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image001A solução gráfica da marca ganha reconhecimento e leva Ouro na categoria ‘Tecnologia em Embalagem de Bebidas’ e em ‘Voto Popular de Profissionais’

A Devassa Bem Loura, cerveja pilsen que pertence ao portfólio da Schincariol, celebra a conquista do Prêmio ABRE da Embalagem Brasileira 2012 pela inovação no design, funcionalidade e qualidade do pack que comporta 10 latas de cerveja na versão 269 ml. A caixa, que foi desenvolvido para facilitar o manuseio e a disposição em geladeira, ganhou Ouro em duas categorias especiais: ‘Tecnologia em Embalagem de Bebidas Alcoólicas’ e em ‘Voto Popular de Profissionais’.

O recipiente, além de demonstrar toda irreverência e autenticidade da Devassa Bem Loura, funciona como dispenser e possui uma abertura lateral, simulando um buraco de fechadura, na qual consta a informação de lote e validade do produto. Produzido em papel cartão laminado com holografia Fresnel, que proporciona o efeito de profundidade, o projeto gráfico foi desenvolvido pelo marketing da Schincariol em parceria da Graphic Packaging Brasil.

A Nova Schin também figura na lista dos premiados da ABRE e recebeu troféu Bronze pela sua embalagem de alumínio de 350 ml e ganhou na categoria “Tecnologia de Materiais e Conversão” por atender os critérios de qualidade, inovação gráfica, resistência e segurança. A lata temática Planeta Atlântida, idealizada pelo marketing da marca em parceria com a Rexam Brasil, foi comercializada, especialmente, no período do festival de música realizado no Rio Grande do Sul.

O Prêmio ABRE (Associação Brasileira de Embalagem) completou 12 anos e é um incentivo ao desenvolvimento da indústria e do design nacional, uma oportunidade para divulgar as inovações criativas e as soluções tecnológicas, conceituando e conscientizando a sociedade sobre a grande importância da embalagem.

Junto com outras embalagens premiadas com Ouro, o pack da Devassa Bem Loura será exposto nas principais feiras mundiais e pode concorrer ao WorldStar, o mais importante prêmio internacional do setor realizado pela Organização Mundial de Embalagem – WPO.

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Nova identidade visual da ABRE

Icone Design, Embalagem | Por Margaret em 20 de abril de 2012

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logo-abre editadoPriorizando o desenvolvimento do setor de embalagem em todos os elos de sua cadeia produtiva, a ABRE – Associação Brasileira de Embalagem iniciou um programa de branding  no final de 2010.

Este projeto vem promovendo uma revisão do papel da associação frente ao mercado e a aproximação junto às empresas associadas e seus profissionais.

Visando fortalecer a representatividade do setor, o atendimento à indústria e a agilidade na comunicação, o projeto possibilitou o alinhamento da plataforma de valor da Entidade frente ao mercado, alicerçando os quatro novos pilares da Associação que nortearão suas atividades nos próximos anos.

O resultado foi Integrar, Informar, Representar e Fazer Parte, quatro palavras que embasarão todas as atividades da ABRE que representa o setor de embalagens tanto no cenário nacional como no internacional.

O programa de branding também desenvolveu a nova identidade visual da ABRE, mantendo os équites da trajetória da Associação, traduzindo esta nova dinâmica que começa a ser implementada.

O projeto gráfico foi desenvolvido pela agência Pande*Haus BrandInnovation e o programa de branding contou com a colaboração e envolvimento dos  Conselheiros Gisela Schulzinger (Pande*Haus), Paulo de Castro (Gerresheimer), Dirceu Varejão (Vitopel) e Albertoni Bloisi (Braskem).

