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Embalagens mais elegantes e modernas

Icone Consumo, Embalagem | Por Margaret em 8 de setembro de 2009

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sparlack-cetol-deck-antiderr-36L-web1O verniz Sparlack, do grupo holandês AkzoNobel, acaba de passar por processo de reformulação de sua identidade visual. Além disso, dois produtos sem igual chegam às lojas especializadas: Duplo Filtro Solar Secagem Rápida e Cetol Deck Antiderrapante. As inovações são resultados de uma ampla pesquisa realizada com balconistas, pintores e consumidores.

O logo de Sparlack foi reformulado e as embalagens estão mais elegantes e modernas, além de dar mais legibilidade às informações. E mais: conforme explica Eulália Ramos, Gerente de Marca, a linha de produtos foi dividida em três pilares, e foram estendidas as durabilidades – sempre vinculadas às tecnologias utilizadas. “Com a nova arquitetura de marca, temos a expectativa de obter maior visibilidade no PDV, criando proximidade com o público, mesmo num mercado técnico como o de vernizes”, salienta Eulália.

 O pilar Alto Desempenho, identificado nas embalagens pela cor vermelha, é composto por Cetol, Cetol Deck e Cetol Deck Antiderrapante (lançamento da marca Sparlack) – produtos considerados “Super Premium”. O principal atributo diz respeito à excepcional durabilidade, de seis anos, o que se traduz em proteção intensa. De altíssimo desempenho, devem ser aplicados em ambientes externos, como casas de madeira, decks, portas e janelas expostas ao sol e à chuva.

 Já o pilar Proteção e Fácil Aplicação, caracterizado pela cor roxa, é formado pelos “Impregnantes Premium”: Stain e Stain Decor. O atributo mais marcante desses vernizes é justamente a manutenção da naturalidade da superfície, já que eles valorizam o relevo da madeira. São de fácil manuseio e não formam película, além de permitir o uso de cores primárias. Os produtos são indicados para ambientes externos e possuem durabilidade de três anos.

 Por fim, os vernizes Premium sustentam o terceiro e último pilar, Proteção e Beleza, representado pela cor laranja nas embalagens. O elemento mais importante desses produtos é o toque decorativo, sem, no entanto, abrir mão da propriedade crucial dos vernizes: a proteção. Podem ser aplicados em ambientes internos e externos, e oferecem durabilidade de um a três anos. São eles: Duplo Filtro Solar Secagem Rápida (três anos) – outro lançamento da marca Sparlack , Duplo Filtro Solar (três anos), Neutrex (três anos), Extra Marítimo (dois anos), Marítimo Fosco (dois anos) e Copal (um ano).

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kopenhagenTradicional grife de chocolates finos do Brasil, a Kopenhagen, acaba de reformular as embalagens das linhas Diet Finesse e Light. Utilizando um visual clean e moderno, a marca renova para atender o perfil elegante de seus clientes.

 As novidades nas embalagens não são apenas estéticas, há também a inclusão do selo da Anad (Associação Nacional de Assistência ao Diabético), conquistado pela Kopenhagen desde o começo desse ano, garantindo que os produtos Diet Finesse são aptos para o consumo dos diabéticos.

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A NSS desenvolveu uma nova versão do software web2print plataforma Vit2Print que incorpora avanços para atender a demanda da indústria gráfica de embalagem e de rótulos. O software consiste de vários módulos. As gráficas selecionam as aplicações que precisam ser ajustadas e melhoram o seu fluxo de trabalho O programa inteiro oferece todas as soluções de fluxo de trabalho de pré-impressão, entretanto, cada módulo pode ser utilizado independentemente. Para um olhar mais aprofundado das principais aplicações de embalagem e rótulos é preciso ter o Vit2Print.  .

O TransVit é uma aplicação para gerenciamento de tradução online que permite aos designers gráficos, tradutores e marqueteiros trabalhar interagindo com a velocidade e gerenciar o processo de tradução. “Uma ferramenta de grande benefício com um alto ROI se você pensar na natureza multilingual da embalagem”, diz Desseyn, direto da NSS. O CorrectVit é uma ferramenta de lucratividade online que abre oportunidades para ganhar eficiência nas aprovações dos fluxos de trabalho. FormVit permite aumentar a demanda industrial de impressão dados variáveis de embalagens de rótulos. PhotoVit é uma ferramenta de produção indispensável para gerenciar o patrimônio digital online.

 A novidade será apresentada na Labelexpo Europe, que acontece de 23 a 26 de setembro, em Bruxelas, capital da Bélgica.

