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Blanka: a brancura do novo papelcartão da Ibema

Icone Design, Matéria-prima | Por Tatiana em 14 de fevereiro de 2013

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O Blanka é um dos cinco lançamentos apresentados pela Ibema no final do ano passado e se destaca pelo seu

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alto índice de brancura. Com classificação FBB GC1, este novo produto entra no mercado para ser aplicado principalment

e nas áreas editorial – como agendas, apostilas e capas de livros –, promocional – como


O Blanka possui uma camada interna com fibras de alto rendimento, capa e verso com 100% de fibras curtas branqueadas, além de melhor índice de rigidez e resistência ao rasgo. Sua alta lisura e brilho permitem ganho de pontos de impressão. O novo papelcartão é comercializado nas gramaturas 190, 250, 300, 350g/m
2. calendários, catálogos, encartes, folders e malas diretas – e alguns segmentos premium – como embalagens de bebidas e chocolates.

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Papel-CartaoNa categoria de papel cartão, a Klabin é o fornecedor preferido de 40% dos respondentes. Em segundo lugar, a Suzano recebeu 25% dos votos e a Ibema conquistou a terceira posição, com 13% das menções. Nas regiões Sudeste e Sul, a Klabin obteve o maior índice de preferência, com 44% e 43% das respostas, respectivamente. Já a Suzano obteve votos em todas as regiões do Brasil – no Sudeste, 29%, Sul, 19% e Centro-Oeste, Norte e Nordeste, 20%. A Ibema mostra a sua força no Sul e no Centro-Oeste, Norte e Nordeste, onde recebeu 24% e 20% dos votos, respectivamente.

Uma atuação forte nas grandes empresas. 73% dos profissionais votaram na Klabin como fornecedor de papel cartão. A Suzano recebeu 26% dos votos de pequenas empresas, 27% das médias empresas e 18% das grandes empresas. Já a Ibema teve maior índice de votação das pequenas e médias empresas, com 17% e 15%, respectivamente.

Para escolher o fornecedor preferido de papel cartão, os respondentes utilizam dois critérios: qualidade de atendimento e gramaturas disponíveis, que receberam 42% e 40% dos votos. A qualidade de atendimento é o quesito mais importante para os respondentes da região Sul, com 52% das menções. Bem diferente do que acontece com o quesito gramaturas disponíveis que obteve índices similares em todas as regiões do Brasil, com 41% no Sudeste, 40% no Centro-Oeste, Norte e Nordeste e 38% no Sul.

Para 57% dos respondentes das indústrias de alimentos e bebidas e 50% dos profissionais dos setores de farmacêuticos, químicos e cosméticos, as gramaturas disponíveis são o motivo de preferência determinante na escolha do fornecedor de papel cartão.

As grandes empresas valorizam em igual importância a qualidade de atendimento e as gramaturas disponíveis. Ambos os quesitos receberam 55% e 64% dos votos. Para as médias empresas, os aspectos comerciais são mais importantes. 58% dos respondentes escolheram flexibilidade comercial e 46% qualidade de atendimento. Enquanto, para as pequenas empresas, os requisitos comerciais e técnicos são igualmente relevantes. Gramaturas disponíveis, prazo de entrega e disponibilidade de material na distribuição obtiveram cada um 39% dos votos.

