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Empresa privada com participação do fundo de investimento financeiro norte-americano Bain Capital e do fundo de gerenciamento de ativos CDH Investments, de Hong Kong, a Tralin Pak, fabricante de embalagens cartonadas assépticas, se apresenta ao mercado brasileiro na Fispal Tecnologia.

A operação da empresa, no Brasil, vai começar com um escritório, em São Paulo, como parte de seu plano de internacionalização. Mas, se a resposta do mercado for boa, a companhia pretende investir na construção de uma planta fabril de embalagens cartonadas assépticas por aqui. “A participação na feira está sendo muito boa. Já fizemos bons contatos, que resultaram em negócios”, afirma Luiz Fernando Magalhães, responsável pelo escritório da Tralin Pak Brasil.

A companhia produz somente embalagens cartonadas assépticas Brik para leites e sucos, nos volumes de 200 ml até 1000 ml. No formato slim, elas estão disponíveis em 200 ml, 250 ml, 330 ml e 1000 ml. “O papel cartão utilizado certificado pelos SFI e PEFC é fornecido pela Meadwestvaco”, garante Peder Bergrren, diretor de negócios internacionais da Tralin Pak.

Com três fábricas na China, duas na cidade de Shandon e uma em Mongólia, a Tralin Pak emprega mais de 700 funcionários e tem capacidade de produzir 8 bilhões de embalagens cartonadas assépticas/ano. “Mas essa capacidade pode ser expandida para 12 bilhões de embalagens cartonadas assépticas/ano”, afirma Berggren. “Hoje, a maior parte dessa produção é escoada no mercado chinês. As exportações, ainda em pequeno volume, são destinadas para Europa e Oriente Médio”. A empresa também conta com uma fábrica de máquinas, em Beijin, na China, desde 2007.

A expansão geográfica é acelerada. A próxima fábrica de embalagens cartonadas assépticas será instalada, na Alemanha, e deve começar a operar já em 2011. “Queremos ser uma empresa global dentro de poucos anos”, afirma otimista Berggren. Segundo ele, o crescimento anual é vertiginoso, chegando a 300% internacionalmente. “Em 2010, a expectativa é produzir até 6 bilhões de embalagens”.

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Tetra Pak inaugura centro de tecnologia em Shanghai

Icone Embalagem | Por Margaret em 14 de abril de 2010

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Fabricante de embalagens cartonadas, a sueca Tetra Pak acaba de inaugurar um novo centro de tecnologia, em Pudong, Shanghai, que vai oferecer recursos para desenvolvimento de produtos e serviços de engenharia técnica, além de treinamento e distribuição. Com isso, os clientes chineses terão à sua disposição um serviço plural em soluções de embalagem e processamento de alimentos.

“O centro de tecnologia cria recursos de classe mundial para os clientes, perfeitamente instalado para atender os desafios únicos de embalagens de alimentos e bebidas, processamento e distribuição na China”, diz Dennis Jönsson, presidente e CEO da Tetra Pak. “Também vai nos tornar mais responsáveis pelas necessidades locais, garantindo que as nossas atividades, o pipeline de inovações e os serviços oferecidos sejam focados a ajudar os clientes locais a entregar melhor os seus produtos para os consumidores chineses”.

As soluções de engenharia criadas especificamente para o mercado da China serão fornecidas pelo centro de Shanghai. Por exemplo, a nova planta vai contemplar o primeiro laboratório de análises das condições de transporte do País, com equipamentos de última geração, que vai fornecer dados para os clientes visando a reduzir os potenciais problemas de transporte.

A Tetra Pak opera 16 centros de treinamento técnico, 41 centros de serviços técnicos e 11 plantas de pesquisa e desenvolvimento em todo o mundo para garantir a contínua inovação de produtos e excelência no atendimento aos clientes.

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Desenvolvido especialmente para consumidores de países, como China,   Japão e Índia, o clareador de pele Blanc Japan Whitening Serum, da  Annayake, adotou a bomba dispensadora Nea produzida pela Rexam Personal Care.

 Essa bomba dispensadora foi desenAnnayake1volvida com o objetivo de propiciar um ambiente neutro para o fluxo dos produtos, aspecto tão importante para a garantia das características específicas de sofisticadas fórmulas, como as de produtos de cuidados com a pele. Além disso, a sua estética elegante e as características ergonômicas valorizam a experiência do consumidor final.

 “Nea abre caminho para novas oportunidades,” diz Virginie Lemeunier, gerente de produto da Rexam Personal Care. “O exemplo da Annayake reforça a importância que a utilização de bombas inovadoras e de alto desempenho tem para o mercado de produtos clareadores da pele, para o qual, analistas da indústria prevêem vendas de $10 bilhões em 2015”.

