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Design do produto: muito além da estética
Mudanças na embalagem podem reposicionar sua marca, ajudá-la a ganhar credibilidade e até aumentar as vendas
A frase “O design é a única coisa que diferencia um produto do outro no mercado”, do designer Norio Ohga, é uma das máximas do segmento e pode ilustrar a importância do design de embalagens. Apesar de cada vez mais valorizado por empresas nacionais, o segmento ainda não ganha o mesmo destaque que possui no exterior, principalmente em países como a Dinamarca e a China, líderes em inovação e valorização.
A associação mais comum, quando se fala nesse tipo de design, é apenas à estética, fator fundamental, mas não o único quando o assunto é o planejamento de uma embalagem.
O desenvolvimento de uma embalagem tem objetivo comercial, isso vem justamente da junção de um design inovador e atraente, que, ao mesmo tempo, congregue a imagem com a usabilidade do produto, identidade visual da marca, busca de soluções seguras e práticas para fatores externos – como conservação do conteúdo e facilidade no manejo do objeto-, busca de reposicionamento no setor, entre outros, dependendo do caso.
Ou seja, pensar uma embalagem é ir muito além de fatores estéticos. Quando se trata de reformular algo já disponível ao público, o cuidado no processo deve ser ainda maior.
O sócio da Chelles & Hayashi, premiada empresa de Design, Gustavo Chelles, esclarece o Design de embalagens e sua importância para fins comerciais:
Quais os principais critérios na hora de começar a esboçar uma embalagem?
O modo correto de começar projetar embalagens é visualizar a sua cadeia – fabricação, envase, transporte, uso e descarte -, tendo o usuário como ponto focal.  Com isso em mente, é possível dar pesos corretos a questões estéticas, de uso racional de material e de processos.  Além de veículo para um produto, as embalagens também são suportes de comunicação, informando, atraindo e exprimindo conceitos para o público-alvo.  Por isso é muito importante conhecer bem as pessoas para quem serão projetados os produtos, a concorrência e o ecossistema do ponto-de-venda.
O que avaliar ao cogitar alterar uma embalagem já no mercado?
Em primeiro lugar, devemos estar atentos ao nível de reconhecimento do produto a partir da identidade visual da embalagem – ela pode ser considerada como uma marca, e é identificada pelas pessoas como tal.  Basta ver o exemplo da garrafa de Coca-cola e da embalagem de Maizena, ícones de identificação que não podem sofrer mudanças radicais, sob pena da perda do reconhecimento por parte do consumidor no ponto-de-venda.  Os movimentos da concorrência devem ser avaliados, pois o design tem foco em diferenciação e inovação – não é ético confundir o consumidor, ao imitar o líder e induzir o comprador ao erro. Vale olhar para a cadeia logística da embalagem, detectando oportunidades de ganhos, através da racionalização de manufatura, armazenamento e transporte. Bastante importante também é a análise de impacto ambiental, identificando quais as oportunidades de reduzí-lo, como usar menos matéria-prima ou mesmo trocá-la para uma mais amigável.
A embalagem pode, e deve, agregar valor ao produto?
É claro, a embalagem tem uma importante função psicológica relacionada com a percepção de qualidade, tecnologia e confiabilidade do artigo que ela carrega.  Além disso, ela pode prover outras funções que não a proteção primária ao produto.  Ela pode se transformar em um brinquedo, objeto utilitário ou mesmo se tornar parte integrante da função do produto. Por exemplo, uma embalagem de um vaso feita de papel com sementes impregnadas na massa ou o envoltório de bujão de gás que tenha alça para a pessoa carregar o mesmo.
O Design pode ser parte de um trabalho para alavancar as vendas de um produto ou reposicionar uma marca?
O Design tem um forte impacto nas vendas, ainda mais em mercados onde os produtos são commodities ou os concorrentes têm preços parecidos.  O bom design faz os atributos do produto ressaltarem, e também amplifica a percepção do consumidor.  Pesquisas mostram que para muitos tipos de produto a decisão de compra se dá no ponto-de-venda, deixando de lado o fabricante, levando em conta preço e depois o melhor design.  O reposicionamento de uma marca passa também pelo design de embalagem, que tem como função comunicar eficientemente as novas estratégias, selecionando o consumidor alvo e estabelecendo uma relação com ele.  Como exemplo, a Schincariol, que desenvolveu todo um trabalho do qual as embalagens tomaram parte, a fim de reposicionar sua marca para reduzir sua rejeição em todo território nacional e justificar a experimentação.
A preocupação com o design de embalagens deve atingir quais empresas?
O design de embalagens não cuida apenas de estética, mas também de racionalidade, economia, adequação, qualidade, performance e sustentabilidade.  Sendo assim, mesmo empresas que não exponham produtos no varejo, ou empresas com atuação B2B ou que manufaturem bens industriais, devem se preocupar com o design de embalagem.  Fazendo isso, elas estarão incrementando o relacionamento com seus clientes, pois estes passarão a perceber mais claramente os atributos de excelência de seus produtos, o discurso fica mais fácil.  Quem vai em uma entrevista de emprego mal vestido?  E o que dizer dos produtos que fazem a empresa se sustentar e crescer, também não merecem um belo terno ou tailleur? A embalagem pode transformar a experiência de compra de um produto, encantando quem recebe.  Vale lembrar o exemplo da Natura, cujas embalagens ampliam a percepção sensorial dos produtos e comunicam claramente a mensagem de sustentabilidade da empresa.
Sobre a Chelles & Hayashi Design
A Chelles & Hayashi Design foi fundada em junho de 1994. De lá para cá, consolidou-se como uma empresa criativa e inovadora, sendo premiada diversas vezes pelo desenvolvimento de produtos inovadores, como a lavadora PopTank da Mueller Eletrodomésticos, o Tanque Tigre, a linha de Porta-Filtros da Melitta, as lavadoras SuperPop e Belíssima, da Mueller. Acesse: www.design.ind.br