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Embalagens-de-Papel-CartaoO mercado de embalagens de papel cartão é bastante competitivo. A diferença percentual entre o primeiro e o segundo colocado é de apenas 1%. A Box Print venceu a preferência, com 12% dos votos, enquanto a Baumgartem obteve 11% das menções. Em terceiro lugar, a Rigesa conquistou 8% dos votos. No Sul, a Box Print divide a preferência com a Centralpack Embalagens, com 24% e 19% das menções, respectivamente. No Sudeste, a preferência é mais acirrada: Box Print, Baumgarten e Rigesa obtiveram 6%, 8% e 6% dos votos cada. No Centro-Oeste, Norte e Nordeste, Box Print, Baumgarten e Brasilgráfica são os fornecedores mais citados, com 17% das respostas cada. No segmento de alimentos e bebidas, a Baumgarten é o fornecedor preferido, com 22% das menções, seguido da Box Print, com 17% dos votos, e Rigesa, com 13%. Já nos setores de farmacêuticos, químicos e cosméticos, a Box Print se mantém na liderança, com 13% das respostas. Nas grandes empresas, Box Print conquistou 18% da preferência. Enquanto, Baumgarten e Brasilgráfica conquistaram 14% das menções cada. Nas médias empresas, Baumgarten, Centralpack Embalagens e Antilhas Embalagens são os fornecedores preferidos da categoria de embalagens de papel cartão, com 10%, 13% e 13% dos votos, respectivamente. Nas pequenas empresas, Box Print e Jofer receberam 13% das respostas cada. Para eleger o fornecedor de embalagens de papel cartão, os respondentes avaliam o quesito de qualidade de impressão, que obteve 41% dos votos. Mas também qualidade de atendimento, com 35% das menções, qualidade da matéria-prima, com 32% das respostas, e flexibilidade comercial, com 31%. No Sul, qualidade de impressão é o principal motivo de preferência, com 52% das respostas. No Sudeste, qualidade de impressão e flexibilidade comercial são os quesitos mais valorizados, com 40% e 38% dos votos, respectivamente. Na região Centro-Oeste, Norte e Nordeste, a flexibilidade comercial se destaca, com 50% das menções.

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Embalagens-de-PapelA Klabin conquistou a liderança nacional no segmento de embalagens de papel, com 36% dos votos totais. Em segundo lugar, a Trombini Embalagens, com 24% das citações, e a Antilhas, em terceiro lugar, com 15% das respostas. Regionalmente, a Klabin consolida a sua força, com 33% dos votos na região Sudeste, 38% no Sul, e 50% na região Centro-Oeste, Norte e Nordeste. A Trombini Embalagens obteve maior índice de votação, com 50% dos votos no Sul. E a Antilhas conquistou 23% da preferência no Sudeste. No setor de alimentos e bebidas, a Klabin segue líder na preferência, com 52% das menções. A Trombini Embalagens obteve 24% dos votos. Já nos setores de farmacêuticos, químicos e cosméticos, três fornecedores disputam a preferência, com 23% dos votos cada: Klabin, Antilhas e Schneider Embalagens. Na análise por porte de empresa, a Klabin tem uma atuação forte nas médias e grandes empresas, com 48% e 33% dos votos. A Trombini Embalagens obteve 28% e 42% das menções das pequenas e grandes empresas, respectivamente. Já a Antilhas conquistou 17% e 16% das menções nas pequenas e médias empresas, respectivamente. Para eleger um fornecedor de embalagens de papel, os respondentes utilizam dois quesitos: qualidade da matéria-prima, com 40% dos votos, e qualidade da impressão, com 35% das menções. No Sudeste, esses critérios continuam prevalecendo, com 40% e 37% das citações. No Sul, os critérios de qualidade da matéria-prima e resistência e durabilidade são mais valorizados, com 43% e 38% dos votos. Já no Centro-Oeste, Norte e Nordeste, o motivo de preferência mais importante é a qualidade de impressão, com 75% das citações. No segmento de alimentos e bebidas, os critérios de qualidade de impressão e resistência e durabilidade são os mais relevantes, com 52% e 38% das menções, respectivamente. Já nos setores de farmacêuticos, químicos e cosméticos, o critério de qualidade de atendimento recebeu 46% das respostas. Nas médias empresas, 56% dos profissionais utilizam o quesito de qualidade da matéria-prima para escolher o fornecedor de embalagens de papel. E, nas grandes empresas, as razões de preferência de qualidade da impressão e qualidade de atendimento prevalecem, com 42% dos votos cada.

