Bebidas | Blog Pack - Part 2
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Verniz fosco para “gelar” a lata

Icone Consumo, Design, Embalagem | Por Tatiana em 16 de março de 2011

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 mistralA Rexam, maior fabricante de latas de alumínio da América do Sul e uma das líderes globais em embalagens para consumo, deu início à produção das primeiras latas com aplicação de verniz fosco da América do Sul. A tecnologia será utilizada nas embalagens da bebida chilena Mistral Ice, à base de vodka. A cor prata da lata, que será no formato Sleek™ (310 ml), aliada ao verniz fosco, dá a aparência de que o produto está sempre gelado nas prateleiras.

A Rexam é pioneira em termos de inovação e investe em tecnologias especiais para a produção de rótulos cada vez mais diferenciados para o produto de seus clientes. Recentemente, a companhia lançou no mercado de bebidas sul americano, latas impressas com, por exemplo, verniz táctil e tintas fluorescentes. A fabricação da lata da Mistral Ice será feita na unidade de Jacareí (SP) da Rexam, mas o produto será comercializado no Chile.

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ajinomotoA Ajinomoto apresenta aos consumidores as novas embalagens dos refrescos em pó MID® e FITZero Açúcar para reforçar os diferenciais das marcas: a alta qualidade, o verdadeiro sabor da fruta e, no caso de FIT™, consolidar o conceito de “zero açúcar”.

Por meio de avaliação interna e pesquisa sobre design de embalagens, com foco nas tendências nacionais e internacionais de bebidas, a Ajinomoto identificou a oportunidade de trazer novidades para os consumidores.

De acordo com Carolina Sanches, coordenadora de marketing da Ajinomoto, as novas embalagens transmitem a sensação de mais sabor, refrescância, leveza e naturalidade. “MID® e FIT™ Zero Açúcar têm crescido constantemente, devido aos investimentos feitos pela empresa. Com a reformulação das embalagens pretendemos despertar ainda mais a atenção dos consumidores nas gôndolas dos supermercados de todo o país”, comenta.

As novas embalagens estão mais modernas, trazem a nova logomarca da Ajinomoto para os produtos do varejo, e já podem ser encontradas nas prateleiras de todo o país. Não há alteração no peso, nem na formulação dos produtos.

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Para atender as necessidades do mercado por melhor qualidade de encolhimento, acabamento e visualização do produto, a Tectron aprimorou o túnel de encolhimento Band-it de rótulos sleeve, que chega à sua quarta geração, com o desenvolvimento da Band-it Plus.

A nova tecnologia já está no mercado, há seis meses, representando um sucesso de vendas. Quem conta é Gordiano Felizardo Filho, diretor da Tectron Brasil, que expôs a novidade na Fispal Tecnologia. “Hoje produzimos 20 unidades/mês desse equipamento, que já representa 60% das nossas vendas”, comemora.

O aprimoramento da máquina contemplou o redirecionamento interno, o maior comprimento da esteira (4 metros), o sistema de recirculação de ar e a vazão de ar. “Nós trabalhos durante um ano e meio para a realização dessas melhorias”, afirma o executivo. “O maior mercado para a tecnologia ainda é o segmento de cosméticos e alimentos, respondendo por 60% do negócio, mas a indústria química também vem crescendo a dois dígitos, nos últimos cinco anos”, revela.

O sucesso do equipamento vai além das fronteiras brasileiras. Felizardo Filho conta que o Band-it Plus já foi exportado, em 2010, para países da América do Sul, como Argentina, Colômbia e Chile, além de Portugal, na Europa. “No total, são oito equipamentos vendidos”, diz. “Os resultados só não são melhores por causa do câmbio desfavorável”.

Uma versão mini da Band-it Plus, que contempla os mesmos recursos tecnológicos, foi desenvolvida pela Tectron para atender as necessidades de pequenas e médias produções, ou seja, para até 60 frascos/min. Trata-se da Band-it Light. “Vendemos quatro unidades na Fispal Tecnologia. Três para o segmento de alimentos e uma para o setor de cosméticos”, revela. “Em 2010, a expectativa é crescer 15%”.

