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A maior parte dos empresários do varejo, 58%, espera aumento no faturamento de seu negócio nesta Páscoa, em relação à mesma data de 2009. Este percentual é recorde e revela a expectativa pela melhor Páscoa desde 2006, quando a pesquisa teve início. Os que acreditam que o faturamento será igual são 32%, e 10% acham que cairá.

As grandes empresas do varejo são as mais otimistas com a data: 88% delas acreditam que o faturamento crescerá em relação à Páscoa do ano passado. O otimismo é um pouco menor entre as médias e as pequenas empresas, entre as quais o percentual cai para 68% e 55%, respectivamente. Dentre as últimas, 34% acreditam que o faturamento estará no mesmo nível do registrado na Páscoa 2009, e 11% apostam em recuo.

Na Páscoa de 2009, durante o período mais crítico da crise no Brasil, apenas 28% dos empresários tinham expectativa de aumentar seu faturamento, enquanto 36% esperavam repetir o faturamento da mesma data de 2008 e os outros 36% previam queda.

O crescimento médio esperado para o faturamento é de 9,3% e, na visão dos que esperam queda, o decréscimo médio será de 8,7%. Levando-se em consideração as parcelas do empresariado que acreditam em elevação (58%), estabilidade (32%) e queda (10%) no faturamento da Páscoa de 2010, isso significa que os empresários esperam um crescimento de 4,5% no faturamento da Páscoa deste ano em relação à de 2009, na média ponderada.

Na análise regional, os empresários do Sul (63%) são os mais otimistas no que diz respeito à elevação do faturamento na Páscoa. Na sequência estão as regiões Norte e Nordeste, com 61% cada, e, também empatados, o Centro-Oeste e o Sudeste, com 55%.

Presentes

Para 87% dos varejistas, ovos de Páscoa serão os presentes mais oferecidos. Já 4% dos entrevistados apontam as roupas e acessórios, 3% acreditam que os celulares serão os líderes, e 1% votou em brinquedos, eletrônicos, computador e periféricos, jóias e relógios e 2% votaram em outros.

Análise

A expectativa empresarial sobre a Páscoa 2010 mostrou confiança no ambiente econômico e na resposta do consumidor às promoções do varejo. A pequena empresa apresenta um otimismo mais cauteloso, considerando a parcela significativa que acredita na repetição do desempenho de 2009, considerado fraco. Isto ocorre devido a lenta normalização do crédito e pela necessidade de recomposição de seus estoques. No geral, os resultados da pesquisa são positivos e reafirmam a boa fase de crescimento econômico do Brasil.

O Sul aparece como a região mais otimista, por conta da melhora na fraca base de comparação – Páscoa 2009.

Metodologia

A Pesquisa Serasa Experian de Expectativa Empresarial para a Páscoa 2010 foi realizada entre os dias 22 e 26 de fevereiro de 2010, com 1.010 executivos que trabalham no setor do comércio em todo o País.

A pesquisa para a Páscoa realizada pela Serasa Experian começou a ser desenvolvida em 2006. Trata-se de um levantamento estatístico com uma amostra de empresas representativas do comércio, dos portes pequeno, médio e grande e de todas as Regiões geográficas do Brasil.

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Embalagens de alimentos e outros itens descartáveis podem ser compostados em casa junto com resíduos orgânicos graças ao novo polímero à base de açúcar. O polímero degradável é feito de açúcar conhecido como biomassa lignocelulósica, que é proveniente de produto agrícola não alimentício, como árvores de rápido crescimento e gramíneas ou biomassa renovável, como resíduos agrícolas ou de alimentos.

O novo produto foi desenvolvido pela equipe de cientistas liderada por Charlotte Williams, do Conselho de Engenharia e Ciências Físicas, da Universidade Imperial College London.

A pesquisa sobre plásticos verdes, especialmente, para uso em itens individuais, como embalagens de alimentos são objeto de pesquisa mundial. “Isso é um avanço não-somente sobre a perspectiva ambiental, mas também por razões econômicas e de distribuição”, explica Williams.

Aproximadamente 7% dos recursos de óleo e gás são consumidos na fabricação de plásticos, com produção mundial que supera as 150 mil toneladas ao ano. Quase 99% dos plásticos são formados de combustíveis fosseis.

