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A força dos orgânicos

Icone Consumo | Por Tatiana em 30 de julho de 2009

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alimentos_organicos_blog_packCom o alto potencial de crescimento de mercado no Brasil, o segmento de alimentos orgânicos se profissionaliza e começa a atrair investimentos de grandes empresas estrangeiras para atender à demanda de público interno e das redes de varejo.

Uma pesquisa recente da consultoria GFK indica que os produtos orgânicos hoje chegam à mesa de 9% da população brasileira e que esses produtos já respondem por 1% do faturamento total dos supermercados – cerca de R$ 1,585 bilhão. Em 2008 a rede Pão de Açúcar teve um crescimento anual de 40%  na venda de produtos orgânicos, que ocupam cada vez mais espaço nas gôndolas.

Por enquanto, mais de 70% da produção brasileira ainda é destinada ao mercado internacional, mas a consolidação de marcas com produtos orgânicos industrializados (e não apenas in natura) e comercializados em expansivo número de pontos de venda começa a mudar este panorama.

Outro ponto abordado pela pesquisa da GFK indica que a compra de orgânicos no Brasil está relacionada à idade das pessoas. Cerca de 15% das pessoas que compram esse tipo de produto tem entre 50 e 59 anos de idade; entre indivíduos de 40 a 49 anos, eles são 12%. Consumidores com mais de 59 anos somam o mesmo valor que a média nacional (9%). Este hábito é menor entre os mais jovens. Somente 8% dos brasileiros entre 30 e 39 anos adquirem orgânicos, entre os 20 e 29 anos eles são 7% e entre os adolescentes, de 13 a 19 anos, eles são apenas 5%.

A consultoria, uma das quatro maiores empresas de pesquisa do Brasil e do mundo, entrevistou 1.500 consumidores, homens e mulheres, maiores de 13 anos, das classes A, B, C e D, representando a população de nove regiões metropolitanas do País: Belém, Belo Horizonte, Curitiba, Fortaleza, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo.

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 A Nestlé se uniu a diversos parceiros industriais para patrocinar uma pesquisa sobre bioplásticos, que será realizada pela Ecole des Mines, de Paris, na França, que tem amplo conhecimento sobre as propriedades físicas e químicas dos polímeros, assim como sobre o seu processamento. Esse tipo de colaboração é a primeira do tipo, realizada no mundo, na ciência dos bioplásticos.  Esse programa de pesquisa vai estudar as propriedades dos polímeros derivados de recursos renováveis, bem como suas aplicações industriais. “Nós consideramos que esse é o começo de uma nova era dos bioplásticos. Hoje, nós estamos apenas começando uma longa jornada em pesquisa e desenvolvimento. Ainda há muito trabalho científico e técnico para ser feito até obter materiais que realmente possam atender aos requisitos de uma embalagem de alimentos e que sejam utilizados em larga escala”, explica Anne Roulin, diretora global de embalagem da Nestlé. 


Além da contribuição financeira de 60 mil euros/ano por cinco anos, a Nestlé vai trazer para o mercado uma longa experiência em bioplásticos e fortalecer o conhecimento na área de embalagem com essa parceria.

Nestlé e bioplásticos
 A Nestlé está comprometida com a contínua redução do impacto ambiental de seus produtos. Os materiais de embalagens derivados de recursos renováveis, como bioplásticos, são um dos caminhos para atingir esse objetivo. 

 

O novo programa de pesquisa é um complemento das parcerias existentes entre a Nestlé com seus fornecedores de materiais. A empresa já introduziu materiais bioplásticos em produtos selecionados. Por exemplo, a Nestlé trabalhou com a Uflex, fornecedor indiano de embalagem, para introduzir um filme PET, produzido  com 30% de melaço da cana-de-açúcar.   Esse material foi utilizado em sachês e pouches na Índia e alguns outros países da Ásia em aplicações como macarrão, sopas e molhos Maggi. O filme PET também é 15% mais fino em comparação ao padrão mundial de 12 micra.
 

A introdução de outros materiais bioplásticos vai continuar, afirma a Nestlé, sempre que a empresa encontrar altos padrões de qualidade e de segurança para proteger o produto e quando existe o benefício real ao meio ambiente.

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O novo consumidor e a indústria

Icone Consumo, Embalagem | Por Tatiana em 8 de abril de 2009

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Com que frequência você tem ido ao mercado? Desde o início da crise – em setembro passado -, mudou seus hábitos de consumo? A indústria está reagindo às mudanças do consumidor, que tem comprado marcas mais baratas e até optado por diferentes versões do mesmo produto diante de um cenário de recessão.

