Ir para página inicial RSS Visite o site da Pack

0

Mailson da Nóbrega debate futuro da economia brasileira com empresários do setor químico
“Perspectivas da Economia e da Política Brasileira” será tema de encontro no SINPROQUIM
A perspectiva sobre o crescimento econômico-financeiro do país é positiva. Muitos afirmam que nos próximos 20 ou 30 anos, o Brasil será um dos países mais importantes do mundo, com uma das economias de maior PIB. O cenário atual prevê este saldo positivo. O país tem estabilidade econômica, agricultura produtiva, indústria bem implantada, serviços expandindo, mercado de capitais sofisticado, uma verdadeira potência emergente. E nada mais propício falar sobre avanços, soluções econômicas para um país em ascensão em ano de eleição presidencial.
Pensando nisso, o Sindicato das Indústrias de Produtos Químicos para Fins Industriais e da Petroquímica no Estado de São Paulo – SINPROQUIM promove em sua sede, no dia 16 de junho (quarta-feira), a partir das 8h45, mais uma edição do Café com Opinião. O convidado deste encontro é o ex-ministro da Fazenda Maílson da Nóbrega, que abordará o tema “Perspectivas da Economia e da Política Brasileira”.
O Café com Opinião, realizado pelo Sindicato, visa promover debates e a disseminação de informações aos empresários do setor através de conversas com personalidades e formadores de opinião do mundo político, econômico e cultural. A entrada é gratuita.
Serviço:
Tema do Encontro: “Perspectivas da Economia e da Política Brasileira” com o ex- Ministro da Fazenda Maílson da Nóbrega
Data: 16 de junho às 8h45.
Local: Sinproquim (Rua Rodrigo Claudio, 185 – Aclimação – São Paulo)
Inscrição: eventos@sinproquim.org.br
Sobre o Sinproquim
O Sinproquim tem por objetivo fortalecer a indústria química e petroquímica em nosso País, contribuir na divulgação dos avanços tecnológicos, atuar junto aos órgãos do governo, orientar sobre a legislação em vigor, sempre com foco nos benefícios das empresas associadas. Além disso, o Sindicato incentiva e promove as relações entre produção e meio ambiente ao estado de excelência, como fator de competitividade, e concilia os interesses de mercado em pilares do desenvolvimento sustentável.

A perspectiva sobre o crescimento econômico-financeiro do país é positiva. Muitos afirmam que nos próximos 20 ou 30 anos, o Brasil será um dos países mais importantes do mundo, com uma das economias de maior PIB. O cenário atual prevê este saldo positivo. O país tem estabilidade econômica, agricultura produtiva, indústria bem implantada, serviços expandindo, mercado de capitais sofisticado, uma verdadeira potência emergente. E nada mais propício falar sobre avanços, soluções econômicas para um país em ascensão em ano de eleição presidencial.

Pensando nisso, o Sindicato das Indústrias de Produtos Químicos para Fins Industriais e da Petroquímica no Estado de São Paulo – Sinproquim promove em sua sede, nesta quarta-feira (16), a partir das 8h45, mais uma edição do Café com Opinião. O convidado deste encontro é o ex-ministro da Fazenda Maílson da Nóbrega, que abordará o tema “Perspectivas da Economia e da Política Brasileira”.

O Café com Opinião, realizado pelo Sindicato, visa promover debates e a disseminação de informações aos empresários do setor através de conversas com personalidades e formadores de opinião do mundo político, econômico e cultural. A entrada é gratuita.

Serviço:

Tema do Encontro: “Perspectivas da Economia e da Política Brasileira” com o ex- Ministro da Fazenda Maílson da Nóbrega

Data: 16 de junho às 8h45.

Local: Sinproquim (Rua Rodrigo Claudio, 185 – Aclimação – São Paulo)

Inscrição: eventos@sinproquim.org.br

TAGS: , , ,

Deixe seu comentário

Bom desempenho para a indústria de tintas

Icone negócios | Por Tatiana em 18 de maio de 2010

0

Influenciado pela forte crise financeira que teve início no último trimestre de 2008, o ano de 2009 ficou marcado como um período de leve retração no mercado brasileiro de tintas e vernizes, após sucessivos anos de crescimento. O fechamento do ano registrou redução de 1,5% no consumo em relação a 2008, atingindo 398,2 milhões de galões, que totalizam mais de 1,43 bilhões de litros.