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O que as empresas de embalagens da China e do Japão estão fazendo? Para onde elas estão caminhando? A proposta é saber o que é possível fazer por aqui e ir além. Esse foi o objetivo do seminário sobre as embalagens da China e do Japão, segundo Assunta Napolitano Camilo, diretora da consultoria FuturePack e do Instituto de Embalagens. O evento foi realizado hoje, no auditório da Abiplast (Associação Brasileira da Indústria de Plásticos), em São Paulo.

 

No Japão, um conjunto de fatores dita os desenvolvimentos em embalagens. São eles: 96% da população urbana, grande população de idosos, e falta de espaço nas casas, que são pequenas. Por conta disso, as embalagens apresentam formatos pequenos e trazem atributos de praticidade e conveniência visando a facilitar o manuseio pelos consumidores. “Além disso, as embalagens japonesas são primorosas no quesito visual, apresentando excelente qualidade de impressão. Elas também atendem as tendências de conveniência, estilo de vida, segurança, saúde e meio ambiente”, afirma Assunta. Um bom exemplo de conveniência é o retortable com zíper, que pode ser utilizado várias vezes pelos consumidores, e a embalagem cartonada de tofu  - conhecido como queijo de soja – que é bastante empregado no Japão, dispensa a cadeia do frio e oferece maior shelf life.

 

Na China, outros aspectos influenciam o desenvolvimento de embalagem. Por exemplo, as distâncias continentais e a maior população rural, que abriram o mercado para pouches retortable e o pouch asséptico. Elas dispensam a cadeia do frio, conferindo vida útil maior aos produtos. “Com o grande número de analfabetos no País, a indústria chinesa de embalagens teve que desenvolver pouches com janelas para que eles pudessem visualizar o alimento que estavam comprando”, explica Assunta.

 

Os chineses também exploram bem os conceitos de embalagem bem-sucedidos de uma categoria para outra categoria, como revela a diretora. Ou seja, a proposta é apostar em novas aplicações. É o que fez uma fabricante de preservativos ao adotar uma embalagem de papel cartão, com sistema de abertura flip-top, aplicação bastante utilizada pela indústria de cigarros. “Outro bom exemplo é a embalagem de papel cartão com alça para detergente em pó”, diz.

 

 

Para refletir

Durante o debate, que contou com a participação de José Ricardo Roriz, diretor-presidente da Vitopel, e Merheg Cachum, presidente da Abiplast, mais aspectos relevantes sobre o mercado de embalagem da China e do Japão foram discutidos.

Roriz destacou que os dois países experimentam estágios distintos de desenvolvimento do setor. “Hoje, a China está bem mais atrasada em relação ao Japão, apesar de ter os equipamentos mais modernos para produzir embalagem. Enquanto, o Japão tem uma das tecnologias mais antigas, mas as embalagens são melhores”, afirma. Segundo ele, isso acontece porque a China ainda está produzindo embalagens para distribuir alimentos para a sua população, mas muito em breve, o País poderá passar a desenvolver embalagens de melhor qualidade.  “A China ainda não utiliza a embalagem para vender o produto. E o Japão utiliza a embalagem para criar diferenciação na gôndola”, explica. “Isso dá uma amostra do que podemos fazer no Brasil”.

 

Para Cachum, há um fato importante e outro lamentável. “Os brasileiros já copiaram os produtos chineses. Mas, esse conceito já mudou bastante. Hoje, as empresas nacionais têm tecnologia de altíssima qualidade para valorizar o produto feito no Brasil”, defende.

 

O Brasil tem potencial, mas Assunta acredita que ainda falta conhecimento para o maior desenvolvimento da indústria de embalagens. “É preciso estudar, aprender, entender mais sobre todos os aspectos que envolvem o desenvolvimento de uma embalagem. As empresas acabam optando por executar o mais fácil em vez de criar o seu próprio mercado”, acentua. 

 

 

 

 

    

 

        

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JP5-AD (Foto: Kleber Pinto)

JP-5-AD (Foto: Kleber Pinto)

Especializada em tecnologia de rotuladoras, a JPJ Máquinas apresenta na Fispal Tecnologia dois lançamentos. Um deles é a estreia da empresa em um novo mercado. Trata-se da rotuladora automática para rótulos autoadesivos JP-5-AD destinada para todo o tipo de frasco, com capacidade de produção de até 6 mil embalagens/hora. A outra novidade da empresa é a rotuladora automática linear para rótulos em bobina de BOPP (polipropileno biorientado) JP-7-LB, que opera somente com frascos cilíndricos, com uma capacidade de produção de até 7 mil embalagens/hora. Nilson José Gavioli, diretor da JPJ Maquinas, explica que os novos desenvolvimentos são uma resposta à demanda do mercado por tecnologias simples e de baixo custo. “As rotuladoras chegam a custar até 30% menos do que o praticado no mercado”.

