Ir para página inicial RSS Visite o site da Pack

0

morangos

O fabricante de maquinários de Bad Oeynhausen, Alemanha, é o primeiro de sua área em todo o mundo a receber um NOL (carta de não objeção) do FDA americano para o processamento de flakes de PET pós-consumo para embalagens com contato direto com alimentos, usando um sistema de extrusão sem tratamento do material antes ou após a extrusão.

Este processo de extrusão consiste de um Sistema Multi-rotativo (MRS) de extrusão com degasagem em conjunto com um Sistema Rotativo de Filtração de Polímeros é aprovado para o reprocessamento de resíduos pós-consumo de PET (flakes) para embalagens em contato direto com alimentos, sem tratamento pré- ou pós-extrusão dos flakes ou granulados. Chapas ou recipientes para alimentos de todos os tipos para contato direto com alimentos podem ser manufaturados usando até 100% de flakes de garrafa PET pós-consumo.A importância das embalagens plásticas vem crescendo em todo o mundo.

Além disso, os materiais de embalagem tradicionais, tais como alumínio, papel, chapas metálicas e latas estão sendo substituídos por plástico em função de suas excelentes propriedades. Novamente, a preocupação dos consumidores com o meio ambiente aumentou muito nos últimos tempos e a demanda por sistemas de empacotamento que preservam recursos também cresceu.demanda de materiais de embalagem em contato direto com o alimento em países em desenvolvimento.

A extrusora MRS permite ambos: o crescimento de chapas de PET como material de embalagem, ao mesmo tempo em que preserva os recursos. Produtos para embalagem de alimentos de todos os tipos podem ser manufaturados a partir de materiais de pós-consumo. Uma vez que o sistema Gneuss dispensa o uso de pré-secagem ou tratamentos pré- ou pós-extrusão do PET, outro recurso é usado parcimoniosamente: a energia.

TAGS: , , ,

Deixe seu comentário

0

B2B-1Empresa prevê que até 2014 todas as embalagens PET Bottle-to-Bottle de seu portfólio serão fabricadas com esta nova tecnologia

A Coca-Cola Brasil lançou no último dia 6, em São Paulo, a primeira garrafa feita com PET pós-consumo reciclado grau alimentício, a Bottle-to-Bottle, aprovada pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). A Bottle-to-Bottle chegou as gôndolas dos supermercados do interior de São Paulo e Paraná envolvendo o volume de 2,5 litros, envasados pela Spaipa, atuante nestes Estados.

A nova garrafa com 20% de PET reciclado na composição não terá alteração em seu preço, conforme garrafas de convencionais de 2,5 litros. Esta PET utiliza menos água e energia em seu processo de fabricação e tem redução no peso entre 8% e 26%, dependendo do tamanho. Além da Minitampa, com dimensões de tampa e do bocal menores que o padrão tradicional da indústria alimentícia/bebidas.

Segundo o vice-presidente de Comunicação e Sustentabilidade da Coca-Cola Brasil, Marco Simões, o PET reciclado vai ter mais valor, aumentando assim a remuneração das cooperativas, agregando valor à cadeia de reciclagem do PET. Os engarrafadores do sistema Coca-Cola vão economizar 5% de PET virgem neste ano, e até 2014, todas as embalagens do portfólio da empresa serão adequadas a esta nova tecnologia, gerando assim economia de 60 mil toneladas/ano. O projeto da Coca-Cola Brasil prevê a substituição gradativa, até 2020, de todas as garrafas PET da empresa por embalagens feitas a partir de resina reciclada.

Negociação com fabricante de PET dos EUA

A Coca-Cola Brasil negocia com um fabricante de PET reciclado a instalação de uma fábrica no país. “Hoje, nossas garrafas recicladas são produzidas pela CPR, a única capacitada no país com essa tecnologia. Mas temos um fornecedor, que já é parceiro do grupo nos Estados Unidos e na Europa, e que pode vir a instalar uma fábrica no Brasil para atender a nossa demanda por PET reciclado”, afirmou Rino Abbondi, vice-presidente de Técnica e Logística da empresa, durante a apresentação da garrafa “Bottle to Bottle”.

TAGS: , , , , ,

Deixe seu comentário

0

A Coca-Cola Guararapes, franqueada coca-colada Coca-Cola, em Pernambuco, Paraíba e norte da Bahia, acaba de lançar a PET ecológica PlantBottle, no Recife.

