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Maquinas-OffsetNa categoria de máquinas offset, a Heidelberg continua reinando absoluta, com 50% dos votos totais. No ano passado, a empresa conquistou 47% das menções. Bem distante, em segundo lugar, está a Man Ferrostaal, com 19% das menções e a Rotatek, com 12% dos votos, em terceiro lugar. A ampla liderança da Heildelberg é explicada pela sua presença em todas as regiões do Brasil, onde obteve 50% dos votos. A Man Ferrostaal disputa a preferência com a Heidelberg na região Centro-Oeste, Norte e Nordeste, onde a empresa obteve 50% das menções. Já a Rotatek foi mencionada por 17% dos respondentes da região Sudeste.

No segmento de alimentos e bebidas, a Heidelberg conquistou 57% da preferência. Enquanto a Man Ferrostaal obteve 25% dos votos do setor de embalagem e a Rotatek é o fornecedor preferido do segmento de farmacêuticos, químicos e cosméticos, com 100% das menções.

A força da Heidelberg também está presente nas pequenas e grandes empresas, com 54% e 75% das respostas. A Man Ferrostaal obteve 23% e 22% das menções de pequenas e médias empresas. Já a Rotatek conquistou maior preferência nas médias empresas, com 22% das respostas.

Para eleger um fornecedor de máquinas offset, os respondentes consideraram como mais importantes os argumentos técnicos. Performance e desempenho, qualidade da assistência técnica e qualidade de impressão foram citados por 42%, 35% e 35% dos respondentes. No Sudeste, qualidade da assistência técnica e performance e desempenho têm praticamente igual importância, com 39% e 44% das respostas. No Sul, o quesito de qualidade de impressão é o mais relevante, com 67% das menções, seguido do critério de performance e desempenho, com 50% dos votos. Na região Centro-Oeste, Norte e Nordeste, um conjunto de razões de preferências é considerado na hora de escolher o fornecedor de máquinas offset. Performance e desempenho, qualidade da assistência técnica, qualidade de atendimento e número de cores foram citados por 50% dos profissionais.

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Maquinas-FlexograficasNo setor de máquinas flexográficas, não há uma ampla liderança. O mercado é bastante competitivo, com várias empresas dividindo a preferência. A Feva é o fornecedor preferido, com 18% dos votos. Em segundo lugar, a Carnevalli obteve 15% das menções. Em terceiro lugar, a Maq Flex obteve 10% das respostas. Feva e Carnevalli disputam a preferência dos profissionais do Centro-Oeste, Norte e Nordeste, com 50% das menções cada. No Sudeste, o cenário é o mesmo, mas com índices inferiores, 15% dos votos. No Sul, a Feva disputa a preferência com a Maq Flex e a Comexi do Brasil, com 20% das respostas cada. Enquanto a Carnevalli recebeu 10% dos votos.

No segmento de embalagens, a Feva e a Carnevalli obtiveram 21% das respostas cada. No setor de alimentos e de bebidas, Carnevalli, Maq Flex, Comexi do Brasil e Flexo Tech disputam a preferência do setor, com 25% das menções cada. Já no segmento de farmacêuticos, químicos e cosméticos, a Feva conquistou 29% dos votos.

Os argumentos comerciais prevalecem na escolha do fornecedor de máquinas flexográficas. Performance e desempenho e qualidade de impressão receberam 51% e 41% das menções, respectivamente. No Centro-Oeste, Norte e Nordeste, o quesito de performance e desempenho foi citado por 100% dos respondentes. Na região, os critérios de qualidade de impressão e qualidade de assistência técnica obtiveram 50% das respostas. No Sul, a flexibilidade comercial é o requisito mais valorizado pelos respondentes, com 60% dos votos. No Sudeste, performance e desempenho e qualidade de impressão são os motivos de preferência mais importantes, com 52% e 41% das respostas.