“O design é a única coisa que diferencia um produto do outro no mercado”, afirmou certa vez o designer Norio Ohga. A máxima pode ilustrar a importância do design de embalagens. Apesar de cada vez mais valorizado por empresas nacionais, o segmento ainda não ganha o mesmo destaque que possui no exterior, principalmente em países como a Dinamarca e a China, líderes em inovação e valorização. A associação mais comum, quando se fala nesse tipo de design, é apenas à estética, fator fundamental, mas não o único quando o assunto é o planejamento de uma embalagem.

O desenvolvimento de uma embalagem tem objetivo comercial. Ou seja, pensar uma embalagem é ir muito além de fatores estéticos. Quando se trata de reformular algo já disponível ao público, o cuidado no processo deve ser ainda maior. O sócio da Chelles & Hayashi, premiada empresa de Design, Gustavo Chelles, esclarece o design de embalagens e sua importância para fins comerciais.

Quais os principais critérios na hora de começar a esboçar uma embalagem?

O modo correto de começar projetar embalagens é visualizar a sua cadeia – fabricação, envase, transporte, uso e descarte -, tendo o usuário como ponto focal.  Com isso em mente, é possível dar pesos corretos a questões estéticas, de uso racional de material e de processos.  Além de veículo para um produto, as embalagens também são suportes de comunicação, informando, atraindo e exprimindo conceitos para o público-alvo.  Por isso é muito importante conhecer bem as pessoas para quem serão projetados os produtos, a concorrência e o ecossistema do ponto-de-venda.

O que avaliar ao cogitar alterar uma embalagem já no mercado?

Em primeiro lugar, devemos estar atentos ao nível de reconhecimento do produto a partir da identidade visual da embalagem – ela pode ser considerada como uma marca, e é identificada pelas pessoas como tal.  Basta ver o exemplo da garrafa de Coca-cola e da embalagem de Maizena, ícones de identificação que não podem sofrer mudanças radicais, sob pena da perda do reconhecimento por parte do consumidor no ponto-de-venda.  Os movimentos da concorrência devem ser avaliados, pois o design tem foco em diferenciação e inovação – não é ético confundir o consumidor, ao imitar o líder e induzir o comprador ao erro. Vale olhar para a cadeia logística da embalagem, detectando oportunidades de ganhos, através da racionalização de manufatura, armazenamento e transporte. Bastante importante também é a análise de impacto ambiental, identificando quais as oportunidades de reduzí-lo, como usar menos matéria-prima ou mesmo trocá-la para uma mais amigável.

A embalagem pode, e deve, agregar valor ao produto?

É claro, a embalagem tem uma importante função psicológica relacionada com a percepção de qualidade, tecnologia e confiabilidade do artigo que ela carrega.  Além disso, ela pode prover outras funções que não a proteção primária ao produto.  Ela pode se transformar em um brinquedo, objeto utilitário ou mesmo se tornar parte integrante da função do produto. Por exemplo, uma embalagem de um vaso feita de papel com sementes impregnadas na massa ou o envoltório de bujão de gás que tenha alça para a pessoa carregar o mesmo.

O Design pode ser parte de um trabalho para alavancar as vendas de um produto ou reposicionar uma marca?