O diferencial fica por conta do formato 500 ml, implantado em 2009 pela Coca-Cola Guararapes para estimular o consumo individual das classes C, D e E, público que é maioria na área de atuação empresa.

Em todo Brasil, somente a Coca-Cola Guararapes e uma franqueada em Minas Gerais possuem o formato 500 ml, no lugar da conhecida garrafa de 600 ml, adotada em todo restante do País. O formato PET 500 ml representa 25% da produção de PET da Coca-Cola Guararapes.

 A PlantBottle é produzida com 30% de insumos de cana-de-açúcar e diminui em até 25% as emissões de CO2. O envasamento da nova garrafa ocorre na fábrica de Suape (PE).

 “A PlantBottle é o primeiro passo para termos uma garrafa sustentável, 100% reciclável e a primeira feita com material de origem vegetal”, afirma Linaldo Vilar, diretor industrial e responsável pela plataforma de sustentabilidade da Coca-Cola Guararapes.

TAGS: , , , , , ,

Deixe seu comentário

Ypióca adota autoadesivo na linha Sapupara

Icone Design, rótulos | Por Tatiana em 19 de abril de 2010

2

YPIÓCA ADOTA AUTOADESIVOS NA LINHA SAPUPARA
Os rótulos de duas aguardentes saborizadas da linha Sapupara, que pertence a Ypióca, acabam de passar por uma renovação. As versões de 500ml Sapupara Limão e Frutas Vermelhas ganharam novos layouts e são os primeiros produtos da empresa a utilizar o autoadesivo. Produzidos pela Novelprint, os rótulos atendem também uma necessidade da bebida, que deve ser consumida gelada. Diferente do papel, o autoadesivo em BOPP é mais resistente à umidade e a baixas temperaturas.
A Novelprint também forneceu o equipamento de aplicação automático.
Novelprint: Fundada em 1958, a Novelprint é uma das principais empresas brasileiras do setor de rótulos e etiquetas autoadesivas. Diferenciada por fornecer soluções completas de rotulagem, a companhia possui know-how próprio e tecnologia de ponta para fabricação de matérias-primas, que são convertidas em rótulos e etiquetas no seu moderno parque industrial. Além da extensa linha de rotuladoras, seus produtos auto-adesivos são direcionados para os mais diversos segmentos de mercado, tais como, alimentício, cosmético, higiene e limpeza, bebidas, farmacêutico, químico, logística, entre outros.
Ficha técnica da embalagem
Layout – House Ypióca
Garrafa PET – Ypióca
Tampa – Bericap
Rótulos – Novelprint

sapuparaOs rótulos de duas aguardentes saborizadas da linha Sapupara, que pertence a Ypióca, acabam de passar por uma renovação. As versões de 500ml Sapupara Limão e Frutas Vermelhas ganharam novos layouts e são os primeiros produtos da empresa a utilizar o autoadesivo. Produzidos pela Novelprint, os rótulos atendem também uma necessidade da bebida, que deve ser consumida gelada. Diferente do papel, o autoadesivo em BOPP é mais resistente à umidade e a baixas temperaturas.

A Novelprint também forneceu o equipamento de aplicação automático.

Ficha técnica da embalagem

Layout – House Ypióca

Garrafa PET – Ypióca

Tampa – Bericap

Rótulos – Novelprint

TAGS: , , , , ,

Deixe seu comentário

0

Garrafas Ecológicas
A Saint-Gobain Embalagens, que no ano passado produziu mais de 100 milhões de garrafas para vinhos no Brasil, mostra sua mais recente inovação sustentável na produção de embalagens para a indústria de bebidas: o projeto ECOVA. A empresa é responsável pelo desenvolvimento de garrafas “eco-projetadas”, que atendem às mais exigentes normas e padrões de sustentabilidade. As unidades têm um peso significativamente menor do que as embalagens comuns, utilizando até 15% menos matéria-prima e, conseqüentemente, menos energia na sua fabricação. As garrafas ecológicas estão na fase final de desenvolvimento no Brasil e devem chegar às prateleiras do consumidor já no primeiro semestre de 2010. A novidade será apresentada no maior evento de tecnologia, produtos e serviços para a vitivinicultura da América Latina, a Vinotech 2010, que acontece entre os dias 13 e 16 de abril, em Bento Gonçalves (RS).

A Saint-Gobain Embalagens, que no ano passado produziu mais de 100 milhões de garrafas para vinhos no Brasil, mostra sua mais recente inovação sustentável na produção de embalagens para a indústria de bebidas: o projeto ECOVA.

