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PET Barrier MB 9-14-091 Dois novos masterbatches de aditivos Cesa®, da Clariant, oferecem excelente proteção contra a permeação de oxigênio e dióxido de carbono em garrafas de PET. Combinam ingredientes que mantêm a estabilidade durante o manuseio e processamento, além de evitar a necessidade de tratamento especial de nitrogênio, que freqüentemente é requerido, quando se utilizam outros absorvedores de oxigênio. O Cesa-absorb OCA0050134-ZN incorpora um polímero de poliamida (PA) que forma uma barreira passiva para ajudar a prevenir a fuga do gás carbônico das garrafas envasadas com bebidas carbonatadas e cervejas. Os aditivos, como ingredientes ativos, também iniciam a reação de oxidação na poliamida que absorve o oxigênio e, assim, protege os produtos sensíveis na garrafa. Esse masterbatch é tipicamente adicionado com taxas baixas de 4% ou 5%.

 Já o Cesa-absorb NTA0050139-ZN não inclui a poliamida no masterbatch, permitindo aos processadores controlar a carga, introduzindo o PA separadamente. Adicionado com uma taxa de apenas 1% até 1,5%, as suas funções e do PA estão disponíveis em um produto.

 Ambos os produtos podem se fornecidos não somente com aditivos para redução de oxigênio e barreira ao gás carbônico, mas também com estabilizadores UV, seqüestradores de acetaldeído e, claro, cores. Certos colorantes e pigmentos podem impedir a funcionalidade de outros aditivos feitos sob medida, trazendo benefícios substanciais para os processadores, que podem assegurar a efetividade máxima da formulação e do desenvolvimento de cores.

 A  reação iniciada pelo Cesa previne a penetração do oxigênio por várias semanas depois do processamento. A reação da oxidação não começa imediatamente, neste caso, como acontece com muitos outros absorvedores de oxigênio. Assim, não há necessidade de conservar o masterbach em embalagens seladas “Com Cesa, o processamento no equipamento é menos complexo”, explica Ruggero Facchnietti, diretor de masterbatches para Europa e mercados especiais da Clariant. “O cliente não precisa ter um fornecedor de nitrogênio e manipular os masterbatches e as preformas moldadas é muito mais simples. As propriedades de barreira das garrafas desenvolvidas com Cesa permitem aos produtos competir com produtos mais convencionais”.

 Os testes das garrafas nos laboratórios com taxas baixas de Cesa mostram o desenvolvimento das propriedades de barreira ao oxigênio por três a quatro semanas depois do processamento até atingir cinco semanas. A transmissão do oxigênio se mantém zerada por até seis meses. Os testes também revelaram que há um pouco de perda de transparência quando se usa os masterbatches com colorantes.

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Este ano, pela primeira vez, o plástico é o principal material de embalagem para bebidas, respondendo por 1/3 de share em todo o mundo à frente do vidro e da lata. Quase todos os tipos de embalagem estão representados na Drinktec 2009, que será realizada de 14 a 19 de setembro, em Munique, na Alemanha. 

No segmento de plástico, as garrafas PET são as favoritas quando o assunto é one-way. De acordo com estimativas da empresa de pesquisas de mercado Euromonitor, em 2009, o número de embalagens PET produzidas vai aumentar em até 350 bilhões/ano, o que torna extremamente importante fabricar essas garrafas da forma mais econômica possível.

 

Uma significativa tendência no setor de garrafas PET é a redução do peso, que permite a economia de material. Muitos produtores de preformas e fabricantes de máquinas estão focando seus desenvolvimentos para esse aspecto. Reduzindo o material usado, em particular o anel de transporte, pode-se otimizar os custos consideravelmente, especialmente, na compra de resinas. E as embalagens PET estão continuamente aumentando em tamanho. A demanda de garrafas PET de grande volume para refrigerantes se concentram na América do Sul, Central e Norte, em particular, onde existem garrafas de 3 litros ou de maior volume. Paralelamente a esse movimento de crescimento, o mercado de garrafões de PET de água mineral, com capacidade de 5 até 20 litros para escritórios e residências, também está se expandindo em muitos países.  

 

Enquanto o PET continua na rota do sucesso, as embalagens plásticas de PEAD ou PEBD estão crescendo em outros segmentos, como leite e bebidas derivadas do leite. No campo da sustentabilidade, os plásticos orgânicos feitos de PHA ou ácido láctico (PLA) estão ganhando importância. A 2ª Conferência de Garrafa de PLA, que acontecerá nos dias 14 e 15 de setembro, no Holiday Inn Hotel, vai dar um panorama sobre esse assunto, com os mais recentes desenvolvimentos e opções de gerenciamento de resíduos.

 

Recentemente, os clientes têm apreciado o uso amigável da embalagem do tipo pouch. A sua vantagem está no menor uso de material de embalagem, com benefícios econômicos e ecológicos, assim como redução de custo de material e transporte. Especialistas estão assumindo que o crescimento do pouch no futuro será de 10% ao ano.

