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P1050196Com utilização das caixas plásticas retornáveis a C-Pack contribui com 3.200 árvores cortadas a menos

Quando o assunto é sustentabilidade, o sistema retornável é crucial para combater as mudanças climáticas e preservar o meio ambiente. Por isso, a C-Pack utiliza o conceito de caixas plásticas retornáveis para entrega de produtos aos seus clientes. As caixas são produzidas com percentuais de aparas (sobras de produtos) da própria C-Pack, otimizando a reciclagem internamente da empresa. “Quando as entregas ocorrem com caixas de papelão ondulado, elas são descartadas após a primeira viagem de entrega de produto ao cliente, gerando resíduo na sua própria fábrica”, explica o vice-presidente de operações da C-Pack, José Maurício Coelho.

Após a entrega no cliente as caixas plásticas retornam a C-Pack onde depois de higienizadas voltam ao processo produtivo para nova armazenagem, o que permite viabilizar o ciclo de logística reversa. Com este processo, a C-Pack deixa de utilizar em média 720 mil caixas de papelão, equivalente a 320 toneladas por ano, ou seja, quantidade de material que seria descartado logo na primeira entrega de produto ao cliente. Para esse mesmo número de caixas de papelão, 72 mil caixas plásticas são necessárias para transportar a mesma quantidade de tubos em razão da logística reversa, visto que as caixas são projetadas para vida útil de 20 entregas.

A C-Pack, em parceria com clientes que cultivam as tendências sustentáveis, alcança ganhos quantitativos e qualitativos, com a logística reversa principalmente como forma direta de contribuição ao meio ambiente, evitando corte de árvores. Com a redução do uso de papelão, a C-Pack contribui com 3.200 árvores cortadas a menos.

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Com a proposta de estimular a consciência ambiental dos consumidores de seus produtos cosméticos e de perfumaria, O Boticário lançou o programa Bioconsciência. Nessa iniciativa, os consumidores são estimulados a devolver as embalagens vazias dos produtos nas lojas da marca.

As embalagens recolhidas serão encaminhadas para empresas recicladoras. Essas empresas transformam as embalagens vazias em matéria-prima para ser usada em outros ciclos produtivos.  Daí nasceu o mote dessa campanha verde: “Devolva sua embalagem vazia do Boticário em nossas lojas. Ela vai se encher de vida”.

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Garboni lança projeto Reciclando Ganha

Icone Meio Ambiente | Por Tatiana em 7 de dezembro de 2009

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Projeto_garboni_blog_packEm outubro passado, a empresa petropolitana Garboni, em parceria com a Prefeitura Municipal de Areal (RJ), lançou o projeto Reciclando Ganha!, que visa à promoção da conscientização ambiental por meio do incentivo à coleta seletiva e à reciclagem do plástico. No lançamento do projeto estiveram presentes, além das autoridades locais, cerca de 200 crianças da rede municipal, agentes comunitários e representantes da Garboni.
O lançamento do projeto foi marcado pelo tom de conscientização dos estudantes para a importância da coleta seletiva e para os cuidados com o meio-ambiente. A Garboni montou um stand explicativo no qual era possível acompanhar todo o processo de produção de produtos plásticos a partir de material virgem, até a coleta e o reaproveitamento do plástico reciclado para a confecção de outros materiais.

O projeto
O Brasil recicla 53% do PET e apenas 19,8 % dos demais plásticos rígidos e flexíveis são usados em sacos de lixo e sacolas de supermercado. Todo o restante do plástico do país vai para o lixo, onde leva mais de 450 anos para se degradar.
A Garboni, em conjunto com a VC Consultoria, do Rio de Janeiro, idealizou o projeto Reciclando Ganha! que consiste em incentivar, promover e conscientizar a população visando à coleta de material plástico reciclável. Serão implantados pontos de coleta seletiva em escolas municipais para obtenção de embalagens e tampas em PEAD (polietileno de alta densidade), PP (polipropileno) e PET (politeraftalato de etileno). O Município contará com o apoio de agentes comunitários para sensibilização da população em todos os bairros.

O material plástico coletado em Areal será recolhido, separado, prensado e coletado para envio à filial de reciclagem da Garboni em Xerém, a RECICAP, para que seja transformado novamente em matéria prima própria para a utilização. Os valores obtidos pelo município, com a venda dos materiais, serão revertidos para o beneficio da população. Além disso, o projeto pretende promover a educação ambiental e o debate sobre reciclagem e sustentabilidade com professores e alunos da região.

Com cerca de 12 mil habitantes, o Município de Areal foi escolhido para ser a base do projeto-piloto e, posteriormente, o Reciclando Ganha! poderá ser estendido a cidades vizinhas, inclusive Petrópolis e seus distritos, além da Baixada Fluminense. 