A empresa é responsável pelo desenvolvimento de garrafas “eco-projetadas”, que atendem às mais exigentes normas e padrões de sustentabilidade.

As unidades têm um peso significativamente menor do que as embalagens comuns, utilizando até 15% menos matéria-prima e, consequentemente, menos energia na sua fabricação. As garrafas ecológicas estão na fase final de desenvolvimento no Brasil e devem chegar às prateleiras do consumidor já no primeiro semestre de 2010.

A novidade será apresentada no maior evento de tecnologia, produtos e serviços para a vitivinicultura da América Latina, a Vinotech 2010, que acontece entre esta terça-feira, 13, e a sexta, 16 de abril, em Bento Gonçalves (RS).

TAGS: , , ,

Deixe seu comentário

0

maternite_payot_blog_packJá está no mercado o novo creme corporal da linha gestante Payot Maternité Fragrância Suave.

O frasco foi confeccionado pela Plasticase em PET (em substituição ao PVC), que apresenta maior resistência, brilho, melhor barreira contra luz, além de ser reciclável.

Já a tampa flip-top (em substituição ao modelo disc-top), foi fornecida pela Seaquist Closures em PP (polipropileno), que garante mais praticidade e facilidade de uso e total segurança com relação a vazamento.

O rótulo e o contra-rótulo são autoadesivos em BOPP, produzidos pela Gráfica Incôr. Com inclusão de decoração em hot stamping colorido.

TAGS: , , ,

Deixe seu comentário

0

short_height_kronesA Krones está trabalhando mais uma solução em desenvolvimento de garrafas PET de menor custo de produção e respeito ao meio ambiente. Trata-se da tecnologia de finish Short Height (altura baixa), que chegou ao mercado no fim do ano passado.
Segundo a empresa, já existem preformas com esta solução tecnológica da Krones em vários fabricantes do sistema Coca-Cola. A solução será aplicada em todo tipo de embalagem PET da empresa.
De acordo com Ayrton Irokawa, supervisor de vendas da Krones do Brasil, a tecnologia do novo finish Short Height leva em consideração a necessidade da redução de matéria-prima e da gramatura das garrafas. “Uma das alternativas encontradas para a redução de peso foi justamente a alteração do finish”, explica Irokawa.

A principal vantagem desta tecnologia está na economia de matéria-prima, tanto da resina PET da preforma como também da tampa da garrafa. Com um pescoço da garrafa mais curto, pode-se também utilizar uma tampa mais leve. As tampas são fornecidas por empresas como Alcoa e Bericap.
Uma boa notícia para os clientes da Krones é que, a princípio, todos os modelos de sopradoras da Krones são capazes de operar com a tecnologia Short Height, apenas com a necessidade de uma conversão. Os modelos mais novos de sopradoras já têm a tecnologia incorporada como padrão.

Para se ter uma idéia da redução de custos com as novas garrafas, em uma linha de 24.000 garrafas por hora, com eficiência de 92%, com seis dias de produção por semana em três turnos, a economia em resina para a preforma seria de R$ 75.000 por mês. O custo da resina virgem foi calculado em R$ 3.700 a tonelada e o peso da preforma de 1,55 grama. No caso da tampa, com redução de 10% (0,5 grama) e preço-base de R$ 28 o milheiro, a economia seria de R$ 37.000 por mês.

TAGS: , , , ,

Deixe seu comentário

Reciclagem de PET cresce 9,5% em 2008

Icone Consumo, Meio Ambiente, insumos | Por Tatiana em 24 de novembro de 2009

1

O 5.º Censo da Reciclagem do PET no Brasil, realizado pela Associação Brasileira da Indústria do PET (Abipet), registrou um aumento no volume de reciclagem do material em 2008. Segundo a entidade, houve aumento de 9,5% na quantidade de embalagens de PET recicladas no ano passado, na comparação com 2007. Em números absolutos, o Censo registrou que 253 mil toneladas do produto receberam destinação ambientalmente adequada, acima das 231 mil toneladas de 2007.

Esse volume corresponde a 54,8% das novas embalagens produzidas no mesmo período. Como resultado, o País consolida a sua posição como um dos líderes na atividade, à frente de Estados Unidos e União Européia. São mais de 500 empresas em todo o Brasil, que geram um faturamento de R$ 1,09 bilhão.

