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Caixas-PlasticasEleita por 34% dos respondentes, a Marfinite é a campeã da categoria de caixas plásticas. Em segundo lugar, aparece a Pisani, com 16% dos votos, e a Unipac, em terceiro lugar, com 11% das menções. No Sul, a Marfinite e a Cartonale têm maior penetração na preferência dos respondentes, com 35% e 24% dos votos. No Sudeste, a Marfinite e a Pisani conquistaram 34% e 20% da preferência. Na região Centro-Oeste, Norte e Nordeste, a Marfinite e a Cartonale obtiveram 25% dos votos cada.

No segmento de embalagens, a Pisani é o fornecedor mais lembrado, com 27% das respostas. No setor de alimentos e bebidas, a Marfinite se destaca, com 33% das menções. E nas indústrias de farmacêuticos, químicos e cosméticos, novamente, a Marfinite lidera a preferência, com 42% das menções.
Nas grandes empresas, a preferência é mais disputada. Marfinite, Pisani, Unipac e Plásticos Novel Nordeste foram mencionadas por 20% dos profissionais. Nas médias empresas, a Marfinite é a marca campeã de preferência, com 46% dos votos. E nas pequenas empresas, de novo, prevalece um jogo disputado. A Marfinite obteve 25% dos votos, enquanto Unipac e Myers, 15% das menções cada.

Os argumentos comercias e técnicos são utilizados pelos respondentes para escolher o fornecedor preferido de caixas plásticas. Resistência e durabilidade são o quesito de preferência mais votado, com 48% das respostas. Em seguida, com igual peso de importância, estão os critérios de flexibilidade comercial e variedade de tamanhos/dimensões/formato, com 41% das respostas cada.

No Sul, os atributos de resistência e durabilidade e variedade de tamanhos/dimensões/formato obtiveram maior preferência, com 59% e 53% dos votos. No Sudeste, a resistência e durabilidade e a flexibilidade comercial são os principais motivos de preferência, com 46% e 43% das respostas. E no Centro-Oeste, Norte e Nordeste, dois quesitos se destacam: disponibilidade de entrega, com 75% dos votos, e qualidade de atendimento, com 50% das menções.

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Caixas-de-MadeiraNa categoria de caixas de madeira, a Matra é o fornecedor preferido de 18% dos respondentes. Em segundo lugar, a MMB Embalagens conquistou 14% dos votos. Empatadas em terceiro lugar, Cezan e Vicari obtiveram 9% das menções. No Sul, a Matra lidera com folga, com 50% das menções. Depois, aparece a Arpecma, com 25% das respostas. No Sudeste, a preferência é mais disputada, mas a MMB sai na frente, com 17% das menções. Já Matra, Cezan e Vicari disputam a preferência com 11% das menções.

Nas grandes empresas, a Matra é o fornecedor de caixas de madeira mais lembrado por 50% dos profissionais. A MMB obteve maior índice de preferência nas pequenas e médias empresas, com 14% e 15% das menções, respectivamente. Já a Cezan e a Vicari receberam 15% dos votos de profissionais das médias empresas.
Os argumentos comerciais prevalecem na escolha do fornecedor de caixas de madeira. Prazo de entrega, flexibilidade comercial e qualidade de atendimento receberam 55%, 41% e 41% dos votos cada. No Sul, o prazo de entrega é o principal motivo de preferência, com 100% das menções. No Sudeste, dois quesitos têm o mesmo peso, prazo de entrega e flexibilidade comercial, com 44% dos votos cada.

No segmento de embalagens, a qualidade de atendimento é o critério de preferência mais votado, com 67% das respostas. No setor de alimentos e bebidas, o prazo de entrega é a razão de preferência mais valorizada, com 60% das menções. E, nas indústrias de farmacêuticos, químicos e cosméticos, os quesitos prazo de entrega e flexibilidade comercial foram mencionados por 67% dos profissionais.

Nas grandes empresas, quatro motivos de preferência têm igual peso. Prazo de entrega, flexibilidade comercial, qualidade de atendimento e proteção contra fungos/controle microbiológico receberam 50% dos votos cada. Nas médias empresas, a qualidade de atendimento é a razão de preferência mais valorizada, com 54% das menções. Nas pequenas empresas, os critérios de prazo de entrega e flexibilidade comercial foram mencionados por 71% dos profissionais.