Uma pesquisa da LatinPanel divulgada nesta semana aponta que 89% da classe C brasileira – 44% da população economicamente ativa – reduziu suas idas ao mercado, trocou a marca preferida por uma mais barata e, numa projeção mais pessimista, deixará de comprar alguns itens em breve.

O instituto informa ainda que os fabricantes de produtos de limpeza, filtro de papel e absorventes estão sentindo mais essa mudança. Na lista dos intocáveis – aqueles que os consumidores continuam comprando sem mudar de marca – está o sabão em pó, o creme dental, o chocolate, a cerveja e a margarina.

Como isso afeta a indústria de embalagem? O “novo” consumidor opta pelo leite longa vida (de caixinha) por durar mais, prefere o suco em pó ao concentrado e, ao invés de estocar latinhas de cerveja e refrigerantes, compra embalagens tamanho família. Até mesmo os pacotes de cinco quilos de  arroz estão dando lugar às embalagens de um quilo.

 

É preciso atentar para essa mudança e encontrar novos nichos e possibilidades.

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Embalagem mineirinha

Icone Feiras de negócios, Revista Pack | Por Tatiana em 7 de abril de 2009

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Entre os dias 14 e 16 de abril, 300 expositores se reunirão no Expo Minas, em Belo Horizonte, para apresentar as novidades de embalagens produzidas no estado e nos principais mercados do setor – leia-se São Paulo, sul e sudeste do Brasil. Hoje o site da revista Pack traz uma entrevista exclusiva com Luiz Fernando Pereira, diretor da Greenfield Consultoria e Promoção de Eventos, organizadora do evento.

Além de contar as novidades da terceira edição mineirinha do Programa Embala, Pereira mapeia o mercado e profetiza: a regionalização do setor mudará  a geografia da indústria de embalagem em cinco anos.

Quer saber mais? Leia AQUI!

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Aproximadamente 60% dos consumidores prestam atenção se as embalagens de alimentos e de bebidas são amigas do meio ambiente, revela uma pesquisa divulgada na Anuga Foodtec, em Colônia, na Alemanha. O estudo foi encomendado pela Federação Europeia dos Fabricantes de Embalagens de Vidro (Feve). Mais de 86% dos consumidores disseram que eles reciclam embalagem de vidro, enquanto 80% deles argumentaram que não dão a devida atenção aos resíduos domésticos.

Os dados da pesquisa foram coletados em setembro de 2008, com um total de 6200 consumidores. Os participantes ouvidos têm idades entre 18 e 54 anos e estão espalhados por 12 países da Europa: Reino Unido, Holanda, Alemanha, Áustria, Portugal, Espanha, Itália, França, Polônia, República Tcheca, Grécia e Turquia.

 

Reciclagem

Além disso, segundo o estudo, 85% dos entrevistados afirmaram que para que uma empresa alegue que a embalagem de alimento ou de bebida é reciclável, pelo menos 50% do seu material deve ser capaz de ser reprocessado ou de retornar à sua forma original.

A Feve disse que vai iniciar uma nova ação para aumentar as taxas de reciclagem de embalagem de vidro na Europa. Trata-se de uma campanha de sensibilização da opinião pública intitulada Friends of Glass. A entidade alega que o envolvimento do consumidor é crucial para garantir que todo o mercado de embalagem de vidro seja reciclado. “Em 2007, o setor produziu 22 milhões de toneladas de embalagens de vidro, com uma taxa de reciclagem de 62%. O desafio agora é facilitar a reciclagem dos restantes 38%”, afirma Dominique Tombeur, presidente da Feve.

 

 

Faltam plantas de reciclagem

Entretanto, um recente estudo da Associação do Governo Local (LGA) no Reino Unido, divulgado como parte da campanha Guerra ao Desperdício, revela que apenas 40% das embalagens de alimentos comercializadas no varejo do País são recicláveis. E a associação alega que os supermercados deveriam pagar mais por serviços de reciclagem para reduzir os 1,8 bi de libras gastos em impostos sobre aterros de lixo até 2011. No entanto, os varejistas do Reino Unido criticaram a metodologia do estudo da LGA, argumentando que, embora continuem a trabalhar para reduzir embalagem e o desperdício de alimentos, a dificuldade está no fato de que os consumidores nem sempre podem reciclar as embalagens, já que não existem plantas de reciclagem locais.

E os supermercados mantêm a alegação de que a responsabilidade não pode recair apenas sobre os varejistas, mas também sobre as autoridades locais para investir em plantas de reciclagem em todo o Reino Unido.