 “O crescimento da categoria de produtos clareadores da pele será impulsionado por aplicações específicas para o mercado masculino, assim como para o tradicional mercado feminino e também para os produtos de cuidado com o corpo, assim como para os produtos de cuidado facial,” diz Lemeunier, lembrando que na Ásia, a pele clara é frequentemente associada a um ideal de beleza.

 “Projetada para interagir com os produtos mais viscosos e sofisticados, Nea é acionada por um movimento suave e elegante,” diz Lemeunier. “Sua escorvagem é rápida, não espirra ou bloqueia o produto e está disponível em grande variedade de cores, facilitando sua customização.” A Rexam oferece suporte integrado aos seus clientes por meio de suas fábricas presentes nas Américas, na Europa e na Ásia.

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O mercado de masterbatches na China é um dos mais dinâmicos e um dos que cresce mais rápido no mundo. Nos últimos anos, a taxa de crescimento do setor é de dois dígitos, apesar da recessão econômica mundial. A Applied Market Information Ltd. (AMI) estima que existam pelo menos 500 companhias produzindo masterbatches na China. A maioria é composta de fornecedores locais de pequenas escalas. Mesmo assim, diferente dos processadores de plásticos, a produção de masterbatches na China é mais concentrada nas mãos de grandes players. Em 2008, segundo o estudo feito pela AMI, os cinco maiores produtores de masterbatches detinham 50% da produção.

Em termos de volume, o maior produtor é a Cabot Plastics, que tem uma planta industrial de masterbatch preto instalada em Hong Kong, que fornece para toda a Ásia. Entretanto, o masterbatch preto é mais uma commoditie e em termos de valores, o maior produtor é a Ngai Hing Hong, que é dona de cinco plantas industriais na China, fornecendo um amplo portfolio de cores, além de preto, branco e vários aditivos. Outras companhias se destacam como grandes fabricantes de masterbatches, como Yangxi Huaqiang Color Masterbatch Factory, Guandong Charming Company, PolyOne e Clariant.

O líder na fabricação de masterbatch branco é a Meilian Chemical com planta industrial em Guandong que é o principal fornecedor para a indústria de sopro, enquanto a A Schulman é o maior produtor de aditivos para masterbatches. A empresa iniciou as operações de uma planta, em 2005, com capacidade de 16 mil toneladas/ano, em Dongguan, e rapidamente aumentou a sua participação de mercado nos negócios de filmes e embalagens na China.

 Enquanto há uma clara tendência para o aumento do uso de masterbatches, muitos processadores chineses continuam a usar pigmentos e blends secos em volumes significativos, especialmente em setores, onde a qualidade e a consistência não são primordiais. Há muitas dessas companhias fornecendo esses pigmentos para os processadores que utilizam o produto, dosando diretamente nos equipamentos de extrusão e moldagem.

 Outra característica da indústria de masterbatches na China é que a maioria das plantas industriais atende o mercado local. A logística fraca e a regulamentação local resultam em distâncias um pouco longas para os fornecedores. Cada província tem seu próprio ambiente e estrutura comercial e não existe um mercado chinês homogêneo.  O desafio para os grandes produtores que estão construindo várias plantas é atender o mercado total. As principais companhias que seguiram essa rota são Clariant, Ngai Hing Hong e Polyone.

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O mercado de cervejas envasadas em garrafas PET com tampas plásticas de rosca está crescendo. Isso começou há alguns anos, em vários países da Alemanha, principalmente, na Europa Oriental. Para garantir a qualidade da cerveja, a Bericap introduziu um seqüestrador de oxigênio, que o absorve no headspace da garrafa PET de cerveja. Esse é um importante desenvolvimento para o shelf life da bebida, pois a cerveja é sensível ao oxigênio.

A empresa desenvolveu a tampa com seqüestrador de oxigênio DoubleSeal SuperShorty® Crown para gargalos PCO 1881 para a primeira cerveja em garrafa PET no mercado alemão. Fora da Europa, a tampa será adotada no mercado chinês.

A cervejaria Martens China junto com sua parceira FEG e a Suntory, do Japão, apostou na primeira linha de envase de cervejas em garrafas PET com a tampa DoubleSeal SuperShorty® Crown O2 para gargalos PCO 1881.

Garrafas PET de cerveja requerem propriedades de barreira e propriedades de oxigênio para a tampa absorver o oxigênio do headspace de um lado e evitar a entrada do oxigênio do outro lado. Especialmente para o mercado de cerveja, a Bericap desenvolveu um design de rosca que é muito similar à tradicional tampa de cerveja crown cork, além disso mantém a integridade do produto.