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box_liner_raumak_blo_packA busca por novas tecnologias e tendências de mercado faz com que a Raumak Máquinas esteja na vanguarda do segmento de empacotadoras, enfardadoras e encaixotadoras. Os mais recentes resultados dessa gestão inovadora da empresa são dois lançamentos feitos na Fispal Tecnologia  – a encaixotadora automática Boxer Line Silver para linha de caixas Case Pack e uma paletizadora automática de fardos ou caixas Pallet Line, que apresenta conceito inovador, desenvolvido pela italiana Dynamic. Segundo Raulino Kreis Junior, diretor-presidente da Raumak Máquinas, a Boxer Line Silver é um desenvolvimento 100% Raumak e vem atender a uma tendência de mercado por maior automação no final de linha. “O equipamento arma a caixa, acondiciona o produto, além de programar a quantidade de embalagens e as camadas, e fecha a caixa automaticamente, com fita adesiva ou hot melt”, diz.

Com transferência de tecnologia, a Raumak Máquinas construiu a paletizadora automática que já é um equipamento consagrado na Europa, com 10 anos de mercado. “Essa parceria foi possível graças ao primeiro contato feito com a Dynamic, na Fispal Tecnologia 2008. A feira não representa somente vendas, mas também a possibilidade de realizar parcerias e joint-ventures”, destaca o diretor-presidente. “O equipamento realiza um trabalho similar ao de um robô. O custo de aquisição da paletizadora automática é bem atrativo, representando apenas 50% a 60% do valor que seria desembolsado para adquirir um robô”, afirma Kreis Junior.

Segundo ele, os dois lançamentos atendem a demanda das empresas por maior produtividade no final de linha, melhor controle da produção – com dados sobre o volume de paletização e encaixotamento, por exemplo -, além de preocupação com a saúde de seus funcionários. “Dependendo do segmento de atuação, a empresa consegue obter ganhos de até 30% de produtividade no final de linha”, revela.

A atuação da Raumak Máquinas se estende além das fronteiras brasileiras. Exportando desde 2000, a empresa embarca 53% de sua produção de máquinas/ano para mais de 40 países, como Peru, Venezuela, Argentina, República Tcheca, Rússia. “A empresa produz anualmente 300 máquinas, das quais 60% são enfardadoras, que também são o carro-chefe no mercado externo”. Otimista, Kreis Junior, diz que o mercado estava retraído por uma questão de precaução devido à crise econômica. “Mas desde a segunda quinzena de abril, já notamos um aquecimento dos negócios , com um desempenho igual, ou melhor, ao de 2008”.

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Fabricante de adesivos industriais, a alemã Henkel apresenta suas inovações para a indústria de embalagens na Fispal Tecnologia. O Technomelt Cool é uma nova linha de adesivos hot melts para o fechamento de caixas e cartuchos. Trata-se de um novo conceito de tecnologia de adesivos que permite a sua aplicação em temperaturas inferiores, entre 120ºC e 130ºC. Segundo Fernando Raszl, gerente de marketing América do Sul de adesivos industriais da Henkel, essa redução de temperatura traz vários benefícios, como o menor consumo de energia elétrica, mantendo a mesma eficiência e qualidade de colagem.

 

“Também oferece maior ganho de economia para o cliente, pois a manutenção do equipamento é reduzida. Já que proporciona uma maior estabilidade térmica, menor degradação do adesivo e, conseqüentemente, reduz as paradas de máquinas por problema de carbonização e entupimento de bicos”, ressalta o executivo.

 

O segredo da inovação do Technomelt Cool está na sua formulação, desenvolvida na Henkel Estados Unidos, que é composta de novos polímeros e matérias-primas diferentes de um hot melt convencional. “Essa tecnologia é bem conhecida nos Estados Unidos e na Europa. Mas, a Henkel Brasil vai passar a produzir o novo produto localmente, ainda no segundo semestre de 2009”.