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ABRE divulga balanço do setor e prevê crescimento entre 4,7% e 6,1% para 2010
A Associação Brasileira de Embalagem divulgou na quarta-feira (24) o balanço de 2009 do setor e a perspectiva para 2009. A boa notícia: a receita dos fabricantes nacionais de embalagem deverá ficar próxima a R$ 39 bilhões, superando em 10% os índices de 2009.
A divulgação do Estudo  Macroeconômico da Embalagem ABRE/FGV – realizado com exclusividade para a a Entidade há 14 anos pelo IBRE-FGV é mais uma ação realizada pela Associação visando o aprimoramento da cadeia de embalagem, reafirmando sua representatividade e importância na economia brasileira, proporcionando ferramentas e informações fundamentais para uma melhor compreensão deste universo, auxiliando as empresas em seu planejamento estratégico e na tomada de decisões.
Desempenho do setor de embalagem 2009
Durante o Encontro da ABRE com seus associados, patrocinado pela Papirus, Braskem, Wheaton, Henkel, Ibema e Fispal Tecnologia, o palestrante e coordenador de análises econômicas do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas, Salomão Quadros, apresenta o fechamento de 2009 e as perspectivas para 2010 do setor de embalagem que é considerado um dos termômetros da atividade industrial brasileira.
Os dados computados mostram que a indústria de embalagens em 2009 teve um ano de superação fechando com receita estimada de R$ 36,2 bilhões.
A produção física da indústria de embalagem neste período decresceu 3,79%. Nos primeiros trimestres houve três recuos sucessivos, que acumulados representaram uma queda de 11,7%.  No quarto trimestre, porém, a recuperação tomou corpo e a produção avançou 8,28% e, em dezembro, a produção (com ajuste sazonal) já havia superado a de agosto de 2008.
PRODUÇÃO FÍSICA
Nota: Variações médias trimestrais, em relação ao trimestre anterior com ajuste sazonal  Fonte: IBGE   Elaboração: FGV
A indústria de embalagem de plástico obteve o melhor desempenho em produção física (aumento de 5,56%), seguida pela indústria de embalagens de papel, papelão e cartão (aumento de 4,35%), e metal (aumento de 0,23%).
Já o nível de emprego na indústria de embalagem retornou ao patamar de 200 mil posições em outubro, atingindo o pico de 201.800 em novembro de 2009.
Em 2009, a redução foi de 1.350 postos contra a redução líquida de 3.692 postos de trabalho ocorrida em dezembro de 2008. A perspectiva é que em 2010, o patamar de 200 mil ocupações deverá se consolidar.
EMPREGO FORMAL
Posição em 31.12.2009  - 200.450 posições  de trabalho
Fonte: MTE – RAIS (2008) e CAGED (2009)
As exportações diretas do setor de embalagem tiveram faturamento de US$ 351.410 mil em 2009. Este valor representa um decréscimo de 35,69 % em relação a 2008, com forte desempenho da indústria de plásticos (43,60%) e metálicas (23,75%).
Já as importações de embalagens vazias tiveram um decréscimo de 3,73% com faturamento de US$ 461.763 mil. Estes números indicam  que a balança comercial do setor ficou deficitária com US$ 351.410 exportados em 2008 contra US$ 461.763 mil de importação.
EXPORTAÇÕES – posição em 2009 – U$ 351.410 mil
Fonte: Secex/MDIC – valores em milhares de dólares
Os setores usuários de embalagem que apresentaram melhor desempenho em volume de produção foram a indústria farmacêutica (7,91%), bebidas (7,06%),  perfumaria e cosméticos (4,84%) e sabões, sabonetes, detergentes e produtos de limpeza (4,53%).
Perspectivas 2010
O Estudo da ABRE mostra que em 2010,  o setor deverá crescer entre 4,7% e 6,1%, o melhor resultado desde 1995.
Já os  fabricantes nacionais de embalagem deverão obter receitas na odem de R$ 39 bilhões, superando os R$ 36,2 bilhões, gerados em 2009. O nível de emprego na indústria de embalagem deverá consolidar-se no patamar de 200 mil ocupações, marca que voltou a ser ultrapassada em outubro de 2009.
CENÁRIOS PARA A PRODUÇÃO FÍSICA DE EMBALAGEM EM 2010
Taxas de crescimento ( %)
Em relação a igual trimestre do ano anterior.
** Em relação ao trimestre imediatamente anterior.

A Associação Brasileira de Embalagem (ABRE) divulgou na quarta-feira (24) o balanço de 2009 do setor e a perspectiva para 2009. A boa notícia: a receita dos fabricantes nacionais de embalagem deverá ficar próxima a R$ 39 bilhões, superando em 10% os índices de 2009.

A divulgação do Estudo  Macroeconômico da Embalagem ABRE/FGV – realizado com exclusividade para a a Entidade há 14 anos pelo IBRE-FGV é mais uma ação realizada pela Associação visando o aprimoramento da cadeia de embalagem, reafirmando sua representatividade e importância na economia brasileira, proporcionando ferramentas e informações fundamentais para uma melhor compreensão deste universo, auxiliando as empresas em seu planejamento estratégico e na tomada de decisões.