Todo o plástico recolhido no projeto passará por um processo de reaproveitamento no centro de reciclagem RECICAP, filial da Garboni instalada em Xerém, distrito de Duque de Caxias (RJ). O material será utilizado como matéria-prima destinada à produção de materiais plásticos inovadores, como paletes plásticos. Com esta atitude, a Garboni reforça seu compromisso com a promoção da responsabilidade sócio-ambiental visando a reduzir os impactos causados pelas embalagens vazias no ambiente. O projeto de reciclagem possibilita que a empresa proporcione à sociedade inúmeros benefícios, como ações educacionais, geração de renda para o município parceiro, além de fechar o ciclo de reciclagem do material plástico.

Parceria entre iniciativa privada, governo municipal e a comunidade local
Um dos grandes diferenciais do projeto Reciclando Ganha! é a união de forças da iniciativa privada, do governo municipal e das ações da comunidade local na implantação da coleta seletiva. A meta é gerar renda com a coleta seletiva do lixo e conscientizar a população sobre os cuidados com o equilíbrio do meio-ambiente.

Em Areal, o projeto terá 12 escolas municipais participantes e vinte e nove agentes comunitários atuando na região. O município pretende também se beneficiar da Lei do ICMS Verde sancionada pelo governador Sérgio Cabral em outubro de 2007, que estabelece novas regras para o repasse de ICMS aos 92 municípios do Estado do Rio de Janeiro que investem na preservação ambiental.

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Na última semana, o Presidente da Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis (Abief), o empresário Alfredo Schmitt, comemorou a publicação no Diário Oficial da lei 13.272, que proíbe a disponibilização de sacolas plásticas, no Rio Grande do Sul, fora dos padrões estabelecidos pela norma ABNT 14.937. “A ABIEF parabeniza o deputado Giovani Cherini pela autoria do projeto, a Assembléia Legislativa por ter aprovado com maioria e a governadora Yeda Crusius por ter sancionado. Essa lei é um marco no consumo responsável de sacolas plásticas no Brasil”, destacou Schmitt.

Desta forma, o Rio Grande do Sul é o primeiro Estado brasileiro a normatizar o uso de sacolas plásticas e, com certeza, será exemplo para uma legislação nacional. “Com sacolas mais resistentes, reduzimos o consumo.” Schmitt lembrou ainda que a lei está alinhada com os princípios do Programa de Qualidade e Consumo Responsável de Sacolas Plásticas, encabeçado pela ABIEF em parceria com a Plastivida, e com o SustenPlast, do Sindicato das Indústrias de Material Plástico no Estado do Rio Grande do Sul (Sinplast); ambos buscam contribuir para uma mudança cultural sobre o uso, descarte correto e reciclabilidade do plástico e a conseqüente valorização de toda a cadeia produtiva.

A norma ABNT 14.937 prevê que as sacolas plásticas tenham a espessura mínima de 0,027 milímetros e tragam a indicação, em quilograma, da carga que suportam. Os estabelecimentos do Rio Grande do Sul terão um prazo de 180 dias para se adequarem à norma.

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Um levantamento do inpEV –  instituto que tem entre suas associadas as indústrias fabricantes de defensivos agrícolas – mostra que o volume de embalagens vazias de agrotóxicos destinadas pelas unidades de recebimento de São Paulo de janeiro a setembro deste ano cresceu 11,6% em relação ao mesmo período de 2008. 

Foram encaminhadas ao destino final ambientalmente correto (reciclagem ou incineração) 2.747,5 t, contra 2.462,8 t referentes ao ano passado, números que classificam o Estado entre os que mais destinam embalagens como Mato Grosso e Paraná. Hoje, São Paulo é responsável por 12,7% do total destinado no País. Somente no mês de setembro, foram processadas 186 t de embalagens vazias de defensivos agrícolas. 

Os bons índices conquistados pelo sistema de destinação final no Estado são possíveis graças a ações conjuntas que envolvem agricultores, distribuidores e cooperativas, indústria e poder público, representado em São Paulo pela Coordenadoria de Defesa Agropecuária (CDA), Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental (Cetesb), Secretaria Estadual da Agricultura e Secretaria Estadual do Meio Ambiente.

Brasil ultrapassa as 20 mil toneladas de embalagens vazias de agrotóxicos destinadas no ano

Nos primeiros nove meses do ano, foram retiradas do meio ambiente 21.694,2 toneladas de embalagens vazias de agrotóxicos. Segundo dados do inpEV, esse volume representa um crescimento de 14% em relação ao mesmo período do ano passado, quando as unidades de recebimento de todo o país destinaram 19.026,8 toneladas.

