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A Alcoa anunciou hoje o investimento de US$ 24 milhões para expansão da capacidade de reciclagem de latas de alumínio, em Tennessee, nos Estados Unidos, que vai aumentar aproximadamente 50% e ajudar a manter 100 empregos na fábrica. “A lata de alumínio é a embalagem mais eficiente do mundo, já que pode ser reciclada infinitamente”, afirma Klaus Kleinfeld, presidente e CEO da Alcoa. “Esse investimento é um exemplo de nosso compromisso para aumentar o índice de reciclagem, bem como ajudar a comunidade do Tennessee”.

”Os Estados Unidos sozinho enviou mais de 46 bilhões de latas para os aterros sanitários no último ano”, diz Kleinfeld. “Se pudéssemos reciclar metade dessas latas, nós poderíamos alcançar um índice de reciclagem de 75% e economizar as emissões de duas plantas de energia de carvão mineral queimado”.

 A nova operação de reciclagem de latas de alumínio, no Tennessee, contempla uma nova esmagadora e fornalha, sistemas ambientais. Esses melhoramentos vão ajudar a aumentar a capacidade, utilizando o estado da arte da tecnologia de combustível eficiente e ambientalmente correta, bem como flexibilidade para outros tipos de sucatas.

 Em 2009, a Alcoa anunciou o compromisso de trabalhar com foco no aumento do índice de reciclagem na América do Norte: 75% até 2015. O aumento da capacidade de reciclagem é parte dessa estratégia. “Hoje, os americanos reciclam 54% das latas de bebidas produzidas na região”, diz Kleinfeld. “Se todo mundo reciclar mais de uma lata por semana, nós podemos atingir o nosso objetivo”.

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ballA Ball Packaging Europe, uma das maiores fabricantes de latas de alumínio para bebidas na Europa e a Tonejet, fabricante britânica de impressoras digitais eletrostáticas drop-on-demand, acabam de assinar um acordo estratégico de tecnologia. A Tonejet vai fornecer as impressoras e conceder autorização de impressão de vários produtos em embalagens da Ball. “Esse contrato é um marco em um dos mais importantes projetos inovadores de impressão digital de latas de bebidas”, explica Gerrit Heske, presidente da Ball Packaging Europe.

O contrato também prevê a prestação de serviço global e de manutenção que garante o acesso ao suporte técnico da Tonejet nas próximas aplicações de impressão em embalagem pelo mundo. Um protótipo da máquina de impressão digital foi instalado em uma planta industrial de latas de bebidas em Hablock, na Alemanha.

Utilizando a tecnologia de impressão digital desenvolvida pela Ball Packaging Europe em colaboração com a Tonejet é possível produzir cada lata de bebida com um design individual. Isso significa que a tecnologia abre completamente um novo mercado em potencial, em particular, o promocional e o uso de embalagens de bebidas em grandes eventos. “Eu me envolvi pessoalmente no projeto de desenvolvimento da tecnologia com a Tonejet. Por isso, sei do potencial que essa inovação oferece aos donos de marca. A impressão digital abre novas oportunidades para nós e nossos clientes”, diz Heske.

Ray Southam, CEO da Tonejet, diz: “Esse acordo exemplifica o que as companhias precisam para permitir uma cooperação mais próxima do fornecedor de tecnologia durante o desenvolvimento de novos processos. Acredito que esse é o caminho mais fácil para garantir maiores avanços e que sejam lucrativos”.

 

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A Ball Corporation anunciou a assinatura de um acordo com a Anheuser-Busch InBev (AB InBev) para aquisição de quatro plantas industriais, que produzem latas para bebidas, nos Estados Unidos, no valor de US$ 577 milhões.

No primeiro ano de operação, a empresa espera que as plantas fabris gerem rendimento e Ebitda de aproximadamente US$ 680 milhões e US$ 94 milhões, respectivamente. As fábricas produzem anualmente perto de 10 bilhões de latas de alumínio e 10 bilhões de tampas easy-open. Mais de dois terços das latas são destinadas para indústrias fabricantes de refrigerantes e o restante da produção para a AB InBev.