Desempenho do setor de embalagem 2009

Durante o Encontro da ABRE com seus associados, patrocinado pela Papirus, Braskem, Wheaton, Henkel, Ibema e Fispal Tecnologia, o palestrante e coordenador de análises econômicas do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas, Salomão Quadros, apresenta o fechamento de 2009 e as perspectivas para 2010 do setor de embalagem que é considerado um dos termômetros da atividade industrial brasileira.

Os dados computados mostram que a indústria de embalagens em 2009 teve um ano de superação fechando com receita estimada de R$ 36,2 bilhões.

A produção física da indústria de embalagem neste período decresceu 3,79%. Nos primeiros trimestres houve três recuos sucessivos, que acumulados representaram uma queda de 11,7%.  No quarto trimestre, porém, a recuperação tomou corpo e a produção avançou 8,28% e, em dezembro, a produção (com ajuste sazonal) já havia superado a de agosto de 2008.

A indústria de embalagem de plástico obteve o melhor desempenho em produção física (aumento de 5,56%), seguida pela indústria de embalagens de papel, papelão e cartão (aumento de 4,35%), e metal (aumento de 0,23%).

Já o nível de emprego na indústria de embalagem retornou ao patamar de 200 mil posições em outubro, atingindo o pico de 201.800 em novembro de 2009.

Em 2009, a redução foi de 1.350 postos contra a redução líquida de 3.692 postos de trabalho ocorrida em dezembro de 2008. A perspectiva é que em 2010, o patamar de 200 mil ocupações deverá se consolidar.

As exportações diretas do setor de embalagem tiveram faturamento de US$ 351.410 mil em 2009. Este valor representa um decréscimo de 35,69 % em relação a 2008, com forte desempenho da indústria de plásticos (43,60%) e metálicas (23,75%).

Já as importações de embalagens vazias tiveram um decréscimo de 3,73% com faturamento de US$ 461.763 mil. Estes números indicam  que a balança comercial do setor ficou deficitária com US$ 351.410 exportados em 2008 contra US$ 461.763 mil de importação.

Os setores usuários de embalagem que apresentaram melhor desempenho em volume de produção foram a indústria farmacêutica (7,91%), bebidas (7,06%),  perfumaria e cosméticos (4,84%) e sabões, sabonetes, detergentes e produtos de limpeza (4,53%).

Perspectivas 2010

O Estudo da ABRE mostra que em 2010,  o setor deverá crescer entre 4,7% e 6,1%, o melhor resultado desde 1995.

Já os  fabricantes nacionais de embalagem deverão obter receitas na odem de R$ 39 bilhões, superando os R$ 36,2 bilhões, gerados em 2009. O nível de emprego na indústria de embalagem deverá consolidar-se no patamar de 200 mil ocupações, marca que voltou a ser ultrapassada em outubro de 2009.

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abre_sustentabilidade_cartilhaA Associação Brasileira de Embalagem (ABRE) lançou em dezembro passado a Campanha “A embalagem construindo sustentabilidade”. No endereço http://www.abre.org.br/campanha_sustentabilidade/index.htm é possível obter informações preciosas que norteiam a cadeia produtiva de embalagem bem como todo o setor industrial e econômico brasileiro.

A ação que visa informar e conscientizar o consumidor sobre a importância no processo de reutilização e reciclagem das embalagens, e foi desenvolvida baseada nos principais pilares da embalagem que são proteção, prolongamento da vida, saúde, segurança, economia e bem-estar social.

A campanha esclarece que o setor de embalagem trabalha em consonância com esses pilares e promove a responsabilidade ambiental em todas as etapas do ciclo de vida de uma embalagem, ou seja, desde o seu desenvolvimento até a sua revalorização após o consumo do produto, pois qualidade de vida, segurança, integridade, inviolabilidade, informação, manuseio, estocagem, menor desperdício, conservação de recursos naturais e energéticos, distribuição de alimentos e produtos, são bases para a sustentabilidade e estão no DNA da embalagem.

A cartilha mostra também que a embalagem é hoje a ferramenta que viabiliza a sociedade atual e oferece a ela inúmeras formas de revalorização, como reciclagem e reutilização, para que suas matérias-primas continuem em uso após ter cumprido sua função original. Ao pensar num ciclo contínuo, onde o fim pode ser também o começo, os materiais de embalagem se transformam e com isso, poupam insumos, produtos e recursos naturais.

Embalagem, eu reciclo
Aliada à campanha “A embalagem construindo sustentabilidade” a ABRE lançou a campanha “Embalagem, eu reciclo!”, ação que tem como objetivo uma maior aproximação com o consumidor.

