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Maioria dos supermercados usa sacolas plásticas certificadas
A grande maioria dos supermercados que participaram do Piloto do Programa de Qualidade e Consumo Responsável das Sacolas Plásticas, em São Paulo, Rio Grande do Sul, Bahia, Goiás e Brasília, adotou as sacolas certificadas do programa, que são mais resistentes, sendo fabricadas dentro da norma ABNT 14.937.
Atualmente, mais de 3 bilhões de sacolas são produzidas no mercado brasileiro com Selo de Qualidade, por nove empresas credenciadas. Até 2010, mais seis empresas deverão ser credenciadas totalizando 15.
O Programa, lançado em 2007, tem como objetivo de promover a conscientização e a redução do desperdício no varejo e disseminar as práticas dos 3R’s (Reduzir, Reutilizar e Reciclar). Nessa linha, já alcançou resultados significativos sobre a redução do uso de sacolas plásticas.
Em 2007, o consumo de sacolinhas, no Brasil, foi de 17,9 bilhões. Já em 2008, passou para 16,2 bilhões e fechou 2009 com 15 bilhões, uma redução de 16,2% do início do programa até agora.
Os dados mostram que, com sacolas dentro de norma, o consumidor não precisa colocar uma sacola dentro da outra para carregar as compras ou não encher totalmente e utilizá-la somente pela metade. Entre as redes que participam do Programa estão o Pão de Açúcar, G.Barbosa, Zaffari, Unidasul, Rede Mix, entre outras.
As sacolas plásticas também são amplamente reutilizadas no Brasil e o público que mais a utiliza são as donas de casas, em forma de embalagens para acondicionar lixo, recipientes para diversos fins, como guarda-chuva, embalar alimentos, roupa molha, tênis em mala para viagem, objetos para levar à academia, entre outros.
Pesquisa Ibope, realizada com mulheres das classes B, C e D, responsáveis pelas compras de seus domicílios, revela que 100% delas reutilizam as sacolas plásticas para acondicionar o lixo doméstico, 71% consideram as sacolinhas como a embalagem ideal para carregar suas compras e 75% dizem que é função do varejo seu fornecimento.
Este ano, mais seis cidades brasileiras receberão o Programa de Qualidade e Consumo Responsável das Sacolas Plásticas, assim como Fortaleza, Florianópolis, Rio de Janeiro, Campo Grande, Recife e Belo Horizonte.
A iniciativa é da Plastivida Instituto Sócio Ambiental dos Plásticos em parceria com o Instituto Nacional do Plástico (INP) e a Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis (Abief). Conta também com o apoio da Associação Brasileira de Supermercados (Abras) e das afiliadas nos estados.Nesta t

Nesta quarta-feira (24), abro espaço para um texto enviado pela Plastivida para nossa redação. Trata-se de uma análise feita pela entidade. Segue:

A grande maioria dos supermercados que participaram do piloto do Programa de Qualidade e Consumo Responsável das Sacolas Plásticas, em São Paulo, Rio Grande do Sul, Bahia, Goiás e Brasília, adotou as sacolas certificadas do programa, que são mais resistentes, sendo fabricadas dentro da norma ABNT 14.937.

Atualmente, mais de 3 bilhões de sacolas são produzidas no mercado brasileiro com Selo de Qualidade, por nove empresas credenciadas. Até 2010, mais seis empresas deverão ser credenciadas totalizando 15.

O Programa, lançado em 2007, tem como objetivo de promover a conscientização e a redução do desperdício no varejo e disseminar as práticas dos 3R’s (Reduzir, Reutilizar e Reciclar). Nessa linha, já alcançou resultados significativos sobre a redução do uso de sacolas plásticas.

Em 2007, o consumo de sacolinhas, no Brasil, foi de 17,9 bilhões. Já em 2008, passou para 16,2 bilhões e fechou 2009 com 15 bilhões, uma redução de 16,2% do início do programa até agora.

Os dados mostram que, com sacolas dentro de norma, o consumidor não precisa colocar uma sacola dentro da outra para carregar as compras ou não encher totalmente e utilizá-la somente pela metade. Entre as redes que participam do Programa estão o Pão de Açúcar, G.Barbosa, Zaffari, Unidasul, Rede Mix, entre outras.

