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2ª Semana Internacional da Alimentação atrai público qualificado
Fispal Tecnologia, Fispal Food Service, TecnoSorvetes e Espaço Café Brasil reuniram 140 mil visitantes qualificados e 5 mil expositores
Com o aquecimento da economia brasileira, a indústria voltou a investir e espera crescer em 2010. Nesse cenário a Brazil Trade Shows (BTS) promoveu a 2ª Semana Internacional da Alimentação, de 7 a 11 de junho, em São Paulo. O evento reuniu as duas maiores feiras para a indústria de alimentos da América Latina, Fispal Tecnologia e Fispal Food Service, além da TecnoSorvetes e do Espaço Café Brasil.
Juntas, as quatro feiras atraíram 5 mil expositores e ao menos 140 mil visitantes e compradores aos pavilhões do Anhembi e do Expo Center Norte. Este ano, o público foi mais qualificado e setorizado, segundo os próprios expositores. Este dado mostra que as feiras estão cada vez mais focadas nos segmentos da indústria de alimentos e bebidas.
Para Marco Antonio Mastrandonakis, presidente da BTS, o sucesso da segunda edição da Semana Internacional da Alimentação acompanha o desempenho da economia brasileira. “Os resultados positivos refletem o crescimento do consumo interno, levando-se em conta que o Brasil está na pauta dos grandes investidores globais”, comenta.
Só a indústria de máquinas e equipamentos deve investir R$ 8,7 bilhões neste ano (Abimaq) e o setor de alimentação fora do lar deve apresentar alta de 15% (ECD Consultoria). Pesquisa mostra que, até 2014, 83 milhões de brasileiros deverão comer fora de casa diariamente. A quantidade de dinheiro gasto por pessoa também deve aumentar de 25% para 40% do orçamento destinado à alimentação. Hoje, 60 milhões de brasileiros realizam suas refeições fora de casa, o que resulta em um faturamento do mercado de R$ 420 milhões por dia.
Palavra de expositor
Os participantes sentiram que de fato a indústria está retomando investimentos em equipamentos e na ampliação da capacidade de produção. Nesse sentido, as feiras foram palco para anúncios relevantes no mercado.
A gigante do setor de embalagens para envase Tetra Pak anunciou durante a Fispal Tecnologia que estuda ampliar sua fábrica no Paraná para atender o aumento de demanda por embalagens cartonadas.
Já a SIG Combibloc trouxe o seu CEO mundial Rolf Stangl para lançar o projeto Drink Plus, uma parceria com a Döhler – fabricante de ingredientes, e apresentar o projeto de construção de sua primeira fábrica no Brasil, que terá capacidade de fabricar 1 bilhão de embalagens ao ano. O investimento da empresa para a obra foi de 90 milhões de euros.
Na Fispal Food Service, os expositores aproveitaram para ampliar contatos, promover qualificação profissional e fechar negócios. A Ultragaz, patrocinadora oficial da feira, foi uma das empresas que concretizou negócios durante o evento. “O resultado de vendas foi muito bom, principalmente com pequenas e médias empresas”, conta Mary Stella Massumi, coordenadora de marketing da empresa.
No estante da Refrimate, a movimentação também gerou vendas. “Nós fechamos aproximadamente R$ 5 milhões em negócios. É a nossa sétima participação e já fechamos para 2011. Achei um ótimo ambiente, muito bem organizado”, revelou Gilmar Diefenthaler, presidente.

A organização da 2ª Semana Internacional da Alimentação divulgou o balanço  das feiras Fispal Tecnologia e Fispal Food Service, além da TecnoSorvetes e do Espaço Café Brasil, que foram realizadas na semana passada em São Paulo.

Juntas, as quatro feiras atraíram 5 mil expositores e ao menos 140 mil visitantes e compradores aos pavilhões do Anhembi e do Expo Center Norte. Este ano, o público foi mais qualificado e setorizado, segundo os próprios expositores. Este dado mostra que as feiras estão cada vez mais focadas nos segmentos da indústria de alimentos e bebidas.

Para Marco Antonio Mastrandonakis, presidente da BTS, o sucesso da segunda edição da Semana Internacional da Alimentação acompanha o desempenho da economia brasileira. “Os resultados positivos refletem o crescimento do consumo interno, levando-se em conta que o Brasil está na pauta dos grandes investidores globais”, comenta.