No segmento de embalagens, performance e desempenho e flexibilidade comercial foram mencionados por 54% dos respondentes. No setor de alimentos e bebidas, qualidade de impressão é o quesito mais relevante, com 75% das menções. E nos setores de farmacêuticos, químicos e cosméticos, os critérios de qualidade da assistência técnica e qualidade de atendimento obtiveram 57% das menções cada.

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Maquinas-de-Vacuum-FormingNo mercado de máquinas de vacuum forming, a disputa da preferência concentra-se, notadamente, entre três fornecedores: Renamak, com 26% dos votos, Eletro Forming, com 22%, e Himafe, com 19%. A Renamak tem uma atuação exponencial na região Sudeste, onde obteve 40% dos votos. A Eletro Forming recebeu 27% das menções no Sudeste e 20% no Sul. Já a Himafe é o fornecedor preferido no Centro-Oeste, Norte e Nordeste, com 50% das respostas.

Renamak e Eletro Forming são os fornecedores mais lembrados pelas médias empresas, com 50% das menções cada. Já a Himafe foi citada por 25% dos profissionais de pequenas empresas e por 20% dos respondentes das grandes empresas.

O prazo de entrega é a principal razão de preferência na escolha de um fornecedor de máquinas de vacuum forming, com 52% dos votos. Depois, os respondentes elencaram os quesitos de disponibilidade de peças de reposição e qualidade da assistência técnica, com 44% e 41% das respostas, respectivamente.

No Sul, o critério de prazo de entrega é o mais valorizado pelos profissionais, com 60% das respostas. No Sudeste, o quesito de qualidade da assistência técnica é o principal motivo de preferência, com 67% dos votos. E, no Centro-Oeste, Norte e Nordeste, a disponibilidade de peças de reposição é a razão de preferência mais votada, com 100% das menções.

No setor de embalagens, três quesitos são mais importantes: prazo de entrega, com 67% dos votos, além de qualidade da assistência técnica e flexibilidade comercial, com 50% das menções cada. No segmento de alimentos e bebidas, prazo de entrega e flexibilidade comercial obtiveram 63% e 50% das respostas. Já nas indústrias de farmacêuticos, químicos e cosméticos, o prazo de entrega é o quesito mais valorizado por 100% dos respondentes.

Nas grandes empresas, o critério de disponibilidade de peças de reposição foi mencionado por 80% dos profissionais. Nas médias empresas, a qualidade da assistência técnica é a mais votada, com 83% das menções. E, nas pequenas empresas, duas razões são mais relevantes: prazo de entrega e flexibilidade comercial, com 56% e 44% das respostas, respectivamente.

No mercado de máquinas de vacuum forming, a disputa da preferência concentra-se, notadamente, entre três fornecedores: Renamak, com 26% dos votos, Eletro Forming, com 22%, e Himafe, com 19%. A Renamak tem uma atuação exponencial na região Sudeste, onde obteve 40% dos votos. A Eletro Forming recebeu 27% das menções no Sudeste e 20% no Sul. Já a Himafe é o fornecedor preferido no Centro-Oeste, Norte e Nordeste, com 50% das respostas.
Renamak e Eletro Forming são os fornecedores mais lembrados pelas médias empresas, com 50% das menções cada. Já a Himafe foi citada por 25% dos profissionais de pequenas empresas e por 20% dos respondentes das grandes empresas.
O prazo de entrega é a principal razão de preferência na escolha de um fornecedor de máquinas de vacuum forming, com 52% dos votos. Depois, os respondentes elencaram os quesitos de disponibilidade de peças de reposição e qualidade da assistência técnica, com 44% e 41% das respostas, respectivamente.
No Sul, o critério de prazo de entrega é o mais valorizado pelos profissionais, com 60% das respostas. No Sudeste, o quesito de qualidade da assistência técnica é o principal motivo de preferência, com 67% dos votos. E, no Centro-Oeste, Norte e Nordeste, a disponibilidade de peças de reposição é a razão de preferência mais votada, com 100% das menções.
No setor de embalagens, três quesitos são mais importantes: prazo de entrega, com 67% dos votos, além de qualidade da assistência técnica e flexibilidade comercial, com 50% das menções cada. No segmento de alimentos e bebidas, prazo de entrega e flexibilidade comercial obtiveram 63% e 50% das respostas. Já nas indústrias de farmacêuticos, químicos e cosméticos, o prazo de entrega é o quesito mais valorizado por 100% dos respondentes.
Nas grandes empresas, o critério de disponibilidade de peças de reposição foi mencionado por 80% dos profissionais. Nas médias empresas, a qualidade da assistência técnica é a mais votada, com 83% das menções. E, nas pequenas empresas, duas razões são mais relevantes: prazo de entrega e flexibilidade comercial, com 56% e 44% das respostas, respectivamente.