As sacolas plásticas também são amplamente reutilizadas no Brasil e o público que mais a utiliza são as donas de casas, em forma de embalagens para acondicionar lixo, recipientes para diversos fins, como guarda-chuva, embalar alimentos, roupa molha, tênis em mala para viagem, objetos para levar à academia, entre outros.

Pesquisa Ibope, realizada com mulheres das classes B, C e D, responsáveis pelas compras de seus domicílios, revela que 100% delas reutilizam as sacolas plásticas para acondicionar o lixo doméstico, 71% consideram as sacolinhas como a embalagem ideal para carregar suas compras e 75% dizem que é função do varejo seu fornecimento.

Este ano, mais seis cidades brasileiras receberão o Programa de Qualidade e Consumo Responsável das Sacolas Plásticas, assim como Fortaleza, Florianópolis, Rio de Janeiro, Campo Grande, Recife e Belo Horizonte.

A iniciativa é da Plastivida Instituto Sócio Ambiental dos Plásticos em parceria com o Instituto Nacional do Plástico (INP) e a Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis (Abief). Conta também com o apoio da Associação Brasileira de Supermercados (Abras) e das afiliadas nos estados.

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Garboni lança projeto Reciclando Ganha

Icone Meio Ambiente | Por Tatiana em 7 de dezembro de 2009

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Projeto_garboni_blog_packEm outubro passado, a empresa petropolitana Garboni, em parceria com a Prefeitura Municipal de Areal (RJ), lançou o projeto Reciclando Ganha!, que visa à promoção da conscientização ambiental por meio do incentivo à coleta seletiva e à reciclagem do plástico. No lançamento do projeto estiveram presentes, além das autoridades locais, cerca de 200 crianças da rede municipal, agentes comunitários e representantes da Garboni.
O lançamento do projeto foi marcado pelo tom de conscientização dos estudantes para a importância da coleta seletiva e para os cuidados com o meio-ambiente. A Garboni montou um stand explicativo no qual era possível acompanhar todo o processo de produção de produtos plásticos a partir de material virgem, até a coleta e o reaproveitamento do plástico reciclado para a confecção de outros materiais.

O projeto
O Brasil recicla 53% do PET e apenas 19,8 % dos demais plásticos rígidos e flexíveis são usados em sacos de lixo e sacolas de supermercado. Todo o restante do plástico do país vai para o lixo, onde leva mais de 450 anos para se degradar.
A Garboni, em conjunto com a VC Consultoria, do Rio de Janeiro, idealizou o projeto Reciclando Ganha! que consiste em incentivar, promover e conscientizar a população visando à coleta de material plástico reciclável. Serão implantados pontos de coleta seletiva em escolas municipais para obtenção de embalagens e tampas em PEAD (polietileno de alta densidade), PP (polipropileno) e PET (politeraftalato de etileno). O Município contará com o apoio de agentes comunitários para sensibilização da população em todos os bairros.

O material plástico coletado em Areal será recolhido, separado, prensado e coletado para envio à filial de reciclagem da Garboni em Xerém, a RECICAP, para que seja transformado novamente em matéria prima própria para a utilização. Os valores obtidos pelo município, com a venda dos materiais, serão revertidos para o beneficio da população. Além disso, o projeto pretende promover a educação ambiental e o debate sobre reciclagem e sustentabilidade com professores e alunos da região.

Com cerca de 12 mil habitantes, o Município de Areal foi escolhido para ser a base do projeto-piloto e, posteriormente, o Reciclando Ganha! poderá ser estendido a cidades vizinhas, inclusive Petrópolis e seus distritos, além da Baixada Fluminense. 

Todo o plástico recolhido no projeto passará por um processo de reaproveitamento no centro de reciclagem RECICAP, filial da Garboni instalada em Xerém, distrito de Duque de Caxias (RJ). O material será utilizado como matéria-prima destinada à produção de materiais plásticos inovadores, como paletes plásticos. Com esta atitude, a Garboni reforça seu compromisso com a promoção da responsabilidade sócio-ambiental visando a reduzir os impactos causados pelas embalagens vazias no ambiente. O projeto de reciclagem possibilita que a empresa proporcione à sociedade inúmeros benefícios, como ações educacionais, geração de renda para o município parceiro, além de fechar o ciclo de reciclagem do material plástico.

