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easy-opening-finepack1Easy Opening resolve de vez o problema com abertura de embalagens laminadas e o consumidor nunca mais sofrerá com perda ou sujeiras indesejáveis ao abrir produtos em embalagens flexíveis, sejam eles em forma líquida, cremosa, sólida, refrigerada ou não, entre outras.

 

Por meio de um sistema de laser CO2 (inovadora tecnologia da alemã Rofin) é feita uma linha muito fina no local de abertura da embalagem, dando um pré-corte com micro-perfuração em apenas uma camada do filme. Isso é o suficiente para possibilitar um rasgo orientado que facilita a abertura da embalagem flexível, partindo de um picote na sua lateral superior.

 

A moderna tecnologia permite que seja selecionada apenas a camada externa do filme para ser cortada e ao mesmo tempo mantém intactas as demais camadas de proteção do produto. Um processo simples conseguido através do equipamento acoplado em linha na rebobinadeira/cortadeira que possibilita a perfeita e fácil abertura da embalagem. Com essa tecnologia, a Finepack imprime e lamina embalagens flexíveis com larguras de até 1.270 mm.

 

A perfuração a laser fornece ainda outra vantagem: ao contrário das ferramentas mecânicas, o laser atua sem contato direto no material e com o desgaste mínimo necessário para manter excelente integridade do processo. O Diretor da Finepack, Edmur Batista do Carmo, que já vem trabalhando com a tecnologia há mais de seis meses, ressalta que o laser mantém intacta toda a estrutura mecânica e de barreiras do filme, que pode ser de Pet + PP, Pet + Pebd, Pet + Alum + Pebd, entre outras.

 

Solução que o mercado esperava

Quem estreou a nova tecnologia da Finepack desde o final de 2008 foi a Natural Drinks, empresa fabricante da deliciosa bebida “Caipi-one” (coquetel de vodka ou cachaça com frutas diversas).

 

 

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Envase de vinho em PET

Icone Máquinas, negócios | Por Tatiana em 8 de julho de 2009

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Linha de envase da Krones (Foto: Divulgação)

Linha de envase da Krones (Foto: Divulgação)

A Krones fornecerá uma linha de envase a empresa familiar José García Carrión (JGC), produtora de vinhos espanhola e segunda maior da Europa. Em princípio, a produção estará voltada à exportação.

A primeira linha PET com sala limpa para vinho na Espanha tem um rendimento de 14 mil garrafas por hora, em regime de três turnos. As preformas são alimentadas por meio de uma unidade basculante à sopradora de embalagens.

A Contiform S8 é designada para produzir garrafas de 1 litro, 1,5 litro e 2 litros. Mediante esteiras de transporte isoladas, a sopradora fica diretamente vinculada a uma enchedora volumétrica Volumetic em um sistema de bloco.

Um inspetor Checkmat acoplado à saída da enchedora controla o nível de enchimento da garrafa e a posição correta de aplicação da tampa. Transportadores Glideliner conduzem as garrafas PET cheias a uma secadora, antes de sua decoração com rótulos envolventes aplicados por uma Contiroll. Outro dispositivo de inspeção Checkmat controla a posição do rótulo. E, finalmente, uma Variopac Pro embala em packs com seis garrafas, que, em seguida, são manuseados para a paletizadora e transportados para um armazém.

Segundo José García Carrión, proprietário da JGC, a opção pelas novas embalagens deveu-se ao fato de o PET ser mais conveniente, mais econômico e menos pesado. “São vantagens já reconhecidas em outros produtos, que desejamos, agora, aproveitar para o vinho também”, revelou Carrión.

Segundo a Krones, o custo individual de transporte para garrafas PET é, no mínimo, 30% menor que para garrafas de vidro. Para Carrión, a experiência com vinhos em PET é muito mais do que um experimento bem-sucedido. É uma inovação que tem grande potencial para revolucionar todo o mercado de vinhos. “Nós podemos ver a excelente performance da Krones desde muitos anos. Ela nos ajudou a desenvolver as nossas capacidades durante a nossa jornada. São máquinas de alta qualidade”.