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Maquinas-de-RotogravuraNa categoria de máquinas de rotogravura, a Profama é a líder, com 37% dos votos. Em segundo lugar aparece a Coras do Brasil, com 25% das respostas. Empatadas em terceiro lugar, a Bobst e a Windmoeller obtiveram 12% das menções. A Profama obteve 40% da preferência no Sudeste e 33% no Sul. A Coras do Brasil conquistou 20% dos votos no Sudeste e 33% no Sul. E a Bobst e a Windmoeller dividem a preferência no Sudeste, com 20% das respostas cada.

No segmento de alimentos e bebidas, a Profama foi citada por 100% dos respondentes. A Coras do Brasil obteve 25% da preferência do setor de embalagens e 33% dos setores farmacêuticos, químicos e cosméticos. Já Bobst e Windmoeller disputam a preferência no setor de embalagens, com 25% das menções cada.
O critério de preferência mais citado para a escolha do fornecedor de máquinas de rotogravura é qualidade da assistência técnica, com 75% dos votos. Em seguida, aparece performance e desempenho, com 50% dos votos. Na região Sul e Sudeste, o quesito de qualidade da assistência técnica é o mais valorizado pelos respondentes, com 100% e 60% dos votos. Já os atributos de performance e desempenho e qualidade de impressão foram mais citados no Sul, com 67% de menções cada.

O quesito qualidade de assistência técnica também é o motivo de preferência unânime nos segmentos de embalagens, alimentos e bebidas e farmacêuticos, químicos e cosméticos, com 100% das respostas cada. Já a rentabilidade do equipamento foi mencionada por 100% dos respondentes do setor de alimentos e bebidas.

Na análise por tamanho de empresa, performance e desempenho são valorizados nas pequenas e médias empresas, com 50% das respostas. O mesmo acontece com qualidade da assistência técnica que foi citada por 75% dos respondentes das pequenas e médias empresas. E o critério rentabilidade do equipamento foi citado por 50% dos profissionais de médias empresas.

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maquinas-de-embalarNa categoria de máquinas de embalar, a Masipack é a marca preferida por 21% dos respondentes. Em segundo e terceiro lugares, a disputa pela preferência é acirrada entre a Oystar Fabrima e a Ulma Packaging, com 13% e 11% dos votos, respectivamente. A disputa da preferência no setor é acirrada na região Sudeste. A Masipack mantém a liderança, com 20% das respostas, mas compete com um grupo de três fornecedores: a Ulma Packaging (15%), Tectron Brasil (13%) e Roberto Bosch Tecnologia de Embalagem (10%).

No Sudeste, Masipack e Fabrima são os fornecedores preferidos dos respondentes, com 25% e 20% das menções. No Centro-Oeste, Norte e Nordeste, as duas empresas continuam brigando pela preferência, com 18% das respostas cada.