O Design tem um forte impacto nas vendas, ainda mais em mercados onde os produtos são commodities ou os concorrentes têm preços parecidos.  O bom design faz os atributos do produto ressaltarem, e também amplifica a percepção do consumidor.  Pesquisas mostram que para muitos tipos de produto a decisão de compra se dá no ponto-de-venda, deixando de lado o fabricante, levando em conta preço e depois o melhor design.  O reposicionamento de uma marca passa também pelo design de embalagem, que tem como função comunicar eficientemente as novas estratégias, selecionando o consumidor alvo e estabelecendo uma relação com ele.  Como exemplo, a Schincariol, que desenvolveu todo um trabalho do qual as embalagens tomaram parte, a fim de reposicionar sua marca para reduzir sua rejeição em todo território nacional e justificar a experimentação.

A preocupação com o design de embalagens deve atingir quais empresas?

O design de embalagens não cuida apenas de estética, mas também de racionalidade, economia, adequação, qualidade, performance e sustentabilidade.  Sendo assim, mesmo empresas que não exponham produtos no varejo, ou empresas com atuação B2B ou que manufaturem bens industriais, devem se preocupar com o design de embalagem.  Fazendo isso, elas estarão incrementando o relacionamento com seus clientes, pois estes passarão a perceber mais claramente os atributos de excelência de seus produtos, o discurso fica mais fácil.  Quem vai em uma entrevista de emprego mal vestido?  E o que dizer dos produtos que fazem a empresa se sustentar e crescer, também não merecem um belo terno ou tailleur? A embalagem pode transformar a experiência de compra de um produto, encantando quem recebe.  Vale lembrar o exemplo da Natura, cujas embalagens ampliam a percepção sensorial dos produtos e comunicam claramente a mensagem de sustentabilidade da empresa.

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Embalagem repaginada

Icone Consumo, Design, Embalagem | Por Margaret em 16 de março de 2010

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Rudi's901002_BestStuffA Rudi Organic Bakery, Inc., marca de pães orgânicos certificados, acaba de anunciar a nova identidade de marca e embalagem de Rudi Organic.

Depois uma extensa pesquisa, a marca teve a marca e a embalagem redesenhada para melhor refletir a visão otimista, energia vibrante, paixão pela saúde e compromisso dedicado à simplicidade e ingredientes orgânicos.

O novo visual se caracteriza pelo brilho das cores e excelente apelo visual, o que vai ajudar a marca a se destaca na categoria de pães.

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Indústria Gráfica e de Embalgem:
Especialistas Propõem Fim do Empirismo
Na Apuração dos Custos e Formação de Preços
Cerca de 100 executivos, técnicos e profissionais das áreas de custos, orçamentos, vendas e gestão da indústria gráfica e de empresas de conversão participaram do seminário “Custos e Formação de Preços – Uma Questão Estratégica”, que a Metrics Sistemas de Informação organizou na última semana de fevereiro em sua sede, em São Paulo.
Em virtude da grande procura pelo tema, o evento foi realizado em duas seções (matutina e vespertina) e contou com exposições do consultor e professor Thomas Caspary – que é membro do Conselho Consultor da ABTG – e do Gerente Comercial da Metrics, Alexandre Rodrigues.
ABOLINDO OS CUSTOS EMPÍRICOS
Na abertura dos trabalhos, o Diretor da Metrics, Osmar Barbosa, fez uma avaliação sobre a inconsistência dos modelos de formação de preços, ainda empíricos, que são empregados em grande parte das empresas, e alertou para a necessidade de processos capazes de revelar aspectos como custos indiretos e a contribuição marginal de cada produto na apuração dos lucros no setor.
De acordo com Thomaz Caspary, embora haja uma clara evolução em curso nos modelos de gestão da indústria nacional do setor, ainda é bastante comum a prática de definição dos custos a partir de critérios pouco efetivos, como o cálculo baseado nos custos de papel ou a fixação de valores, nem sempre muito precisos, de custo hora-máquina, como base para a definição dos orçamentos.
“Ainda é bastante usual a fixação de variantes como custo por milheiro ou por hora de ocupação de máquina para se balizar o custo e fixar o preço dos produtos, mas há muito tempo se sabe que estes critérios são insuficientes para garantir valores compatíveis com a competitividade e as expectativas concretas de lucratividade em nossa área”, assinala o consultor.
Thomaz Caspary comentou ainda os diversos sistemas de custos empregados pela indústria – como é o caso do RKW – e falou sobre a grande ampliação do número de empresas que estão adotando modelos informatizados de gestão e seus impactos na produtividade destas empresas. Segundo ele, entretanto, as empresas ainda precisam disseminar a cultura da administração por métricas e promover a integração entre áreas como vendas, orçamento, PCP e a gestão financeira do negócio.
“Só através da tecnologia e de controles matemáticos em todas as etapas será possível eliminar a desconexão entre estas diversas áreas e acabar com as contradições que, muitas vezes, colocam em pé de guerra as equipes de vendas e o pessoal de chão de fábrica nas gráficas e convertedoras”, comentou o palestrante.
O Gerente Comercial Alexandre Rodrigues, apresentou aos participantes a visão integrada da Metrics em relação aos processos de formação de preços a partir da articulação de informações de todas as fontes envolvidas na cadeia de produção do setor. Segundo ele, um dos benefícios desta tecnologia está exatamente em permitir a uniformidade dos processos e a eliminação do elemento subjetivo na elaboração de dados. “Quando se substituem os apontamentos manuais pela coleta digital de dados, diretamente das máquinas de produção, e em tempo real, o nível de consistência dos cálculos aumenta substancialmente e se distribui por todo o processo, possibilitando a emergência das métricas”, exemplifica Rodrigues.
O Seminário Custos e Formação de Preços – Uma Questão Estratégica integra a série de eventos Jornada Tecnológica Aprimore, que a Metrics organiza periodicamente para disseminar os novos paradigmas de gestão junto a empresas gráficas.