Parceria entre iniciativa privada, governo municipal e a comunidade local
Um dos grandes diferenciais do projeto Reciclando Ganha! é a união de forças da iniciativa privada, do governo municipal e das ações da comunidade local na implantação da coleta seletiva. A meta é gerar renda com a coleta seletiva do lixo e conscientizar a população sobre os cuidados com o equilíbrio do meio-ambiente.

Em Areal, o projeto terá 12 escolas municipais participantes e vinte e nove agentes comunitários atuando na região. O município pretende também se beneficiar da Lei do ICMS Verde sancionada pelo governador Sérgio Cabral em outubro de 2007, que estabelece novas regras para o repasse de ICMS aos 92 municípios do Estado do Rio de Janeiro que investem na preservação ambiental.

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Paletes-de-PlasticoNa categoria de paletes de plástico, a Marfinite é a empresa líder, com 38% dos votos, principalmente, pela força da sua marca na região Sudeste, onde obteve 45% das respostas. Mas no Sul e nas regiões Centro-Oeste, Norte e Nordeste, o fornecedor também conquistou expressiva votação, com 29% das menções, respectivamente. Em segundo lugar, um grupo de quatro fornecedores alcançou índices iguais a 10%: Marplast, PLM Plásticos, Schoeller e Unipac. A terceira posição é ocupada pela Plastitalia, com 6% dos votos.

A Marplast está na ponta da língua dos respondentes, no Sul, onde a empresa obteve 21% das menções. A PLM Plásticos tem a preferência dividida em duas regiões, no Sudeste e no Sul, com 10% e 14% das respostas. A Schoeller recebeu 13% dos votos no Sudeste e 14% no Centro-Oeste, Norte e Nordeste. A Unipac conquistou 14% das menções no Sul e no Centro-Oeste, Norte e Nordeste. E a Plastitalia também foi citada por 14% dos respondentes no Centro-Oeste, Norte e Nordeste.

A Marfinite é o fornecedor preferido das pequenas e médias empresas, com 53% e 41% dos votos. Com índices menores, a Marplast também foi citada pelas pequenas e médias empresas, com 12% e 11% das menções. A PLM Plásticos recebeu 12% dos votos das pequenas empresas e 13% das grandes empresas. A Schoeller é a marca preferida das médias empresas, com 19% dos votos. Já a Unipac e a Plastitalia têm forte atuação nas grandes empresas, com 25% e 13% das respostas, respectivamente.

A preferência por um fornecedor de paletes de plástico é ditada pelos aspectos técnicos e comerciais. Resistência e durabilidade, qualidade de atendimento e flexibilidade comercial foram citados por 50%, 48% e 40% dos respondentes, respectivamente. Esse cenário apresenta diferenças na análise por região. No Centro-Oeste, Norte e Nordeste, o quesito de resistência e durabilidade é o mais valorizado pelos profissionais da região, com 71% dos votos. Já flexibilidade comercial é o atributo mais importante para os respondentes do Sudeste e do Sul, com 42% e 50% das menções.

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Thaís Fagury, da Abeaço (Foto: Kleber Pinto)

Thaís Fagury, da Abeaço (Foto: Kleber Pinto)

Aço, alumínio, papel, plástico e vidro dividem o mesmo espaço na Fispal Tecnologia 2009. Eles estão reunidos no Espaço Sustentabilidade, criado neste ano especialmente para empresas e associações que prezam pelo meio ambiente. Lá são apresentados os cases mais importantes realizados pela indústria de alimentos e bebidas no setor da sustentabilidade.

Thaís Fagury, gerente executiva da Associação Brasileira da Embalagem de Aço (Abeaço), conta que o estande da entidade na Fispal Tecnologia tem uma função muito pontual: divulgar as ações pelo uso do aço nas embalagens e mostrar o trabalho dos associados. “É importante reforçar para a indústria que a Abeaço se preocupa com ações sustentáveis e ainda educa o consumidor final por meio de projetos como o Lataço, uma campanha de conscientização das crianças sobre o ciclo de vida da embalagem de aço. Cerca de 25 mil crianças já participaram do projeto”, explica a gerente. (Confira abaixo vídeo sobre o Projeto Aprendendo com o Lataço).

Segundo Thaís, a visitação no estande é grande e mostra como a indústria de embalagens está preocupada em encontrar soluções viáveis com o uso do aço. “os próprios expositores se surpreendem com o que mostramos aqui. Por se tratar de uma feira de tecnologia, é fundamental essa aproximação da Abeaço com os outros participantes da cadeia”.