JP-7-LB (Foto: Kleber Pinto)

JP-7-LB (Foto: Kleber Pinto)

Entre os diferenciais da JP-7-LB está no custo da bobina do rótulo que é mais baixo, segundo Gavioli. “O peso menor, por isso pode ter mais rótulos em 1 kg de material, o que acaba diminuindo o custo dos rótulos”.

Além do mercado interno, a JPJ Máquinas abastece todas as Américas e Europa. “Exportamos há mais de 10 anos, com 20% de nossa produção destinada para o front externo”. “Nosso principal mercado é o segmento alimentício que responde por 70% dos negócios da empresa”.

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box_liner_raumak_blo_packA busca por novas tecnologias e tendências de mercado faz com que a Raumak Máquinas esteja na vanguarda do segmento de empacotadoras, enfardadoras e encaixotadoras. Os mais recentes resultados dessa gestão inovadora da empresa são dois lançamentos feitos na Fispal Tecnologia  – a encaixotadora automática Boxer Line Silver para linha de caixas Case Pack e uma paletizadora automática de fardos ou caixas Pallet Line, que apresenta conceito inovador, desenvolvido pela italiana Dynamic. Segundo Raulino Kreis Junior, diretor-presidente da Raumak Máquinas, a Boxer Line Silver é um desenvolvimento 100% Raumak e vem atender a uma tendência de mercado por maior automação no final de linha. “O equipamento arma a caixa, acondiciona o produto, além de programar a quantidade de embalagens e as camadas, e fecha a caixa automaticamente, com fita adesiva ou hot melt”, diz.

Com transferência de tecnologia, a Raumak Máquinas construiu a paletizadora automática que já é um equipamento consagrado na Europa, com 10 anos de mercado. “Essa parceria foi possível graças ao primeiro contato feito com a Dynamic, na Fispal Tecnologia 2008. A feira não representa somente vendas, mas também a possibilidade de realizar parcerias e joint-ventures”, destaca o diretor-presidente. “O equipamento realiza um trabalho similar ao de um robô. O custo de aquisição da paletizadora automática é bem atrativo, representando apenas 50% a 60% do valor que seria desembolsado para adquirir um robô”, afirma Kreis Junior.

Segundo ele, os dois lançamentos atendem a demanda das empresas por maior produtividade no final de linha, melhor controle da produção – com dados sobre o volume de paletização e encaixotamento, por exemplo -, além de preocupação com a saúde de seus funcionários. “Dependendo do segmento de atuação, a empresa consegue obter ganhos de até 30% de produtividade no final de linha”, revela.

A atuação da Raumak Máquinas se estende além das fronteiras brasileiras. Exportando desde 2000, a empresa embarca 53% de sua produção de máquinas/ano para mais de 40 países, como Peru, Venezuela, Argentina, República Tcheca, Rússia. “A empresa produz anualmente 300 máquinas, das quais 60% são enfardadoras, que também são o carro-chefe no mercado externo”. Otimista, Kreis Junior, diz que o mercado estava retraído por uma questão de precaução devido à crise econômica. “Mas desde a segunda quinzena de abril, já notamos um aquecimento dos negócios , com um desempenho igual, ou melhor, ao de 2008”.

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Os esforços realizados pela indústria de confeitaria para reduzir drasticamente as embalagens de ovos da Páscoa estão dando resultados, gerando benefícios em custos e em distribuição para os fabricantes e varejistas, diz WRAP (Waste & Resources Action Programme) programa financiado pelo governo do Reino Unido.

Em resposta a crescente pressão do consumidor, algumas empresas, como Mars e Cadbury anunciaram reduções significativas – de três mil toneladas – na produção de embalagem para ovos de Páscoa a cada ano. 

 

Uma recente sondagem do Comitê Consultivo de Embalagem revelou que 59% dos adultos britânicos acreditam que os ovos de Páscoa são sobreembalados. “A indústria de confeitaria está ganhando com a otimização dos custos de materiais de embalagem e melhorias na eficiência de distribuição”, afirma Mark Barthel, conselheiro especial do WRAP.