“Nosso avanço-chave encontrou uma solução que utiliza um produto agrícola não alimentício para formar o polímero. Atualmente, os plásticos renováveis empregam produtos, como milho e açúcar de beterraba”, afirma Williams. “Para o plástico ser útil, é preciso ser fabricado em larga escala, o que tecnicamente é um desafio. Isso vai levar até três anos e meio até atingir uma produção de economize 80% de energia e água no processo”, completa.

 Os açúcares ricos em oxigênio do novo polímero permitem a absorção da água e a degradação inofensiva, o que significa que pode ser lançado composto em casa e usado para adubar o jardim.

 O polímero oferece uma ampla gama de propriedades, o que abre várias oportunidades de aplicações. A propriedade degradável torna o plástico verde ideal para aplicações médicas, como regeneração de tecidos, suturas e entrega de medicamentos, já que é um material atóxico.

 Os pesquisadores também estão focados no desenvolvimento de material específico com características que atendem as áreas de embalagem e de medicina.

 “O desenvolvimento do material é muito promissor. Estamos otimistas que a tecnologia poderá ser usada entre 2 a 5 anos”, diz Williams, que já está trabalhando com vários parceiros comerciais.

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logoEsse ano, a Pesquisa Pack Destaque de Preferência 2009 foi disponibilizada somente no site da revista Pack (http://www.pack.com.br/). Ela ficou no ar de março até julho para a escolha dos fornecedores preferidos do setor de embalagem. Depois desse período, os dados foram enviados para o Club de Pesquisa Opinião & Mercado que realizou a análise dos resultados. A credibilidade da pesquisa é um reflexo do perfil dos respondentes. Cerca de 6 em cada 10 profissionais ocupam cargos de direção (58%). Cerca de 4 em cada 10 são diretores ou presidentes da empresa. E uma parcela significativa, ou seja, 1/3 da amostra é composta de profissionais que atuam nas áreas de compras, logística ou produção, incluindo, desde o desenvolvimento de produto até manutenção.

A Pesquisa Pack Destaque de Preferência 2009 ganhou três novas categorias: injetoras, papel cartão e sacolas, totalizando 52.

Diferencial diante da concorrência, a qualidade de atendimento ao cliente é vital para fidelizar e garantir novas oportunidades de negócios. É o que prova o resultado da Pesquisa Pack Destaque de Preferência 2009. Esse foi o requisito de preferência mais votado em 19 das 52 categorias para a escolha do fornecedor. No setor de acessórios e insumos, a qualidade de atendimento é o principal motivo de preferência em 10 categorias: autoadesivos, cantoneiras, fitas adesivas, fitas para arqueação, laminados, papel cartão, resinas de embalagens, rótulos e etiquetas, rótulos manga e tampas.

Confira abaixo as 52 categorias da pesquisa e seus ganhadores.

Adesivos
Agências de Design de Embalagem
Autoadesivos
Bisnagas e Tubos
Caixas de Madeira
Caixas Plásticas
Cantoneiras de Proteção
Detectores de Metais
Distribuidores de Filmes Flexíveis
Distribuidores de Resinas Plásticas
Embalagens Cartonadas
Embalagens de Aço
Embalagens de Alumínio
Embalagens de Papel
Embalagens de Papel Cartão
Embalagens de Papelão Ondulado
Embalagens de Vidro
Embalagens Flexíveis
Embalagens Plásticas Injetadas
Embalagens Plásticas Sopradas
Embalagens Plásticas Termoformadas
Encartuchadoras
Envasadoras
Envolvedoras de Filmes
Equipamentos de Arqueação
Etiquetadoras e Rotuladoras
Filmes para Embalagens Flexíveis
Filmes para Embalar
Fitas Adesivas
Fitas para Arqueação
Impressoras Ink Jet/Laser
Injetoras
Laminados
Máquinas de Corte e Vinco
Máquinas de Embalar
Máquinas de Rotogravura
Máquinas de Vacuum Forming
Máquinas Flexográficas
Máquinas Offset
Paletes de Madeira
Paletes de Plástico
Paletizadoras
Papel Cartão
Resinas de Embalagens
Rótulos e Etiquetas
Rótulos Manga
Rótulos Termoencolhíveis
Sacolas
Seladoras
Sopradoras
Tampas
Túneis de Encolhimento