Diversidade de aplicações
“O grande impulsionador desse crescimento é o trabalho que a indústria vem fazendo para ampliar a demanda pelo PET reciclado, por meio do desenvolvimento de novas aplicações”, explica Auri Marçon, presidente da Abipet. “Isso reduz a dependência de um único setor e dá a sustentabilidade que o negócio precisa para continuar prosperando.”

Entre as aplicações do PET reciclado, o grande destaque ficou por conta do aumento do uso do material na produção de resina estrutural, atingindo uma participação de 18%. Essa resina é utilizada para a fabricação de itens diversos, como piscinas, caixas d’água ou bancadas de mármore sintético, por exemplo. Além disso, o produto tem grande presença na indústria de caminhões, especialmente na fabricação de partes das cabines.

O segmento que mais usa o PET reciclado ainda é o têxtil, com 38% de participação. O setor também tem importância fundamental para a reciclagem, pois desenvolve novas aplicações a cada ano, o que contribui muito para o aumento da demanda pelo material reciclado.

O PET reciclado também é utilizado na fabricação de uma grande lista de produtos, como cordas, vassouras, tubos e até novas embalagens, entre vários outros.

Falta de coleta seletiva
Apesar do crescimento verificado em 2008, o presidente da Abipet lembra que o maior entrave para a ampliação da reciclagem do PET no Brasil – a instituição de políticas públicas de coleta seletiva – continua sem uma solução adequada.

“Infelizmente, muito projetos de ampliação de capacidade continuam suspensos e novos desenvolvimentos para aplicação do PET reciclado não evoluem porque existe carência de embalagens para serem recicladas. Sem um sistema de coleta seletiva, as embalagens acabam no meio ambiente, ao mesmo tempo em que faltam garrafas PET para reciclar na indústria”, afirma Marçon.

O executivo lembra, ainda, que a indústria da reciclagem do PET apresenta uma ociosidade em torno de 20%, o que torna o setor capaz de absorver rapidamente qualquer aumento de volume, sem qualquer investimento.

Atuação histórica pela reciclagem
Por meio das ações de conscientização que realiza junto aos consumidores, catadores e recicladores, a Abipet contribuiu para que a reciclagem do material crescesse quase 20 vezes no período de 1994 a 2008. O índice é muito superior ao aumento do uso de embalagens novas, para todos os fins, que no mesmo período cresceu seis vezes.

Além de eliminar o descarte indiscriminado, a reciclagem da embalagem de PET, em comparação com a garrafa de material virgem , implica na economia de 97% de energia e 86% de água.

TAGS: , ,

Deixe seu comentário

1

Por que a cerveja sem álcool é uma tendência? O PLA é um sério desafiante para o PET? O sol será o principal recurso de energia para a indústria de bebidas no futuro? E quais são os rótulos do futuro? Na drinktec 2009, feira internacional de bebida e tecnologia de alimentos líquidos, os visitantes não encontrarão somente tecnologias utilizadas pelos fabricantes e garrafas de bebidas e alimentos líquidos, mas também produtos. Sem tecnologia não existem produtos. Mas novos produtos podem criar a necessidade de desenvolvimento de novas tecnologias.

Cerveja sem álcool é uma tendência

No primeiro semestre de 2009, as vendas da cervejaria Bavarian caíram 4,1%, mas no mesmo período as vendas de cerveja sem álcool cresceram 9%. Nós estamos assistindo uma espécie de revolução cultural? Bem, sim, porque a cerveja sem álcool reflete a tendência atual e o sabor das bebidas esportivas. A cerveja sem álcool é isotônica, além de oferecer baixas calorias e mais de 90% de pura água – para o esportista ela é a bebida ideal para regeneração e rehidratação. Mas há outras razões para que a cerveja sem álcool seja recomendada como bebida esportiva. Ela tem um valor de pH alto e ácido carbônico moderado, o que promove a sensação de relaxamento e reposição. Também pode ser consumida em grandes quantidades. Por tudo isso, oferece ao corpo água e nutrientes. Há duas soluções para produzir essa bebida sem álcool. Uma delas é remover o álcool da cerveja fermentada. Para isso, a destilação ou o processo de membrana são utilizados para trabalhar em baixas temperaturas. A outra é a interrupção da fermentação, em que o cervejeiro controla a quantidade mínima de álcool permitida. Seja qual for o método de produção utilizado, a cerveja sem álcool pode ter o mesmo sabor da cerveja com álcool. O sabor da bebida é certamente um dos temas da drinktec 2009, que terá Karl Schiffner, campeão da competição mundial de sommelier, como palestrante, nos dias 15, 16 e 17 de setembro. .

