvem toda a cadeia produtiva do setor. Este espaço é um subproduto da revista e do site Pack, editados pela redação da Editora Banas.

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TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

MARGARET HAYASAKI

Formada em jornalismo pela Universidade Paulista Júlio de Mesquita Filho (Unesp-Bauru) e pós-graduada em Comunicação Empresarial pela Faculdade Cásper Líbero, Margaret Hayasaki atua há 10 anos no jornalismo especializado em embalagem. Começou como redatora na revista Pack e hoje é editora-chefe.

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