SP: 11,6% mais embalagens vazias de agrotóxicos destinadas corretamente
Meio Ambiente | Por Tatiana em 30 de outubro de 2009
Um levantamento do inpEV – instituto que tem entre suas associadas as indústrias fabricantes de defensivos agrícolas – mostra que o volume de embalagens vazias de agrotóxicos destinadas pelas unidades de recebimento de São Paulo de janeiro a setembro deste ano cresceu 11,6% em relação ao mesmo período de 2008.
Foram encaminhadas ao destino final ambientalmente correto (reciclagem ou incineração) 2.747,5 t, contra 2.462,8 t referentes ao ano passado, números que classificam o Estado entre os que mais destinam embalagens como Mato Grosso e Paraná. Hoje, São Paulo é responsável por 12,7% do total destinado no País. Somente no mês de setembro, foram processadas 186 t de embalagens vazias de defensivos agrícolas.
Os bons índices conquistados pelo sistema de destinação final no Estado são possíveis graças a ações conjuntas que envolvem agricultores, distribuidores e cooperativas, indústria e poder público, representado em São Paulo pela Coordenadoria de Defesa Agropecuária (CDA), Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental (Cetesb), Secretaria Estadual da Agricultura e Secretaria Estadual do Meio Ambiente.
Brasil ultrapassa as 20 mil toneladas de embalagens vazias de agrotóxicos destinadas no ano
Nos primeiros nove meses do ano, foram retiradas do meio ambiente 21.694,2 toneladas de embalagens vazias de agrotóxicos. Segundo dados do inpEV, esse volume representa um crescimento de 14% em relação ao mesmo período do ano passado, quando as unidades de recebimento de todo o país destinaram 19.026,8 toneladas.
De acordo com João Cesar Rando, diretor-presidente do inpEV, ultrapassadas as 20 mil toneladas ainda em setembro, a expectativa é de fechar o ano com um volume em torno de 28 mil toneladas de embalagens destinadas.


Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.