Só a indústria de máquinas e equipamentos deve investir R$ 8,7 bilhões neste ano (Abimaq) e o setor de alimentação fora do lar deve apresentar alta de 15% (ECD Consultoria). Pesquisa mostra que, até 2014, 83 milhões de brasileiros deverão comer fora de casa diariamente. A quantidade de dinheiro gasto por pessoa também deve aumentar de 25% para 40% do orçamento destinado à alimentação. Hoje, 60 milhões de brasileiros realizam suas refeições fora de casa, o que resulta em um faturamento do mercado de R$ 420 milhões por dia.

Palavra de expositor

Os participantes sentiram que de fato a indústria está retomando investimentos em equipamentos e na ampliação da capacidade de produção. Nesse sentido, as feiras foram palco para anúncios relevantes no mercado.

A gigante do setor de embalagens para envase Tetra Pak anunciou durante a Fispal Tecnologia que estuda ampliar sua fábrica no Paraná para atender o aumento de demanda por embalagens cartonadas.

Já a SIG Combibloc trouxe o seu CEO mundial Rolf Stangl para lançar o projeto Drink Plus, uma parceria com a Döhler – fabricante de ingredientes, e apresentar o projeto de construção de sua primeira fábrica no Brasil, que terá capacidade de fabricar 1 bilhão de embalagens ao ano. O investimento da empresa para a obra foi de 90 milhões de euros.

Na Fispal Food Service, os expositores aproveitaram para ampliar contatos, promover qualificação profissional e fechar negócios. A Ultragaz, patrocinadora oficial da feira, foi uma das empresas que concretizou negócios durante o evento. “O resultado de vendas foi muito bom, principalmente com pequenas e médias empresas”, conta Mary Stella Massumi, coordenadora de marketing da empresa.

No estante da Refrimate, a movimentação também gerou vendas. “Nós fechamos aproximadamente R$ 5 milhões em negócios. É a nossa sétima participação e já fechamos para 2011. Achei um ótimo ambiente, muito bem organizado”, revelou Gilmar Diefenthaler, presidente.

Destaques do Blog da Pack

A norte-americana Selig traz novas tecnologias em selos de indução

Mercado de sleeve aquece os negócios da Tectron

O pouch mudou o mercado americano de embalagens flexíveis

Tralin Pak chega ao Brasil para atuar no segmento de embalagens cartonadas assépticas de bebidas

Metalgráfica Rojek lança lata de aço que promete uma nova experiência de consumo

Metalização registrada é a novidade da Cromus Embalagens

Danfoss do Brasil apresenta solução que permite economizar até 15% do consumo de energia

Festo apresenta conceitos inovadores para aplicação em máquinas de embalagem

Sig Combibloc inicia construção de fábrica, em Campo Largo, no Paraná

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Atuando no continuo desenvolvimento de avançados sistemas de selagem para atender os novos desafios em materiais de embalagens, proteção de produto, altas velocidades de linha e a preferência do consumidor por uso conveniente, a norte-americana Selig participa pela primeira vez da Fispal Tecnologia para apresentar as novidades de sua linha de selos de indução. Uma das novidades é o Lift´n´Peel™ – selo de indução de uma só peça com uma meia lua para fácil desprendimento -, que já é comercializado há mais de um ano nos Estados Unidos e na Europa, que oferece fácil abertura. Segundo Michael J. Hand, da MH Equipamentos e Serviços, empresa que representa a Selig no Brasil, esse sistema de abertura pode ser visto, no País, em produtos importados. “Oferece um valor agregado maior ao produto, além de um diferencial frente aos outros concorrentes”, afirma.

Outra novidade anunciada pela Selig é o selo de alumínio para latas apresentado como uma alternativa ao peel off. Hand diz que trata-se de uma alternativa que oferece um custo menor com as mesmas características de vedação. “Pode ser aplicado em qualquer formato de embalagem metálica. É um mercado muito interessante. Espero já ter a aplicação desse produto no mercado brasileiro em 2011. A expectativa em termos de volume é grande”, conta.

Para o segmento de café, a novidade é o AromaPeel™, um selo de indução de uma ou duas peças, com um selo secundário unido com polímero. “Esse selo também pode ter a aplicação do Lift´n´Peel™ para facilitar a abertura da embalagem pelo consumidor”, diz Hand. “O principal diferencial é a sua capacidade de preservar o aroma do café por um longo período na prateleira, ou seja, com o mesmo frescor do momento do envase do produto”.  O segredo, conta ele, está na laminação.