A mesma opinião é compartilhada por Janaína Franca, representante da Associação Brasileira do Alumínio (Abal). Para ela, mesmo com o pequeno espaço para o tema, a feira tem aproximado fornecedores e convertedores ao trabalho da entidade. “Nosso estande é institucional. Aqui divulgamos informações que talvez passem desapercebidas pelos visitantes, como o fato da embalagem de alumínio gerar empregos na economia informal”, lembra Janaína.

Janaína Franca, da Abal

Janaína Franca, da Abal

Ela conta ainda que muitos visitantes procuram o espaço da Abal em busca de fornecedores de embalagens de alumínio. “Hoje mesmo recebi um senhor que procurava empresas que fornecem embalagens para pizza em alumínio. Isso para mim é novidade”, revela a representante.

Logo ao lado do espaço da Abal fica o estande da Associação Técnica Brasileira das Indústrias Automáticas de Vidro (Abividro). Valéria Bassetto, do departamento de marketing da entidade, adianta que além da Abividro, apenas um outro estande traz as novidades em embalagem com o material. “É preciso lembrar que o vidro é 100% reciclável. Esse é o nosso foco na Fispal”, conta.

Valéria Bassetto, da Abividro

Valéria Bassetto, da Abividro

O Espaço Sustentabilidade da Fispal Tecnologia ainda conta com estandes da Plastivida, do Instituto de Embalagens, do Excelsa Instituto e da Reclicagem. Esta última oferece serviços de gestão e marketing ambiental. “Nosso trabalho é melhorar o desempenho sustentável na indústria”, resume Bruna Fernandes, bióloga especializada em meio ambiente.

Bruna conta que desde o primeiro dia da Fispal, muitas empresas tem procurado saber como oferecer alta tecnologia e reduzir custos de maneira sustentável. “Há uma preocupação das empresas sobre o tema. Algumas ainda pensam na sustentabilidade como um negócio. Mas isso já é um começo”. E iniciativas como a da Fispal Tecnologia de abrir espaço para quem pensa em sustentabilidade também.

 

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Vitrine Fispal: Cestas Picap, da Marfinite

Icone Fispal 2009 | Por Tatiana em 16 de junho de 2009

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cesta_picap_blog_packA Marfinite, uma das maiores empresas transformadoras de plásticos do País, é uma das participantes da Feira Internacional de Embalagens e Processos para as Indústrias de Alimentos e Bebidas (Fispal Tecnologia).

A empresa aproveita a ocasião para apresentar o seu portfólio completo para o segmento supermercadista, com destaque para produtos inovadores, como é o caso da cesta “Picap”. Desenvolvida pela equipe de designers da Marfinite e patenteada pela empresa, ela confere praticidade para os clientes de estabelecimentos varejistas, uma vez que pode ser usada como cesta comum ou mesmo como um pequeno carrinho, já que possui rodinhas em sua base e alça retrátil. 

Especificações:

Componentes: cesta com alça, haste retrátil e rodas.

Medida externa: A x L x C (em cm) – 46 x 32 x 49.

Medida interna: A x L x C (em cm) – 44 x 31 x 45.

Capacidade: 38 litros.

Cores: vermelho, verde e azul

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Abimei quer reforço para indústria do plástico

Icone Máquinas | Por Tatiana em 12 de maio de 2009

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Roberto Guarnieri, coordenador de nova câmara da Abimei

Roberto Guarnieri, coordenador de nova câmara da Abimei

A Associação Brasileira dos Importadores de Máquinas e Equipamentos Industriais (Abimei) quer reunir as empresas importadoras de máquinas para a indústria do plástico com a recém-criada Câmara Setorial de Plásticos.

 

Roberto Guarnieri, seu coordenador, contou em entrevista exclusiva à Pack o que está fazendo para unir forças e brigar por mercado e financiamentos.

 

“Nosso maior desafio nesse momento é fazer com que os importadores se associem a nós. Percebo que as empresas se olham como concorrentes. Elas precisam entender que todos temos um objetivo comum: trabalhar nossos equipamentos no Brasil.”

 

Leia mais aqui!

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Assim como o fizeram na edição de 2007, os organizadores da 12ª edição Brasil Plast – encerrada na sexta-feira, 8, doaram todos os resíduos recicláveis para uma instituição assistencialista. A ação contou com o trabalho da empresa responsável pela limpeza do Pavilhão do Anhembi, em São Paulo.