O Band-it Plus e o Band-it Light podem operar com embalagens de vidro, PET e PE e com filmes de PVC, PVC de alto encolhimento e PET.

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Tetra Pak inaugura centro de tecnologia em Shanghai

Icone Embalagem | Por Tatiana em 14 de abril de 2010

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Fabricante de embalagens cartonadas, a sueca Tetra Pak acaba de inaugurar um novo centro de tecnologia, em Pudong, Shanghai, que vai oferecer recursos para desenvolvimento de produtos e serviços de engenharia técnica, além de treinamento e distribuição. Com isso, os clientes chineses terão à sua disposição um serviço plural em soluções de embalagem e processamento de alimentos.

“O centro de tecnologia cria recursos de classe mundial para os clientes, perfeitamente instalado para atender os desafios únicos de embalagens de alimentos e bebidas, processamento e distribuição na China”, diz Dennis Jönsson, presidente e CEO da Tetra Pak. “Também vai nos tornar mais responsáveis pelas necessidades locais, garantindo que as nossas atividades, o pipeline de inovações e os serviços oferecidos sejam focados a ajudar os clientes locais a entregar melhor os seus produtos para os consumidores chineses”.

As soluções de engenharia criadas especificamente para o mercado da China serão fornecidas pelo centro de Shanghai. Por exemplo, a nova planta vai contemplar o primeiro laboratório de análises das condições de transporte do País, com equipamentos de última geração, que vai fornecer dados para os clientes visando a reduzir os potenciais problemas de transporte.

A Tetra Pak opera 16 centros de treinamento técnico, 41 centros de serviços técnicos e 11 plantas de pesquisa e desenvolvimento em todo o mundo para garantir a contínua inovação de produtos e excelência no atendimento aos clientes.

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A Ball Corporation anunciou hoje uma joint venture com a Latapack Ball Embalagens para a instalação de uma segunda linha de produção de latas de alumínio para bebidas, em sua planta fabril, localizada em Três Rios, no Rio de Janeiro. O início das operações está previsto para o primeiro trimestre de 2011, com produção de latas de alumínio para cerveja e outras bebidas.

 “O mercado brasileiro de latas cresceu aproximadamente 11% em 2009. E a expectativa é que a demanda continue se expandindo”, afirma Raymond J. Seabrook, chefe de operações globais de embalagem. “Nossas fábricas estão bem posicionadas para atender seus clientes e o seu crescimento. Nós começamos discussões com clientes sobre a segunda linha em Três Rios. E temos capacidade de instalar uma terceira linha quando a demanda justificar”.

A Ball Corporation fornece embalagens metálicas e plásticas para bebidas, alimentos e produtos de higiene e limpeza. A empresa e suas subsidiárias empregam mais de 14 mil pessoas em todo o mundo e registrou vendas de mais US$ 7,3 bilhões em 2009.

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A Alcoa anunciou hoje o investimento de US$ 24 milhões para expansão da capacidade de reciclagem de latas de alumínio, em Tennessee, nos Estados Unidos, que vai aumentar aproximadamente 50% e ajudar a manter 100 empregos na fábrica. “A lata de alumínio é a embalagem mais eficiente do mundo, já que pode ser reciclada infinitamente”, afirma Klaus Kleinfeld, presidente e CEO da Alcoa. “Esse investimento é um exemplo de nosso compromisso para aumentar o índice de reciclagem, bem como ajudar a comunidade do Tennessee”.

”Os Estados Unidos sozinho enviou mais de 46 bilhões de latas para os aterros sanitários no último ano”, diz Kleinfeld. “Se pudéssemos reciclar metade dessas latas, nós poderíamos alcançar um índice de reciclagem de 75% e economizar as emissões de duas plantas de energia de carvão mineral queimado”.

 A nova operação de reciclagem de latas de alumínio, no Tennessee, contempla uma nova esmagadora e fornalha, sistemas ambientais. Esses melhoramentos vão ajudar a aumentar a capacidade, utilizando o estado da arte da tecnologia de combustível eficiente e ambientalmente correta, bem como flexibilidade para outros tipos de sucatas.