A embalagem também é orgânica

O aumento da conscientização dos consumidores para a preservação ambiental está conduzindo-os para fazer compras de produtos orgânicos. Eles estão preferindo também embalagens orgânicas. Não por menos, nós sabemos que os plásticos utilizados hoje são provenientes do mesmo recurso, e mais cedo ou mais tarde ele vai acabar – óleo cru. Por essa razão, o setor de embalagem está se movendo para os materiais renováveis.

O mercado de plásticos orgânicos feitos de recursos renováveis, como trigo, milho e cana-de-açúcar está crescendo anualmente de 20 a 30%. Já vemos as primeiras embalagens orgânicas para bebidas não-carbonatadas e para alimentos líquidos processados. O principal material utilizado é o PLA (ácido poliláctico) que apresenta propriedades similares ao do PET. Como resultado, o PLA oferece um grande potencial de crescimento porque somente em 2009 não menos que 350 bilhões de garrafas PET serão produzidas no mundo. O assunto será explorado durante a 2ª Conferência sobre Garrafa de PLA, nos dias 14 e 15 de setembro.

O segundo maior mercado é o de folhas de embalagens, com novos desenvolvimentos interessantes. Um projeto de pesquisa na Europa, por exemplo, desenvolveu um novo estilo de papel flexível, com estrutura multicamada, feito de recursos renováveis. O Instituto Fraunhofer for Process Engineering and Packaging, apresenta técnicas especiais que melhoram as propriedades de barreira ao vapor e ao oxigênio do papel pré-revestido. Revestimentos antimicrobiais também estão sendo desenvolvidos. Em um desses materiais, a proteína do soro está sendo utilizada para conferir excelentes propriedades de barreira ao oxigênio e umidade. Além disso, os constituintes antimicrobianos encontrados naturalmente no soro são explorados para aumentar o tempo de frescor dos alimentos.

Embalagem inteligente – ficção ou realidade

No filme de ficção científica Minority Report, o diretor Steven Spielberg, apresenta embalagens de cereais, que permitem assistir filmes de desenhos animados. Embora essa visão particular aconteça em um tempo futuro – em 2054 – a tecnologia permite vislumbrar essa solução.

A embalagem inteligente, que permite informações adicionais aos consumidores em diferentes línguas, pode ler instruções para os deficientes visuais ou apresentar uma campanha publicitária. O caminho para realizar esse tipo de eletrônica impressionante já está mapeado. A chave é a tinta inteligente.

Os condutores e os componentes são feitos de polímeros orgânicos que são dissolvidos em uma fase líquida, o que os tornam processáveis em um tipo de impressora ink jet. O objetivo declarado dos fabricantes é serem capazes de oferecer um chip para uso em segmentos de massa da indústria de bebidas a um preço abaixo de US$ 1 cent. Dentro de poucos anos, isso será uma realidade. As etiquetas inteligentes RFID serão capazes de monitorar a temperatura precisamente durante todo o tempo, além de armazenar e transferir dados. Isso não é um tipo de armazenamento de dados passivos, tido como o limiar da produção industrial de larga escala.

Os circuitos eletrônicos ativos são feitos de transistores, resistências, LEDs e capacitores também fabricados com impressoras inkjet. Uma ideia é fornecer energia para baterias ou celulares solares. Essa é a chave para imagens animadas ou jingles de propagandas.

Os circuitos eletrônicos impressos abrem um fascinante novo potencial. De acordo com uma pesquisa feita pela NanoMarket, o volume de mercado de tintas eletrônicas e substratos usados na fabricação de eletrônicos impressos vai crescer de US$ 1,1 bilhão em 2008 para mais de US$ 11,5 bilhões até 2015.

Energia solar

As reservas mundiais de petróleo, gás natural e urânio podem acabar em poucas décadas. Somente o carvão mineral vai existir nos últimos séculos. Os fabricantes de bebidas e de alimentos também estão olhando para fontes de energia alternativas. Dentro do mix de energia do futuro, o sol vai ter um papel fundamental. O uso do sol como um fornecedor permanente de energia faz sentido econômico, principalmente, em países como a Alemanha. Isso já é visto em modernas construções de casas, onde a ênfase é primeiro reduzir a demanda de aquecimento, além de manter a demanda por meio do sistema térmico solar.