No segmento de embalagens, a Ulma Packaging é o fornecedor mais lembrado, com 24% dos votos. Na indústria de alimentos e de bebidas, a Fabrima obteve 16% das menções. Já no setor de farmacêuticos, químicos e cosméticos, a Masipack conquistou 33% dos votos, enquanto a Tectron Brasil, 22%.
Para eleger um fornecedor do setor de máquinas de embalar, os respondentes privilegiam argumentos técnicos e comerciais. Performance e desempenho e qualidade da assistência técnica obtiveram 80% e 72% dos votos. Esses requisitos são unânimes em todo o Brasil. No Sudeste, no Sul e no Centro-Oeste, Norte e Nordeste, o requisito de performance e desempenho conquistou, respectivamente, 75%, 91% e 85% das menções. Já o critério de qualidade de assistência técnica obteve 78% das respostas no Sudeste, 64% no Centro-Oeste, Norte e Nordeste e 65% no Sul.

Nas pequenas e médias empresas, o atributo de performance e desempenho obteve o maior índice percentual, com 83% e 81% dos votos. Nas médias empresas, a qualidade da assistência técnica recebeu 76% das respostas. Nas grandes empresas, três quesitos são igualmente importantes: performance e desempenho, qualidade da assistência técnica e disponibilidade de peças de reposição, com 67% das menções.

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Maquinas-de-Corte-E-VincoNo mercado de máquinas de corte e vinco, novamente, a Bobst é o fornecedor preferido, com 23% dos votos totais. No ano passado, a empresa ganhou a primeira posição, com 50% da preferência. Em segundo lugar, a Feva obteve 19% das menções. Em terceiro lugar, a Himafe conquistou 12% das respostas. No Sul, a empresa foi citada por 33% dos respondentes e 24%, no Sudeste. A Feva é o fornecedor preferido nas regiões do Centro-Oeste, Norte e Nordeste, com 50% da preferência. E, no Sul, a empresa disputa a preferência com a Bobst e a Himafe, com 33% dos votos cada.

Nas médias empresas, a Bobst reina absoluta, com 43% dos votos. A Feva foi citada por 22% das pequenas empresas. E a Himafe obteve 100% dos votos dos profissionais que atuam nas grandes empresas.

Os argumentos técnicos e comerciais prevalecem na escolha do fornecedor de máquinas de corte e vinco. Precisão do corte e qualidade de assistência técnica foram os quesitos mais citados pelos respondentes, com 46% e 42% dos votos. No Sul, os critérios de qualidade da assistência técnica e performance e desempenho das máquinas são mais valorizados pelos respondentes, com 67% das menções cada. No Sudeste, precisão do corte e qualidade da assistência técnica são os principais motivos de preferência, com 48% e 43% dos votos. Já no Centro-Oeste, Norte e Nordeste, quatro requisitos são igualmente importantes para os respondentes, com 50% das menções cada: precisão do corte, disponibilidade de peça e de reposição, flexibilidade comercial e qualidade de atendimento.

No segmento de embalagens, três critérios são mais importantes: precisão do corte, qualidade da assistência técnica e performance e desempenho que receberam 43% dos votos cada. Nos setores de alimentos e bebidas e farmacêuticos, químicos e cosméticos, o quesito de precisão do corte foi mencionado por 100% dos respondentes.

Nas grandes empresas, dois quesitos obtiveram 100% das menções: precisão do corte e performance e desempenho. Nas médias empresas, precisão do corte e qualidade da assistência técnica são os principais motivos de preferência de um fornecedor de máquinas de corte e vinco, com 57% das menções cada. Nas pequenas empresas, precisão do corte, qualidade da assistência técnica e flexibilidade comercial conquistaram 39% dos votos cada.

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Os expositores da 25ª edição da Fispal Tecnologia saíram do Pavilhão de Exposições do Anhembi, em São Paulo, na sexta-feira, 19, com a sensação de dever cumprido. Ao menos grande parte dos entrevistados pelo Blog da Pack confirmaram o que os organizadores do evento esperavam: público qualificado e reaquecimento do mercado.

Os números oficiais ainda não foram divulgados, mas de acordo com a Brazil Trade Show – promotora e organizadora da feira -, a Fispal Tecnologia recebeu mais de 60 mil pessoas em quatro dias de evento e deve gerar cerca de R$ 4 bilhões em negócios nos próximos 12 meses.