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Apesar do desempenho do primeiro semestre não ser nem de longe o cenário mais esperado pelo setor de embalagem, pois os resultados ainda são um pouco negativos, os números já permitem traçar horizontes mais promissores, com a recuperação da produção física de embalagem. Nos primeiros seis meses desse ano, a produção física decresceu 9,67% em relação a igual período de 2008. Para o ano de 2009, a previsão é de recuo de 6%. No entanto, de dezembro de 2008 a junho de 2009, a produção física mensal avançou 8,68%, segundo resultados do Estudo macroeconômico da Embalagem Abre-FGV, realizado pelo Ibre-FGV, para a associação. Salomão Quadros, coordenador de análises econômicas do Ibre/FGV, diz que mantido esse ritmo, em um semestre, a produção física mensal retornará ao nível de setembro de 2008. E a indústria de embalagens deve fechar 2009, com uma receita de R$ 33,2 bilhões. Desse total, figuram entre os setores mais representativos no bolo total da receita, a indústria de embalagens plásticas, que responde por R$ 12,3 bilhões, papelão ondulado, papel e papel cartão, R$ 9,3 bilhões, e metálicas, com R$ 5,8 bilhões.

 

As exportações diretas de embalagens registraram faturamento de US$ 159.599 mil no primeiro semestre desse ano, uma queda de 42,99% em relação ao mesmo período de 2008, quando o setor atingiu US$ 279.945 mil. A indústria de embalagens plásticas movimentou US$ 66.495 mil, metálicas, US$ 40.234 mil e papel e papelão, US$ 30.493 mil. Já as importações de embalagens, pela primeira vez, superaram as exportações, com US$ 203.848 mil no primeiro semestre de 2009 ante US$ 211.378 mil no mesmo período do ano passado. “Essa inversão na balança comercial não afetou somente o setor de embalagem, mas a indústria em geral. Mas, trata-se de uma situação transitória”, afirma Quadros.

 

O desempenho da indústria usuária de embalagem também sofreu os reflexos da crise econômica, com raras exceções, como é o caso da indústria de bebidas, com crescimento de 5,24% no primeiro semestre deste ano, a indústria farmacêutica, com 10,33%, e a indústria de perfumaria, cosméticos, exclusive sabonetes, com 1,32%. Os setores de alimentos, fumo, vestuário e acessórios, calçados e artigos de couro, e sabões, sabonetes, detergentes e produtos de limpeza amargaram um desempenho negativo.

 

Quadros também apresentou os resultados dos dados coletados em uma pesquisa qualitativa feita pela FGV, no período de 5 e 31 de julho de 2009, com 106 empresas de embalagens, que juntas movimentam R$ 16,7 bilhões em vendas e empregam 49 mil profissionais. Apesar da demanda de embalagem ainda ser considerada fraca pela maioria dos entrevistados, há uma retomada que começou a ser desenhada em abril e julho deste ano.

A dificuldade de obtenção de crédito também está deixando de ser uma restrição. Em julho de 2009, apenas 15% dos respondentes acreditavam que as condições eram mais difíceis. “Esse cenário melhora a capacidade de produção das indústrias de embalagem. Em julho deste ano, a utilização da capacidade era de 82,9%, uma diferença de 5% em relação ao mesmo período do ano passado”, afirma o economista.

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Thaís Fagury, da Abeaço (Foto: Kleber Pinto)

Thaís Fagury, da Abeaço (Foto: Kleber Pinto)

Aço, alumínio, papel, plástico e vidro dividem o mesmo espaço na Fispal Tecnologia 2009. Eles estão reunidos no Espaço Sustentabilidade, criado neste ano especialmente para empresas e associações que prezam pelo meio ambiente. Lá são apresentados os cases mais importantes realizados pela indústria de alimentos e bebidas no setor da sustentabilidade.