 

Mas reduzir embalagem cria desafios para os fabricantes de chocolate em termos de proteção do produto e apresentação no ponto-de-venda. Os ovos da Páscoa são tipicamente ocos e frágeis e no intuito de garantir que os produtos cheguem na prateleira sem quebrar, eles precisam ter uma solução de proteção durante a cadeia de distribuição. Além disso, os ovos de Páscoa são geralmente oferecidos aos entes queridos como presentes, por isso as embalagens representam um elemento integral da apresentação visual do produto.


No entanto, como parte de um acordo no âmbito do programa WRAP levou  grandes fornecedores como Cadbury, Kraft,  Magna e Nestlé fizessem um acordo voluntário e coletivo para reduzir significativamente as embalagens de ovos de Páscoa em 2009.

 

Cadbury: menos 25%
A Cadbury, no Reino Unido, conseguiu reduziu em 25% o uso de material de embalagem para ovos de Páscoa de tamanho médio, resultando em menos 220 toneladas de plástico, menos 250 toneladas de papelcartão e menos 90 toneladas em movimentação e embalagem-display.

A empresa também diminuiu em 36% o uso de material de embalagem para ovos de Páscoa de tamanho grande, deixando de utilizar 108 toneladas de plástico, 65 toneladas de papelcartão e 44 toneladas de papelão ondulado.

 

 

M&S: menos 30% e 90%

A varejista britânica Marks & Spencer reduziu em 30% o uso de embalagem de ovos da Páscoa e hoje utiliza materiais reciclados. O ovo de Páscoa Max a Bunny teve 90% de redução ao substituir as embalagens de plástico por filme plástico impresso. De acordo com a empresa, mais de 85% da embalagem de ovos de Páscoa M&S é reciclável e 68% de todo o plástico utilizado contêm materiais reciclados, reduzindo a necessidade do uso de plásticos virgens.

 

Mars: menos 42%

A Mars diminuiu o peso do papelcartão em 42% e reduziu a quantidade de plástico. Todas as embalagens de ovos da Páscoa apresentam 100% de papelão reciclado e levam conselhos aos consumidores sobre como e onde se pode dispor da embalagem.

 

Nestlé: menos 80%

A gigante Nestlé diminuiu em 80% o uso de embalagens plásticas para ovos de Páscoa. A empresa decidiu trocar o invólucro de plástico em torno de ovos de Páscoa pelo papelcartão, otimizando centenas de toneladas de resíduos e 30% de redução em peso da embalagem de produtos. “As alterações nas embalagens dos ovos de Páscoa resultaram na redução de mais de 700 toneladas de resíduos enviados para aterro e também têm beneficiado os varejistas com embalagens reduzidas que maximizam a eficiência da distribuição e a utilização na prateleira” disse Ralf Fiala, chefe de embalagens da Nestlé no Reino Unido.

 

 

 

 


 
 
 

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De olho nos pequenos consumidores

Icone Consumo | Por Tatiana em 6 de março de 2009

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ades_nutrikids_blog_pack_060309A Unilever coloca no mercado a partir de hoje a versão kids de seus sucos à base de soja Ades. O investimento da empresa foi de R$ 25 milhões.

 

Num primeiro momento, a nova formulação do suco – batizada de Ades Nutrikids – traz embalagens mais coloridas de um litro, assim como as já comercializadas.  

 

Em breve, a empresa venderá uma versão de 200 ml para a lancheira da garotada. Os sucos serão oferecidos nos sabores uva, laranja, chocolate e morango.

 

Segundo o departamento de marketing da Unilever, as embalagens de até 250 ml representam 14% do mercado de sucos. Já entre as bebidas de leites saborizados, as caixinhas de até 250 ml são maioria, com participação de 83% do mercado. 

 

Daniela Cachich, gerente de marca Ades, da Unilever, adiantou que esse é o maior investimento da Unilever neste ano em um único produto. O Ades é a principal marca da multinacional na área de alimentos e bebidas. 

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Cadbury ganha certificação fairtrade

Icone Consumo, Embalagem, Meio Ambiente | Por Margaret em 4 de março de 2009

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CADBURY FAIRTRADE CERTIFICATIONUma das maiores empresas especializadas em confeitos do mundo, a Cadbury acaba de anunciar que o chocolate Cadbury Dairy Milk® irá receber a certificação fairtrade (comércio justo e solidário) e o selo será estampado na embalagem do produto. Esse importante anúncio resultará na triplicação das vendas de cacau para os agricultores do produto em Gana.    