 

Além das características técnicas, o novo adesivo também oferece atributos sustentáveis, pois a aplicação em temperaturas mais baixas permite a redução do consumo de energia elétrica utilizada no equipamento. “Com a menor manutenção do equipamento, o usuário gera menos resíduos para a sua limpeza, ou seja, é uma tecnologia mais limpa”.  

 

Outra novidade da Henkel é o adesivo hot melt Technomelt Supra para fechamento de caixas e cartuchos. “O principal diferencial do produto está em sua alta performance, por isso é indicado para colagens de substratos difíceis, como metalizados, plásticos, materiais menos porosos e sobre superfícies com verniz”, revela Raszl. Além disso, o produto pode ser aplicado em máquina de alta velocidade  que requerem uma colagem precisa e um adesivo rápido e com alta adesão.   

 

Segundo Fernando Pardal, gerente de adesivos industriais América do Sul e América Latina da Henkel, o Technomelt Supra é o que podemos chamar de “produto verde”, já que precisa de menos adesivo – cerca de 30% – para colagem das embalagens, com a mesma performance. “O produto foi desenvolvido na Henkel Alemanha, que também terá produção local, no segundo semestre deste ano”, informa. “A empresa se preocupa em desenvolver produtos sustentáveis. O resultado disso é o uso de 60% de matérias-primas renováveis em seus produtos”. A planta industrial da Henkel Brasil terá capacidade inicial de produção de 600 toneladas/mês dos novos adesivos Technomelt Cool e do Technomelt Supra”.

 

 

Para o mercado de embalagens flexíveis, a novidade é o adesivo poliuretano 7724/Liofol 6020, indicado para contato direto ou indireto com alimentos. “O grande diferencial está em sua composição, livre de solventes, por isso o produto atende a maior preocupação da população com segurança alimentar. O novo adesivo evita qualquer risco de contaminação”, garante Pardal.  Desenvolvido na matriz alemã, o 7724/Liofol 6020, também será produzido no Brasil, assim que apresentar os primeiros resultados positivos no mercado.

 

Esses lançamentos são resultado de investimento em pesquisa e desenvolvimento. A Henkel destina anualmente 3,5% do seu faturamento. “Além disso, 25% das vendas da Henkel estão amparadas em produtos com tempo de existência de cinco anos. Com isso, a empresa promove uma rotatividade no seu portfolio, focando em inovação”, destaca Pardal.

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Este ano, pela primeira vez, o plástico é o principal material de embalagem para bebidas, respondendo por 1/3 de share em todo o mundo à frente do vidro e da lata. Quase todos os tipos de embalagem estão representados na Drinktec 2009, que será realizada de 14 a 19 de setembro, em Munique, na Alemanha. 

No segmento de plástico, as garrafas PET são as favoritas quando o assunto é one-way. De acordo com estimativas da empresa de pesquisas de mercado Euromonitor, em 2009, o número de embalagens PET produzidas vai aumentar em até 350 bilhões/ano, o que torna extremamente importante fabricar essas garrafas da forma mais econômica possível.

 

Uma significativa tendência no setor de garrafas PET é a redução do peso, que permite a economia de material. Muitos produtores de preformas e fabricantes de máquinas estão focando seus desenvolvimentos para esse aspecto. Reduzindo o material usado, em particular o anel de transporte, pode-se otimizar os custos consideravelmente, especialmente, na compra de resinas. E as embalagens PET estão continuamente aumentando em tamanho. A demanda de garrafas PET de grande volume para refrigerantes se concentram na América do Sul, Central e Norte, em particular, onde existem garrafas de 3 litros ou de maior volume. Paralelamente a esse movimento de crescimento, o mercado de garrafões de PET de água mineral, com capacidade de 5 até 20 litros para escritórios e residências, também está se expandindo em muitos países.  

 

Enquanto o PET continua na rota do sucesso, as embalagens plásticas de PEAD ou PEBD estão crescendo em outros segmentos, como leite e bebidas derivadas do leite. No campo da sustentabilidade, os plásticos orgânicos feitos de PHA ou ácido láctico (PLA) estão ganhando importância. A 2ª Conferência de Garrafa de PLA, que acontecerá nos dias 14 e 15 de setembro, no Holiday Inn Hotel, vai dar um panorama sobre esse assunto, com os mais recentes desenvolvimentos e opções de gerenciamento de resíduos.

