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 Especializada em tecnologias de gestão integrada para a indústria gráfica e de embalagens, a Metrics lança na Expoprint um completo conjunto de ferramentas, capaz de ampliar significativamente os níveis de automação em todos os processos de produção e de negócios nas empresas desses setores.

 Os lançamentos fazem parte de uma visão tecnológica desenvolvida pela empresa – denominada Metrics Printware – que visa a disseminar e facilitar o uso da tecnologia, ao longo de todos os departamentos da indústria gráfica e de embalagens, de modo a tornar intuitivo e natural o emprego desses recursos por parte do pessoal de vendas, orçamento, planejamento da produção, apontamento, operação, materiais e áreas administrativas. “Cada vez mais as empresas estão se conscientizando que a gestão faz a diferença nos negócios”, afirma Osmar Sousa Barbosa, diretor-geral da Metrics.

 “Por trabalhar exclusivamente sob encomenda, num ambiente dinâmico e complexo, as indústrias gráficas e de embalagem enfrentam grandes desafios para vender, planejar sua produção em longo prazo e administrar, de forma coesa, o grande número de jobs que precisa colocar em andamento e sempre a prazos apertados”.

 Outro lançamento da empresa com foco no setor de embalagens é uma solução de gerenciamento de contatos de negócio e fidelização de clientes (CRM). Ela permite aprofundar a visão integrada do negócio das empresas e a oferecer inteligência de processo para atividades não-uniformes e de difícil controle, como acompanhamento de contatos, avaliação dos níveis de satisfação – ou de stress – e mapeamento de oportunidades de novas vendas ao cliente a partir de dados históricos. “Todas as ações de relacionamento da empresa com o cliente passam a ser documentadas e avaliadas de forma inteligente, por meio de tela do nosso CRM, numa operação totalmente baseada na web”.

 O diretor-geral revela que a empresa investe anualmente 30% do seu faturamento (R$ 13 milhões em 2009) em pesquisa e desenvolvimento de novos produtos. “Atuar nesse segmento de sistemas de informação exige renovação o tempo inteiro”, afirma.

 A Metrics, segundo ele, está investindo forte no desenvolvimento de produtos para atender o mercado de embalagem. “Dentro da indústria gráfica, esse setor vai ter uma relevância muito grande no futuro”, diz. “Hoje, esse segmento representa de 25% a 30% dos negócios da empresa, mas o objetivo é chegar a 50% em breve”, finaliza.

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De olho no crescimento de mercados emergentes, como o Brasil, a Heidelberg está apostando no lançamento da impressora offset Speedmaster CX 102, ideal para gráficas de embalagem, que querem fazer um upgrade de velocidade e produtividade.

Com capacidade de atingir 16.500 folhas/h, a máquina vem atender exatamente a expansão da indústria brasileira de embalagem. Bernhard Schreirer, CEO da Heidelberg, diz que nos países emergentes, a demanda de embalagem cresce rapidamente impulsionada pela abertura de novos supermercados para atender a expansão do consumo.

A nova tecnologia já foi vendida para a Congraf, que atua no segmento de embalagens e para a Stilgraf, do setor promocional. “Desde o seu lançamento, há um mês, na Ipex 2010, a impressora já foram comercializadas 18 unidades”, revela Paulo Faria, gerente de divisão da Heidelberg do Brasil.

Ele diz que o mercado de embalagem é sensível à economia. Quando o consumo melhora, esse setor também avança. “Hoje, esse segmento representa 40% dos negócios no Brasil”.

Por aqui, a vedete do setor de embalagem é a impressora offset Speedmaster XL-75 meia folha para pequenas tiragens. “Com acerto rápido, essa máquina vem atender ao aumento do mercado de produtos com tiragens curtas”, diz o executivo. “De cada cinco máquinas vendidas no Brasil, quatro são XL-75”, completa. Ela acabou de ser comercializada para a Gráfica Sarapuí, que atua no segmento de embalagens de papel cartão para farmacêuticos.

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 Lançada há quatro anos fora do Brasil, a impressora offset Roland 500 6 cores chega ao mercado brasileiro agora, como a principal novidade da empresa, na Expoprint 2010. Importado da Alemanha, o equipamento opera com capacidade de 6 mil folhas/h. “Essa tecnologia é o que nós chamamos de novo processo criativo de impressão que disponibiliza em uma só passada efeitos de metalização em linha”, explica Lincoln Lopes, diretor-comercial de máquinas planas da Manroland Brasil.

Nas duas primeiras unidades de impressão são realizadas a aplicação da tinta de alto tack e da película que pode ser prateada ou dourada. “Esse é principal diferencial da nova impressora para atender o segmento promocional e de embalagem”, afirma.  “Para o segmento de embalagem de papel cartão, em especial, os clientes poderão utilizar a tecnologia para produtos de valor agregado, como nos segmentos de cosméticos. Mas também como recurso de proteção à marca nos setores farmacêuticos e de bebidas”, acrescenta.