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Bloc - Volumetic VODM-PET, FüllphasePaíses emergentes são responsáveis pela manutenção do crescimento do consumo mundial; Brasil, Índia e China se destacam
Uma recente pesquisa da Tetra Pak Dairy Index aponta que o consumo de lácteos resistiu à crise econômica mundial e deve crescer 1,3% este ano, saindo de 259 bilhões de litros em 2008 para 263 bilhões de litros em 2009. Menos afetado pela crise mundial, o Brasil ampliou o consumo em 2,5%, para 10,3 bilhões de litros. Só na região Nordeste do país, o aumento foi de 20%. A pesquisa leva em conta o consumo mundial de leite e outros lácteos líquidos (como leite flavorizado, evaporado e condensado) refrigerados ou não.

Os mercados emergentes, como o Brasil, devem continuar puxando o crescimento do consumo do setor de lácteos. “Nosso país ocupa a sexta posição entre os maiores produtores de leite do mundo e apresentamos o maior potencial de crescimento. Além disso, já somos o quinto maior exportador do produto e temos grandes chances de nos tornar o primeiro. Para 2010, podemos nos preparar para novo crescimento, que será impulsionado pela recuperação do mercado e dos valores de exportações”, avalia Rodrigo Alvim, presidente da Comissão Nacional de Pecuária de Leite da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA).

Mesmo nos mercados desenvolvidos, onde a Tetra Pak esperava recuo de 1,2% no consumo este ano, houve aumento de 0,6% na demanda. “O consumo global não caiu porque os consumidores não deixaram de comprar lácteos, apenas optaram pelos produtos mais baratos da categoria”, ressalta Rodrigo. Porém, ele ressalta que para os mercados desenvolvidos, é um desafio aumentar a produção, uma vez que além das questões geográficas, eles já apresentam o que há de mais moderno em termos de tecnologia.

“As chances do Brasil são maiores: possuímos clima tropical, sem o rigor dos invernos de clima temperado; somos o quinto maior país em extensão territorial, o que nos daria, caso fosse necessário, condições de expansão de área para produção; temos enorme potencial para aumentar a produtividade, sem ser necessário a inclusão de um único hectare a mais em área e  temos a quinta maior população, garantindo um grande mercado doméstico”, defende Rodrigo. Some a isso o fato de a cadeia leiteira brasileira gerar cerca de 3,6 milhões de empregos diretos e indiretos. Trata-se de uma atividade com uso intensivo de mão-de-obra, fixando a população rural no campo. “Esses dados sinalizam que com melhorias na eficiência produtiva (manejo, genética e nutrição), será possível elevar a produção, de forma a nos colocar entre os primeiros produtores mundiais”, argumenta.

Ainda segundo a pesquisa, enquanto a perspectiva é de que o consumo no Brasil aumente a uma média ponderada de 3% entre 2009 e 2012, a expectativa é de queda de 0,6% nos Estados Unidos e no Reino Unido (dois dos países mais afetados pela crise) e de recuo de 2,3% no Japão. Já para Índia e China, a perspectiva é de crescimento de 2,2% e 7,1%, respectivamente. Para o consumo global, a previsão da Tetra Pak é de um crescimento a taxa anual acumulada de 2,2% entre 2009 e 2012, conforme estimativas realizadas no início deste ano.

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O Comitê de Design da Associação Brasileira de Embalagem (ABRE) desenvolveu uma pesquisa para traçar e apresentar um panorama do mercado de Design de Embalagem em 2009 (com o ano base 2008).

As informações foram coletadas mediante questionário enviado a todas as agências participantes do Comitê de Design da ABRE. Desse total, 35 agências responderam à pesquisa, representando uma adesão de 92,11%. 

Esse grupo de agências reúne as principais empresas de design de embalagem do país, que juntas promovem e participam de uma série de atividades com o intuito de qualificar, especializar, fortalecer e dinamizar as atividades relativas ao design de embalagem.
Entre os dados apurados estão informações sobre onde estão localizadas as principais agências do Comitê, há quanto tempo atuam no mercado, há quanto tempo desenvolvem design de embalagem, número de profissionais envolvidos na operação, quanto o design de embalagem representa no faturamento da empresa, número de projetos concluídos, tipos de projetos realizados – novos ou redesign, qual mercado alvo – mercado nacional, latino-americano ou global, entre outros.