O mesmo processo pode ser aplicado para uso industrial. Particularmente quando instalada a tecnologia de coleta. Um moderno coletor opera em Würzburg, por exemplo, produz 400 kWh/ m2 e entrega água a 140ºC. Os coletores utilizados em construções residenciais geram aproximadamente 200 kWh/ m2 e água aquecida perto de 70ºC. Esse processo de aquecimento da água é armazenado em um tanque de isolamento e usado para consumidores individuais (lavadoras de garrafas). Perto de 50% da demanda anual de energia térmica – até mesmo em uma cervejaria – pode utilizar o sol para aquecer as caldeiras.

Mas o que acontece quando o sol não está brilhando? O chipping de madeira e o biogás obtido da biomassa armazenam a energia solar que pode ser aquecida a qualquer momento. Maiores novidades podem ser vistas durante o programa do forum Recurso – Água durante a drinktec.

TAGS: , , , , , , , , , ,

Deixe seu comentário

4

Nesta quarta, dia 5, a Coca-Cola Brasil participou do Sustentável 2009 – 3º Congresso Internacional sobre Desenvolvimento Sustentável, em São Paulo. Lá, o vice-presidente de Comunicação e Sustentabilidade da empresa, Marco Simões, discursou na plenária “Inovação em processos e produtos Sustentáveis” sobre as ações responsáveis da empresa, além de apresentar a embalagem de 290 ml com 25% de vidro a menos.

Para quem não se lembra, a Coca-Cola Brasil lançou a plataforma de sustentabilidade Viva Positivamente com o objetivo de reunir princípios, valores e áreas de atuação prioritárias para que sua operação continue avançando de forma sustentável.

cocacola_viva_positivamente_blog_packNo que diz respeito às embalagens sustentáveis, o investimento da Coca-Cola Brasil é constante e a garrafa de vidro de 290 ml em versão Ultra Design chegou este mês ao mercado, inicialmente na cidade de Ribeirão Preto (SP), com a Coca-Cola Zero. A expectativa é que a redução de 25% de matéria-prima naquela embalagem corresponda à produção anual de sete milhões de novas garrafas quando esta embalagem estiver sendo utilizada por todo o Sistema Coca-Cola Brasil, o que deve acontecer até 2011.

Outro importante exemplo é a Minitampa, para garrafas PET, com alturas da tampa e do bocal menores que a do padrão tradicional, diminuindo o consumo da resina derivada de petróleo. A projeção da Coca-Cola Brasil é de que, com a diminuição em 4 milímetros na altura das garrafas, a redução anual no consumo de PET corresponda, em 2012, ao equivalente ao material necessário para produzir 120 milhões de embalagens de 2 litros.

O sistema bottle-to-bottle se encontra na fase de testes e promete revolucionar o mercado brasileiro de reciclagem, uma vez que a resina PET de garrafas pós-consumo será utilizada para a produção de novas embalagens, assim como já acontece em muitos outros países do mundo, inclusive vários da Europa, aumentando a demanda pela resina reciclada e agregando valor à cadeia de suprimentos. “Nossa meta é reciclar ou reutilizar 100% das nossas embalagens. Com a utilização do processo bottle-to-bottle, haverá menor utilização de matéria-prima virgem. A expectativa é que nos próximos dez anos, até 25% da resina PET utilizada no Brasil seja material reciclado”, explica Marco Simões.

TAGS: , , , , , , ,

Deixe seu comentário

BUSCA

CATEGORIAS

SOBRE O BLOG DA PACK

O Blog da Pack acompanha o mercado de embalagens no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades e curiosidades que envolvem toda a cadeia produtiva do setor. Este espaço é um subproduto da revista e do site Pack, editados pela redação da Editora Banas.

PARTICIPE

Dúvidas sobre o mercado de embalagem? Envie sua pergunta para guru@pack.com.br. Um especialista do setor o responderá aqui no blog.

Clique e participe agora mesmo!


Confira as respostas aqui

TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

CIBELE AMARAL

Formada em Jornalismo pela Faculdade Cásper Líbero e pós-graduada em Formação para Formadores pela Universidade de Araras/SP, jornalista, docente universitária, coordenadora de projetos e parcerias. Atua há 25 anos em jornalismo. Começou como redatora na Editora Banas e hoje é editora-chefe da Revista PACK.

ARQUIVO


Banner do Radar Industrial

Page 1 of 212»