 

 

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Colabore para a evolução do mercado de embalagem

Icone Opinião | Por Tatiana em 10 de março de 2009

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destaque2009_blog_packEste ano a revista Pack está usando a mais dinâmica ferramenta para mapear o mercado de embalagem brasileiro: a web. A edição 2009 da pesquisa Pack Destaque de Preferência está na rede mundial de computadores para que o próprio mercado avalie as empresas e fornecedores mais qualificados do setor de maneira rápida e eficiente.

 

Lançada na semana passada, a pesquisa recebeu 134 respostas em apenas 48 horas no ar. Esse número vem crescendo desde então, demonstrando a importância e a seriedade com que o mercado enxerga essa análise feita anualmente.

 

A edição de dezembro de 2009 da revista Pack trará os dados da Pack Destaque de Preferência analisados pelo Club de Pesquisa Opinião & Mercado, de São Paulo.

 

Fica aqui o convite: bastam alguns cliques para que você colabore para a evolução do mercado de embalagem. É rápido, dinâmico e o ajudará a fechar bons negócios ainda em 2009.  Vote agora mesmo aqui!

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Legislação para nanomateriais

Icone Embalagem, Matéria-prima, Meio Ambiente | Por Margaret em 29 de janeiro de 2009

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O Centro de Avaliação Tecnológica da Suíça (TA-SWISS) está exigindo que a legislação existente sobre alimentos e produtos químicos deve ser adaptada para satisfazer as exigências da nanotecnologia. O Centro está conduzindo um estudo sobre nanomateriais de embalagem e aditivos alimentares em uso na Suíça. 

Tendo em vista o fluxo internacional de mercadorias, o relatório Nanotecnologia no Setor de Alimentos, concluiu que é necessária regulamentação no que diz respeito as nanopartículas em embalagens e produtos.

Falta de conscientização

A equipe do projeto liderado por Martin Möller – um pesquisador do Öko-Institut (Instituto de Ecologia Aplicada) da Alemanha – alega que a tecnologia tem sofrido de falta de compreensão pública, já que os consumidores têm mostrado preocupação sobre a segurança de algumas das aplicações.

 
Eles alegam que é necessário tomar uma atitude. Os fabricantes e varejistas precisam ajudar para aliviar o sentimento de desconfiança por parte do público. “Os fabricantes, processadores e comerciantes de alimentos e de embalagens com nanocomponentes poderiam, por exemplo, adotar códigos de conduta específicos do setor “, argumentam os pesquisadores.

 
Mercado em potencial

Segundo estimativas da Comissão Européia, o mercado de nanotecnologia poderá chegará a € 750 bilhões até € 2 bilhões até 2015, além de abrir em torno de 10 milhões de novos postos de trabalho.

No setor da embalagem, o uso de nanopartículas está em estágio mais avançado do que na produção de alimentos.

Na forma de filmes compostos, nanorevestimentos finos de alumínio, ou óxido de alumínio, as nanopartículas protegem salgadinhos ou chocolate contra oxigênio e vapor de água. Elas também são utilizadas em garrafas PET para melhorar as propriedades de barreira contra oxigênio.


Migração em alimentos
Os pesquisadores revelam que as nanopartículas podem migrar de materiais de embalagem para alimentos, dependendo da forma como a nanocamada é aplicada. “Em termos gerais, deve dizer-se que, no caso de filmes laminados com uma nanocamada de silicato de plástico, é menos provável que as nanopartículas migrem para os alimentos”, explicam os pesquisadores.

“Mas quando o alimento está em contato direto com a nanocamada, há um maior risco”.


Potencial sustentável

A equipe de pesquisadores revelou ainda que o estudo realizado pela Öko-Institut especialmente para a pesquisa sobre nanotecnologia da TA-SWISS comparou a emissão de C02 durante o ciclo de produção de latas de alumínio, garrafas de vidro descartáveis e garrafas PET com nanotecnologia. O resultado mostrou que as garrafas PET com nanotecnologia apresentam maior benefício ao equilíbrio de CO2. “Na fabricação, transporte e reciclagem, as garrafas PET com nanotecnologia geram cerca de um terço a menos de gás efeito estufa em comparação às latas de alumínio e cerca de 60% em comparação às garrafas de vidro”, afirmam os pesquisadores.

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No maior programa de votação da América do Norte – Produto do Ano – para eleger os produtos mais inovadores da região, mais de 100 mil consumidores norte-americanos votaram em seus preferidos em 16 categorias.


Os vencedores de cada categoria poderão utilizar o logo Produto do Ano nas embalagens, anúncios, folhetos e em displays no interior da loja. Essa é uma excelente vantagem competitiva, de acordo com um recente estudo realizado pela TNS. Segundo a empresa, exibir o logo na embalagem é 25% mais eficaz para gerar o interesse de compra dos compradores do que simplesmente exibir a palavra novo.