Os segmentos que mais sentiram os impactos da crise foram os que atendem às chamadas linhas industriais, que apresentaram redução de mais de 6% no seu total. As tintas para a indústria automotiva (OEM) encerraram 2009 com queda superior a 4%, enquanto as tintas para a indústria em geral apresentaram recuo de mais de 6,5% e as tintas para impressão uma redução de quase 8%. O segmento de repintura automotiva e complementos, por sua vez, registrou queda de pouco mais de 4%.

A exceção foi o segmento da construção civil, que, como um todo, obteve boa performance no País durante 2009, mesmo com a crise. As tintas para este setor apresentaram um pequeno crescimento, da ordem de 0,7%.

Balança Comercial

O volume de negócios do setor de tintas brasileiro com o exterior também recuou no último ano. Neste caso, além das influências da crise internacional, a valorização do real mediante o dólar afetou as exportações de tintas e vernizes, que totalizaram US$ 134,841 milhões em 2009. O resultado, cerca de 20% inferior ao obtido em 2008 (US$ 167,360 milhões), marcou a quebra na sequência de crescimento observada nos últimos anos. Entre 2004 e 2008, as exportações de tintas e vernizes cresceram cerca de 80%.

No campo das importações o desempenho não foi diferente. Segundo os valores apurados, em 2009 elas representaram US$ 212,244 milhões, contra US$ 230,295 milhões em 2008, o que representa queda de 7,8%.

Com retração tanto no mercado interno como no externo, o nível de emprego no setor de tintas e vernizes apresentou recuo de 3,42% no último ano. Com isso, retornou ao patamar de 2007, praticamente zerando o crescimento de 3,5% obtido em 2008. De um modo geral, todos os segmentos de aplicação de tintas pesquisados tiveram reduções de empregos: imobiliário, automotivo, industrial, gráfico e serigráfico, packing, artístico, etc.

Perspectiva de retomada

Apesar do desempenho negativo, a expectativa da cadeia produtiva de tintas é que 2010 fique marcado como o ano da retomada. De acordo com as projeções do Sitivesp, as vendas de tintas e vernizes deverão crescer em torno de 4% em comparação ao ano anterior, desempenho que tende a afetar também o nível de emprego, que deverá voltar a subir.

“A expectativa é que tenhamos um ano bem melhor. Fatores que podem ajudar a alavancar a economia são a implementação das obras ligadas ao PAC (Plano de Aceleração do Crescimento) e o Programa Minha Casa, Minha Vida. Sem contar que em 2010 teremos eleições majoritárias, que normalmente impulsionam os investimentos em obras em todo o País”, comenta Airton Sicolin, Assessor do Sitivesp.

Números do setor

Ano 2005 2006 2007 2008 2009
Consumo de tintas e vernizes em milhões de galões* 319,7 330,2 351,5 404,3 398,2
Faturamento das empresas do setor em bilhões de US$ 2,21 2,44 2,91 3,72 3,53
Balança Comercial

(importação)

em milhões de US$

134,103 138,014 165,534 230,295 212,244
Balança Comercial

(exportação)

em milhões de US$

106,765 119,570 141,802 167,360 134,841
Número de empregos gerados diretamente 16.600 16.933 17.707 18.326 17.699

Fonte: Sitivesp (Sindicato da Indústria de Tintas e Vernizes do Estado de São Paulo)

* galões de 3,6 litros. Inclui os segmentos de revenda (construção civil, repintura, solventes e complementos) e setor industrial (autoveículos, tratores, eletrodomésticos, construção naval, gráficas, tintas serigráficas, artísticas, madeiras, solventes, demarcação viária, ferroviárias, manutenção, etc.)