A JGC, que tem um faturamento de cerca de 600 milhões de euros ao ano e que, há 25 anos, revolucionou o mercado de vinhos de mesa com o envase em embalagens cartonadas tipo brik, conquistou também praticamente metade do mercado espanhol de sucos com sua marca Don Simon, pela alta qualidade de seu produto e pela política de mercado agressiva.

A nova linha PET para vinho será instalada na planta Daimiel da JGC, capaz de processar 100 milhões de quilos de uvas, e de armazenar 150 milhões de litros de vinho, dos quais 24 milhões em tanques assépticos. A capacidade instalada de envase da planta é superior a 200 milhões de litros de vinho e a 400 milhões de litros de suco ao ano.

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A Husky Injection Molding Systems acaba de anunciar uma iniciativa que vai aumentar a consciência sobre os benefícios do PET como material de embalagem. Para suportar esse objetivo, a empresa está desenvolvendo vários projetos para fornecer informações precisas sobre segurança, sustentabilidade e reciclagem. “Recentemente, há um aumento do interesse público sobre segurança e impacto ambiental dos plásticos. Nossa meta é educar a mídia e consumidores para que se mantenham informados sobre a embalagem PET”, diz Jeff  MacDonald, vice-presidente de marketing da Husky. “Os estudos têm mostrado que o PET é um dos materiais de embalagem mais leves e recicláveis. E a tecnologia de PET continua avançando, aumentando o interesse pelo material como uma alternativa de embalagem para muitas aplicações”.

Em abril de 2008, a Husky em parceria com outras indústria do plástico lançou a campanha Facts on PET (www.factsonpet.com). O objetivo é promover o conhecimento sobre o PET e dissipar qualquer informação equivocada. Por exemplo, havia uma informação confusa sobre os produtos plásticos de PET de que eles contêm bisphenol-A (BPA). No ano passado, Facts on PET obteve sucesso ao corrigir informações incorretas como essa,  educando a mídia sobre a segurança, a reciclabilidade e a conveniência das embalagens de PET.

A Husky também está trabalhando com a Allied Development Corporation, empresa de consultoria e publicações, para conduzir estudos de análise de ciclo de vida. O primeiro estudo feito na América do Norte, descobriu que o PET é a alternativa mais favorável quando comparada com latas de alumínio e de vidro de 355 ml para bebidas carbonatadas. Quando medida a emissão de gases de efeito estufa na produção, as embalagens de PET demonstraram o mais baixo nível, com cerca de 143 mil toneladas/1000 unidades, aproximadamente 113 mil 500 toneladas a menos que o alumínio e 81 mil toneladas a menos que o vidro. Em termos de consumo de energia, o PET também apresentou uma performance melhor com 3,225 MJ/1000 unidades, em comparação com o alumínio que consome 3,917 MJ e o vidro 4,227 MJ.

O sistema da Husky é capaz de produzir peças mais leves, mas a empresa está explorando novas soluções para usar o PET reciclado. Combinando atividades educacionais com tecnologias avançadas, a companhia continua a encorajar a reciclagem e fazer da embalagem PET mais sustentável.

 

 

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Leve até na garrafa

Icone Embalagem, Matéria-prima | Por Tatiana em 17 de março de 2009

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bottle_niagara_blog_pack_170209Parece pouco, mas 2,6 gramas podem equivaler a uma economia de PET de 10 mil toneladas por ano, contando uma produção de 4 bilhões de unidades de 500 ml produzidas anualmente. A conta foi feita pela Niagara Bottling, que contratou a Krones para reduzir o peso de suas garrafas de água, agora comercializadas com apenas 9,9 gramas. 

 

Em comunicado, a Niagara Bottling afirma que, além da economia, o objetivo também foi criar um produto com maior preocupação ecológica.