De acordo com os organizadores do evento, todo o material reciclável coletado será vendido e terá o dinheiro da comercialização revertido para o Lar Assistencial Mãos Pequenas, em Diadema, na Grande São Paulo.

Outra ação social da Brasil Plast é a entrega de papéis, plásticos e todo o material de divulgação dos expositores para a mesma instituição. Com isso, ela pode vender o material ou utilizá-lo em atividades com crianças.

Saiba mais sobre a Brasil Plast aqui!

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O Instituto de Embalagem, em parceria com a Cromex, ofereceu uma série de plalestras sobre as tendências em embalagens plásticas durante esta semana na Brasil Plast, em São Paulo. Na quinta-feira, 7, Assunta Napolitano Camilo, diretora do instituto, apresentou o tema “Tendências e Inovações Mundiais das Embalagens Plásticas” para um público atento ao mercado.

Assunta comentou sobre o posicionamento do Brasil como o 11º mercado de embalagens e, obviamente, sobre o top 3 – a saber: EUA em primeiro, Japão em segundo e China em terceiro. Segundo ela, o Brasil tem potencial de crescer ainda 20%, pois consumimos 20% a menos que a media mundial. Como isso pode acontecer?

De acordo com a diretora do instituto, algumas tendências já estão sendo percebidas pelas empresas nacionais. Confira alguns itens que estão ditando o mercado de embalagem hoje:

Conveniência;

Saúde;

Sustentabilidade;

Portabilidade;

Funcionalidade;

E segurança.

“Hoje, o que importa não é o material usado numa embalagem, mas sim o ciclo dela. A máquina que produz essa embalagem gasta menos? O insumo é reciclável? Essas são algumas preocupações constantes de quem pensa embalagem hoje, além dos itens citados”, pontuou Assunta durante sua palestra. Está dada a dica.

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Presidente do Simplás/Plastech Brasil, Orlando Marin, e o diretor Luiz Triches recepcionam o secretário Guilherme Sebhen. (Foto: Patrícia Janczak/Divulgação)

Presidente do Simplás/Plastech Brasil, Orlando Marin, e o diretor Luiz Triches recepcionam o secretário Guilherme Sebhen. (Foto: Patrícia Janczak/Divulgação)

Na quarta-feira, 7, o estande da Plastech Brasil recebeu o Secretário Municipal do Desenvolvimento Econômico, Guilherme Sebhen, que acompanhou a missão de 90 empresários gaúchos, organizada pelo Sindicato das Indústrias de Material Plástico do Nordeste Gaúcho (Simplás).

Lá, o secretário conheceu as novidades de forte apelo na economia de energia e ganhos de produtividade nas linhas de produção da indústria do setor e inovações voltadas à sustentabilidade.

“A feira é muito boa. O setor do plástico é um setor de grande desenvolvimento tecnológico e dinâmico, além disso, esta é uma grande oportunidade de mostrar o plástico como solução e não como vilão do meio ambiente”, argumentou Sebhen.

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Máquinas dominam a Brasil Plast 2009

Máquinas dominam a Brasil Plast

Ninguém revela números, mas é certo que a venda de máquinas e equipamentos está em alta nesta edição da Brasil Plast

A Pack online conversou com algumas empresas, que confirmaram ter vendido até sete máquinas em apenas três dias de feira.

Confira a reportagem completa no site da Pack.

Cerca de 75% dos expositores da Brasil Plast são fabricantes de máquinas e equipamentos. Ao todo, são 1302 expositores e mais de mil novidades nesta edição. A feira acaba amanhã, sexta-feira, 8.

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SOBRE O BLOG DA PACK

O Blog da Pack acompanha o mercado de embalagens no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades e curiosidades que envolvem toda a cadeia produtiva do setor. Este espaço é um subproduto da revista e do site Pack, editados pela redação da Editora Banas.

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TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

MARGARET HAYASAKI

Formada em jornalismo pela Universidade Paulista Júlio de Mesquita Filho (Unesp-Bauru) e pós-graduada em Comunicação Empresarial pela Faculdade Cásper Líbero, Margaret Hayasaki atua há 10 anos no jornalismo especializado em embalagem. Começou como redatora na revista Pack e hoje é editora-chefe.

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