Na última semana de fevereiro, cerca de 100 executivos, técnicos e profissionais das áreas de custos, orçamentos, vendas e gestão da indústria gráfica e de empresas de conversão participaram do seminário “Custos e Formação de Preços – Uma Questão Estratégica”, que a Metrics Sistemas de Informação organizou em sua sede, em São Paulo.

O evento contou com exposições do consultor e professor Thomas Caspary, membro do Conselho Consultor da ABTG, e do Gerente Comercial da Metrics, Alexandre Rodrigues.

Custos empíricos

O Diretor da Metrics, Osmar Barbosa, fez uma avaliação sobre a inconsistência dos modelos de formação de preços, ainda empíricos, que são empregados em grande parte das empresas, e alertou para a necessidade de processos capazes de revelar aspectos como custos indiretos e a contribuição marginal de cada produto na apuração dos lucros no setor.

De acordo com Thomaz Caspary, embora haja uma clara evolução em curso nos modelos de gestão da indústria nacional do setor, ainda é bastante comum a prática de definição dos custos a partir de critérios pouco efetivos, como o cálculo baseado nos custos de papel ou a fixação de valores, nem sempre muito precisos, de custo hora-máquina, como base para a definição dos orçamentos.

“Ainda é bastante usual a fixação de variantes como custo por milheiro ou por hora de ocupação de máquina para se balizar o custo e fixar o preço dos produtos, mas há muito tempo se sabe que estes critérios são insuficientes para garantir valores compatíveis com a competitividade e as expectativas concretas de lucratividade em nossa área”, assinala o consultor.

Thomaz Caspary comentou ainda os diversos sistemas de custos empregados pela indústria – como é o caso do RKW – e falou sobre a grande ampliação do número de empresas que estão adotando modelos informatizados de gestão e seus impactos na produtividade destas empresas. Segundo ele, entretanto, as empresas ainda precisam disseminar a cultura da administração por métricas e promover a integração entre áreas como vendas, orçamento, PCP e a gestão financeira do negócio.

“Só através da tecnologia e de controles matemáticos em todas as etapas será possível eliminar a desconexão entre estas diversas áreas e acabar com as contradições que, muitas vezes, colocam em pé de guerra as equipes de vendas e o pessoal de chão de fábrica nas gráficas e convertedoras”, comentou o palestrante.

O Gerente Comercial Alexandre Rodrigues, apresentou aos participantes a visão integrada da Metrics em relação aos processos de formação de preços a partir da articulação de informações de todas as fontes envolvidas na cadeia de produção do setor. Segundo ele, um dos benefícios desta tecnologia está exatamente em permitir a uniformidade dos processos e a eliminação do elemento subjetivo na elaboração de dados. “Quando se substituem os apontamentos manuais pela coleta digital de dados, diretamente das máquinas de produção, e em tempo real, o nível de consistência dos cálculos aumenta substancialmente e se distribui por todo o processo, possibilitando a emergência das métricas”, exemplifica Rodrigues.

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balde_blog_packA Brasilata acaba de colocar no mercado uma nova solução inovadora em embalagem de aço: o novo balde Plastplus. O produto foi desenvolvido inicialmente como opção de embalagem promocional para acondicionar com segurança produtos especiais (premium). A inovação da Brasilata atende às necessidades da indústria alimentícia como, por exemplo, para embalar cremes vegetais e gorduras especiais que necessitam de preaquecimento para utilização nas receitas de confeitarias, padarias e sorveterias.