TAGS: , , , ,

Deixe seu comentário

4

Smirnoff Ice coloca em prática no Brasil projeto global de sustentabilidade
Como parte de seu plano global de sustentabilidade, que visa economizar energia, evitar o desperdício de matéria prima e diminuir a emissão de gases poluentes, a Diageo apresenta a nova embalagem de Smirnoff Ice.
As novas garrafas, que entraram no mercado em janeiro deste ano, apresentam um design mais moderno, ficando ligeiramente maiores no diâmetro e menores na altura. Apesar da redução de peso de 200g para 165g de vidro, o produto mantém o volume de 275 ml, além de  continuar com sua qualidade e sabor característicos.
“O ponto mais importante desta mudança é o impacto ambiental que ele traz em todo o processo produtivo da garrafa, da fabricação até o descarte”, aponta Eduardo Bendzius, diretor de marketing da Diageo. “A inovação dessa mudança não fica apenas na percepção positiva do consumidor, que terá uma garrafa mais moderna, mas é ele saber que essa mudança traz um benefício maior em toda a sua cadeia de produção”, completa Bendzius.
A nova embalagem consumirá menos energia para ser feita, pois usa cerca de 20% menos vidro em sua produção. Além disso, a menor quantidade de vidro reduz também o descarte de resíduos sólidos no meio ambiente e utilizará menos matéria prima em sua produção.
Apesar de ser a primeira iniciativa da Smirnoff envolvendo questões ambientais na produção de seus produtos no Brasil, a Diageo já é reconhecida no mundo todo por ações eco-sustentáveis. Foi uma das primeiras empresas a implantar uma destilaria com neutralização de carbono; elabora e adota soluções inovadoras para resíduos e redução de custos em várias de suas plantas, além de adotar programas de conscientização, como o GreenIQ,  treinamento que educa e informa os funcionários sobre ações de sustentabilidade.  Isso tudo já resultou em prêmios de reconhecimento em sete países.

smirnoff_ice_standardComo parte de seu plano global de sustentabilidade, que visa economizar energia, evitar o desperdício de matéria prima e diminuir a emissão de gases poluentes, a Diageo apresenta a nova embalagem de Smirnoff Ice.

As novas garrafas, que entraram no mercado em janeiro deste ano, apresentam um design mais moderno, ficando ligeiramente maiores no diâmetro e menores na altura. Apesar da redução de peso de 200g para 165g de vidro, o produto mantém o volume de 275 ml, além de  continuar com sua qualidade e sabor característicos.

“O ponto mais importante desta mudança é o impacto ambiental que ele traz em todo o processo produtivo da garrafa, da fabricação até o descarte”, aponta Eduardo Bendzius, diretor de marketing da Diageo. “A inovação dessa mudança não fica apenas na percepção positiva do consumidor, que terá uma garrafa mais moderna, mas é ele saber que essa mudança traz um benefício maior em toda a sua cadeia de produção”, completa Bendzius.

A nova embalagem consumirá menos energia para ser feita, pois usa cerca de 20% menos vidro em sua produção. Além disso, a menor quantidade de vidro reduz também o descarte de resíduos sólidos no meio ambiente e utilizará menos matéria prima em sua produção.

Apesar de ser a primeira iniciativa da Smirnoff envolvendo questões ambientais na produção de seus produtos no Brasil, a Diageo já é reconhecida no mundo todo por ações eco-sustentáveis. Foi uma das primeiras empresas a implantar uma destilaria com neutralização de carbono; elabora e adota soluções inovadoras para resíduos e redução de custos em várias de suas plantas, além de adotar programas de conscientização, como o GreenIQ,  treinamento que educa e informa os funcionários sobre ações de sustentabilidade.  Isso tudo já resultou em prêmios de reconhecimento em sete países.