Por enquanto os produtos serão importados do Canadá, da Inglaterra ou dos Estados Unidos, onde estão instaladas as plantas fabris. “Mas, em um futuro breve, a intenção é construir uma unidade no Brasil para oferecer o material cortado”, adianta Hand.

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Para atender as necessidades do mercado por melhor qualidade de encolhimento, acabamento e visualização do produto, a Tectron aprimorou o túnel de encolhimento Band-it de rótulos sleeve, que chega à sua quarta geração, com o desenvolvimento da Band-it Plus.

A nova tecnologia já está no mercado, há seis meses, representando um sucesso de vendas. Quem conta é Gordiano Felizardo Filho, diretor da Tectron Brasil, que expôs a novidade na Fispal Tecnologia. “Hoje produzimos 20 unidades/mês desse equipamento, que já representa 60% das nossas vendas”, comemora.

O aprimoramento da máquina contemplou o redirecionamento interno, o maior comprimento da esteira (4 metros), o sistema de recirculação de ar e a vazão de ar. “Nós trabalhos durante um ano e meio para a realização dessas melhorias”, afirma o executivo. “O maior mercado para a tecnologia ainda é o segmento de cosméticos e alimentos, respondendo por 60% do negócio, mas a indústria química também vem crescendo a dois dígitos, nos últimos cinco anos”, revela.

O sucesso do equipamento vai além das fronteiras brasileiras. Felizardo Filho conta que o Band-it Plus já foi exportado, em 2010, para países da América do Sul, como Argentina, Colômbia e Chile, além de Portugal, na Europa. “No total, são oito equipamentos vendidos”, diz. “Os resultados só não são melhores por causa do câmbio desfavorável”.

Uma versão mini da Band-it Plus, que contempla os mesmos recursos tecnológicos, foi desenvolvida pela Tectron para atender as necessidades de pequenas e médias produções, ou seja, para até 60 frascos/min. Trata-se da Band-it Light. “Vendemos quatro unidades na Fispal Tecnologia. Três para o segmento de alimentos e uma para o setor de cosméticos”, revela. “Em 2010, a expectativa é crescer 15%”.

O Band-it Plus e o Band-it Light podem operar com embalagens de vidro, PET e PE e com filmes de PVC, PVC de alto encolhimento e PET.

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Três Ps – Promover, Proteger e Pouches –  conduzem as inovações no mercado americano de embalagens flexíveis.  Essa informação foi dada durante o Flex 2010 – Fórum Latino Americano de Embalagens Flexíveis – realizado ontem, durante a Fispal Tecnologia 2010.

Danny Beard, especialista em embalagens, afirmou que o mercado de embalagens flexíveis cresce de 4% a 5% ao ano, principalmente, nos segmentos de carnes, queijos e bebidas. “As embalagens do tipo pouches crescem rapidamente, atingindo 9% ao ano. Em 1999, elas respondiam por 20% do faturamento do mercado americano de flexíveis. Em 2009, 30% de um faturamento de US$ 20,7 bilhões”.

Por onde começar a inovar? Beard responde que há cinco drivers. “Atendendo as necessidades dos consumidores, sustentabilidade, funcionalidade, marca própria e custos”.

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Empresa privada com participação do fundo de investimento financeiro norte-americano Bain Capital e do fundo de gerenciamento de ativos CDH Investments, de Hong Kong, a Tralin Pak, fabricante de embalagens cartonadas assépticas, se apresenta ao mercado brasileiro na Fispal Tecnologia.

A operação da empresa, no Brasil, vai começar com um escritório, em São Paulo, como parte de seu plano de internacionalização. Mas, se a resposta do mercado for boa, a companhia pretende investir na construção de uma planta fabril de embalagens cartonadas assépticas por aqui. “A participação na feira está sendo muito boa. Já fizemos bons contatos, que resultaram em negócios”, afirma Luiz Fernando Magalhães, responsável pelo escritório da Tralin Pak Brasil.

A companhia produz somente embalagens cartonadas assépticas Brik para leites e sucos, nos volumes de 200 ml até 1000 ml. No formato slim, elas estão disponíveis em 200 ml, 250 ml, 330 ml e 1000 ml. “O papel cartão utilizado certificado pelos SFI e PEFC é fornecido pela Meadwestvaco”, garante Peder Bergrren, diretor de negócios internacionais da Tralin Pak.

