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AMCOR_POS_V_CMYK_PC_JPG1Amcor Rigid Plastics é o novo nome corporativo para o antigo negócio da empresa Amcor PET Packaging. O grupo incorpora sete unidades de operações que foram organizadas depois da recente aquisição de parte da Alcan Packaging. Hoje a empresa é formada pela Amcor PET Packaging, Bericap América do Norte, uma joint-venture entre a Amcor e a Bericap, e a unidade de embalagens plásticas do negócio de farmacêuticos da Alcan. Bill Long, que era presidente da Amcor PET Packaging, irá continuar no comando do novo negócio.

A nova identidade corporativa reflete a significativa expansão do portfólio de produtos da Amcor e reafirma o compromisso da companhia com a indústria mundial de embalagem. A aquisição da divisão de embalagens plásticas rígidas (PE, PP e PET) de farmacêuticos da Alcan complementa o negócio de embalagens plásticas da Amcor, que é reconhecida como um grande fornecedor de embalagens PET para indústrias de bebidas, alimentos e de não-alimentos.

 A aquisição conduz a Amcor para novas aplicações, materiais e processos, segundo Shelley Steele, diretora de comunicações da Amcor Rigid Plastics. “A nova companhia combina dois negócios de classe mundial e permite à Amcor oferecer uma ampla linha de produtos e entregar excelência nos serviços devido a melhor distribuição geográfica das plantas industriais”.

 O negócio adiciona aproximadamente um volume de vendas de US$ 160 milhões e 800 funcionários em seis plantas fabris. As novas fábricas estão localizadas em Millville (NJ), DesPlaines (IL), Bethlehem (PA), Youngsville (NC), nos Estados Unidos, e em Cayey, em Porto Rico, e Diadema, no Brasil.

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Um dos maiores fornecedores de sistemas de visão do mundo, a norte-americana Cognex Corporation, está presente em todos os continentes, com 23 escritórios localizados nas América do Norte, Europa, Japão, Ásia e América Latina. No Brasil, a empresa atua há 10 anos, fornecendo sistemas de visão, softwares de visão, sensores de visão e sistemas de inspeção de superfície usados nas linhas de produção de embalagens e outros inúmeros produtos. A companhia também fornece leitores ID industriais portáteis de alto desempenho.

Segundo José Carlos B. Oliveira, gerente geral de vendas da Cognex no Brasil, a empresa já instalou mais de 300 mil sistemas de visão no mundo. “O Brasil é um mercado em franco crescimento para o uso dos sistemas de visão, com expansão de dois dígitos, nos últimos anos”, diz. Por aqui, a tecnologia da Cognex foi adotada primeiro pela indústria automobilística que ainda hoje é o mercado mais forte para a companhia. “A indústria de farmacêuticos e cosméticos é uma grande usuária dos sistemas de visão em suas linhas de produção de embalagem, rótulos, bulas, principalmente, pela exigência da GMP (Boas Práticas de Fabricação) e pela legislação. O segmento de alimentos e de bebidas também é usuário da tecnologia de visão, mas ainda podemos expandir mais os negócios”, afirma.

Instalados nas linhas de produção de embalagens, os sistemas de visão podem garantir 99,99% de confiabilidade para a indústria, evitando, por exemplo, danos irreversíveis para a reputação de uma marca ou produto. “Na indústria farmacêutica, principalmente, imagine o dano causado pelo uso do rótulo errado para um medicamento. Isso vai prejudicar a saúde dos consumidores e os danos para a empresa também serão enormes”, revela Oliveira. Segundo ele, os investimentos na tecnologia variam de US$ 2 mil (leitor simples) até US$ 150 mil para a implantação de um sistema completo de visão. “Hoje os carros-chefes são os leitores de ID-In-Sight Micro e os leitores Datamatrix”, revela. No Brasil, a Cognex Corporation atua com dois distribuidores – a Pollux e a Omni.

No mundo, o negócio de embalagem representa 2% do faturamento da empresa, que em 2008, movimentou US$ 243 milhões, segundo Jeff Hawkins, gerente regional de distribuição da Cognex Corporation. O desenvolvimento de novas tecnologias não para. Anualmente, a empresa investe 1/3 do faturamento em pesquisa e desenvolvimento. Muitas novidades ainda estão por vir.