TAGS: , , , , , ,

Deixe seu comentário

0

ABRE divulga balanço do setor e prevê crescimento entre 4,7% e 6,1% para 2010
A Associação Brasileira de Embalagem divulgou na quarta-feira (24) o balanço de 2009 do setor e a perspectiva para 2009. A boa notícia: a receita dos fabricantes nacionais de embalagem deverá ficar próxima a R$ 39 bilhões, superando em 10% os índices de 2009.
A divulgação do Estudo  Macroeconômico da Embalagem ABRE/FGV – realizado com exclusividade para a a Entidade há 14 anos pelo IBRE-FGV é mais uma ação realizada pela Associação visando o aprimoramento da cadeia de embalagem, reafirmando sua representatividade e importância na economia brasileira, proporcionando ferramentas e informações fundamentais para uma melhor compreensão deste universo, auxiliando as empresas em seu planejamento estratégico e na tomada de decisões.
Desempenho do setor de embalagem 2009
Durante o Encontro da ABRE com seus associados, patrocinado pela Papirus, Braskem, Wheaton, Henkel, Ibema e Fispal Tecnologia, o palestrante e coordenador de análises econômicas do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas, Salomão Quadros, apresenta o fechamento de 2009 e as perspectivas para 2010 do setor de embalagem que é considerado um dos termômetros da atividade industrial brasileira.
Os dados computados mostram que a indústria de embalagens em 2009 teve um ano de superação fechando com receita estimada de R$ 36,2 bilhões.
A produção física da indústria de embalagem neste período decresceu 3,79%. Nos primeiros trimestres houve três recuos sucessivos, que acumulados representaram uma queda de 11,7%.  No quarto trimestre, porém, a recuperação tomou corpo e a produção avançou 8,28% e, em dezembro, a produção (com ajuste sazonal) já havia superado a de agosto de 2008.
PRODUÇÃO FÍSICA
Nota: Variações médias trimestrais, em relação ao trimestre anterior com ajuste sazonal  Fonte: IBGE   Elaboração: FGV
A indústria de embalagem de plástico obteve o melhor desempenho em produção física (aumento de 5,56%), seguida pela indústria de embalagens de papel, papelão e cartão (aumento de 4,35%), e metal (aumento de 0,23%).
Já o nível de emprego na indústria de embalagem retornou ao patamar de 200 mil posições em outubro, atingindo o pico de 201.800 em novembro de 2009.
Em 2009, a redução foi de 1.350 postos contra a redução líquida de 3.692 postos de trabalho ocorrida em dezembro de 2008. A perspectiva é que em 2010, o patamar de 200 mil ocupações deverá se consolidar.
EMPREGO FORMAL
Posição em 31.12.2009  - 200.450 posições  de trabalho
Fonte: MTE – RAIS (2008) e CAGED (2009)
As exportações diretas do setor de embalagem tiveram faturamento de US$ 351.410 mil em 2009. Este valor representa um decréscimo de 35,69 % em relação a 2008, com forte desempenho da indústria de plásticos (43,60%) e metálicas (23,75%).
Já as importações de embalagens vazias tiveram um decréscimo de 3,73% com faturamento de US$ 461.763 mil. Estes números indicam  que a balança comercial do setor ficou deficitária com US$ 351.410 exportados em 2008 contra US$ 461.763 mil de importação.
EXPORTAÇÕES – posição em 2009 – U$ 351.410 mil
Fonte: Secex/MDIC – valores em milhares de dólares
Os setores usuários de embalagem que apresentaram melhor desempenho em volume de produção foram a indústria farmacêutica (7,91%), bebidas (7,06%),  perfumaria e cosméticos (4,84%) e sabões, sabonetes, detergentes e produtos de limpeza (4,53%).
Perspectivas 2010
O Estudo da ABRE mostra que em 2010,  o setor deverá crescer entre 4,7% e 6,1%, o melhor resultado desde 1995.
Já os  fabricantes nacionais de embalagem deverão obter receitas na odem de R$ 39 bilhões, superando os R$ 36,2 bilhões, gerados em 2009. O nível de emprego na indústria de embalagem deverá consolidar-se no patamar de 200 mil ocupações, marca que voltou a ser ultrapassada em outubro de 2009.
CENÁRIOS PARA A PRODUÇÃO FÍSICA DE EMBALAGEM EM 2010
Taxas de crescimento ( %)
Em relação a igual trimestre do ano anterior.
** Em relação ao trimestre imediatamente anterior.

A Associação Brasileira de Embalagem (ABRE) divulgou na quarta-feira (24) o balanço de 2009 do setor e a perspectiva para 2009. A boa notícia: a receita dos fabricantes nacionais de embalagem deverá ficar próxima a R$ 39 bilhões, superando em 10% os índices de 2009.

A divulgação do Estudo  Macroeconômico da Embalagem ABRE/FGV – realizado com exclusividade para a a Entidade há 14 anos pelo IBRE-FGV é mais uma ação realizada pela Associação visando o aprimoramento da cadeia de embalagem, reafirmando sua representatividade e importância na economia brasileira, proporcionando ferramentas e informações fundamentais para uma melhor compreensão deste universo, auxiliando as empresas em seu planejamento estratégico e na tomada de decisões.