Trabalhando com a Fundação Fairtrade do Reino Unido, o chocolate Cadbury Dairy Milk será o primeiro a receber a certificação no Reino Unido e na Irlanda. Mas outras variedades do produto também vão passar pelo mesmo processo de certificação, além de outros negócios da Cadbury no mundo.

Todd Stitzer, chefe executivo da Cadbury, diz que este é um momento histórico para a empresa. “Estou orgulhoso de que a barra de chocolate irá exibir o selo fairtrade. Estive em Gana, no mês passado, e vi o quão vital é o apoio das empresas como  seus parceiros. Acreditamos que unindo forças com a Fundação Fairtrade podemos melhorar ainda mais os padrões de vida e condições dos agricultores e comunidades agrícolas, e criar uma oferta sustentável de cacau de alta qualidade para Cadbury”.

Harriet Lamb, diretor-executivo da Fundação Fairtrade afirma: “Estamos encantados de ter a oportunidade de comprovar que a certificação do chocolate Cadbury Dairy Milk vai permitir que os consumidores do produto façam uma diferença real para os agricultores de cacau em cada compra. Isso certamente estabelece um novo padrão para a indústria de chocolate.”

Nos próximos 10 anos, a Cadbury vai investir cerca de US$ 64 milhões para ajudar a garantir o desenvolvimento sustentável econômico, social e ambiental de um milhão de agricultores de cacau e suas comunidades em Gana, Índia, Indonésia e Caribe.

A Cadbury também está focada em reduzir o seu impacto ambiental. Por meio do Purple Goes Green, uma iniciativa anunciada em julho de 2007, a empresa estabeleceu metas de redução de emissão de carbono, e uso de água e de embalagens. Em 2020, a empresa pretende atingir uma redução de 50% na emissão de carbono, além de diminuir em 10% as embalagens até 2010. A empresa também introduziu várias inovações em novas embalagens, incluindo uma nova caixa-display para produtos como o Trident Xtra Care, utilizando 50% menos papelcartão.

A Cadbury também está empenhada em investimentos na área social. Em Dezembro de 2008, a marca Cadbury’s Trident, a número um na categoria de goma de mascar do mundo, anunciou aporte de US $ 1,5 milhão por três anos, para a Smiles Across América (AEA), e a assinatura do programa Saúde Bucal América para prestar serviços odontológicos e de educação para crianças em comunidades

 

 

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basf

A linha de copolímeros em bloco de estireno-butadieno (SBS) Styrolux® HS 70 é uma inovação da Basf apresentada durante a K 2007 – feira internacional de plásticos, realizada em Düsseldorf, na Alemanha – que agora ganha a sua primeira aplicação na Europa. A fabricante italiana de filmes Axial começa a produzir filmes shrink com esse material e está também distribuindo para os principais convertedores. A Sutter, por exemplo, é um produtor italiano de produtos de limpeza que está usando o material para decorar as embalagens. 

 

A Axial decidiu utilizar o novo material porque otimiza o encolhimento do filme em comparação com os outros blendes de SBC/PS disponíveis no mercado. O filme feito de Styrolux® HS 70 oferecem capacidade de encolhimento de até 80%, o que permite aos convertedores trabalhar com um amplo espectro de shapes de embalagens. “Nosso cliente Sutter que sempre utilizou o filme de PET para a produção de rótulo sleeve, agora está experimentando o filme feito com Styrolux® HS 70. O material eliminou o efeito “sorriso” – dobra, por exemplo, no gargalo da garrafa -, geralmente encontrado na transição de grandes diâmetros  para pequenos diâmetros em embalagens de geometria complexa”, explica Marco Ruspa, gerente técnico da Axial.  Além disso, esse material é muito leve, produzindo mais de 30%/kg de filme em comparação ao PET ou PVC e não requer nenhum processo de pré-secagem, garantindo eficiência energética e custo-benefício.  

 

O Styrolux® HS 70 tem sido especialmente otimizado para uso em filmes shrink de alta qualidade. O material combina excelentes propriedades ópticas e mecânicas, como por exemplo, alta transparência e brilho, além de grande rigidez e resistência.

 

 

 

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TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

MARGARET HAYASAKI

Formada em jornalismo pela Universidade Paulista Júlio de Mesquita Filho (Unesp-Bauru) e pós-graduada em Comunicação Empresarial pela Faculdade Cásper Líbero, Margaret Hayasaki atua há 10 anos no jornalismo especializado em embalagem. Começou como redatora na revista Pack e hoje é editora-chefe.

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