Com três fábricas na China, duas na cidade de Shandon e uma em Mongólia, a Tralin Pak emprega mais de 700 funcionários e tem capacidade de produzir 8 bilhões de embalagens cartonadas assépticas/ano. “Mas essa capacidade pode ser expandida para 12 bilhões de embalagens cartonadas assépticas/ano”, afirma Berggren. “Hoje, a maior parte dessa produção é escoada no mercado chinês. As exportações, ainda em pequeno volume, são destinadas para Europa e Oriente Médio”. A empresa também conta com uma fábrica de máquinas, em Beijin, na China, desde 2007.

A expansão geográfica é acelerada. A próxima fábrica de embalagens cartonadas assépticas será instalada, na Alemanha, e deve começar a operar já em 2011. “Queremos ser uma empresa global dentro de poucos anos”, afirma otimista Berggren. Segundo ele, o crescimento anual é vertiginoso, chegando a 300% internacionalmente. “Em 2010, a expectativa é produzir até 6 bilhões de embalagens”.

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Resultado de uma pesquisa de mais de 30 meses, a nova embalagem de aço desenvolvida pela Metalgráfica Rojek em parceria com a faculdade de engenharia de alimentos da Unicamp, com o apoio da Fapesp, vai permitir que os alimentos processados no vapor (sem água) preserve mais os nutrientes dos produtos, além de possibilitar produzi-los sem sal ou com pouco sal, atendendo à demanda dos consumidores pela alimentação mais saudável.

Os ganhos são muitos. Sem o uso dos 130 ml de salmoura nas latas convencionais dos alimentos, a indústria de consumo tem menor desgaste das recravadeiras e o processo de fechamento ficou mais simples. Com a nova tecnologia, o volume de salmoura utilizado é bem reduzido.  Homero Ferracini Gumerato, pesquisador da Faculdade de Engenharia de Alimentos da Unicamp, diz que o volume de salmoura depende do alimento envasado. “Se o alimento absorve mais ou menos água. Para a soja é necessário 10 ml, já para a ervilha, 50 ml”, diz.

Sem o volume da salmoura, a lata de aço também encolheu o diâmetro em comparação à embalagem convencional. Ela apresenta 68 mm de diâmetro, enquanto a tradicional tem 73 mm. Para desenvolver a lata de aço, a Metalgráfica Rojek investiu em um novo equipamento de formação de lata.  “Essa redução no diâmetro oferece ganhos logísticos, pois as latas estão mais leves e o cliente pode transportar mais embalagens por carreto”, explica Luiz Antonio Cypriano, gerente técnico da Metalgráfica Rojek. “Por exemplo, num carreto de 27 toneladas, agora será possível transportar 109 mil latas. Enquanto no formato convencional são 72 mil latas”, completa.       

Além disso, o novo formato da lata de aço também propicia ganho energético no processo do cliente. Cypriano explica que é possível colocar 13% a mais de embalagens na autoclave, além de economizar 12% de shrink. Homero complementa: “A subida de temperatura para esterilização do alimento é mais rápida, reduzindo o tempo, ou seja, economizando mais energia”.  

O processo de alimentos cozidos no vapor sem salmoura já existe na lata recravada, mas na embalagem de aço com tampa abre-fácil, desenvolvida pela Metalgráfica Rojek, é uma inovação. A tecnologia foi patenteada. A novidade deve chegar ao mercado consumidor, em agosto, para o segmento de milho, ervilha e soja.

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O equipamento italiano de metalização, a Cromus Embalagens já havia adquirido há três anos. A empresa investiu R$ 150 mil no desenvolvimento de acessórios para oferecer a tecnologia de metalização registrada em embalagens flexíveis de poliéster e BOPP. Essa novidade apresentada, na Fispal Tecnologia, é destinada para o uso nos segmentos de alimentos e decorativo.

Nesse primeiro momento, segundo Eduardo Cincinato, presidente da Cromus Embalagens, a metalização registrada será usada no segmento de decorativos em uma infinidade de embalagens de presentes. Ele cita um exemplo. “No setor de postagem, os envelopes metalizados se destacam no meio de tantas correspondências”, diz.

Mas as possibilidades de acabamentos são diversas, como a composição de fosco e metalizado, brilho, ou ainda, utilizar logo metalizado para destacar a marca, além de janelas transparentes. “No setor de alimentos, o uso da metalização registrada é muito amplo. O reprint sobre a metalização permite a decoração com várias cores”, afirma o executivo.

“Essa solução é uma demanda do segmento decorativo por impressão das mesmas imagens dos dois lados da embalagem”, acentua Cincinato. “Já há fabricantes de chocolates interessados na metalização registrada que deve chegar ao mercado consumidor ainda este ano”.