“A incerteza econômica torna os consumidores mais avessos ao risco, por isso é melhor conduzi-las a comprar produtos de melhor valor”, diz Shannon Hazlett, gerente sênior da TNS. “A pesquisa revelou que 41% dos consumidores estão buscando novos produtos que oferecem melhor valor para o seu dinheiro. A recomendação também é realmente importante para os novos produtos. Com o endosso dos consumidores, o interesse de compra tem um impacto positivo para metade da população”.

“Os consumidores são bombardeados com milhões de novos produtos e anúncios para atrair a sua atenção” disse Phil Lempert, porta-voz oficial do Programa Produto do Ano E.U.A.. “Existe um receio e hesitação para gastar o dinheiro ganho com dificuldade em produtos que simplesmente não entregam o que prometem. O Programa Produto do Ano tem a aprovação de mais de 100.000 clientes e coloca à frente e no centro das prateleiras para que todos vejam”.

 

Os vencedores

Air Care: Oust Surface Disinfectant & Air Sanitizer (SC Johnson)

Bebidas: Canada Dry Green Tea Ginger Ale (Dr Pepper Snapple Group)

Cuidados com o corpo: Olay Spa Exfoliating Ribbons Body Wash (Procter & Gamble)

Child Care: Similac SimplePac (Abbott Nutrition)

Cosméticos: Covergil LashBlast Mascara (Procter & Gamble)

Alimentos congelados: O Organics Four Cheese Stone Baked Pizza (Better Living Brands)

Cuidados com o cabelo: Pantene Pro-V Beautiful Lengths (Procter & Gamble)

Tecnologias para casa: Duracell Color Mini Charger (Procter & Gamble)

Produtos domésticos: PUR Flavor Options (Procter & Gamble)

Inseticidas: OFF! Smooth & Dry Aerosol (SC Johnson)

Nutrição de crianças: Mott’s For Tots (Dr Pepper Snapple Group)

Desodorantes masculinos: Degree Men Absolute Protection (Unilever)

Medicamentos: ZYRTEC Allergy (McNeil Consumer Healthcare, Division of McNEIL-PPC, Inc.)

Outdoors: Kelsyus Original Canopy Chair (Swimways Corporation)

Cuidados com o cabelo – profissional: Wella System Professional Gloss On (Procter & Gamble)

Desodorantes femininos: Degree Women Ultra Clear (Unilever)

 

 

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Segundo um estudo divulgado pela ReportLinker.com, a demanda mundial de máquinas para embalagem crescerá 5,2% ao ano até 2012, quando alcançará US$ 39.8 bilhões. O avanço das vendas dos equipamentos será mais rápido em países desenvolvidos como Japão, Estados Unidos e Europa Ocidental. A China deverá registrar o maior ganho em termos de valores, superando os Estados Unidos, maior mercado do mundo.

A demanda de equipamentos nesses países vai expandir até US$ 3.3 bilhões até 2012. Mas também maiores volumes de vendas também são esperados em países como Índia e Rússia, assim como em mercados de menor volume como Ucrânia, Irã, Indonésia, Malásia, Arábia Saudita, México, África do Sul e Turquia. Em 2012, a Europa Ocidental, o Japão e os Estados Unidos continuarão sendo responsáveis por mais de 2/3 de toda a produção de máquinas para embalagem.
As máquinas de envase e de form/fill/seal continuarão sendo os tipos de equipamentos mais utilizados, respondendo por ¼ do mercado total de máquinas para embalagem em 2012.
O mercado de máquinas para embalagem destinado aos segmentos de cuidados pessoais e de farmacêuticos continuará a registrar o mais rápido crescimento, estimulado pelo maior consumo desses produtos em países desenvolvidos. Apesar de tudo, o setor de alimentos processados vai se manter como o maior mercado para máquinas de embalagem, respondendo por 43% das vendas globais do produto em 2012.

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SOBRE O BLOG DA PACK

O Blog da Pack acompanha o mercado de embalagens no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades e curiosidades que envolvem toda a cadeia produtiva do setor. Este espaço é um subproduto da revista e do site Pack, editados pela redação da Editora Banas.

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TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

MARGARET HAYASAKI

Formada em jornalismo pela Universidade Paulista Júlio de Mesquita Filho (Unesp-Bauru) e pós-graduada em Comunicação Empresarial pela Faculdade Cásper Líbero, Margaret Hayasaki atua há 10 anos no jornalismo especializado em embalagem. Começou como redatora na revista Pack e hoje é editora-chefe.

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