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Owens-Illinois abre nova planta de moldes na China

Icone Embalagem | Por Margaret em 11 de janeiro de 2010

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A Owens-Illinois Inc. acaba de inaugurar uma nova planta de moldes, em Tianjin, na China, para fornecê-los a todas as plantas fabris da empresa no mundo. Localizada aproximadamente a 120 km do sudeste da capital chinesa Beijing, a nova planta é uma das maiores na Ásia, empregando aproximadamente 300 pessoas.

A fábrica é uma joint venture entre a O-I e sua parceira Yi Oing. A O-I tem a segunda maior fábrica de moldes, em Manaus, no Brasil. A nova fábrica ocupa 35 mil m2 e produz moldes rendondos e perfilados, bem como equipamentos de acabamento. Cada molde pode moldar mais de dois milhões de embalagens. “A China é um importante mercado em crescimento para a O-I. Nós temos a intenção de ampliar a nossa presença no País. Vemos a China como um dos pilares de nossos negócios”, diz Al Stroucken, presidente e CEO da O-I.

Greg Ridder, presidente da região da Ásia-Pacífico disse que a planta fabril vai permitir ter equipamentos de molde com custos e velocidades mais eficientes. “Nós temos investido no estado da arte da fábrica em Tianjin que vai garantir excelência operacional”, afirma. “Estamos desafiando os fabricantes de moldes a dar um passo a frente para outro nível de competitividade e custo”.

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As inovações e tendências da Anuga

Icone Embalagem, Feiras de negócios | Por Margaret em 5 de novembro de 2009

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Prestigiado por uma centena de profissionais do setor de embalagem e da indústria usuária, o evento sobre a Anuga – maior feira internacional de alimentos e bebidas do mundo, realizado pela Koelnmesse, na Alemanha – promovido pelo Instituto de Embalagens, na sede da Associação Brasileira da Indústria de Plástico (Abiplat), apresentou as inovações e as tendências do setor.

Em sua 30ª edição, os organizadores se empenharam em realizar um grande evento. Assunta Napolitano Camilo, diretora do Instituto de Embalagens, diz que este ano, o que chamou a atenção foi a grande presença dos expositores chineses, que era a terceira maior delegação, depois da Itália e da Alemanha. “Os chineses mostraram que evoluíram, principalmente, no que tange à qualidade de impressão das embalagens. Mas, em termos de shape, eles ainda têm muito a avançar”, avisa.

Voltando no tempo, em 2005, a Anuga mostrou a explosão dos orgânicos, que continuam fortes, com embalagens que traduzem esse apelo natural. Em 2007, foi a vez das bebidas funcionais e energéticas, que também seguem ascendentes, e cada vez mais específicas, como, por exemplo, as indicadas para relaxamento. “Em 2009, a tendência da vez é os produtos porcionados para saborear em uma mordida, os chamados finger foods”, revela Assunta.

Para Jumar Pedreira, diretor da MFSP Marketing, a portabilidade e a conveniência e praticidade são os principais drivers do setor de embalagens para  alimentos e de bebidas. “Pizza em cone para consumir em movimento, no metrô, no carro, no ônibus. E embalagens funcionais como, por exemplo, de bolos, que se transformam em formas. Isso está muito forte no segmento de confeitaria”, conta.

Nelson Teruel, presidente da Associação Brasileira Técnica de Flexografia (Abflexo), revela que, pela primeira vez, as embalagens flexíveis cresceram mais do que potes e garrafas no mundo. Essa expansão pode ser vista na Anuga. Em sua primeira visita, o executivo identificou novas aplicações, como sleeves termocontráteis e o stand-up pouch para sucos naturais e água mineral.

Isso é percebido também por Fábio Rigueto, coordenador de marketing da Café Pelé, cuja empresa participou como expositora na Anuga. “Antes o stand-up pouch era utilizado como refil no mundo inteiro, mas hoje ela já é utilizada como embalagem final para acondicionar café”, diz. “O flexível está ganhando mercado, principalmente, em função do crescimento do mercado single. Com presença global, a empresa tem que se adaptar às tendências. Por isso, substituiu o sache de 2 gramas por sticks”.

Lançamento da apostila de embalagens flexíveis

Além do evento sobre a Anuga, o Instituto de Embalagens realizou o lançamento da apostila de embalagens flexíveis, que foi celebrado pelo setor. José Ricardo Roriz, presidente da Vitopel, disse que a publicação veio no momento certo, no momento de crescimento do segmento de flexíveis. “É uma grande contribuição para o setor”.

