Smirnoff Ice coloca em prática no Brasil projeto global de sustentabilidade
Consumo, Embalagem, Matéria-prima, Meio Ambiente | Por Tatiana em 2 de março de 2010
Como parte de seu plano global de sustentabilidade, que visa economizar energia, evitar o desperdício de matéria prima e diminuir a emissão de gases poluentes, a Diageo apresenta a nova embalagem de Smirnoff Ice.
As novas garrafas, que entraram no mercado em janeiro deste ano, apresentam um design mais moderno, ficando ligeiramente maiores no diâmetro e menores na altura. Apesar da redução de peso de 200g para 165g de vidro, o produto mantém o volume de 275 ml, além de continuar com sua qualidade e sabor característicos.
“O ponto mais importante desta mudança é o impacto ambiental que ele traz em todo o processo produtivo da garrafa, da fabricação até o descarte”, aponta Eduardo Bendzius, diretor de marketing da Diageo. “A inovação dessa mudança não fica apenas na percepção positiva do consumidor, que terá uma garrafa mais moderna, mas é ele saber que essa mudança traz um benefício maior em toda a sua cadeia de produção”, completa Bendzius.
A nova embalagem consumirá menos energia para ser feita, pois usa cerca de 20% menos vidro em sua produção. Além disso, a menor quantidade de vidro reduz também o descarte de resíduos sólidos no meio ambiente e utilizará menos matéria prima em sua produção.
Apesar de ser a primeira iniciativa da Smirnoff envolvendo questões ambientais na produção de seus produtos no Brasil, a Diageo já é reconhecida no mundo todo por ações eco-sustentáveis. Foi uma das primeiras empresas a implantar uma destilaria com neutralização de carbono; elabora e adota soluções inovadoras para resíduos e redução de custos em várias de suas plantas, além de adotar programas de conscientização, como o GreenIQ, treinamento que educa e informa os funcionários sobre ações de sustentabilidade. Isso tudo já resultou em prêmios de reconhecimento em sete países.

O PIB em 2010 já caminha para ter um crescimento mais forte do que o de 2009. Segundo pesquisa sobre as expectativas do mercado realizada junto ao Banco Central do Brasil, a previsão de crescimento chega a 5,2%. O que deve puxar mais fortemente os números no começo desse ano são as vendas de Páscoa.
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A indústria de chocolates prevê alta de 8% nas vendas de Páscoa para este ano. Esse aumento certamente puxará o consumo de papelão, filmes e outros materiais utilizados para as embalagens de ovos, caixas de bombom e outras guloseimas típicas da época.
Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.