 

Recentemente, os clientes têm apreciado o uso amigável da embalagem do tipo pouch. A sua vantagem está no menor uso de material de embalagem, com benefícios econômicos e ecológicos, assim como redução de custo de material e transporte. Especialistas estão assumindo que o crescimento do pouch no futuro será de 10% ao ano.

 

Nos segmentos de água mineral e de refrigerantes, há um grande interesse por tampas mais leves. Na Drinktec 2009, os fabricantes de tampas vão mostrar novos conceitos de tampas com designs especiais que permitem redução de peso.

 

O vidro está protegido

O vidro é o material que proporciona um grande escopo de atributos devido às boas propriedades mecânicas e químicas. Ele é muito importante na indústria de alimentos e de bebidas em função de sua propriedade de barreira. O aumento do número de consumidores cada vez mais amigos do meio ambiente está gerando uma tendência crescente que contempla todas as áreas da vida. A demanda desses consumidores se aplica para produtos e embalagens igualmente, e o vidro, em particular, provavelmente se beneficiará dessa mudança de valores. Por essa razão, há excelentes oportunidades futuras no mercado para os usuários de embalagem de vidro.

 

Latas em relevo

Leves, empilháveis e inquebráveis, as latas para bebidas são convenientes para abrir, além disso, oferecem maior shelf life e boas propriedades de reciclagem. Graças ao seu potencial técnico, essas embalagens podem ser adaptadas para lançamentos de produtos inovadores. A opção de embossing, por exemplo, agrega uma dimensão táctil extra. Nessa área, um novo desenvolvimento será apresentado na Drinktec por um dos expositores. Trata-se de uma lata completamente em relevo. Outra novidade prometida é a primeira lata de bebida resselável.  

 

A tendência por redução de peso também se aplica às latas. Hoje uma lata de 0,33 litros pesa em torno de 22 gramas. As latas de alumínio, com espessura de 0,25 mm, pesam apenas 11 gramas. Mecanismos de abertura, oportunidades de design com o uso de revestimentos e processos de relevo, e rotulagem permitem à lata se destacar. O uso de impressão digital para customizar corpos de latas é também interessante. Essas opções são valorizadas no mercado de bebidas. 

 

Caixas, barris, bag-in-box

As caixas de garrafas são importantes para o mercado de bebidas em embalagens retornáveis. As caixas em diferentes tamanhos e designs são robustas para sistemas de reutilização usados em muitos mercados. A identificação de marca está diretamente linkada com a qualidade visual da caixa. As laterais podem ser abertas, permitindo que o rótulo seja visto pelos consumidores, além de alça em todo o comprimento para facilitar o transporte, com divisões ou acabamentos de superfície de forte apelo visual.

 

Isso também acontece com os barris de cerveja. Pequenos volumes, tamanhos mais controláveis e sistemas de barril completos compreendem um sistema completo de dispensing são novidades oferecidas para o mercado. Por exemplo, um novo sistema prático de barril que consiste de um sistema completo de dispensing e barril reutilizável integrado com ácido carbônico, dispensa a necessidade de limpeza dos canos da cerveja. O novo sistema é ideal para uso em hoteis, pequenos restaurantes e cafés, além de eventos.

 

Já o bag-in-box é desenhado especialmente para sucos de frutas e vinhos, pois é capaz de oferecer longo shelf life sem o uso de conservantes devido ao processo de envase estéril.

 

 

 

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SOBRE O BLOG DA PACK

O Blog da Pack acompanha o mercado de embalagens no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades e curiosidades que envolvem toda a cadeia produtiva do setor. Este espaço é um subproduto da revista e do site Pack, editados pela redação da Editora Banas.

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TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

MARGARET HAYASAKI

Formada em jornalismo pela Universidade Paulista Júlio de Mesquita Filho (Unesp-Bauru) e pós-graduada em Comunicação Empresarial pela Faculdade Cásper Líbero, Margaret Hayasaki atua há 10 anos no jornalismo especializado em embalagem. Começou como redatora na revista Pack e hoje é editora-chefe.

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