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Motivos da cidade antiga de Estocolmo

Icone Consumo, Design | Por Margaret em 6 de dezembro de 2010

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christmasEste ano, o cartão de Natal de papel cartão fabricado pela Iggesund Paperboard desenha motivos da cidade antiga de Estocolmo, Gamla Stan. O cartão, que é postado fechado, retrata os detalhes das fachadas das construções com a ajuda de um intrincado recorte em vermelho e branco, valorizado com um verniz com brilho. O cartão é simples de ser montado e vem com uma mesa decorada medindo 115×115mm. O envelope especial foi adaptado e decorado com verniz com brilho.

 

Para a Iggesund, o cartão de Natal anual é o caminho para apresentar o que pode ser realizado com o papel cartão, não apenas com o Invercote. “Nós indubitavelmente investimos mais recursos em nossos cartões de Natal que muitas outras empresas, mas é claro que a expectativa é esses cartões inspirem o desenvolvimento de suas embalagens, usando mais papel cartão”, afirma Carlo Einarsson, diretor de comunicações de mercado da Iggesund.

 

Este ano, o papel cartão da Invercote Creato 350g/m2 foi desenvolvido e convertido pela Structural Graphics, dos Estados Unidos.

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Kopenhagen_4Nesta Páscoa, boa parte da linha de produtos da Kopenhagen será embalada pela Klabin. A empresa está fornecendo papelcartão para a Cartonagem Rosni Ltda, uma das responsáveis pelo fornecimento de algumas embalagens dos produtos da fabricante de chocolate.

O papel da Klabin já foi utilizado em diferentes embalagens da marca produzidas para o Natal e agora também será utilizado em 90% da linha de Páscoa. Produzido na Máquina de Papel nº 9 (MP9), o Klafold White que será usado para embalar os chocolates da Kopenhagen é feito a partir de um mix de fibras curtas e longas (eucalipto e pínus), que confere alta resistência ao rasgo e à compressão e ótima superfície para impressão à embalagem.
A parte interna das embalagens na coloração branca foi um grande atrativo para a empresa de chocolates aderir o papelcartão da Klabin. Devido a boa rigidez, o Klafold oferece proteção ao produto no transporte, no manuseio e na exposição no ponto-de-venda.
Outro atributo importante das embalagens desenvolvidas com papelcartão Klabin é que elas estão em linha com conceito sustentável da empresa, pois são ecologicamente corretas: 100% recicláveis, biodegradáveis e provenientes de florestas plantadas.

Nesta Páscoa, boa parte da linha de produtos da Kopenhagen será embalada pela Klabin. A empresa está fornecendo papelcartão para a Cartonagem Rosni Ltda, uma das responsáveis pelo fornecimento de algumas embalagens dos produtos da fabricante de chocolate.

O papel da Klabin já foi utilizado em diferentes embalagens da marca produzidas para o Natal e agora também será utilizado em 90% da linha de Páscoa. Produzido na Máquina de Papel nº 9 (MP9), o Klafold White que será usado para embalar os chocolates da Kopenhagen é feito a partir de um mix de fibras curtas e longas (eucalipto e pínus), que confere alta resistência ao rasgo e à compressão e ótima superfície para impressão à embalagem.

A parte interna das embalagens na coloração branca foi um grande atrativo para a empresa de chocolates aderir o papelcartão da Klabin. Devido a boa rigidez, o Klafold oferece proteção ao produto no transporte, no manuseio e na exposição no ponto-de-venda.

Outro atributo importante das embalagens desenvolvidas com papelcartão Klabin é que elas estão em linha com conceito sustentável da empresa, pois são ecologicamente corretas: 100% recicláveis, biodegradáveis e provenientes de florestas plantadas.

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Cartões Klabin atendem indústria calçadista

Icone Embalagem, insumos | Por Tatiana em 25 de novembro de 2009

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A Klabin, produtora, exportadora e recicladora de papéis, está fornecendo papelcartão para as gráficas responsáveis pelo desenvolvimento de embalagens para calçados. Empresas como a Alpargatas e a Grendene têm embalado seus produtos em caixas produzidas com papelcartão da empresa. 

O papelcartão da Klabin é produzido com um mix de fibras curtas (eucalipto) e longas (pínus), que confere resistência e ótima qualidade de impressão à embalagem. Dessa forma, é possível produzir embalagens visualmente atrativas e com forte apelo comercial por meio da aplicação de recursos gráficos como alto relevo, verniz UV e Hot Stamp, que conferem mais visibilidade ao produto no ponto de venda, requisito essencial para um segmento competitivo como o de calçados.

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Harry Potter by Rigesa

Icone Embalagem | Por Tatiana em 19 de novembro de 2009

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Harry_Potter_rigesa_blog_packA Warner Bros escolheu a Rigesa para produzir as embalagens de DVDs da coleção de filmes “Harry Potter Anos 1-6″, com tecnologia Digipak. Foram duas tiragens: a primeira, com 25 mil unidades, recebeu impressão convencional em  papelcartão Triplex Hi Bulk Premium, tinta UV (cromia) e verniz UV brilho total. Já a segunda produção, com 20 mil unidades, foi feita especialmente  a pedido de uma das mais tradicionais redes de varejo do país, que solicitou à Warner um produto diferenciado para ser revendido em suas lojas.