Thaís Fagury, gerente executiva da Associação Brasileira da Embalagem de Aço (Abeaço), conta que o estande da entidade na Fispal Tecnologia tem uma função muito pontual: divulgar as ações pelo uso do aço nas embalagens e mostrar o trabalho dos associados. “É importante reforçar para a indústria que a Abeaço se preocupa com ações sustentáveis e ainda educa o consumidor final por meio de projetos como o Lataço, uma campanha de conscientização das crianças sobre o ciclo de vida da embalagem de aço. Cerca de 25 mil crianças já participaram do projeto”, explica a gerente. (Confira abaixo vídeo sobre o Projeto Aprendendo com o Lataço).

Segundo Thaís, a visitação no estande é grande e mostra como a indústria de embalagens está preocupada em encontrar soluções viáveis com o uso do aço. “os próprios expositores se surpreendem com o que mostramos aqui. Por se tratar de uma feira de tecnologia, é fundamental essa aproximação da Abeaço com os outros participantes da cadeia”.

A mesma opinião é compartilhada por Janaína Franca, representante da Associação Brasileira do Alumínio (Abal). Para ela, mesmo com o pequeno espaço para o tema, a feira tem aproximado fornecedores e convertedores ao trabalho da entidade. “Nosso estande é institucional. Aqui divulgamos informações que talvez passem desapercebidas pelos visitantes, como o fato da embalagem de alumínio gerar empregos na economia informal”, lembra Janaína.

Janaína Franca, da Abal

Janaína Franca, da Abal

Ela conta ainda que muitos visitantes procuram o espaço da Abal em busca de fornecedores de embalagens de alumínio. “Hoje mesmo recebi um senhor que procurava empresas que fornecem embalagens para pizza em alumínio. Isso para mim é novidade”, revela a representante.

Logo ao lado do espaço da Abal fica o estande da Associação Técnica Brasileira das Indústrias Automáticas de Vidro (Abividro). Valéria Bassetto, do departamento de marketing da entidade, adianta que além da Abividro, apenas um outro estande traz as novidades em embalagem com o material. “É preciso lembrar que o vidro é 100% reciclável. Esse é o nosso foco na Fispal”, conta.

Valéria Bassetto, da Abividro

Valéria Bassetto, da Abividro

O Espaço Sustentabilidade da Fispal Tecnologia ainda conta com estandes da Plastivida, do Instituto de Embalagens, do Excelsa Instituto e da Reclicagem. Esta última oferece serviços de gestão e marketing ambiental. “Nosso trabalho é melhorar o desempenho sustentável na indústria”, resume Bruna Fernandes, bióloga especializada em meio ambiente.

Bruna conta que desde o primeiro dia da Fispal, muitas empresas tem procurado saber como oferecer alta tecnologia e reduzir custos de maneira sustentável. “Há uma preocupação das empresas sobre o tema. Algumas ainda pensam na sustentabilidade como um negócio. Mas isso já é um começo”. E iniciativas como a da Fispal Tecnologia de abrir espaço para quem pensa em sustentabilidade também.

 

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Assim como o fizeram na edição de 2007, os organizadores da 12ª edição Brasil Plast – encerrada na sexta-feira, 8, doaram todos os resíduos recicláveis para uma instituição assistencialista. A ação contou com o trabalho da empresa responsável pela limpeza do Pavilhão do Anhembi, em São Paulo.

De acordo com os organizadores do evento, todo o material reciclável coletado será vendido e terá o dinheiro da comercialização revertido para o Lar Assistencial Mãos Pequenas, em Diadema, na Grande São Paulo.

Outra ação social da Brasil Plast é a entrega de papéis, plásticos e todo o material de divulgação dos expositores para a mesma instituição. Com isso, ela pode vender o material ou utilizá-lo em atividades com crianças.

Saiba mais sobre a Brasil Plast aqui!