De acordo com João Cesar Rando, diretor-presidente do inpEV, ultrapassadas as 20 mil toneladas ainda em setembro, a expectativa é de fechar o ano com um volume em torno de 28 mil toneladas de embalagens destinadas.

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Américo Dénes, diretor-geral da divisão de embalagens na América Latina da Saint-Gobain Embalagens

Américo Dénes, diretor-geral da divisão de embalagens na América Latina da Saint-Gobain Embalagens

Depois do lançamento na França, Estados Unidos, Argentina e Chile, o projeto Ecova, desenvolvido pela multinacional francesa Saint-Gobain Embalagens, chega ao Brasil. As garrafas de vidro Ecova serão lançadas no primeiro semestre de 2010 para envase de vinhos. A expectativa da empresa é comercializar cerca de 30% de seu volume nessa nova concepção. Mas, em longo prazo, o objetivo é oferecer um portfolio completo de embalagens ecologicamente corretas para todos os segmentos de mercado na qual ela atua, como cervejas, destilados, alimentos.

Focado no desenvolvimento de embalagens de vidro eco-projetadas, o projeto prevê a redução do impacto ambiental global sobre o meio ambiente. Segundo Jérôme Fessard, presidente mundial do setor de embalagens da Saint-Gobain Embalagens, a companhia está sempre buscando conceber materiais que aumentam o valor do produto envasado no vidro e que reduz o impacto ambiental. “Esse desenvolvimento é muito importante para o nosso futuro”, afirma. A divisão de embalagem representa 8% dos negócios do grupo mundial Saint-Gobain que tem na construção civil o seu core business.

As novas embalagens têm um peso significativamente menor do que as embalagens comuns, utilizando até 15% menos matéria-prima e, consequentemente, menos energia na sua fabricação. Américo Dénes, diretor-geral da divisão de embalagens na América Latina da Saint-Gobain Packaging, diz que uma garrafa de vidro que pesava 460 gramas agora vai pesar 400 gramas. “Esse é apenas um exemplo”, informa.

Também é possível atingir uma redução de 15% na emissão de CO2 durante o processo produtivo. Para cada 10% a mais de caco de vidro reciclado, a energia na produção de garrafas é reduzida em até 4%. Por serem mais leves do que as garrafas comuns, também favorecem a redução das emissões durante transporte dos produtos. O resultado é uma redução de 6% na emissão de poluentes e até mil unidades a mais por carregamento (um palete extra por caminhão).

Segundo Dénes, os investimentos no projeto Ecova se dividem em duas etapas. “A primeira está relacionada à concepção das garrafas, com investimentos em engenharia, perfis e espessuras. A segunda etapa se refere à conformação de todos os novos moldes para os novos modelos de garrafas de vidro. Além disso, como os produtos são mais leves, o ajuste fino é mais complexo para ser obtido”, explica o executivo.

Hoje a operação brasileira da Saint-Gobain Embalagens utiliza 150 mil toneladas de vidro reciclado/ano na sua produção de garrafas de vidro (800 milhões de garrafas e potes em 2008), dos quais 120 mil toneladas/ano de caco externo reciclado e 30 mil toneladas/ano de caco próprio. Mas, esse conceito já utilizado pela matriz francesa há 35 anos.

Crescimento no Brasil

A Saint-Gobain Embalagens registrou um crescimento de 5,5% no primeiro semestre de 2009. O resultado é reflexo da confiança que a empresa tem depositado no mercado brasileiro, mesmo com os impactos da crise financeira mundial. Nos últimos três anos, a companhia investiu US$ 67 milhões em máquinas, sistemas de produção e novos negócios. Até o final de 2014, a perspectiva é que sejam designados mais US$ 103 milhões nas três unidades industriais existentes no Brasil: São Paulo (capital), Porto Ferreira (interior-SP) e Campo Bom (RS).

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Empresas como a Coca-Cola e a Ambev chegam a pagar R$ 250 mil de multa por não cumprirem uma lei que as obriga a recolher 50% das embalagens de seus produtos. Quem traz a notícia é o jornal “Valor Econômico” desta segunda-feira, 14.

Segundo a publicação, a prefeitura de São Paulo também multou a Petrobras e a Shell. Em outros estados a situação é semelhante. No Paraná, Philips, GE, Osram e Sylvania acumulam dívidas de quase R$ 4 milhões cada uma pelo mesmo motivo.

Para essas empresas, atender à lei é impraticável. As secretarias de Meio Ambiente usam legislação local e estadual para atormentar as empresas citadas.