A luva do DVD foi impressa em  papelcartão laminado prata, que permitiu a impressão com efeitos especiais de brilho na imagem do personagem, além de ter sido impressa em alto relevo.
A Rigesa está sempre atualizada no que se refere às tecnologias, tendências e necessidades mundiais, atendendo assim, as estratégias dos seus clientes. A empresa investe constantemente em inovação e pesquisa para oferecer o que há de mais avançado em criação, impressão e produção de embalagens, por meio de equipes formadas por especialistas em design gráfico e estrutural, que garantem a exclusividade a cada projeto de embalagem.

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Ontem, no Novotel, em São Paulo, a Ibema Cia. Brasileira de Papel, realizou o 4º Seminário Técnico, com o tema Tendências e Inovações para Embalagens em Papelcartão, ministrado pela diretora da consultoria em embalagens Futurepack, Assunta Napolitano Camilo. Segundo Túlio César Reis Gomes, diretor comercial da Ibema, esse é o quarto ano que a empresa realiza o evento. Mas essa edição traz um foco mais mercadológico, diferente das outras ocasiões, quando a abordagem era mais técnica.

 

O objetivo do seminário, segundo Assunta, é despertar insights, ou seja, como os profissionais do setor de embalagem de papelcartão e da indústria de bens de consumo podem fazer melhor os seus produtos. “O evento é um convite à ousadia”, afirma a diretora.

 

Um dos mercados mais promissores para a indústria de papelcartão é o de calçados que é responsável pelo consumo médio de 103 mil toneladas do material, o equivalente a US$ 215 milhões. “Mesmo depois da entrada da China no mercado brasileiro, o setor brasileiro de calçados ainda representa uma grande oportunidade de negócio”, sentencia Assunta.

 

Depois dele, o segundo mercado é o de detergente em pó, que consome em média 65 mil toneladas de papelcartão, respondendo por US$ 83 milhões. Seguido do mercado de alimentos congelados que consome em média 40 mil toneladas de papelcartão, o equivalente a US$ 80 milhões.  

 

Mudanças e tendências

É preciso observar o que está acontecendo à sua volta e o que os consumidores estão procurando para identificar as tendências. Hoje há vários aspectos que ditam essa transformação. Entre eles estão: a mudança da estrutura familiar; o marido e a esposa trabalham; maior quantidade de solteiros; maior expectativa de vida; maior poder de decisão das crianças; mais horas no trabalho; muitos têm jornada dupla, portanto, menor disponibilidade para as atividades domésticas. “A menor disponibilidade das pessoas é uma grande oportunidade de criar novos produtos e embalagens”, exemplifica. “Por que não desenvolver um produto que permita lavar a roupa sem necessidade de passar?”.

 

Existem 18 tendências, mas 5 impactam diretamente na indústria de embalagem. São elas: conveniência, saúde, segurança, estilo de vida e sustentabilidade. “Para atender a demanda de conveniência, por exemplo, o setor de alimentos investe em  porções cada vez menores, maior número de versões de produtos, portabilidade, praticidade e facilidade de descartar”, diz Assunta. Um bom exemplo disso é a marca Renata que desenvolveu um produto que entrega conveniência em sua totalidade. Ela usou a embalagem de papelcartão para embalar a massa, o molho de tomate e o queijo ralado.

 

A nova embalagem do medicamento Viagra, da Pfizer, é uma solução que veio atender ao requisito de segurança e saúde dos consumidores. “O medicamento é um dos mais falsificados no Brasil. Para combater essa fraude, a empresa investiu em uma embalagem de papelcartão metalizada, com selo holográfico”, afirma.

 

Estilo de vida. Cada um tem o seu. Por isso, hoje, homens, mulheres e crianças são entendidos como consumidores diferentes. Para cada um deles, há uma embalagem. “E cada vez mais isso é mais importante”, salienta Assunta. “Os consumidores não querem apenas uma embalagem bonita. Eles querem indulgência”.

 

Não é moda. Sustentabilidade ambiental, social e econômica é obrigação. “Esse trabalho envolve muito mais do que o uso de material reciclado”, afirma a diretora. A marca Taeq, do grupo Pão de Açúcar, está mostrando a que veio. Ela utiliza embalagem reciclada, com informações em braile, além de trazer mensagens que ensinam o consumidor a separar os materiais de forma correta.