 Em 2009, a Alcoa anunciou o compromisso de trabalhar com foco no aumento do índice de reciclagem na América do Norte: 75% até 2015. O aumento da capacidade de reciclagem é parte dessa estratégia. “Hoje, os americanos reciclam 54% das latas de bebidas produzidas na região”, diz Kleinfeld. “Se todo mundo reciclar mais de uma lata por semana, nós podemos atingir o nosso objetivo”.

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Produção e venda de alimentos em alta

Icone Consumo, negócios | Por Tatiana em 8 de novembro de 2009

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Uma pesquisa conjuntural da Associação Brasileira das Indústrias da Alimentação (ABIA) divulgada na última semana  mostra que o setor de alimentos e bebidas cresceu 1,81% nos últimos 12 meses. Em setembro, por exemplo, a produção física aumentou (em volume) 0,48% e o número de empregos, 2,25%. Na comparação de setembro de 2009 com o mesmo mês de 2008, as vendas reais apresentaram expansão de 5,97%; a produção física (volume) 4,60%; e o pessoal ocupado, 0,36%.

A comparação entre o acumulado de janeiro a setembro, com igual período de 2008, também traz números mais favoráveis: vendas, 3,52%; a produção física (volume), 0,74%; e o número de empregos, 1,39%.

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As inovações e tendências da Anuga

Icone Embalagem, Feiras de negócios | Por Tatiana em 5 de novembro de 2009

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Prestigiado por uma centena de profissionais do setor de embalagem e da indústria usuária, o evento sobre a Anuga – maior feira internacional de alimentos e bebidas do mundo, realizado pela Koelnmesse, na Alemanha – promovido pelo Instituto de Embalagens, na sede da Associação Brasileira da Indústria de Plástico (Abiplat), apresentou as inovações e as tendências do setor.

Em sua 30ª edição, os organizadores se empenharam em realizar um grande evento. Assunta Napolitano Camilo, diretora do Instituto de Embalagens, diz que este ano, o que chamou a atenção foi a grande presença dos expositores chineses, que era a terceira maior delegação, depois da Itália e da Alemanha. “Os chineses mostraram que evoluíram, principalmente, no que tange à qualidade de impressão das embalagens. Mas, em termos de shape, eles ainda têm muito a avançar”, avisa.

Voltando no tempo, em 2005, a Anuga mostrou a explosão dos orgânicos, que continuam fortes, com embalagens que traduzem esse apelo natural. Em 2007, foi a vez das bebidas funcionais e energéticas, que também seguem ascendentes, e cada vez mais específicas, como, por exemplo, as indicadas para relaxamento. “Em 2009, a tendência da vez é os produtos porcionados para saborear em uma mordida, os chamados finger foods”, revela Assunta.

Para Jumar Pedreira, diretor da MFSP Marketing, a portabilidade e a conveniência e praticidade são os principais drivers do setor de embalagens para  alimentos e de bebidas. “Pizza em cone para consumir em movimento, no metrô, no carro, no ônibus. E embalagens funcionais como, por exemplo, de bolos, que se transformam em formas. Isso está muito forte no segmento de confeitaria”, conta.

Nelson Teruel, presidente da Associação Brasileira Técnica de Flexografia (Abflexo), revela que, pela primeira vez, as embalagens flexíveis cresceram mais do que potes e garrafas no mundo. Essa expansão pode ser vista na Anuga. Em sua primeira visita, o executivo identificou novas aplicações, como sleeves termocontráteis e o stand-up pouch para sucos naturais e água mineral.

Isso é percebido também por Fábio Rigueto, coordenador de marketing da Café Pelé, cuja empresa participou como expositora na Anuga. “Antes o stand-up pouch era utilizado como refil no mundo inteiro, mas hoje ela já é utilizada como embalagem final para acondicionar café”, diz. “O flexível está ganhando mercado, principalmente, em função do crescimento do mercado single. Com presença global, a empresa tem que se adaptar às tendências. Por isso, substituiu o sache de 2 gramas por sticks”.