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Apesar do desempenho do primeiro semestre não ser nem de longe o cenário mais esperado pelo setor de embalagem, pois os resultados ainda são um pouco negativos, os números já permitem traçar horizontes mais promissores, com a recuperação da produção física de embalagem. Nos primeiros seis meses desse ano, a produção física decresceu 9,67% em relação a igual período de 2008. Para o ano de 2009, a previsão é de recuo de 6%. No entanto, de dezembro de 2008 a junho de 2009, a produção física mensal avançou 8,68%, segundo resultados do Estudo macroeconômico da Embalagem Abre-FGV, realizado pelo Ibre-FGV, para a associação. Salomão Quadros, coordenador de análises econômicas do Ibre/FGV, diz que mantido esse ritmo, em um semestre, a produção física mensal retornará ao nível de setembro de 2008. E a indústria de embalagens deve fechar 2009, com uma receita de R$ 33,2 bilhões. Desse total, figuram entre os setores mais representativos no bolo total da receita, a indústria de embalagens plásticas, que responde por R$ 12,3 bilhões, papelão ondulado, papel e papel cartão, R$ 9,3 bilhões, e metálicas, com R$ 5,8 bilhões.

 

As exportações diretas de embalagens registraram faturamento de US$ 159.599 mil no primeiro semestre desse ano, uma queda de 42,99% em relação ao mesmo período de 2008, quando o setor atingiu US$ 279.945 mil. A indústria de embalagens plásticas movimentou US$ 66.495 mil, metálicas, US$ 40.234 mil e papel e papelão, US$ 30.493 mil. Já as importações de embalagens, pela primeira vez, superaram as exportações, com US$ 203.848 mil no primeiro semestre de 2009 ante US$ 211.378 mil no mesmo período do ano passado. “Essa inversão na balança comercial não afetou somente o setor de embalagem, mas a indústria em geral. Mas, trata-se de uma situação transitória”, afirma Quadros.

 

O desempenho da indústria usuária de embalagem também sofreu os reflexos da crise econômica, com raras exceções, como é o caso da indústria de bebidas, com crescimento de 5,24% no primeiro semestre deste ano, a indústria farmacêutica, com 10,33%, e a indústria de perfumaria, cosméticos, exclusive sabonetes, com 1,32%. Os setores de alimentos, fumo, vestuário e acessórios, calçados e artigos de couro, e sabões, sabonetes, detergentes e produtos de limpeza amargaram um desempenho negativo.

 

Quadros também apresentou os resultados dos dados coletados em uma pesquisa qualitativa feita pela FGV, no período de 5 e 31 de julho de 2009, com 106 empresas de embalagens, que juntas movimentam R$ 16,7 bilhões em vendas e empregam 49 mil profissionais. Apesar da demanda de embalagem ainda ser considerada fraca pela maioria dos entrevistados, há uma retomada que começou a ser desenhada em abril e julho deste ano.

A dificuldade de obtenção de crédito também está deixando de ser uma restrição. Em julho de 2009, apenas 15% dos respondentes acreditavam que as condições eram mais difíceis. “Esse cenário melhora a capacidade de produção das indústrias de embalagem. Em julho deste ano, a utilização da capacidade era de 82,9%, uma diferença de 5% em relação ao mesmo período do ano passado”, afirma o economista.

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A Rexam acaba de adquirir os 50% restantes de participação da joint venture entre a companhia e a Pavisa Industries. Como resultado do acordo, a empresa vai assumir a planta industrial de injeção e extrusão e sopro de embalagens plásticas, localizada em Tlalnepantla, na Cidade do México, no México. A fábrica emprega 300 funcionários e produz embalagens plásticas e tampas para vários mercados, incluindo farmacêuticos, cosméticos, e higiene pessoal. 

 

O objetivo da empresa é explorar o crescimento do mercado de embalagem plástica e de tampa no segmento de higiene pessoal no México e na América Latina.

 

Graham Chipcase, diretor da Rexam Embalagens Plásticas, disse que apesar das difíceis condições econômicas globais, a empresa continua focada em investir no crescimento dos mercados. “Nós estamos empenhados em fornecer aos nossos clientes a solução de embalagem ideal para ajudá-los a crescer em seus negócios. Esse posicionamento também é coerente com a estratégia da Rexam de expandir em mercados emergentes. Estamos confiantes de que o forte crescimento do México e da América Latina irá nos permitir fornecer oportunidades únicas de produtos e serviços”. 

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TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

MARGARET HAYASAKI

Formada em jornalismo pela Universidade Paulista Júlio de Mesquita Filho (Unesp-Bauru) e pós-graduada em Comunicação Empresarial pela Faculdade Cásper Líbero, Margaret Hayasaki atua há 10 anos no jornalismo especializado em embalagem. Começou como redatora na revista Pack e hoje é editora-chefe.

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