Desempenho do setor de embalagem 2009

Durante o Encontro da ABRE com seus associados, patrocinado pela Papirus, Braskem, Wheaton, Henkel, Ibema e Fispal Tecnologia, o palestrante e coordenador de análises econômicas do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas, Salomão Quadros, apresenta o fechamento de 2009 e as perspectivas para 2010 do setor de embalagem que é considerado um dos termômetros da atividade industrial brasileira.

Os dados computados mostram que a indústria de embalagens em 2009 teve um ano de superação fechando com receita estimada de R$ 36,2 bilhões.

A produção física da indústria de embalagem neste período decresceu 3,79%. Nos primeiros trimestres houve três recuos sucessivos, que acumulados representaram uma queda de 11,7%.  No quarto trimestre, porém, a recuperação tomou corpo e a produção avançou 8,28% e, em dezembro, a produção (com ajuste sazonal) já havia superado a de agosto de 2008.

A indústria de embalagem de plástico obteve o melhor desempenho em produção física (aumento de 5,56%), seguida pela indústria de embalagens de papel, papelão e cartão (aumento de 4,35%), e metal (aumento de 0,23%).

Já o nível de emprego na indústria de embalagem retornou ao patamar de 200 mil posições em outubro, atingindo o pico de 201.800 em novembro de 2009.

Em 2009, a redução foi de 1.350 postos contra a redução líquida de 3.692 postos de trabalho ocorrida em dezembro de 2008. A perspectiva é que em 2010, o patamar de 200 mil ocupações deverá se consolidar.

As exportações diretas do setor de embalagem tiveram faturamento de US$ 351.410 mil em 2009. Este valor representa um decréscimo de 35,69 % em relação a 2008, com forte desempenho da indústria de plásticos (43,60%) e metálicas (23,75%).

Já as importações de embalagens vazias tiveram um decréscimo de 3,73% com faturamento de US$ 461.763 mil. Estes números indicam  que a balança comercial do setor ficou deficitária com US$ 351.410 exportados em 2008 contra US$ 461.763 mil de importação.

Os setores usuários de embalagem que apresentaram melhor desempenho em volume de produção foram a indústria farmacêutica (7,91%), bebidas (7,06%),  perfumaria e cosméticos (4,84%) e sabões, sabonetes, detergentes e produtos de limpeza (4,53%).

Perspectivas 2010

O Estudo da ABRE mostra que em 2010,  o setor deverá crescer entre 4,7% e 6,1%, o melhor resultado desde 1995.

Já os  fabricantes nacionais de embalagem deverão obter receitas na odem de R$ 39 bilhões, superando os R$ 36,2 bilhões, gerados em 2009. O nível de emprego na indústria de embalagem deverá consolidar-se no patamar de 200 mil ocupações, marca que voltou a ser ultrapassada em outubro de 2009.

TAGS: , , , ,

Deixe seu comentário

0

A indústria gráfica brasileira encerrou 2009 com queda de 2,39% na produção física de produtos, medidos em volume de papel convertido/impresso. A redução é bem menos acentuada do que a verificada para o restante da indústria de transformação (-6,7%). O resultado decorre de queda de 12,19% na produção de cadernos e 2% na de embalagens impressas e de incremento de 2% na área de impressos editoriais.

 Tais números poderão ser retificados a partir de 15 de fevereiro, quando o IBGE fechar os dados consolidados relativos ao quarto trimestre de 2009. Todos os dados integram o Índice de Produção Física da Indústria Gráfica, originado pela Pesquisa Industrial Mensal de Produção Física PIM-PF, fornecidos trimestralmente pelo IBGE à equipe do Departamento de Economia da Associação Brasileira da Indústria Gráfica (Abigraf). Análises e estimativas são da equipe da Websetorial Consultoria.

Resultados e Estimativas de Variação na Produção da Indústria Gráfica Brasileira
Variação( %): em relação ao mesmo período do ano anterior
  jan-abr jan – jul jan-dez
Embalagens Impressas

-4,46

-4,22

-2,20

Cadernos

-20,79

-15,43

-12,19

Produtos Gráficos Editoriais

8,17

7,10

2,14

Total ABIGRAF

-3,54

-3,16

-2,39

Comércio

A pesquisa mensal do comércio PMC/IBGE indica aumento de 10% nas vendas, no comércio varejista, de produtos nacionais e importados do setor gráfico, nos 12 meses contados entre dezembro de 2008 e novembro de 2009. No mesmo período, também foi de 10% o crescimento das receitas nominais decorrentes da venda desses produtos. Assim, descontada a inflação pelo INPC, de 4,11%, as receitas de livros, jornais, revistas e produtos de papelaria cresceram 5,89% em termos reais, no comércio.