Segundo a Brasilata, o balde Plastplus resiste ao transporte e ao empilhamento, e garante a qualidade dos itens de alto valor agregado.
Com capacidade para volumes até 20 litros, o Plastplus também protege o creme vegetal da incidência de luz e garante prazo mais longo da vida útil na estocagem. Por ser de aço, o produto apresenta litografia bonita e atraente que permite imprimir com clareza as informações nutricionais, além de valorizar a marca do produto.
Sistema de fechamento inédito
O balde Plastplus possui tampa plástica e aro com alça fixado à tampa, por sua vez dotada de lacre de segurança e anel de vedação (o-ring). Desenvolvido com base no conceito da grande abertura, o balde proporciona mais facilidade na operação de envasamento dos produtos. Para abrir, basta remover, no sentido horário, o lacre plástico que contorna a tampa. Durante a utilização do conteúdo, o balde pode ser aberto e fechado repetidas vezes, mantendo as condições originais de vedação.

A Brasilata acaba de colocar no mercado uma nova solução inovadora em embalagem de aço: o novo balde Plastplus. O produto foi desenvolvido inicialmente como opção de embalagem promocional para acondicionar com segurança produtos especiais (premium). A inovação da Brasilata atende às necessidades da indústria alimentícia como, por exemplo, para embalar cremes vegetais e gorduras especiais que necessitam de preaquecimento para utilização nas receitas de confeitarias, padarias e sorveterias.

Segundo a Brasilata, o balde Plastplus resiste ao transporte e ao empilhamento, e garante a qualidade dos itens de alto valor agregado.

balde_blog_pack_abertoCom capacidade para volumes até 20 litros, o Plastplus também protege o creme vegetal da incidência de luz e garante prazo mais longo da vida útil na estocagem. Por ser de aço, o produto apresenta litografia bonita e atraente que permite imprimir com clareza as informações nutricionais, além de valorizar a marca do produto.

Sistema de fechamento inédito

O balde Plastplus possui tampa plástica e aro com alça fixado à tampa, por sua vez dotada de lacre de segurança e anel de vedação (o-ring). Desenvolvido com base no conceito da grande abertura, o balde proporciona mais facilidade na operação de envasamento dos produtos. Para abrir, basta remover, no sentido horário, o lacre plástico que contorna a tampa. Durante a utilização do conteúdo, o balde pode ser aberto e fechado repetidas vezes, mantendo as condições originais de vedação.

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Rexam Personal Care patrocina livro sobre história do batom
Grande player em embalagens para batons, a Rexam Personal Care participou como parceira na publicação de “Levres de Luxe”, uma obra artística que detalha a história do batom e sua importância na vida de milhões de consumidores no mundo todo.
O livro conta com fotos e um atrativo texto em Inglês e Francês distribuídos em 192 páginas que narram a evolução da utilização do batom desde a antiguidade até os dias atuais e inclui comentários de renomadas personalidades da maquiagem e do design.
“Levres de Luxe” está disponível para compra em livrarias dos Estados Unidos e da França.
“A análise do autor sobre a utilização do batom através dos séculos reflete a forma como conduzimos nossos negócios hoje,” diz Misha Riveros-Jacobson, Diretora Geral, Rexam Personal Care. “Ou seja, o sucesso do batom tem sido resultado da ligação entre as necessidades do consumidor e a inovação.”
“Levres de Luxe” foi escrito por Jean-Marie Martin-Hattenbert, um dos mais notáveis especialistas nas tradições artísticas e industriais da indústria da beleza. “Precisávamos unir forças nesse projeto que abrange aspectos culturais e tecnológicos do batom e suas embalagens,” diz Riveros-Jacobson. “O batom, e o gesto diário de sua aplicação, representa feminilidade, além de ser um produto de luxo acessível e estar entre os preferidos pelas mulheres.”
A conclusão de “Levres de Luxe” é que a inovação sempre guiou a criação de embalagens de batom. Hoje, os mecanismos são complexos e a busca por design inovador é cada vez maior. Alto desempenho em injeção de plásticos, detalhes metálicos, pintura, decoração a laser, novos tratamentos de superfície, silk screening, hot stamping e tampo printing são algumas das aplicações que se combinam para dar destaque às marcas de batom.
“Enquanto a tecnologia e a cultura vêm mudando com o passar dos séculos, a Rexam se mantém atenta à preocupação das empresas de cosméticos em relação aos elementos artísticos e estéticos de seus produtos, sempre a par das expectativas dos consumidores,” Riveros-Jacobson diz. “Trabalhamos incansavelmente a fim de desenvolver embalagens que, ao lado de aspectos estéticos e ergonômicos, tenham um propósito essencial: embalar e proteger esses frágeis sticks que fazem as mulheres se sentirem especiais.”