 

Por cinco anos, a garrafa de 500 ml da Niagara foi a única no mundo a ter 12,5 gramas.

 

Depois de muita pesquisa, a Krones chegou ao peso esperado, oferecendo uma solução resistente e que tem, em uma linha de produção, a mesma estabilidade de modelos com mais peso. Os protótipos foram submetidos a testes de transporte aéreo, rotulagem e fechamento de tampas, para verificação das condições de pressão de manejo das garrafas na linha. Os testes tiveram êxito e, em apenas oito semanas, a Niagara já tinha a garrafa PET mais leve do mundo, com design personalizado pela Krones.

 

niagara_blog_pack_170309“A parceria com a Krones nos permite seguir com nosso lema ‘qualidade alta, preços baixos e serviços excelentes’, que fez nossa empresa crescer a uma taxa média de 40% ao ano na última década”, explicou Andy Peykoff II, presidente da Niagara.

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Bee simple

Icone Design, Embalagem | Por Tatiana em 4 de fevereiro de 2009

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honeydropA cultura do “menos é mais” ganha cada vez mais espaço não só no design, como também no branding. Com o intuito de se destacar nas gôndolas, a americana de sucos orgânicos Deluxe Honeydrop contratou empresas que seguem essa tendência para reformular sua embalagem, rótulo e arte.

 

A reformulação começou na arte e no conceito do produto, que ficou a cargo da agência Pearlfisher. Por ser um produto orgânico, a empresa aproveitou o trocadilho com a palavra “Bee” (abelha, em inglês) nas expressões “Bee Good” (seja bom), “Bee Alive” (fique vivo), “Bee Calm” (fique calmo) e “Bee Strong” (fique forte).

 

Gráficos simples inspirados no universo das abelhas foram impressos em seis cores pela DWS Printing em rótulos fabricados com material da ExxonMobil Chemical. As garrafas em PET são da Amcor PET Packaging.

 

 

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O Partido Verde e o mercado de embalagem

Icone Embalagem, Opinião | Por Tatiana em 19 de janeiro de 2009

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O saber e a cidadania estão entre os 12 valores fundamentais do Partido Verde. No estado de São Paulo, os deputados do PV parecem fazer valer esses dois princípios em forma de Projetos de Lei, ou PLs no linguajar político.

Duas propostas de autoria do PV estão em fase conclusiva na Câmara paulista. Uma delas foi tema de reportagem da edição 137 da revista “Pack”. Trata-se do PL 436/2008, da deputada estadual Rita Passos (PV-SP), sobre a responsabilidade da reciclagem de PET. Ela defende que a indústria deve arcar com o recolhimento e a reciclagem da mesma.

Outro político focado no mercado de embalagens é o Dr. Talmir, do mesmo partido de Rita. Em discurso na Câmara, ele disse que fabricantes ignoram a lei atual sobre as embalagens.
O que ele quer? Que seja regulada a forma de apresentação de informações em rótulos de produtos alimentícios. Segundo a proposta de Talmir (PL 4289/08), as informações deverão ser escritas em fonte “arial”, no tamanho mínimo 16.

Leia no site da Pack: Projeto de Lei quer mudar tamanho de letra para embalagem de alimento

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SOBRE O BLOG DA PACK

O Blog da Pack acompanha o mercado de embalagens no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades e curiosidades que envolvem toda a cadeia produtiva do setor. Este espaço é um subproduto da revista e do site Pack, editados pela redação da Editora Banas.

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TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

MARGARET HAYASAKI

Formada em jornalismo pela Universidade Paulista Júlio de Mesquita Filho (Unesp-Bauru) e pós-graduada em Comunicação Empresarial pela Faculdade Cásper Líbero, Margaret Hayasaki atua há 10 anos no jornalismo especializado em embalagem. Começou como redatora na revista Pack e hoje é editora-chefe.

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