C-Pack aposta em Logística Reversa para contribuir com o meio ambiente
Design, Embalagem, Meio Ambiente | Por Tatiana em 11 de março de 2013
Com utilização das caixas plásticas retornáveis a C-Pack contribui com 3.200 árvores cortadas a menos
Quando o assunto é sustentabilidade, o sistema retornável é crucial para combater as mudanças climáticas e preservar o meio ambiente. Por isso, a C-Pack utiliza o conceito de caixas plásticas retornáveis para entrega de produtos aos seus clientes. As caixas são produzidas com percentuais de aparas (sobras de produtos) da própria C-Pack, otimizando a reciclagem internamente da empresa. “Quando as entregas ocorrem com caixas de papelão ondulado, elas são descartadas após a primeira viagem de entrega de produto ao cliente, gerando resíduo na sua própria fábrica”, explica o vice-presidente de operações da C-Pack, José Maurício Coelho.
Após a entrega no cliente as caixas plásticas retornam a C-Pack onde depois de higienizadas voltam ao processo produtivo para nova armazenagem, o que permite viabilizar o ciclo de logística reversa. Com este processo, a C-Pack deixa de utilizar em média 720 mil caixas de papelão, equivalente a 320 toneladas por ano, ou seja, quantidade de material que seria descartado logo na primeira entrega de produto ao cliente. Para esse mesmo número de caixas de papelão, 72 mil caixas plásticas são necessárias para transportar a mesma quantidade de tubos em razão da logística reversa, visto que as caixas são projetadas para vida útil de 20 entregas.
A C-Pack, em parceria com clientes que cultivam as tendências sustentáveis, alcança ganhos quantitativos e qualitativos, com a logística reversa principalmente como forma direta de contribuição ao meio ambiente, evitando corte de árvores. Com a redução do uso de papelão, a C-Pack contribui com 3.200 árvores cortadas a menos.

Em outubro passado, a empresa petropolitana Garboni, em parceria com a Prefeitura Municipal de Areal (RJ), lançou o projeto Reciclando Ganha!, que visa à promoção da conscientização ambiental por meio do incentivo à coleta seletiva e à reciclagem do plástico. No lançamento do projeto estiveram presentes, além das autoridades locais, cerca de 200 crianças da rede municipal, agentes comunitários e representantes da Garboni.
Imagine a situação: um fornecedor tem de informar todos os custos ambientais da fabricação de seu produto se desejar colocá-lo na prateleira de um determinado supermercado. Essas informações são confrontadas com a dos produtos concorrentes e a análise gera um índice que mostrará ao consumidor final se esse ou aquele produto é sustentável. Difícil de conceber? Pois esse é o projeto do Wal-Mart para os próximos anos.
Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.