Balança Comercial

Segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, de janeiro a dezembro de 2009, as exportações brasileiras de produtos gráficos totalizaram US$ 219,08 milhões, representando queda de 14,3% em comparação com o ano anterior. As importações foram de US$ 297,76 milhões, o que significa redução de 19,5%. 

A crise internacional, deflagrada em setembro de 2008, teve impacto negativo tanto de exportações como nas importações. Pelo fato de o recuo nas importações ter superado o das exportações, até dezembro, houve melhora no resultado da balança comercial do setor.

Dentre os US$ 297,76 milhões de produtos gráficos importados, acumulados ao longo de 2009, destacaram-se os editoriais (livros e revistas). Estes representaram 42,7% (US$ 127,22 milhões) das importações gráficas totais, com queda de 10,2% em relação a 2008. As importações de embalagens também foram relevantes e corresponderam a 20,7% do total ou US$ 61,75 milhões – a diminuição dessas importações foi de 13,6% em 2009, em relação a 2008. As compras externas são originárias especialmente dos Estados Unidos, China e países da Europa.

No tocante aos US$ 219,08 milhões exportados, apesar da queda em quase todos os segmentos gráficos, os cartões acumularam crescimento de 52,7% em relação a 2008 – com US$ 63,04 milhões. Este segmento já é o segundo da pauta da indústria gráfica, seguindo-se ao de embalagens – com US$ 69 milhões exportados. Cabe observar que a expansão das vendas externas de cartões Inteligentes (”smart cards”) ocorreu em todos os meses de 2009. As exportações brasileiras de produtos gráficos destinam-se principalmente às nações das Américas.

O saldo comercial da indústria gráfica encerrou 2009 com déficit de US$ 78,69 milhões. Isto representa melhora em relação a 2008, cujo resultado foi de déficit de US$ 114,43 milhões. O saldo negativo recuou, portanto, 31,23%. 

Balança Comercial da Indústria Gráfica Brasileira por Segmento – ano de 2009
  ExportaçõesUS$ milhões ImportaçõesUS$ milhões SaldoUS$ milhões Participação nas Exportações Totais Participação nas Importações Totais
Cadernos 29,93 4,37 25,56

13,7%

1,5%

Cartões 63,04 42,17 20,87

28,8%

14,2%

Embalagens 68,47 61,75 6,72

31,3%

20,7%

Envelopes 0,30 0,42 -0,12

0,1%

0,1%

Etiquetas 8,26 16,37 -8,10

3,8%

5,5%

Impressos Fiscais 3,81 6,22 -2,41

1,7%

2,1%

Formulários 1,18 0,61 0,57

0,5%

0,2%

Editorial 25,22 127,22 -102,00

11,5%

42,7%

Promocional 18,87 38,66 -19,78

8,6%

13,0%

Total 219,08 297,76 -78,69

100,0%

100,0%

 Investimentos

Com relação aos investimentos do setor gráfico em máquinas e equipamentos, o volume acumulado entre janeiro e agosto de 2009, de US$ 659,93 milhões, é 45,1% menor em relação a igual período do ano anterior.  Em 2008, aliás, verificou-se o maior nível de investimentos do setor nos últimos cinco anos, com US$1,82 bilhão.

TAGS: , ,

Deixe seu comentário

0

O consumo de produtos de limpeza cresceu durante a crise econômica. Além do saldo positivo, 2009 foi marcado pelo lançamento do Programa Movimento Limpeza Consciente, uma iniciativa frente aos desafios do desenvolvimento sustentável do setor nos aspectos: ambiental, econômico, social e cultural.

O setor de produtos de limpeza tem motivos para comemorar o encerramento de 2009 e a chegada de 2010. As indústrias de produtos de limpeza tiveram efeitos positivos durante a crise econômica, de acordo com a Associação Brasileira das Indústrias de Produtos de Limpeza (Abipla), que lançou em 2009 o Programa Movimento Limpeza Consciente, voltado ao desenvolvimento sustentável.