Conclusões
Delineando as atividades desses escritórios, a pesquisa concluiu que 70,3% das agências participantes do Comitê estão instaladas no estado de São Paulo, 71% das agências associadas estão no mercado há mais de 10 anos e 40% desse total está presente há mais de 15 anos em sua área de atuação.

Em relação à contratação do design de embalagem, foi apurado que 57% desses escritórios atendem entre 16 e 20 clientes por ano com 66% dos clientes sendo atendidos há pelo menos três anos pela mesma agência.

Outro dado que chamou a atenção comprovou a expertise dessas agências no design de embalagem, pois 75% dos escritórios trabalham com embalagens há mais de 10 anos com 31% desse total atuando na área há mais de 15 anos.

As agências associadas tiveram, em média, 10 colaboradores envolvidos em suas operações em 2008 com 35% das agências empregando entre 11 e 20 profissionais e 42% das agências empregando mais de 20 profissionais com formação superior, multidisciplinar e altamente qualificados.

A pesquisa também concluiu que 53% das receitas das agências são oriundas de serviços de design de embalagens, evidenciando uma expressiva representatividade e foco.

Em um ano, 51% dos escritórios atuaram em mais de 31 projetos (itens isolados ou linhas de produtos) e 77% dos projetos concluídos de design de embalagem se destinaram ao mercado brasileiro (novos e redesign). Desse total, 47% dos projetos se referem a design de embalagem e estrutural.

77% dos projetos concluídos de design de embalagem se destinaram ao mercado brasileiro (novos e redesign)

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Tuneis-de-EncolhimentoNa categoria de túneis de encolhimento, a Tectron é o fornecedor preferido de túneis de encolhimento, com 29% dos votos. A empresa saltou nove pontos percentuais em 2009, deixando o terceiro lugar de 2008 para trás. A diferença entre o segundo e o terceiro lugar é pequena, revelando uma disputa mais competitiva. Em segundo lugar, a Sunnyvale obteve 18% dos votos. E na terceira colocação, a Weldotron, com 15% das respostas.

No Sudeste, a Tectron é o fornecedor preferido dos respondentes, com 39% das menções. A Weldotron conquistou 17% dos votos. No Sul e no Centro-Oeste, Norte e Nordeste, a Sunnyvale obteve o maior índice de preferência, com 28% e 33% das respostas. E a Tectron recebeu 17% da preferência no Sul.
No segmento de farmacêuticos, químicos e cosméticos, a Tectron mantém-se líder de preferência, com 58% dos votos. Outro fornecedor citado pelos profissionais desse setor é a Sunnyvale, com 25% das menções. Na indústria de alimentos e bebidas, Tectron e Sunnyvale foram citadas por 20% dos respondentes.
Na análise pelo porte das empresas, a Tectron é o fornecedor mais lembrado nas médias empresas, com 43% das respostas.

A Sunnyvale obteve maior índice de preferência nas pequenas e grandes empresas, com 24% e 17% dos votos. E a Weldotron conquistou 21% e 10% da preferência nas pequenas e médias empresas, respectivamente.

Na escolha do fornecedor de túneis de encolhimento, flexibilidade comercial e qualidade da assistência técnica, com 52% e 51% dos votos cada, são os atributos mais valorizados pelos respondentes. No Sul, a qualidade da assistência técnica é o requisito mais relevante, com 67% das respostas. No Sudeste, dois critérios são mais valorizados, flexibilidade comercial e qualidade da assistência técnica, com 54% e 46% das menções. E, no Centro-Oeste, Norte e Nordeste, 67% dos respondentes elegeram a flexibilidade comercial como o principal motivo de preferência.

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A disputa no segmento de tampas é bastante acirrada, com diferença de votos pouco expressiva entre um e outro fornecedor. A Alcoa CSI é o fornecedor preferido para o total Brasil, com 11% dos votos. Em segundo lugar aparece a Tapon Corona, com 10% das menções e a Védat conquistou a terceira posição, com 8% das respostas.