Rogério Mani, diretor da Epema, afirmou que é necessário que o setor se profissionalize cada vez mais. “O segmento precisava de uma apostila mais contundente. Mesmo no momento de crise, é necessário lançar oportunidades”, acrescenta.

Para Alfredo Schmidt, presidente da Associação Brasileira de Embalagens Flexíveis (Abief), a publicação é muito importante para o setor. “Lançada em vitopaper, ela apresenta uma novidade ao mercado”.

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O que as empresas de embalagens da China e do Japão estão fazendo? Para onde elas estão caminhando? A proposta é saber o que é possível fazer por aqui e ir além. Esse foi o objetivo do seminário sobre as embalagens da China e do Japão, segundo Assunta Napolitano Camilo, diretora da consultoria FuturePack e do Instituto de Embalagens. O evento foi realizado hoje, no auditório da Abiplast (Associação Brasileira da Indústria de Plásticos), em São Paulo.

 

No Japão, um conjunto de fatores dita os desenvolvimentos em embalagens. São eles: 96% da população urbana, grande população de idosos, e falta de espaço nas casas, que são pequenas. Por conta disso, as embalagens apresentam formatos pequenos e trazem atributos de praticidade e conveniência visando a facilitar o manuseio pelos consumidores. “Além disso, as embalagens japonesas são primorosas no quesito visual, apresentando excelente qualidade de impressão. Elas também atendem as tendências de conveniência, estilo de vida, segurança, saúde e meio ambiente”, afirma Assunta. Um bom exemplo de conveniência é o retortable com zíper, que pode ser utilizado várias vezes pelos consumidores, e a embalagem cartonada de tofu  - conhecido como queijo de soja – que é bastante empregado no Japão, dispensa a cadeia do frio e oferece maior shelf life.

 

Na China, outros aspectos influenciam o desenvolvimento de embalagem. Por exemplo, as distâncias continentais e a maior população rural, que abriram o mercado para pouches retortable e o pouch asséptico. Elas dispensam a cadeia do frio, conferindo vida útil maior aos produtos. “Com o grande número de analfabetos no País, a indústria chinesa de embalagens teve que desenvolver pouches com janelas para que eles pudessem visualizar o alimento que estavam comprando”, explica Assunta.

 

Os chineses também exploram bem os conceitos de embalagem bem-sucedidos de uma categoria para outra categoria, como revela a diretora. Ou seja, a proposta é apostar em novas aplicações. É o que fez uma fabricante de preservativos ao adotar uma embalagem de papel cartão, com sistema de abertura flip-top, aplicação bastante utilizada pela indústria de cigarros. “Outro bom exemplo é a embalagem de papel cartão com alça para detergente em pó”, diz.

 

 

Para refletir

Durante o debate, que contou com a participação de José Ricardo Roriz, diretor-presidente da Vitopel, e Merheg Cachum, presidente da Abiplast, mais aspectos relevantes sobre o mercado de embalagem da China e do Japão foram discutidos.

Roriz destacou que os dois países experimentam estágios distintos de desenvolvimento do setor. “Hoje, a China está bem mais atrasada em relação ao Japão, apesar de ter os equipamentos mais modernos para produzir embalagem. Enquanto, o Japão tem uma das tecnologias mais antigas, mas as embalagens são melhores”, afirma. Segundo ele, isso acontece porque a China ainda está produzindo embalagens para distribuir alimentos para a sua população, mas muito em breve, o País poderá passar a desenvolver embalagens de melhor qualidade.  “A China ainda não utiliza a embalagem para vender o produto. E o Japão utiliza a embalagem para criar diferenciação na gôndola”, explica. “Isso dá uma amostra do que podemos fazer no Brasil”.

 

Para Cachum, há um fato importante e outro lamentável. “Os brasileiros já copiaram os produtos chineses. Mas, esse conceito já mudou bastante. Hoje, as empresas nacionais têm tecnologia de altíssima qualidade para valorizar o produto feito no Brasil”, defende.

 

O Brasil tem potencial, mas Assunta acredita que ainda falta conhecimento para o maior desenvolvimento da indústria de embalagens. “É preciso estudar, aprender, entender mais sobre todos os aspectos que envolvem o desenvolvimento de uma embalagem. As empresas acabam optando por executar o mais fácil em vez de criar o seu próprio mercado”, acentua. 