Até o final deste ano, o setor movimentará mais de R$ 12 bilhões, o que significa um crescimento no faturamento entre 6,5% a 7,0% em comparação com o ano passado (2008). Já em volume de vendas, o crescimento será mais de 8%. Mais uma vez, o saldo do ano é positivo com crescimento em faturamento e volume de vendas acima do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro.

Este crescimento demonstra a essencialidade dos produtos de limpeza na cesta de compras do brasileiro tanto do ponto de vista de saúde pública quanto do bem-estar da população. Aliás, durante o período de crise econômica, as pessoas ficaram mais tempo em casa por conta da diminuição das atividades de lazer e, por isso, mais atentas à limpeza da casa.

Outro fator que contribuiu com a preocupação com a limpeza em 2009 foi a percepção do consumidor diante da relação do uso de produtos de limpeza com a prevenção de doenças, a exemplo da disseminação do vírus A (H1N1).

“O setor tem grande potencial de crescimento, haja vista os resultados que apresentamos num ano de crise, como 2009, o que demonstra que os produtos de limpeza são itens essenciais de higiene com relevância para a saúde pública e presença importante no dia a dia do consumidor”, comenta Maria Eugenia Proença Saldanha, diretora executiva da Abipla.

Balança Comercial: Produtos de Limpeza
A balança comercial do setor deve fechar o ano com déficit menor do que no ano passado. O saldo entre a diferença de exportações e importações deve cair dos US$ 199,2 milhões, registrados em 2008, para US$ 149,8 milhões.

Com dados estimados para os meses de novembro e dezembro, as exportações devem voltar aos patamares de 2007 com cerca de U$ 270,2 milhões em 2009. No entanto, este valor foi 12,6% menor do que o ano passado, tendo em vista os reflexos da crise financeira internacional. Já as importações tiveram uma redução de 17,5% quando comparado ao ano passado.

TAGS: , , , ,

Deixe seu comentário

0

 

Apesar do desempenho do primeiro semestre não ser nem de longe o cenário mais esperado pelo setor de embalagem, pois os resultados ainda são um pouco negativos, os números já permitem traçar horizontes mais promissores, com a recuperação da produção física de embalagem. Nos primeiros seis meses desse ano, a produção física decresceu 9,67% em relação a igual período de 2008. Para o ano de 2009, a previsão é de recuo de 6%. No entanto, de dezembro de 2008 a junho de 2009, a produção física mensal avançou 8,68%, segundo resultados do Estudo macroeconômico da Embalagem Abre-FGV, realizado pelo Ibre-FGV, para a associação. Salomão Quadros, coordenador de análises econômicas do Ibre/FGV, diz que mantido esse ritmo, em um semestre, a produção física mensal retornará ao nível de setembro de 2008. E a indústria de embalagens deve fechar 2009, com uma receita de R$ 33,2 bilhões. Desse total, figuram entre os setores mais representativos no bolo total da receita, a indústria de embalagens plásticas, que responde por R$ 12,3 bilhões, papelão ondulado, papel e papel cartão, R$ 9,3 bilhões, e metálicas, com R$ 5,8 bilhões.

 

As exportações diretas de embalagens registraram faturamento de US$ 159.599 mil no primeiro semestre desse ano, uma queda de 42,99% em relação ao mesmo período de 2008, quando o setor atingiu US$ 279.945 mil. A indústria de embalagens plásticas movimentou US$ 66.495 mil, metálicas, US$ 40.234 mil e papel e papelão, US$ 30.493 mil. Já as importações de embalagens, pela primeira vez, superaram as exportações, com US$ 203.848 mil no primeiro semestre de 2009 ante US$ 211.378 mil no mesmo período do ano passado. “Essa inversão na balança comercial não afetou somente o setor de embalagem, mas a indústria em geral. Mas, trata-se de uma situação transitória”, afirma Quadros.

 

O desempenho da indústria usuária de embalagem também sofreu os reflexos da crise econômica, com raras exceções, como é o caso da indústria de bebidas, com crescimento de 5,24% no primeiro semestre deste ano, a indústria farmacêutica, com 10,33%, e a indústria de perfumaria, cosméticos, exclusive sabonetes, com 1,32%. Os setores de alimentos, fumo, vestuário e acessórios, calçados e artigos de couro, e sabões, sabonetes, detergentes e produtos de limpeza amargaram um desempenho negativo.