Grande player em embalagens para batons, a Rexam Personal Care participou como parceira na publicação de “Levres de Luxe”, uma obra artística que detalha a história do batom e sua importância na vida de milhões de consumidores no mundo todo.

O livro conta com fotos e um atrativo texto em Inglês e Francês distribuídos em 192 páginas que narram a evolução da utilização do batom desde a antiguidade até os dias atuais e inclui comentários de renomadas personalidades da maquiagem e do design.

“Levres de Luxe” está disponível para compra em livrarias dos Estados Unidos e da França.

“A análise do autor sobre a utilização do batom através dos séculos reflete a forma como conduzimos nossos negócios hoje,” diz Misha Riveros-Jacobson, Diretora Geral, Rexam Personal Care. “Ou seja, o sucesso do batom tem sido resultado da ligação entre as necessidades do consumidor e a inovação.”

“Levres de Luxe” foi escrito por Jean-Marie Martin-Hattenbert, um dos mais notáveis especialistas nas tradições artísticas e industriais da indústria da beleza. “Precisávamos unir forças nesse projeto que abrange aspectos culturais e tecnológicos do batom e suas embalagens,” diz Riveros-Jacobson. “O batom, e o gesto diário de sua aplicação, representa feminilidade, além de ser um produto de luxo acessível e estar entre os preferidos pelas mulheres.”

A conclusão de “Levres de Luxe” é que a inovação sempre guiou a criação de embalagens de batom. Hoje, os mecanismos são complexos e a busca por design inovador é cada vez maior. Alto desempenho em injeção de plásticos, detalhes metálicos, pintura, decoração a laser, novos tratamentos de superfície, silk screening, hot stamping e tampo printing são algumas das aplicações que se combinam para dar destaque às marcas de batom.

“Enquanto a tecnologia e a cultura vêm mudando com o passar dos séculos, a Rexam se mantém atenta à preocupação das empresas de cosméticos em relação aos elementos artísticos e estéticos de seus produtos, sempre a par das expectativas dos consumidores,” Riveros-Jacobson diz. “Trabalhamos incansavelmente a fim de desenvolver embalagens que, ao lado de aspectos estéticos e ergonômicos, tenham um propósito essencial: embalar e proteger esses frágeis sticks que fazem as mulheres se sentirem especiais.”

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Desenvolvido especialmente para consumidores de países, como China,   Japão e Índia, o clareador de pele Blanc Japan Whitening Serum, da  Annayake, adotou a bomba dispensadora Nea produzida pela Rexam Personal Care.

 Essa bomba dispensadora foi desenAnnayake1volvida com o objetivo de propiciar um ambiente neutro para o fluxo dos produtos, aspecto tão importante para a garantia das características específicas de sofisticadas fórmulas, como as de produtos de cuidados com a pele. Além disso, a sua estética elegante e as características ergonômicas valorizam a experiência do consumidor final.

 “Nea abre caminho para novas oportunidades,” diz Virginie Lemeunier, gerente de produto da Rexam Personal Care. “O exemplo da Annayake reforça a importância que a utilização de bombas inovadoras e de alto desempenho tem para o mercado de produtos clareadores da pele, para o qual, analistas da indústria prevêem vendas de $10 bilhões em 2015”.

 “O crescimento da categoria de produtos clareadores da pele será impulsionado por aplicações específicas para o mercado masculino, assim como para o tradicional mercado feminino e também para os produtos de cuidado com o corpo, assim como para os produtos de cuidado facial,” diz Lemeunier, lembrando que na Ásia, a pele clara é frequentemente associada a um ideal de beleza.

 “Projetada para interagir com os produtos mais viscosos e sofisticados, Nea é acionada por um movimento suave e elegante,” diz Lemeunier. “Sua escorvagem é rápida, não espirra ou bloqueia o produto e está disponível em grande variedade de cores, facilitando sua customização.” A Rexam oferece suporte integrado aos seus clientes por meio de suas fábricas presentes nas Américas, na Europa e na Ásia.

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Recentemente uma iniciativa envolvendo vending machines capturou os olhos dos passageiros de metrô.A rede de lojas de perfumes Sephora (www.sephora.fr) instalou várias vending machines nas estações de Paris para vender, especialmente, o perfume CK One, da Calvin Klein, em tamanho portátil.