Por enquanto, a capacidade de produção de embalagens flexíveis com metalização registrada é limitada. “Gira em 40 a 50 toneladas por mês”. Mas se a demanda aumentar, Cincinato diz que a empresa está preparada para investir na expansão para atender o mercado.

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Desenvolvido especificamente para aplicação em esteiras transportadoras e máquinas de embalagem utilizadas na indústria de alimentos e de bebidas, o OneGearDrive, produzido pela matriz da Danfoss, fabricante de controles eletromecânicos e eletrônicos, na Dinamarca, chega ao mercado brasileiro, trazendo um conceito totalmente novo. A novidade está sendo apresentada na Fispal Tecnologia.

O principal diferencial da tecnologia é a eficiência energética que permite uma economia de até 15% no consumo. Segundo Fabio Gomes, gerente de vendas do segmento de alimentos e bebidas da Danfoss para América Latina, isso é possível graças ao uso de motores de imã permanente, com alto rendimento e eficiência. “O uso dessa tecnologia em esteiras transportadoras de embalagens, que por sua vez, são empregadas em uma linha de produção de alimentos de grande escala propicia uma redução significativa do consumo de energia. Já que são utilizados 70 motores”, diz.

Entre outras vantagens, segundo o executivo, estão a redução de manutenção e a menor variação de modelos, o que permite armazenar menor número de peças em estoque para assistência técnica.

O OneGear Drive será importado da Dinamarca. Essa solução já é comercializada na Europa há pelo menos dois anos. “No Brasil, a expectativa é grande, já que o mercado está aquecido. Metade dos novos projetos deve utilizar o novo conceito da tecnologia nas esteiras transportadoras e máquinas de embalagem”, revela Gomes.

O segmento de embalagem representa 25% dos negócios da Danfoss na América Latina. “Esperamos crescer nesse mercado de embalagem 15% ao ano”, diz. No final deste ano e começo de 2011, a empresa deve fazer novos lançamentos visando a aumentar o portfólio para essa área”.

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Os expositores da 25ª edição da Fispal Tecnologia saíram do Pavilhão de Exposições do Anhembi, em São Paulo, na sexta-feira, 19, com a sensação de dever cumprido. Ao menos grande parte dos entrevistados pelo Blog da Pack confirmaram o que os organizadores do evento esperavam: público qualificado e reaquecimento do mercado.

Os números oficiais ainda não foram divulgados, mas de acordo com a Brazil Trade Show – promotora e organizadora da feira -, a Fispal Tecnologia recebeu mais de 60 mil pessoas em quatro dias de evento e deve gerar cerca de R$ 4 bilhões em negócios nos próximos 12 meses.

Fernanda Bambino, gerente geral da Fortress Technology, contou que muitos detectores de metais foram vendidos na feira. “Estamos muito satisfeitos porque a feira nos deu o reconhecimento da marca que procurávamos. Pudemos, inclusive, vender equipamentos”, festeja. Muitas das máquinas expostas no estande não voltarão para o depósito da Fortress.

Para Nilson José Gavioli, diretor da JPJ Máquinas, a Fispal Tecnologia superou as expectativas de negócios da empresa desde o seu primeiro dia. “Nós participamos da feira há 16 anos, mas esse ano foi bem atípico em termos de resultado por conta dos dois lançamentos: a rotuladora automática para rótulos autoadesivos JP-5-AD e a rotuladora automática para rótulos em bobina de BOPP JP-7-LB. Nós já vendemos seis equipamentos JP-5-AD e mais de 15 modelos JP-7-LB”, informa. “A Fispal Tecnologia é importante porque sempre traz resultados”.

Quem também vendeu bastante foi a PaleTrans. Em apenas dois dias de feira cerca de 25 equipamentos foram vendidos no próprio estande. “Viemos sem a perspectiva de vendas. Esperávamos vender depois do evento”, conta Célia Eunice Vieira Sanchez, responsável pelo marketing da empresa.

Na opinião de Silvio Rotta, diretor-comercial da Krones, a Fispal Tecnologia também foi muito boa. “A qualidade de visitação dos clientes tem se mantido. Nós conseguimos atingir o nosso objetivo, ou seja, falar com os principais clientes do mercado de bebidas para gerar futuros negócios”. E mais: “Também prospectamos novos clientes com a aquisição 100% da Kosme, que vai atender as pequenas cervejarias”.        