Outro diferencial da tecnologia é a possibilidade de combinar seis cores com duplos vernizes. “É uma tendência no setor de embalagem, que responde por 70% dos nossos negócios”, diz.

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Quatro linhas de tintas offset (plana) são a novidade do novo portfólio da Sunchemical para o mercado brasileiro. Entre elas, duas linhas 100% vegetais feitas, principalmente, à base de óleo de soja – Sun Lit Diamond e Exact – que foram desenvolvidas na planta fabril da empresa, na França, em parceria com a matriz, no Japão, para atender a crescente demanda mundial por sustentabilidade.

O Brasil também participou do projeto de desenvolvimento das linhas biorenováveis, que demandou quatro anos. É o que conta Bianca Adler, gerente técnica de tintas offset da Sunchemical. “As novas tintas podem imprimir em qualquer tipo de substrato e podem ser utilizadas desde em máquinas monocolores até 12 cores”, afirma. “Elas oferecem as mesmas propriedades das tintas tradicionais, algumas são até melhores, como transferência, maquinabilidade, brilho e resistência à abrasão. Por exemplo, no caso da transferência da tinta para o substrato, o verniz tecnológico permite que isso seja feito sem nenhum respingo na máquina, mesmo rodando em altíssimas velocidades, que podem alcançar 200 m/min”, garante Bianca.

Hoje as tintas 100% vegetais já são utilizadas na Europa, América Latina, Estados Unidos, Japão e a Ásia como um todo. “O Brasil também já está utilizando para aplicação nos mercados de embalagem, comercial e publicação. Esse mercado está em franca expansão, respondendo por 15% das vendas. E a tendência é que continue crescendo até se tornar o carro-chefe”, acredita. “Essas tintas serão importadas da França, mas também trabalhamos com estoque do produto, no Brasil”.

Outras duas linhas de tintas offset, produzidas na planta industrial da empresa, na Espanha, também serão importadas para o mercado brasileiro. São produtos mistos (composição mineral e vegetal) que apresentam propriedades específicas. São elas: a tinta offset EOS High Speed para o segmento de secagem rápida – linha super concentrada, que oferece alta definição de ponto – e a Sun Pak Iro Cart – que apresenta alta resistência de película. “O mercado de tintas de embalagem representa 40% dos negócios da Sunchemical”, afirma.

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Imagine fazer testes de um produto antes do seu lançamento no mercado para saber qual embalagem vai ter maior aderência ou personalizar embalagens com o nome e/ou o esporte preferido dos convidados de um evento. Isso, agora é possível fazer, com o novo lançamento da Xerox, na área de impressão digital em cores. Principal lançamento da empresa na Expoprint, a Xerox 1000 promete várias inovações tecnológicas, como a impressão de imagens de alta definição a uma velocidade de 80-100 páginas por minuto.

Segundo Jardel Gonçalves Nunes, gerente nacional de aplicações gráficas da Xerox, o toner transparente é outra inovação que permite simular a aplicação do verniz e também elimina uma fase do processo de uma linha gráfica, ou seja, diminui o custo de processo. As imagens destacadas aparecem no fim da página, e os clientes podem usar o recurso para atrair a atenção para o texto variável, fotos, logotipos e imagens e criar uma série de efeitos artísticos, incluindo, marcas de água. “A capacidade operação da impressora é de 200 mil a 1,7 milhões de impressões. Além de operar com papéis com formatos de 330×482 e gramaturas de 55 g/m2 até 350 g/m2”, afirma. “Dependendo do tamanho da embalagem, cabem até duas em uma página”.

A Xerox-1000 está no mercado há um mês e já foram vendidas 100 máquinas no mundo para o setor gráfico. “Trabalhar com pequenos volumes com qualidade fotográfica é o grande diferencial para o mercado”, diz Nunes. “O mercado de embalagem é extremamente interessante, com muitas oportunidades de crescimento para a impressão digital, como por exemplo, o segmento de farmácias de manipulação. Ainda é um negócio pequeno dentro das atividades da Xerox, girando em torno de 2%, mas estamos apostando na sua expansão”.

A Xerox-1000 é um desenvolvimento da Xerox em parceria com a Fuji Xerox. O equipamento é importado do Japão, mas com assistência técnica da empresa no Brasil.

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SOBRE O BLOG DA PACK

O Blog da Pack acompanha o mercado de embalagens no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades e curiosidades que envolvem toda a cadeia produtiva do setor. Este espaço é um subproduto da revista e do site Pack, editados pela redação da Editora Banas.

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TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

MARGARET HAYASAKI

Formada em jornalismo pela Universidade Paulista Júlio de Mesquita Filho (Unesp-Bauru) e pós-graduada em Comunicação Empresarial pela Faculdade Cásper Líbero, Margaret Hayasaki atua há 10 anos no jornalismo especializado em embalagem. Começou como redatora na revista Pack e hoje é editora-chefe.

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