Lançamento da apostila de embalagens flexíveis

Além do evento sobre a Anuga, o Instituto de Embalagens realizou o lançamento da apostila de embalagens flexíveis, que foi celebrado pelo setor. José Ricardo Roriz, presidente da Vitopel, disse que a publicação veio no momento certo, no momento de crescimento do segmento de flexíveis. “É uma grande contribuição para o setor”.

Rogério Mani, diretor da Epema, afirmou que é necessário que o setor se profissionalize cada vez mais. “O segmento precisava de uma apostila mais contundente. Mesmo no momento de crise, é necessário lançar oportunidades”, acrescenta.

Para Alfredo Schmidt, presidente da Associação Brasileira de Embalagens Flexíveis (Abief), a publicação é muito importante para o setor. “Lançada em vitopaper, ela apresenta uma novidade ao mercado”.

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Um dos maiores fornecedores de sistemas de visão do mundo, a norte-americana Cognex Corporation, está presente em todos os continentes, com 23 escritórios localizados nas América do Norte, Europa, Japão, Ásia e América Latina. No Brasil, a empresa atua há 10 anos, fornecendo sistemas de visão, softwares de visão, sensores de visão e sistemas de inspeção de superfície usados nas linhas de produção de embalagens e outros inúmeros produtos. A companhia também fornece leitores ID industriais portáteis de alto desempenho.

Segundo José Carlos B. Oliveira, gerente geral de vendas da Cognex no Brasil, a empresa já instalou mais de 300 mil sistemas de visão no mundo. “O Brasil é um mercado em franco crescimento para o uso dos sistemas de visão, com expansão de dois dígitos, nos últimos anos”, diz. Por aqui, a tecnologia da Cognex foi adotada primeiro pela indústria automobilística que ainda hoje é o mercado mais forte para a companhia. “A indústria de farmacêuticos e cosméticos é uma grande usuária dos sistemas de visão em suas linhas de produção de embalagem, rótulos, bulas, principalmente, pela exigência da GMP (Boas Práticas de Fabricação) e pela legislação. O segmento de alimentos e de bebidas também é usuário da tecnologia de visão, mas ainda podemos expandir mais os negócios”, afirma.

Instalados nas linhas de produção de embalagens, os sistemas de visão podem garantir 99,99% de confiabilidade para a indústria, evitando, por exemplo, danos irreversíveis para a reputação de uma marca ou produto. “Na indústria farmacêutica, principalmente, imagine o dano causado pelo uso do rótulo errado para um medicamento. Isso vai prejudicar a saúde dos consumidores e os danos para a empresa também serão enormes”, revela Oliveira. Segundo ele, os investimentos na tecnologia variam de US$ 2 mil (leitor simples) até US$ 150 mil para a implantação de um sistema completo de visão. “Hoje os carros-chefes são os leitores de ID-In-Sight Micro e os leitores Datamatrix”, revela. No Brasil, a Cognex Corporation atua com dois distribuidores – a Pollux e a Omni.

No mundo, o negócio de embalagem representa 2% do faturamento da empresa, que em 2008, movimentou US$ 243 milhões, segundo Jeff Hawkins, gerente regional de distribuição da Cognex Corporation. O desenvolvimento de novas tecnologias não para. Anualmente, a empresa investe 1/3 do faturamento em pesquisa e desenvolvimento. Muitas novidades ainda estão por vir.

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TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

THAIS MARTINS

Formada em Jornalismo e pós-graduada em Comunicação Empresarial, Thais Martins desenvolve há mais de 15 anos estratégias de comunicação para grandes marcas por meio de diversas ferramentas, como assessoria de imprensa, mídias sociais, ações de relacionamento, eventos etc. Com 10 anos de experiência no lado editorial, também atua como editora-chefe em veículos de diferentes áreas, como saúde, moda, beleza, aço, alumínio e, agora, no setor de embalagens.

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