No Centro-Oeste, Norte e Nordeste, a Alcoa CSI foi a mais lembrada, com 30% dos votos. No Sul, a Tapon Corona foi citada por 17% dos respondentes. No Sudeste, Alcoa CSI e Tapon Corona dividem a preferência, com 9% dos votos cada.

No segmento de alimentos e de bebidas, Alcoa CSI e Tapon Corona disputam a preferência, com 17% e 14% dos votos. Já nos segmentos de farmacêuticos, químicos e cosméticos, Védat e Garboni, que ficou em quarto lugar no total geral dos votos, com 7% das menções, foram citadas por 14% dos respondentes.
Para a escolha do fornecedor preferido de tampas, os respondentes consideraram a capacidade de vedação e a qualidade de atendimento os atributos de maior relevância da categoria, com índices iguais de 44%. A flexibilidade comercial também é um quesito valorizado, com 31% dos votos. No Sudeste, a capacidade de vedação foi citada por 45% dos respondentes. Enquanto no Sul, a qualidade de atendimento vem primeiro na ordem de importância, com 57% dos votos. No Centro-Oeste, Norte e Nordeste, capacidade de vedação, qualidade de atendimento e prazo de entrega são os critérios mais relevantes para 50% dos respondentes.

Na análise por tamanho de empresa, todas (pequenas, médias e grandes) revelaram que dão importância ao critério de capacidade de vedação, com 49%, 40% e 42% dos votos, respectivamente. A qualidade de atendimento é o requisito mais citado por 58% das grandes empresas e 48% das médias empresas. As grandes empresas também valorizam o requisito de variedade de produtos e aplicações, que foi mencionado por 50% dos profissionais.

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SopradorasCerca de 1 em cada quatro respondentes elegeu a Pavan Zanetti como o melhor fornecedor da categoria de sopradoras. A Krones, segunda colocada, recebeu 15% dos votos. O terceiro lugar é disputado por quatro fornecedores – Bekum, Multipet, Nissei ASB e Sidel – com 8% das menções cada.
No Sul, a Pavan Zanetti mantém-se na liderança, com 67% da preferência. No Sudeste, a empresa divide a preferência com a Krones, com 23% e 19% dos votos, respectivamente. Na região Centro-Oeste, Norte e Nordeste, a disputa é mais acirrada, com vários fornecedores dividindo a preferência, Krones, Bekum, Multipet e Sidel obtiveram 13% das menções cada.

A Pavan Zanetti tem uma atuação mais forte nas pequenas e médias empresas, com 27% e 25% dos votos. Já a Krones e Bekum são os fornecedores preferidos dos profissionais de grandes empresas, com 50% das menções cada.

Para escolher o fornecedor preferido de sopradoras, os respondentes utilizam os critérios de qualidade de assistência técnica e flexibilidade comercial, com 53% e 45% dos votos. No Sul, os quesitos de qualidade de assistência técnica e flexibilidade comercial são os mais valorizados, com 67% e 50% dos votos. E, no Sudeste, também, com 58% e 46% das menções. No Centro-Oeste, Norte e Nordeste, outros quesitos são mais importantes para os respondentes. Disponibilidade de peças de reposição e prazo de entrega foram mencionados por 63% e 50% dos profissionais.

Nas grandes empresas, o quesito prazo de entrega é o mais relevante na escolha do fornecedor de sopradoras, com 100% dos votos. Nas médias empresas, qualidade da assistência técnica e disponibilidade de peças de reposição são mais importantes, com 75% e 50% das menções. E, nas pequenas empresas, o critério de flexibilidade comercial é o mais citado por 59% dos profissionais.

www.bekum.com.br

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SeladorasDois fornecedores dividem a liderança na categoria de seladoras: Selovac e Tectron conquistaram a preferência de 19% dos respondentes. Em segundo lugar, a Weldotron obteve 10% dos votos. Empatadas em terceiro lugar, Dalmak e Sunnyvale receberam 8% das menções cada. No Sul e no Centro-Oeste, Norte e Nordeste, a Selovac mantém-se na ponta, com maior índice de votação, com 22% e 25% das respostas. No Sudeste, a Tectron tem uma posição mais privilegiada, mas não confortável, com 22% das menções. E a Selovac foi mencionada por 19% dos respondentes.