 

Nos segmentos de água mineral e de refrigerantes, há um grande interesse por tampas mais leves. Na Drinktec 2009, os fabricantes de tampas vão mostrar novos conceitos de tampas com designs especiais que permitem redução de peso.

 

O vidro está protegido

O vidro é o material que proporciona um grande escopo de atributos devido às boas propriedades mecânicas e químicas. Ele é muito importante na indústria de alimentos e de bebidas em função de sua propriedade de barreira. O aumento do número de consumidores cada vez mais amigos do meio ambiente está gerando uma tendência crescente que contempla todas as áreas da vida. A demanda desses consumidores se aplica para produtos e embalagens igualmente, e o vidro, em particular, provavelmente se beneficiará dessa mudança de valores. Por essa razão, há excelentes oportunidades futuras no mercado para os usuários de embalagem de vidro.

 

Latas em relevo

Leves, empilháveis e inquebráveis, as latas para bebidas são convenientes para abrir, além disso, oferecem maior shelf life e boas propriedades de reciclagem. Graças ao seu potencial técnico, essas embalagens podem ser adaptadas para lançamentos de produtos inovadores. A opção de embossing, por exemplo, agrega uma dimensão táctil extra. Nessa área, um novo desenvolvimento será apresentado na Drinktec por um dos expositores. Trata-se de uma lata completamente em relevo. Outra novidade prometida é a primeira lata de bebida resselável.  

 

A tendência por redução de peso também se aplica às latas. Hoje uma lata de 0,33 litros pesa em torno de 22 gramas. As latas de alumínio, com espessura de 0,25 mm, pesam apenas 11 gramas. Mecanismos de abertura, oportunidades de design com o uso de revestimentos e processos de relevo, e rotulagem permitem à lata se destacar. O uso de impressão digital para customizar corpos de latas é também interessante. Essas opções são valorizadas no mercado de bebidas. 

 

Caixas, barris, bag-in-box

As caixas de garrafas são importantes para o mercado de bebidas em embalagens retornáveis. As caixas em diferentes tamanhos e designs são robustas para sistemas de reutilização usados em muitos mercados. A identificação de marca está diretamente linkada com a qualidade visual da caixa. As laterais podem ser abertas, permitindo que o rótulo seja visto pelos consumidores, além de alça em todo o comprimento para facilitar o transporte, com divisões ou acabamentos de superfície de forte apelo visual.

 

Isso também acontece com os barris de cerveja. Pequenos volumes, tamanhos mais controláveis e sistemas de barril completos compreendem um sistema completo de dispensing são novidades oferecidas para o mercado. Por exemplo, um novo sistema prático de barril que consiste de um sistema completo de dispensing e barril reutilizável integrado com ácido carbônico, dispensa a necessidade de limpeza dos canos da cerveja. O novo sistema é ideal para uso em hoteis, pequenos restaurantes e cafés, além de eventos.

 

Já o bag-in-box é desenhado especialmente para sucos de frutas e vinhos, pois é capaz de oferecer longo shelf life sem o uso de conservantes devido ao processo de envase estéril.

 

 

 

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Leve até na garrafa

Icone Embalagem, Matéria-prima | Por Tatiana em 17 de março de 2009

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bottle_niagara_blog_pack_170209Parece pouco, mas 2,6 gramas podem equivaler a uma economia de PET de 10 mil toneladas por ano, contando uma produção de 4 bilhões de unidades de 500 ml produzidas anualmente. A conta foi feita pela Niagara Bottling, que contratou a Krones para reduzir o peso de suas garrafas de água, agora comercializadas com apenas 9,9 gramas. 

 

Em comunicado, a Niagara Bottling afirma que, além da economia, o objetivo também foi criar um produto com maior preocupação ecológica.

 

Por cinco anos, a garrafa de 500 ml da Niagara foi a única no mundo a ter 12,5 gramas.

 

Depois de muita pesquisa, a Krones chegou ao peso esperado, oferecendo uma solução resistente e que tem, em uma linha de produção, a mesma estabilidade de modelos com mais peso. Os protótipos foram submetidos a testes de transporte aéreo, rotulagem e fechamento de tampas, para verificação das condições de pressão de manejo das garrafas na linha. Os testes tiveram êxito e, em apenas oito semanas, a Niagara já tinha a garrafa PET mais leve do mundo, com design personalizado pela Krones.

 

niagara_blog_pack_170309“A parceria com a Krones nos permite seguir com nosso lema ‘qualidade alta, preços baixos e serviços excelentes’, que fez nossa empresa crescer a uma taxa média de 40% ao ano na última década”, explicou Andy Peykoff II, presidente da Niagara.

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Legislação para nanomateriais

Icone Embalagem, Matéria-prima, Meio Ambiente | Por Margaret em 29 de janeiro de 2009

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O Centro de Avaliação Tecnológica da Suíça (TA-SWISS) está exigindo que a legislação existente sobre alimentos e produtos químicos deve ser adaptada para satisfazer as exigências da nanotecnologia. O Centro está conduzindo um estudo sobre nanomateriais de embalagem e aditivos alimentares em uso na Suíça. 