 

Quadros também apresentou os resultados dos dados coletados em uma pesquisa qualitativa feita pela FGV, no período de 5 e 31 de julho de 2009, com 106 empresas de embalagens, que juntas movimentam R$ 16,7 bilhões em vendas e empregam 49 mil profissionais. Apesar da demanda de embalagem ainda ser considerada fraca pela maioria dos entrevistados, há uma retomada que começou a ser desenhada em abril e julho deste ano.

A dificuldade de obtenção de crédito também está deixando de ser uma restrição. Em julho de 2009, apenas 15% dos respondentes acreditavam que as condições eram mais difíceis. “Esse cenário melhora a capacidade de produção das indústrias de embalagem. Em julho deste ano, a utilização da capacidade era de 82,9%, uma diferença de 5% em relação ao mesmo período do ano passado”, afirma o economista.

TAGS: , , , , , , , , , , , , , ,

Deixe seu comentário

0

Diante da forte desaceleração sofrida pela economia brasileira no ano passado, a produção física de embalagem não deverá crescer em 2009, diagnostica Salomão Quadros, coordenador de análises econômicas da Fundação Getúlio Vargas (FGV). As principais indústrias usuárias como alimentos e bebidas registraram crescimento negativo ou menor crescimento, em 2008, com -1,04% e 0,30%, respectivamente, com exceção do segmento farmacêutico, que obteve expansão de 19,70%.

 

 

No ano passado, segundo a sondagem da indústria de embalagem feita com 111 empresas médias e grandes, 72% afirmaram que estavam operando em condições de produção normais. Já no início de janeiro de 2009, 29% disseram que estavam operando com restrições de demanda, reduzindo o aquecimento do setor. “A demanda é um limitador de produção. A utilização da capacidade é uma das mais baixas, com 80,7%, em janeiro deste ano, em comparação ao ano anterior, quando o índice foi de 84,6%”, explica o economista. A demanda secou e as condições para obtenção de crédito também estão mais difíceis. “Esse cenário pode mudar, já que a situação é instável. Mas, não devemos esperar uma retomada de crescimento rápida”, contemporiza.

 

 

Quadros trabalha com dois cenários ao longo de 2009. Segundo ele, pode haver descolamento moderado (de queda suave a princípio de retomada da economia), já que as políticas monetárias e fiscal do Brasil compensam o choque externo e a ausência de vulnerabilidades primárias (crises bancária e imobiliária) podem contribuir para melhorar a economia brasileira. “Nesse cenário, o PIB vai crescer 2,5%, o consumo das famílias, 3,5% e a produção física de embalagem, 0%”.

 

 

No segundo cenário, o de aprofundamento da recessão, o economista prevê a saída de capitais e a retração das exportações, por exemplo, com crescimento de 1% do PIB, 2% o consumo das famílias e –2% a produção física de embalagens. 

 

Se a economia vai melhorar ou a crise piorar, o fato é que quem soube capitalizar os lucros em tempos de vacas gordas, agora pode correr atrás de novas oportunidades de negócios para crescer. Leia mais sobre o assunto que será tema de dois artigos da revista Pack, edição de março.

TAGS: , , , , , ,

Deixe seu comentário

BUSCA

CATEGORIAS

SOBRE O BLOG DA PACK

O Blog da Pack acompanha o mercado de embalagens no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades e curiosidades que envolvem toda a cadeia produtiva do setor. Este espaço é um subproduto da revista e do site Pack, editados pela redação da Editora Banas.

PARTICIPE

Dúvidas sobre o mercado de embalagem? Envie sua pergunta para guru@pack.com.br. Um especialista do setor o responderá aqui no blog.

Clique e participe agora mesmo!


Confira as respostas aqui

TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

CIBELE AMARAL

Formada em Jornalismo pela Faculdade Cásper Líbero e pós-graduada em Formação para Formadores pela Universidade de Araras/SP, jornalista, docente universitária, coordenadora de projetos e parcerias. Atua há 25 anos em jornalismo. Começou como redatora na Editora Banas e hoje é editora-chefe da Revista PACK.

ARQUIVO


Banner do Radar Industrial