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Repaginado, anjinho volta a estampar papel Sublime

Icone Embalagem | Por Tatiana em 9 de março de 2009

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sublime_blog_pck_090309Havia dez anos que a Melhoramentos não revia a marca de papel higiênico Sublime. No entanto, depois de uma década, a empresa relança no mercado o produto com novos atributos e nova embalagem, criada pela M Design.

 

A começar pela embalagem, o fundo azul do pacote ganhou nova tonalidade e o desenho de anjinho – então aposentado – voltou a apelar ao emocional do consumidor (veja foto ao lado).

 

Segundo Aldo Bergamasco, diretor de marketing da Melhoramentos, a mudança veio a tempo de o produto não ficar conhecido como o “papel higiênico da vovó”.

 

O papel Sublime agora traz uma camada de lenço de papel na folha dupla, proporcionando mais maciez.

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Em mercados selecionados de embalagem em que o papel e o plástico competem, o volume de participação do plástico vai continuar a expandir, alcançando 49% até 2012. No entanto, a participação do plástico vai crescer em ritmo mais lento que na década passada, já que o número de aplicações de embalagem está parcialmente maduro.

 

Apesar disso, o aprimoramento do plástico que permite estender o shelf life do produto e aumentar a durabilidade, além de reduzir o uso do material e atender aos requisitos de conveniência como reselabilidade e cozimento a vapor vão continuar a conduzir as oportunidades para o mercado de embalagem plástica. Esta e outras tendências são apresentadas no estudo Papel x Plástico em Embalagem da Freedonia.

 

 

 

O avanço da embalagem plástica será mais lento em mercados relativamente saturados como leite e produtos panificados, embora ela irá registrar crescimento mais rápido em garrafas pequenas de leite em função da substituição das embalagens cartonadas gabletop em escolas e restaurantes de serviço rápido. Além disso, o crescimento abaixo da média também é atribuído ao menor uso de sacos plásticos no varejo, resultado das preocupações ambientais e/ou restrições legislativas.

 

 

 

Devido ao crescimento do plástico, o consumo de papel na maioria dos mercados irá ter ganhos marginais ou continuará a diminuir até 2012. Em alguns mercados – bebidas de soja, foodservice, embalagem protetora, alimentos congelados, produtos lácteos e carnes, aves e frutos do mar – o material deve manter crescimento acima da média.

 

Apesar das perspectivas para um crescimento lento da embalagem de papelcartão, embalagens cartonadas assépticas e gabletop em vários destes mercados, a demanda total de embalagens rígidas irá expandir a um ritmo semelhante ao de embalagens flexíveis baseados em crescimento acima da média de tubos, copos, bandejas, clamshells e embalagens de  duas peças de alta visibilidade.

 

 

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Overpackaging

Icone Embalagem, Vídeo | Por Tatiana em 26 de janeiro de 2009

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Há um ano na web, o vídeo “Fed Up” foi produzido pelos amigos Melinda, Eunmi e Sarah para protestar sobre o abuso de papéis e plásticos em embalagens.

 

Segundo o grupo, os Estados Unidos são campeões no envio de pequenos produtos em embalagens gigantes, com desperdício de material.

 

Irônico, o vídeo mostra o drama de uma garota ao receber sua encomenda – Um remédio para dor de cabeça – e deparar-se com o overpackaging. Confira abaixo!

 

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SOBRE O BLOG DA PACK

O Blog da Pack acompanha o mercado de embalagens no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades e curiosidades que envolvem toda a cadeia produtiva do setor. Este espaço é um subproduto da revista e do site Pack, editados pela redação da Editora Banas.

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TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

CIBELE AMARAL

Formada em Jornalismo pela Faculdade Cásper Líbero e pós-graduada em Formação para Formadores pela Universidade de Araras/SP, jornalista, docente universitária, coordenadora de projetos e parcerias. Atua há 25 anos em jornalismo. Começou como redatora na Editora Banas e hoje é editora-chefe da Revista PACK.

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