Tendo em vista o fluxo internacional de mercadorias, o relatório Nanotecnologia no Setor de Alimentos, concluiu que é necessária regulamentação no que diz respeito as nanopartículas em embalagens e produtos.

Falta de conscientização

A equipe do projeto liderado por Martin Möller – um pesquisador do Öko-Institut (Instituto de Ecologia Aplicada) da Alemanha – alega que a tecnologia tem sofrido de falta de compreensão pública, já que os consumidores têm mostrado preocupação sobre a segurança de algumas das aplicações.

 
Eles alegam que é necessário tomar uma atitude. Os fabricantes e varejistas precisam ajudar para aliviar o sentimento de desconfiança por parte do público. “Os fabricantes, processadores e comerciantes de alimentos e de embalagens com nanocomponentes poderiam, por exemplo, adotar códigos de conduta específicos do setor “, argumentam os pesquisadores.

 
Mercado em potencial

Segundo estimativas da Comissão Européia, o mercado de nanotecnologia poderá chegará a € 750 bilhões até € 2 bilhões até 2015, além de abrir em torno de 10 milhões de novos postos de trabalho.

No setor da embalagem, o uso de nanopartículas está em estágio mais avançado do que na produção de alimentos.

Na forma de filmes compostos, nanorevestimentos finos de alumínio, ou óxido de alumínio, as nanopartículas protegem salgadinhos ou chocolate contra oxigênio e vapor de água. Elas também são utilizadas em garrafas PET para melhorar as propriedades de barreira contra oxigênio.


Migração em alimentos
Os pesquisadores revelam que as nanopartículas podem migrar de materiais de embalagem para alimentos, dependendo da forma como a nanocamada é aplicada. “Em termos gerais, deve dizer-se que, no caso de filmes laminados com uma nanocamada de silicato de plástico, é menos provável que as nanopartículas migrem para os alimentos”, explicam os pesquisadores.

“Mas quando o alimento está em contato direto com a nanocamada, há um maior risco”.


Potencial sustentável

A equipe de pesquisadores revelou ainda que o estudo realizado pela Öko-Institut especialmente para a pesquisa sobre nanotecnologia da TA-SWISS comparou a emissão de C02 durante o ciclo de produção de latas de alumínio, garrafas de vidro descartáveis e garrafas PET com nanotecnologia. O resultado mostrou que as garrafas PET com nanotecnologia apresentam maior benefício ao equilíbrio de CO2. “Na fabricação, transporte e reciclagem, as garrafas PET com nanotecnologia geram cerca de um terço a menos de gás efeito estufa em comparação às latas de alumínio e cerca de 60% em comparação às garrafas de vidro”, afirmam os pesquisadores.

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A maior fabricante de refrigerantes do mundo, a Coca-Cola, realizou uma parceria com a United Resource Recovery Corporation para inaugurar a maior planta de reciclagem de garrafa PET bottle-to-bottle, em Spartanburg, nos Estados Unidos, que irá produzir cerca de 100 milhões de quilos de embalagem reciclada por ano, o equivalente a quase dois milhões de garrafas de 1 litro. A unidade também inclui um centro de recolhimento de embalagens usadas.


Em setembro de 2007, a companhia anunciou investimento de US$ 60 milhões na área de reciclagem como parte das ações de longo prazo, que contemplam reciclar ou reutilizar 100% das suas garrafas plásticas nos Estados Unidos.


A planta da Carolina do Sul, a maior desse tipo no mundo, irá eliminar, nos próximos anos, a produção de um milhão de toneladas métricas de emissões de dióxido de carbono – o que é comparável à remoção de 215.000 carros da estrada. “Temos um plano ambicioso para a reciclagem de garrafas PET utilizadas no mercado norte-americano”, diz Sandy Douglas, presidente da Coca-Cola América do Norte. Ele continua: “Nossos investimentos em infra-estrutura para reciclagem juntamente com os nossos trabalhos visando o design sustentável irá nos ajudar a alcançar este objetivo”.

 

 

Carlos Gutierrez, presidente da United Resource Recovery Corporation, disse que a empresa tem trabalhado com a Coca-Cola por mais de dez anos para ajudar a acelerar o desenvolvimento e a comercialização de uma nova tecnologia de reciclagem. “Hoje, nós estamos orgulhosos não somente por fazer parte da abertura da maior planta de reciclagem bottle-to-bottle no mundo, mas porque Spartanburg servirá de exemplo de como investir em reciclagem pode trazer benefícios econômicos e ambientais”, completa.  


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SOBRE O BLOG DA PACK

O Blog da Pack acompanha o mercado de embalagens no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades e curiosidades que envolvem toda a cadeia produtiva do setor. Este espaço é um subproduto da revista e do site Pack, editados pela redação da Editora Banas.

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TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

MARGARET HAYASAKI

Formada em jornalismo pela Universidade Paulista Júlio de Mesquita Filho (Unesp-Bauru) e pós-graduada em Comunicação Empresarial pela Faculdade Cásper Líbero, Margaret Hayasaki atua há 10 anos no jornalismo especializado em embalagem. Começou como redatora na revista Pack e hoje é editora-chefe.

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