Fernanda Bambino, gerente geral da Fortress Technology, contou que muitos detectores de metais foram vendidos na feira. “Estamos muito satisfeitos porque a feira nos deu o reconhecimento da marca que procurávamos. Pudemos, inclusive, vender equipamentos”, festeja. Muitas das máquinas expostas no estande não voltarão para o depósito da Fortress.

Para Nilson José Gavioli, diretor da JPJ Máquinas, a Fispal Tecnologia superou as expectativas de negócios da empresa desde o seu primeiro dia. “Nós participamos da feira há 16 anos, mas esse ano foi bem atípico em termos de resultado por conta dos dois lançamentos: a rotuladora automática para rótulos autoadesivos JP-5-AD e a rotuladora automática para rótulos em bobina de BOPP JP-7-LB. Nós já vendemos seis equipamentos JP-5-AD e mais de 15 modelos JP-7-LB”, informa. “A Fispal Tecnologia é importante porque sempre traz resultados”.

Quem também vendeu bastante foi a PaleTrans. Em apenas dois dias de feira cerca de 25 equipamentos foram vendidos no próprio estande. “Viemos sem a perspectiva de vendas. Esperávamos vender depois do evento”, conta Célia Eunice Vieira Sanchez, responsável pelo marketing da empresa.

Na opinião de Silvio Rotta, diretor-comercial da Krones, a Fispal Tecnologia também foi muito boa. “A qualidade de visitação dos clientes tem se mantido. Nós conseguimos atingir o nosso objetivo, ou seja, falar com os principais clientes do mercado de bebidas para gerar futuros negócios”. E mais: “Também prospectamos novos clientes com a aquisição 100% da Kosme, que vai atender as pequenas cervejarias”.        

Enquanto muitos fechavam negócios na feira, outros apenas celebravam o reaquecimento do mercado. A fabricante de motores elétricos Weg usou seu estande para receber parceiros. “Nosso trabalho aqui é institucional. Essa é uma feira que preparamos antes, disponibilizando motores para grandes indústrias exporem suas soluções”, conta Paulo Donizetti, gerente de marketing da empresa.

Waldomiro Modena Filho, presidente da Festo do Brasil, também visitou amigos e clientes. “É muito bom ver a cor cinza e azul espalhadas na feira”, brincou, se referindo aos parceiros que usaram equipamentos da Festo em suas máquinas. “A Fispal é a celebração de que o mercado está reagindo e nossos clientes são a prova disso. Eles estão vendendo”.

A Fispal Tecnologia contou ainda com o X Congresso da Associação Brasileira de Movimentação e Logística (ABML) e o Simpósio Internacional de Processamento de Alimentos e Bebidas, realizados durante a feira. “Quem visita a Fispal busca conteúdo, informações específicas de negócios e novidades sobre o setor em que atua. E aqui nós tivemos tudo isso”, pontua o coordenador do Núcleo de Estudos da Embalagem da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), Fabio Mestriner. “Foi uma experiência muito rica”.

A Fispal Tecnologia já tem data marcada em 2010, acontecerá entre os dias 8 e 10 de junho, em São Paulo.

(colaborou Margaret Hayasaki)

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box_liner_raumak_blo_packA busca por novas tecnologias e tendências de mercado faz com que a Raumak Máquinas esteja na vanguarda do segmento de empacotadoras, enfardadoras e encaixotadoras. Os mais recentes resultados dessa gestão inovadora da empresa são dois lançamentos feitos na Fispal Tecnologia  – a encaixotadora automática Boxer Line Silver para linha de caixas Case Pack e uma paletizadora automática de fardos ou caixas Pallet Line, que apresenta conceito inovador, desenvolvido pela italiana Dynamic. Segundo Raulino Kreis Junior, diretor-presidente da Raumak Máquinas, a Boxer Line Silver é um desenvolvimento 100% Raumak e vem atender a uma tendência de mercado por maior automação no final de linha. “O equipamento arma a caixa, acondiciona o produto, além de programar a quantidade de embalagens e as camadas, e fecha a caixa automaticamente, com fita adesiva ou hot melt”, diz.