A Selovac está na ponta da língua dos profissionais que atuam no setor de alimentos e bebidas, com 38% das menções. Já a Tectron domina o mercado de farmacêuticos, químicos e cosméticos, com 46% das respostas. As duas continuam disputando a preferência nas grandes empresas, com 40% e 30% dos votos.
Para metade dos respondentes, o quesito de qualidade da assistência técnica é o mais relevante na escolha do fornecedor de seladoras, com 50% das menções. Em seguida, aparecem os critérios de qualidade de atendimento e flexibilidade comercial, com 46% e 41% dos votos cada. Nas regiões Sul e Sudeste, esses quesitos continuam entre os principais motivos de preferência. Já na região Centro-Oeste, Norte e Nordeste, os profissionais votaram nos quesitos de qualidade de assistência técnica e flexibilidade comercial, com 50% das menções cada.

Nas grandes empresas, 60% dos profissionais mencionaram o critério de qualidade de assistência técnica como principal motivo de preferência. Nas médias empresas, qualidade da assistência técnica e flexibilidade comercial são os quesitos mais importantes, com 52% e 48% dos votos. Nas pequenas empresas, a qualidade de atendimento e qualidade da assistência técnica obtiveram 53% e 47% das respostas, respectivamente.

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SacolasNa estreia da categoria de sacolas, a Antilhas Embalagens saiu na frente, com 22% dos votos, conquistando a liderança. Em segundo lugar, a Canta Claro, com 17% das citações, e a Nobelpack, com 16% das menções. No Sul, Canta Claro e Nobelpack são os fornecedores preferidos de sacolas, com 25% dos votos cada. No Sudeste, Antilhas, Canta Claro e Nobelpack dividem a preferência, com 23%, 16%, 16% das citações cada. No Centro-Oeste, Norte e Nordeste, a Shopping Bag é o fornecedor mais lembrado, com 40% das menções.

No segmento de embalagens, Antilhas Embalagens e Nobelpack são os fornecedores que estão na ponta da língua dos respondentes, com 38% e 25% das menções, respectivamente. No setor de alimentos e bebidas, a Canta Claro e a Nobelpack dividem a preferência, com 20% dos votos cada. Já nas indústrias de farmacêuticos, químicos e cosméticos, Canta Claro e Vifran conquistaram 36% e 21% das menções cada.

Os respondentes utilizam argumentos comerciais para eleger o fornecedor de sacolas. Os quesitos de prazo de entrega e qualidade de atendimento obtiveram 45% e 41% dos votos, respectivamente. No Sul, o prazo de entrega e a qualidade de atendimento são os principais motivos de preferência, com 63% e 50% dos votos cada. No Sudeste, três critérios são importantes, prazo de entrega, com 39% das menções, qualidade de atendimento, com 41%, e qualidade de impressão, com 38%. Na região Centro-Oeste, os quesitos de prazo de entrega e quantidade mínima são os mais importantes, com 80% das citações.

Para 50% dos profissionais do setor de embalagem, qualidade de atendimento e qualidade de impressão são as principais razões de preferência. No setor de alimentos e bebidas, o prazo de entrega prevalece na escolha do fornecedor de sacolas, respondendo por 50% dos votos. E nas indústrias de farmacêuticos, químicos e cosméticos, dois critérios têm o mesmo peso, prazo de entrega e qualidade de atendimento, com 50% das menções cada.

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SOBRE O BLOG DA PACK

O Blog da Pack acompanha o mercado de embalagens no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades e curiosidades que envolvem toda a cadeia produtiva do setor. Este espaço é um subproduto da revista e do site Pack, editados pela redação da Editora Banas.

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TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

MARGARET HAYASAKI

Formada em jornalismo pela Universidade Paulista Júlio de Mesquita Filho (Unesp-Bauru) e pós-graduada em Comunicação Empresarial pela Faculdade Cásper Líbero, Margaret Hayasaki atua há 10 anos no jornalismo especializado em embalagem. Começou como redatora na revista Pack e hoje é editora-chefe.

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