Enquanto muitos fechavam negócios na feira, outros apenas celebravam o reaquecimento do mercado. A fabricante de motores elétricos Weg usou seu estande para receber parceiros. “Nosso trabalho aqui é institucional. Essa é uma feira que preparamos antes, disponibilizando motores para grandes indústrias exporem suas soluções”, conta Paulo Donizetti, gerente de marketing da empresa.

Waldomiro Modena Filho, presidente da Festo do Brasil, também visitou amigos e clientes. “É muito bom ver a cor cinza e azul espalhadas na feira”, brincou, se referindo aos parceiros que usaram equipamentos da Festo em suas máquinas. “A Fispal é a celebração de que o mercado está reagindo e nossos clientes são a prova disso. Eles estão vendendo”.

A Fispal Tecnologia contou ainda com o X Congresso da Associação Brasileira de Movimentação e Logística (ABML) e o Simpósio Internacional de Processamento de Alimentos e Bebidas, realizados durante a feira. “Quem visita a Fispal busca conteúdo, informações específicas de negócios e novidades sobre o setor em que atua. E aqui nós tivemos tudo isso”, pontua o coordenador do Núcleo de Estudos da Embalagem da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), Fabio Mestriner. “Foi uma experiência muito rica”.

A Fispal Tecnologia já tem data marcada em 2010, acontecerá entre os dias 8 e 10 de junho, em São Paulo.

(colaborou Margaret Hayasaki)

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Fernanda Bambino e Pierre DiGirolamo, da Fortress (Foto: Kleber Pinto)

Fernanda Bambino e Pierre DiGirolamo (Foto: Kleber Pinto)

Guarde esse nome: Fortress Technology. A recomendação vem de Fernanda Balthazar Bambino, gerente geral da filial brasileira da empresa de origem canadense. Para a Fispal Tecnologia 2009, a Fortress levou uma variedade de soluções em detectores de metais industriais e aproveitou para reforçar sua marca no País. “Estamos crescendo bastante no Brasil. Nos últimos cinco anos nossas vendas dobraram”, contabiliza a gerente.

Assista demonstração do detector de metais abaixo.

Somente na Fispal, três equipamentos de detecção de partículas metálicas foram comercializados no segundo dia do evento. Na sexta-feira, 19, muitas das máquinas em exposição já tinham dono. A comemoração entre os colaboradores da Fortress foi grande. Até mesmo o diretor executivo de operações do Brasil, Pierre DiGirolamo, exibiu um sorriso contagiante. “As pessoas estão confiando mais em nossos equipamentos e isso tem impactado em nossas vendas”, explica o executivo.

Segundo Fernanda Bambino, a chegada de Pierre DiGirolamo à empresa trouxe ótimos resultados. “Tivemos mudanças drásticas para melhor desde que ele assumiu há um ano e meio. Dobramos nossas vendas e estamos ganhando mercado”.

“O Brasil é o nosso foco. Mesmo a matriz no Canadá entendeu que aqui nosso potencial é forte e merece atenção. O Brasil é um mercado crescente perante o restante da América Latina e um ponto estratégico para a Fortress”, conta DiGirolamo. Fernanda completa dizendo que o Brasil exporta equipamentos para seus vizinhos latinos.

Os executivos afirmam que a mesma tecnologia produzida no Canadá é encontrada nos equipamentos fabricados aqui. As soluções da Fortress estão disponíveis para as indústrias alimentícia, farmacêutica, madeireira, plástica e têxtil. “O nosso diferencial é que podemos produzir uma máquina de alta tecnologia por um baixo custo. Isso porque somente nossa eletrônica é importada”, destaca DiGirolamo. “Nosso preço também é bastante competitivo”.

Para 2009, a empresa espera crescer outros 100%, assim como o fez no último ano. Para tanto, Fernanda, DiGirolamo e equipe estão prontos para trabalhar cada vez mais. “Nossa filosofia é não deixar o cliente sem assistência. Prezamos muito pela qualidade de nossos produtos e por nosso atendimento”.

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O Blog da Pack acompanha o mercado de embalagens no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades e curiosidades que envolvem toda a cadeia produtiva do setor. Este espaço é um subproduto da revista e do site Pack, editados pela redação da Editora Banas.

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TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

CIBELE AMARAL

Formada em Jornalismo pela Faculdade Cásper Líbero e pós-graduada em Formação para Formadores pela Universidade de Araras/SP, jornalista, docente universitária, coordenadora de projetos e parcerias. Atua há 25 anos em jornalismo. Começou como redatora na Editora Banas e hoje é editora-chefe da Revista PACK.

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