Com transferência de tecnologia, a Raumak Máquinas construiu a paletizadora automática que já é um equipamento consagrado na Europa, com 10 anos de mercado. “Essa parceria foi possível graças ao primeiro contato feito com a Dynamic, na Fispal Tecnologia 2008. A feira não representa somente vendas, mas também a possibilidade de realizar parcerias e joint-ventures”, destaca o diretor-presidente. “O equipamento realiza um trabalho similar ao de um robô. O custo de aquisição da paletizadora automática é bem atrativo, representando apenas 50% a 60% do valor que seria desembolsado para adquirir um robô”, afirma Kreis Junior.

Segundo ele, os dois lançamentos atendem a demanda das empresas por maior produtividade no final de linha, melhor controle da produção – com dados sobre o volume de paletização e encaixotamento, por exemplo -, além de preocupação com a saúde de seus funcionários. “Dependendo do segmento de atuação, a empresa consegue obter ganhos de até 30% de produtividade no final de linha”, revela.

A atuação da Raumak Máquinas se estende além das fronteiras brasileiras. Exportando desde 2000, a empresa embarca 53% de sua produção de máquinas/ano para mais de 40 países, como Peru, Venezuela, Argentina, República Tcheca, Rússia. “A empresa produz anualmente 300 máquinas, das quais 60% são enfardadoras, que também são o carro-chefe no mercado externo”. Otimista, Kreis Junior, diz que o mercado estava retraído por uma questão de precaução devido à crise econômica. “Mas desde a segunda quinzena de abril, já notamos um aquecimento dos negócios , com um desempenho igual, ou melhor, ao de 2008”.

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Abimei quer reforço para indústria do plástico

Icone Máquinas | Por Tatiana em 12 de maio de 2009

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Roberto Guarnieri, coordenador de nova câmara da Abimei

Roberto Guarnieri, coordenador de nova câmara da Abimei

A Associação Brasileira dos Importadores de Máquinas e Equipamentos Industriais (Abimei) quer reunir as empresas importadoras de máquinas para a indústria do plástico com a recém-criada Câmara Setorial de Plásticos.

 

Roberto Guarnieri, seu coordenador, contou em entrevista exclusiva à Pack o que está fazendo para unir forças e brigar por mercado e financiamentos.

 

“Nosso maior desafio nesse momento é fazer com que os importadores se associem a nós. Percebo que as empresas se olham como concorrentes. Elas precisam entender que todos temos um objetivo comum: trabalhar nossos equipamentos no Brasil.”

 

Leia mais aqui!

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Máquinas dominam a Brasil Plast 2009

Máquinas dominam a Brasil Plast

Ninguém revela números, mas é certo que a venda de máquinas e equipamentos está em alta nesta edição da Brasil Plast

A Pack online conversou com algumas empresas, que confirmaram ter vendido até sete máquinas em apenas três dias de feira.

Confira a reportagem completa no site da Pack.

Cerca de 75% dos expositores da Brasil Plast são fabricantes de máquinas e equipamentos. Ao todo, são 1302 expositores e mais de mil novidades nesta edição. A feira acaba amanhã, sexta-feira, 8.

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SOBRE O BLOG DA PACK

O Blog da Pack acompanha o mercado de embalagens no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades e curiosidades que envolvem toda a cadeia produtiva do setor. Este espaço é um subproduto da revista e do site Pack, editados pela redação da Editora Banas.

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TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

CIBELE AMARAL

Formada em Jornalismo pela Faculdade Cásper Líbero e pós-graduada em Formação para Formadores pela Universidade de Araras/SP, jornalista, docente universitária, coordenadora de projetos e parcerias. Atua há 25 anos em jornalismo. Começou como redatora na Editora Banas e hoje é editora-chefe da Revista PACK.

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