De 7 a 20 de fevereiro, os passageiros das estações do metrô La Défense, Charles de Gaulle-Étoile, Montparnasse e Miromesnil puderam comprar um formato especial, de 15 ml, do CK One, vendido por 10 Euros. O conceito de vending-machine foi criado pela agência de Paris, Nouveau Jour, que espera usar isso no exterior também

Outra opção de uso das vending machines pela Sephora é utilizá-las para dar amostras grátis de fragrâncias, como faz a Fosfor´s Boobox.

 

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A Bodegas Trapicseptiembrehe, empresa do grupo Penãflor, escolheu a agência Tridimage 3D Brand & Package Design ww.tridimage.com) para renovar a imagem da marca e da embalagem de sua linha de vinhos Septiembre. Explorando o conceito de primavera noturna, a agência criou o ícone da flor que constrói padrões coloridos em cada sabor do rótulo.

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BRASILPACK terá conferência para setor de embalagens
Evento, que acontece pela primeira vez, será no dia 24 de março durante a SEMANA DA EMBALAGEM, IMPRESSÃO E LOGÍSTICA
São Paulo, fevereiro de 2010 – A 2ª SEMANA INTERNACIONAL DA EMBALAGEM, IMPRESSÃO E LOGÍSTICA realizará um evento voltado, especialmente, para a indústria de embalagens. Trata-se da Conferência Internacional BRASILPACK 2010, marcada para o dia 24 de março, no auditório 8, do Palácio das Convenções do Anhembi, que tem a finalidade de ser um grande encontro entre os melhores profissionais do segmento, onde o participante terá acesso a informação; conhecimento; oportunidades comerciais; novas tecnologias; e networking
Essa novidade foi idealizada após pesquisa realizada pela Borges Pesquisa de Mercado e Publicidade na última edição da Semana que revelou que 96% dos visitantes e 89% dos expositores que participaram do evento consideram importante a realização de congressos, seminários e palestras.
Dirigida a gestores e técnicos da indústria da embalagem, matérias primas, equipamentos de envase, máquinas e equipamentos de processamento, além de profissionais das áreas de marketing, engenharia, produção, logística e vendas, que atuem nos segmentos de alimentos e bebidas; higiene e limpeza; farmacêutica e supermercados, a Conferência Internacional BRASILPACK 2010 contará com a participação de importantes profissionais da área, incluindo o diretor de Sustentabilidade do Carrefour, Paulo Pianez, e o presidente da Mãe Terra, Alexandre Borges.
Com o objetivo de levar informações sobre inovações e tendências em materiais, processos, máquinas, equipamentos e embalagens; a Conferência ainda apresentará casos de sucessos de empresas que utilizam a embalagem e a tecnologia como diferenciais competitivos, entre eles, o do McDonald’s.
Confira a programação:
8h45     Abertura
9h        O Desafio dos Orgânicos – Palestrante: Alexandre Borges – Presidente da Mãe Terra
9h50     Case – Global Packaging – Palestrante: Nivaldo Lima – Supply Manager do McDonald’s
10h40   Intervalo e networking
11h      Demandas para a Indústria de Bebidas
11h50   Case da América Latina
12h30   Intervalo para Almoço
14h10   Embalagens e Segurança
15h      Embalagem: Um Instrumento Estratégico na Promoção da Sustentabilidade – Palestrante: Paulo Pianez – Diretor de Sustentabilidade do Carrefour
16h00   Encerramento

Os organizadores da 2ª Semana Internacional da Embalagem, Impressão e Logística anunciaram que neste ano realizarão um evento voltado especialmente para a indústria de embalagens. A Conferência Internacional Brasilpack 2010 foi marcada para o dia 24 de março, no Palácio das Convenções do Anhembi, e tem a finalidade de ser um grande encontro entre os melhores profissionais do segmento, onde o participante terá acesso a informação; conhecimento; oportunidades comerciais; novas tecnologias; e networking

A ideia foi lançada depois que a organização da semana fez uma pesquisa conduzida pela Borges Pesquisa de Mercado e Publicidade. Esta revelou que 96% dos visitantes e 89% dos expositores que participaram do evento consideram importante a realização de congressos, seminários e palestras.

Dirigida a gestores e técnicos da indústria da embalagem, matérias primas, equipamentos de envase, máquinas e equipamentos de processamento, além de profissionais das áreas de marketing, engenharia, produção, logística e vendas, que atuem nos segmentos de alimentos e bebidas; higiene e limpeza; farmacêutica e supermercados, a Conferência Internacional Brasilpack 2010 contará com a participação de importantes profissionais da área, incluindo o diretor de Sustentabilidade do Carrefour, Paulo Pianez, e o presidente da Mãe Terra, Alexandre Borges.