A transação deve ser concluída até o final do ano ou no começo do primeiro trimestre de 2010. “Essa aquisição está alinhada à nossa estratégia de crescimento dos negócios de latas de bebidas no mundo”, diz R. David Hoover, presidente e chefe-executivo da Ball Corporation.

A Goldman, Sachs & Co e a J.P. Morgan Securities Inc. são conselheiros financeiros interinos nessa transação da Ball. Skadden, Arps, Slate, Meagher & Flom LLP e Axinn, Veltrop & Harkrider LLP são conselheiros jurídicos interinos.

A Ball Corporation emprega mais de 14 mil pessoas em todo o mundo e as vendas em 2008 foram de aproximadamente US$ 7,6 bilhões.

 

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Legislação para nanomateriais

Icone Embalagem, Matéria-prima, Meio Ambiente | Por Margaret em 29 de janeiro de 2009

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O Centro de Avaliação Tecnológica da Suíça (TA-SWISS) está exigindo que a legislação existente sobre alimentos e produtos químicos deve ser adaptada para satisfazer as exigências da nanotecnologia. O Centro está conduzindo um estudo sobre nanomateriais de embalagem e aditivos alimentares em uso na Suíça. 

Tendo em vista o fluxo internacional de mercadorias, o relatório Nanotecnologia no Setor de Alimentos, concluiu que é necessária regulamentação no que diz respeito as nanopartículas em embalagens e produtos.

Falta de conscientização

A equipe do projeto liderado por Martin Möller – um pesquisador do Öko-Institut (Instituto de Ecologia Aplicada) da Alemanha – alega que a tecnologia tem sofrido de falta de compreensão pública, já que os consumidores têm mostrado preocupação sobre a segurança de algumas das aplicações.

 
Eles alegam que é necessário tomar uma atitude. Os fabricantes e varejistas precisam ajudar para aliviar o sentimento de desconfiança por parte do público. “Os fabricantes, processadores e comerciantes de alimentos e de embalagens com nanocomponentes poderiam, por exemplo, adotar códigos de conduta específicos do setor “, argumentam os pesquisadores.

 
Mercado em potencial

Segundo estimativas da Comissão Européia, o mercado de nanotecnologia poderá chegará a € 750 bilhões até € 2 bilhões até 2015, além de abrir em torno de 10 milhões de novos postos de trabalho.

No setor da embalagem, o uso de nanopartículas está em estágio mais avançado do que na produção de alimentos.

Na forma de filmes compostos, nanorevestimentos finos de alumínio, ou óxido de alumínio, as nanopartículas protegem salgadinhos ou chocolate contra oxigênio e vapor de água. Elas também são utilizadas em garrafas PET para melhorar as propriedades de barreira contra oxigênio.


Migração em alimentos
Os pesquisadores revelam que as nanopartículas podem migrar de materiais de embalagem para alimentos, dependendo da forma como a nanocamada é aplicada. “Em termos gerais, deve dizer-se que, no caso de filmes laminados com uma nanocamada de silicato de plástico, é menos provável que as nanopartículas migrem para os alimentos”, explicam os pesquisadores.

“Mas quando o alimento está em contato direto com a nanocamada, há um maior risco”.


Potencial sustentável

A equipe de pesquisadores revelou ainda que o estudo realizado pela Öko-Institut especialmente para a pesquisa sobre nanotecnologia da TA-SWISS comparou a emissão de C02 durante o ciclo de produção de latas de alumínio, garrafas de vidro descartáveis e garrafas PET com nanotecnologia. O resultado mostrou que as garrafas PET com nanotecnologia apresentam maior benefício ao equilíbrio de CO2. “Na fabricação, transporte e reciclagem, as garrafas PET com nanotecnologia geram cerca de um terço a menos de gás efeito estufa em comparação às latas de alumínio e cerca de 60% em comparação às garrafas de vidro”, afirmam os pesquisadores.

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TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

MARGARET HAYASAKI

Formada em jornalismo pela Universidade Paulista Júlio de Mesquita Filho (Unesp-Bauru) e pós-graduada em Comunicação Empresarial pela Faculdade Cásper Líbero, Margaret Hayasaki atua há 10 anos no jornalismo especializado em embalagem. Começou como redatora na revista Pack e hoje é editora-chefe.

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