 

Oportunidades para o papelcartão

Para profetizar o futuro do setor de embalagem, Assunta emprestou a frase de Philip Klotter, que apesar de dita há 55 anos, ainda vale para o século 21: “a sobrevivência das empresas reside na sua capacidade de inovação e diferenciação por meio das novas marcas, conceitos e embalagens”. “A criatividade gera a ideia.  A inovação gera um produto novo. E o empreendedor é quem faz desse produto um negócio. Como a inovação expande mercado? É preciso explorar o emprego de barreiras/selagem, segurança/refechamento, cores, touch/aromas, meio ambiente, design/apresentação, combinação de materiais”, destaca a diretora.

 

Para ela, as embalagens de papelcartão podem diferenciar o produto, definir a categoria e posicionar o produto. “As embalagens de papelcartão são democráticas, populares, competitivas em grande escala, e permitem vários processos de impressão”, diz.  “Elas podem atender as principais tendências, explorar a questão da sustentabilidade. E as empresas do setor devem investir mais em inovação e, assim, participar do crescimento de vários mercados/categorias”.

 

 

    

  

  

 

 

 

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Os esforços realizados pela indústria de confeitaria para reduzir drasticamente as embalagens de ovos da Páscoa estão dando resultados, gerando benefícios em custos e em distribuição para os fabricantes e varejistas, diz WRAP (Waste & Resources Action Programme) programa financiado pelo governo do Reino Unido.

Em resposta a crescente pressão do consumidor, algumas empresas, como Mars e Cadbury anunciaram reduções significativas – de três mil toneladas – na produção de embalagem para ovos de Páscoa a cada ano. 

 

Uma recente sondagem do Comitê Consultivo de Embalagem revelou que 59% dos adultos britânicos acreditam que os ovos de Páscoa são sobreembalados. “A indústria de confeitaria está ganhando com a otimização dos custos de materiais de embalagem e melhorias na eficiência de distribuição”, afirma Mark Barthel, conselheiro especial do WRAP.

 

Mas reduzir embalagem cria desafios para os fabricantes de chocolate em termos de proteção do produto e apresentação no ponto-de-venda. Os ovos da Páscoa são tipicamente ocos e frágeis e no intuito de garantir que os produtos cheguem na prateleira sem quebrar, eles precisam ter uma solução de proteção durante a cadeia de distribuição. Além disso, os ovos de Páscoa são geralmente oferecidos aos entes queridos como presentes, por isso as embalagens representam um elemento integral da apresentação visual do produto.


No entanto, como parte de um acordo no âmbito do programa WRAP levou  grandes fornecedores como Cadbury, Kraft,  Magna e Nestlé fizessem um acordo voluntário e coletivo para reduzir significativamente as embalagens de ovos de Páscoa em 2009.

 

Cadbury: menos 25%
A Cadbury, no Reino Unido, conseguiu reduziu em 25% o uso de material de embalagem para ovos de Páscoa de tamanho médio, resultando em menos 220 toneladas de plástico, menos 250 toneladas de papelcartão e menos 90 toneladas em movimentação e embalagem-display.

A empresa também diminuiu em 36% o uso de material de embalagem para ovos de Páscoa de tamanho grande, deixando de utilizar 108 toneladas de plástico, 65 toneladas de papelcartão e 44 toneladas de papelão ondulado.

 

 

M&S: menos 30% e 90%

A varejista britânica Marks & Spencer reduziu em 30% o uso de embalagem de ovos da Páscoa e hoje utiliza materiais reciclados. O ovo de Páscoa Max a Bunny teve 90% de redução ao substituir as embalagens de plástico por filme plástico impresso. De acordo com a empresa, mais de 85% da embalagem de ovos de Páscoa M&S é reciclável e 68% de todo o plástico utilizado contêm materiais reciclados, reduzindo a necessidade do uso de plásticos virgens.

 

Mars: menos 42%

A Mars diminuiu o peso do papelcartão em 42% e reduziu a quantidade de plástico. Todas as embalagens de ovos da Páscoa apresentam 100% de papelão reciclado e levam conselhos aos consumidores sobre como e onde se pode dispor da embalagem.

 

Nestlé: menos 80%

A gigante Nestlé diminuiu em 80% o uso de embalagens plásticas para ovos de Páscoa. A empresa decidiu trocar o invólucro de plástico em torno de ovos de Páscoa pelo papelcartão, otimizando centenas de toneladas de resíduos e 30% de redução em peso da embalagem de produtos. “As alterações nas embalagens dos ovos de Páscoa resultaram na redução de mais de 700 toneladas de resíduos enviados para aterro e também têm beneficiado os varejistas com embalagens reduzidas que maximizam a eficiência da distribuição e a utilização na prateleira” disse Ralf Fiala, chefe de embalagens da Nestlé no Reino Unido.

 

 

 

 


 
 
 

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TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

MARGARET HAYASAKI

Formada em jornalismo pela Universidade Paulista Júlio de Mesquita Filho (Unesp-Bauru) e pós-graduada em Comunicação Empresarial pela Faculdade Cásper Líbero, Margaret Hayasaki atua há 10 anos no jornalismo especializado em embalagem. Começou como redatora na revista Pack e hoje é editora-chefe.

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