Programação daconferência:

8h45 – Abertura

9h – O Desafio dos Orgânicos – Palestrante: Alexandre Borges – Presidente da Mãe Terra

9h50 – Case – Global Packaging – Palestrante: Nivaldo Lima – Supply Manager do McDonald’s

10h40 – Intervalo e networking

11h – Demandas para a Indústria de Bebidas

11h50   Case da América Latina

12h30 – Intervalo para Almoço

14h10 – Embalagens e Segurança

15h – Embalagem: Um Instrumento Estratégico na Promoção da Sustentabilidade – Palestrante: Paulo Pianez – Diretor de Sustentabilidade do Carrefour

16h00 – Encerramento

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Smirnoff Ice coloca em prática no Brasil projeto global de sustentabilidade
Como parte de seu plano global de sustentabilidade, que visa economizar energia, evitar o desperdício de matéria prima e diminuir a emissão de gases poluentes, a Diageo apresenta a nova embalagem de Smirnoff Ice.
As novas garrafas, que entraram no mercado em janeiro deste ano, apresentam um design mais moderno, ficando ligeiramente maiores no diâmetro e menores na altura. Apesar da redução de peso de 200g para 165g de vidro, o produto mantém o volume de 275 ml, além de  continuar com sua qualidade e sabor característicos.
“O ponto mais importante desta mudança é o impacto ambiental que ele traz em todo o processo produtivo da garrafa, da fabricação até o descarte”, aponta Eduardo Bendzius, diretor de marketing da Diageo. “A inovação dessa mudança não fica apenas na percepção positiva do consumidor, que terá uma garrafa mais moderna, mas é ele saber que essa mudança traz um benefício maior em toda a sua cadeia de produção”, completa Bendzius.
A nova embalagem consumirá menos energia para ser feita, pois usa cerca de 20% menos vidro em sua produção. Além disso, a menor quantidade de vidro reduz também o descarte de resíduos sólidos no meio ambiente e utilizará menos matéria prima em sua produção.
Apesar de ser a primeira iniciativa da Smirnoff envolvendo questões ambientais na produção de seus produtos no Brasil, a Diageo já é reconhecida no mundo todo por ações eco-sustentáveis. Foi uma das primeiras empresas a implantar uma destilaria com neutralização de carbono; elabora e adota soluções inovadoras para resíduos e redução de custos em várias de suas plantas, além de adotar programas de conscientização, como o GreenIQ,  treinamento que educa e informa os funcionários sobre ações de sustentabilidade.  Isso tudo já resultou em prêmios de reconhecimento em sete países.

smirnoff_ice_standardComo parte de seu plano global de sustentabilidade, que visa economizar energia, evitar o desperdício de matéria prima e diminuir a emissão de gases poluentes, a Diageo apresenta a nova embalagem de Smirnoff Ice.

As novas garrafas, que entraram no mercado em janeiro deste ano, apresentam um design mais moderno, ficando ligeiramente maiores no diâmetro e menores na altura. Apesar da redução de peso de 200g para 165g de vidro, o produto mantém o volume de 275 ml, além de  continuar com sua qualidade e sabor característicos.

“O ponto mais importante desta mudança é o impacto ambiental que ele traz em todo o processo produtivo da garrafa, da fabricação até o descarte”, aponta Eduardo Bendzius, diretor de marketing da Diageo. “A inovação dessa mudança não fica apenas na percepção positiva do consumidor, que terá uma garrafa mais moderna, mas é ele saber que essa mudança traz um benefício maior em toda a sua cadeia de produção”, completa Bendzius.

A nova embalagem consumirá menos energia para ser feita, pois usa cerca de 20% menos vidro em sua produção. Além disso, a menor quantidade de vidro reduz também o descarte de resíduos sólidos no meio ambiente e utilizará menos matéria prima em sua produção.

Apesar de ser a primeira iniciativa da Smirnoff envolvendo questões ambientais na produção de seus produtos no Brasil, a Diageo já é reconhecida no mundo todo por ações eco-sustentáveis. Foi uma das primeiras empresas a implantar uma destilaria com neutralização de carbono; elabora e adota soluções inovadoras para resíduos e redução de custos em várias de suas plantas, além de adotar programas de conscientização, como o GreenIQ,  treinamento que educa e informa os funcionários sobre ações de sustentabilidade.  Isso tudo já resultou em prêmios de reconhecimento em sete países.

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TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

MARGARET HAYASAKI

Formada em jornalismo pela Universidade Paulista Júlio de Mesquita Filho (Unesp-Bauru) e pós-graduada em Comunicação Empresarial pela Faculdade Cásper Líbero, Margaret Hayasaki atua há 10 anos no jornalismo especializado em embalagem. Começou como redatora na revista Pack e hoje é editora-chefe.

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