 

 

 

 

    

 

        

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As forças combinadas da desaceleração econômica e as pressões ambientais estão causando um acentuado abrandamento no mercado mundial de água mineral em garrafas plásticas, de acordo com uma recente pesquisa feita pela Canadean. A situação é mais acentuada nos Estados Unidos, com uma previsão de crescimento anual é de menos de 1% para os próximos cinco anos. Essa é uma significativa desaceleração das taxas de dois dígitos desde 2000 a 2008, e tem grandes implicações para a indústria de plásticos PET, em particular. “Na década até 2008, o mercado de água engarrafada dos Estados Unidos representava 20% do crescimento da demanda mundial de bebidas em garrafa PET”, afirma Emily Neill, diretora de desenvolvimento de negócios da Canadean.

Além disso, as campanhas proibitivas ao consumo de água mineral em garrafa plástica feita em vários estados dos Estados Unidos incentivaram os consumidores a migrar para o consumo de água filtrada. Isso está sendo replicado em alguns dos principais mercados europeus, como França e Reino Unido, ajudado pelas atuais condições econômicas.

Em um cenário mais amplo, o prognóstico para o consumo comercial global de bebida é relativamente saudável. A demanda de bebidas terá um crescimento de 2,0% em 2009 e 2,6% por ano em longo prazo. As categorias mais dinâmicas são sucos de frutas e água engarrafada que terão  crescimento em países como China, Índia e Indonésia, compensando a estagnação nas economias ocidentais. Depois de uma performance pífia em 2009, os carbonatados devem retomar o crescimento a uma taxa de 2% anualmente. Essas empresas com forte exposição internacional se beneficiarão com a crescente demanda na Ásia para compensar os mais rigorosos mercados na América do Norte e na Europa.

Na categoria de bebidas alcoólicas, segundo o estudo, o consumo de cerveja, vinhos e bebidas destiladas sofre um declínio gradual na Europa, onde a saúde e questões legislativas são tradicionais para combater o consumo de álcool. Entretanto, a Ásia continuará a ser o motor da demanda de cerveja, com uma taxa de crescimento anual projetada em torno de 5%.

O mais surpreendente é a categoria de bebidas energéticas que cresceu a taxas de dois dígitos em vários países em 2008. E prevê-se um aumento de quase 10% em nível mundial em 2009.

 

 

 

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Segundo um estudo divulgado pela ReportLinker.com, a demanda mundial de máquinas para embalagem crescerá 5,2% ao ano até 2012, quando alcançará US$ 39.8 bilhões. O avanço das vendas dos equipamentos será mais rápido em países desenvolvidos como Japão, Estados Unidos e Europa Ocidental. A China deverá registrar o maior ganho em termos de valores, superando os Estados Unidos, maior mercado do mundo.

A demanda de equipamentos nesses países vai expandir até US$ 3.3 bilhões até 2012. Mas também maiores volumes de vendas também são esperados em países como Índia e Rússia, assim como em mercados de menor volume como Ucrânia, Irã, Indonésia, Malásia, Arábia Saudita, México, África do Sul e Turquia. Em 2012, a Europa Ocidental, o Japão e os Estados Unidos continuarão sendo responsáveis por mais de 2/3 de toda a produção de máquinas para embalagem.
As máquinas de envase e de form/fill/seal continuarão sendo os tipos de equipamentos mais utilizados, respondendo por ¼ do mercado total de máquinas para embalagem em 2012.
O mercado de máquinas para embalagem destinado aos segmentos de cuidados pessoais e de farmacêuticos continuará a registrar o mais rápido crescimento, estimulado pelo maior consumo desses produtos em países desenvolvidos. Apesar de tudo, o setor de alimentos processados vai se manter como o maior mercado para máquinas de embalagem, respondendo por 43% das vendas globais do produto em 2012.

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O Blog da Pack acompanha o mercado de embalagens no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades e curiosidades que envolvem toda a cadeia produtiva do setor. Este espaço é um subproduto da revista e do site Pack, editados pela redação da Editora Banas.

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KLEBER PINTO

Jornalista com oito anos de experiência em jornalismo online. É editor dos sites da Editora Banas Pack, P&S, P&S Agro e Radar Industrial. Foi repórter e editor nos portais UOL, Terra e Globo.com, nas editorias de cultura, saúde, cidades e tecnologia.

MARGARET HAYASAKI

Formada em jornalismo pela Universidade Paulista Júlio de Mesquita Filho (Unesp-Bauru) e pós-graduada em Comunicação Empresarial pela Faculdade Cásper Líbero, Margaret Hayasaki atua há 10 anos no jornalismo especializado em embalagem. Começou como redatora na revista Pack e hoje é editora-chefe.

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