No caso paulistano, “os percentuais de recolhimento são extremamente elevados”, disseram as associações das indústrias de cosméticos e produtos de limpeza ao “Valor Econômico”. O secretário do Meio Ambiente de São Paulo, Eduardo Jorge, disse ao jornal que as empresas foram notificadas no final de agosto e não deram nenhum retorno.

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wal_martImagine a situação: um fornecedor tem de informar todos os custos ambientais da fabricação de seu produto se desejar colocá-lo na prateleira de um determinado supermercado. Essas informações são confrontadas com a dos produtos concorrentes e a análise gera um índice que mostrará ao consumidor final se esse ou aquele produto é sustentável. Difícil de conceber? Pois esse é o projeto do Wal-Mart para os próximos anos.

O maior grupo varejista do mundo pretende criar um “selo verde” para os produtos que oferece em suas gôndolas, partindo de informações dos próprios fornecedores. Com isso, o Wal-Mart quer demonstrar sua preocupação com o meio ambiente e, claro, selecionar seus parceiros.

Segundo o “The Wall Street Journal”, a análise de fornecedores será rígida e deve entrar em vigor a partir de 2011. O Wal-Mart quer fixar metas audaciosas para redução de consumo de energia, corte de desperdício e lançamento de produtos sustentáveis.

Ainda de acordo com a publicação, os selos verdes devem ser aplicados em cinco anos e afetarão cerca de 100 mil fornecedores.

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A rede britânica de supermercados Sainsbury vai reduzir o peso das embalagens dos produtos em 33% até 2015 e, para isso, vai fiscalizar os processos.

O supermercado já substituiu a caixa do cereal Basic Rice Pops por uma embalagem plástica individual 100% reciclável e planeja introduzir essa mudança em outros cereais.

A embalagem de papel cartão de pratos prontos, como pizzas, também será reduzida.

De acordo com o supermercado, essa ação vai permitir a redução do uso de mais de 50 mil toneladas de material de embalagem ao ano. 

 



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 A Nestlé se uniu a diversos parceiros industriais para patrocinar uma pesquisa sobre bioplásticos, que será realizada pela Ecole des Mines, de Paris, na França, que tem amplo conhecimento sobre as propriedades físicas e químicas dos polímeros, assim como sobre o seu processamento. Esse tipo de colaboração é a primeira do tipo, realizada no mundo, na ciência dos bioplásticos.  Esse programa de pesquisa vai estudar as propriedades dos polímeros derivados de recursos renováveis, bem como suas aplicações industriais. “Nós consideramos que esse é o começo de uma nova era dos bioplásticos. Hoje, nós estamos apenas começando uma longa jornada em pesquisa e desenvolvimento. Ainda há muito trabalho científico e técnico para ser feito até obter materiais que realmente possam atender aos requisitos de uma embalagem de alimentos e que sejam utilizados em larga escala”, explica Anne Roulin, diretora global de embalagem da Nestlé. 


Além da contribuição financeira de 60 mil euros/ano por cinco anos, a Nestlé vai trazer para o mercado uma longa experiência em bioplásticos e fortalecer o conhecimento na área de embalagem com essa parceria.

Nestlé e bioplásticos
 A Nestlé está comprometida com a contínua redução do impacto ambiental de seus produtos. Os materiais de embalagens derivados de recursos renováveis, como bioplásticos, são um dos caminhos para atingir esse objetivo. 

 

O novo programa de pesquisa é um complemento das parcerias existentes entre a Nestlé com seus fornecedores de materiais. A empresa já introduziu materiais bioplásticos em produtos selecionados. Por exemplo, a Nestlé trabalhou com a Uflex, fornecedor indiano de embalagem, para introduzir um filme PET, produzido  com 30% de melaço da cana-de-açúcar.   Esse material foi utilizado em sachês e pouches na Índia e alguns outros países da Ásia em aplicações como macarrão, sopas e molhos Maggi. O filme PET também é 15% mais fino em comparação ao padrão mundial de 12 micra.
 

A introdução de outros materiais bioplásticos vai continuar, afirma a Nestlé, sempre que a empresa encontrar altos padrões de qualidade e de segurança para proteger o produto e quando existe o benefício real ao meio ambiente.

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SOBRE O BLOG DA PACK

O Blog da Pack acompanha o mercado de embalagens no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades e curiosidades que envolvem toda a cadeia produtiva do setor. Este espaço é um subproduto da revista e do site Pack, editados pela redação da Editora Banas.

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TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

CIBELE AMARAL

Formada em Jornalismo pela Faculdade Cásper Líbero e pós-graduada em Formação para Formadores pela Universidade de Araras/SP, jornalista, docente universitária, coordenadora de projetos e parcerias. Atua há 25 anos em jornalismo. Começou como redatora na Editora Banas e hoje é editora-chefe da Revista PACK.

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