 Para isso foram desenvolvidos adesivos estilizados com o símbolo de descarte seletivo criado pela ABRE e adotado internacionalmente pela ISO 14.021 de Auto-Declaração Ambiental.

Esses adesivos serão distribuídos pela Associação para o consumidor, ratificando a importância da sustentabilidade e reciclagem para o meio ambiente e sociedade.

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hot-pocket-pizza-calabresa1Luciana Pellegrino, diretora executiva da Associação Brasileira de Embalagem (ABRE), trouxe a boa notícia diretamente do Sri Lanka, onde recentemente a WPO – World Packaging Organisation realizou reunião para o julgamento do WorldStar 2009. Concorrendo com dez embalagens, muitas já consagradas no Prêmio ABRE de Design & Embalagem 2009, o Brasil recebeu oito troféus mundiais. 

Segundo a entidade, os trabalhos foram divididos nas categorias Bebidas, Eletrônicos, Alimentos, Beleza e Cuidados Pessoais, Limpeza Doméstica, Saúde e Farmacêuticos e Miscelânea. Um dos destaques do prêmio foi a embalagem brasileira Pizza Hot Pocket da Sadia, que está concorrendo ao “WorldStar President’s Award”. O vencedor será divulgado durante a Premiação do WorldStar que acontece em Beijing, China, em junho de 2010.

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O Comitê de Design da Associação Brasileira de Embalagem (ABRE) desenvolveu uma pesquisa para traçar e apresentar um panorama do mercado de Design de Embalagem em 2009 (com o ano base 2008).

As informações foram coletadas mediante questionário enviado a todas as agências participantes do Comitê de Design da ABRE. Desse total, 35 agências responderam à pesquisa, representando uma adesão de 92,11%. 

Esse grupo de agências reúne as principais empresas de design de embalagem do país, que juntas promovem e participam de uma série de atividades com o intuito de qualificar, especializar, fortalecer e dinamizar as atividades relativas ao design de embalagem.
Entre os dados apurados estão informações sobre onde estão localizadas as principais agências do Comitê, há quanto tempo atuam no mercado, há quanto tempo desenvolvem design de embalagem, número de profissionais envolvidos na operação, quanto o design de embalagem representa no faturamento da empresa, número de projetos concluídos, tipos de projetos realizados – novos ou redesign, qual mercado alvo – mercado nacional, latino-americano ou global, entre outros.

Conclusões
Delineando as atividades desses escritórios, a pesquisa concluiu que 70,3% das agências participantes do Comitê estão instaladas no estado de São Paulo, 71% das agências associadas estão no mercado há mais de 10 anos e 40% desse total está presente há mais de 15 anos em sua área de atuação.

Em relação à contratação do design de embalagem, foi apurado que 57% desses escritórios atendem entre 16 e 20 clientes por ano com 66% dos clientes sendo atendidos há pelo menos três anos pela mesma agência.

Outro dado que chamou a atenção comprovou a expertise dessas agências no design de embalagem, pois 75% dos escritórios trabalham com embalagens há mais de 10 anos com 31% desse total atuando na área há mais de 15 anos.

As agências associadas tiveram, em média, 10 colaboradores envolvidos em suas operações em 2008 com 35% das agências empregando entre 11 e 20 profissionais e 42% das agências empregando mais de 20 profissionais com formação superior, multidisciplinar e altamente qualificados.

A pesquisa também concluiu que 53% das receitas das agências são oriundas de serviços de design de embalagens, evidenciando uma expressiva representatividade e foco.

Em um ano, 51% dos escritórios atuaram em mais de 31 projetos (itens isolados ou linhas de produtos) e 77% dos projetos concluídos de design de embalagem se destinaram ao mercado brasileiro (novos e redesign). Desse total, 47% dos projetos se referem a design de embalagem e estrutural.

77% dos projetos concluídos de design de embalagem se destinaram ao mercado brasileiro (novos e redesign)

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Vidro para conservas artesanais

Icone Resposta do Guru | Por Tatiana em 5 de agosto de 2009

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logo-guru-pack_blogOlá Guru,

Seguinte: estou desenvolvendo uma embalagem para conservas artesanais com alto valor agregado. Minha intenção é criar um diferencial dos concorrentes através do design das minhas embalagens.

A minha maior dificuldade até aqui é encontrar fornecedores de embalagens de vidro que fabriquem a embalagem a partir do modelo que eu desenhei, e não formatos standard como faz a maioria.

Saberia me indicar algum fornecedor, de preferência no sul do País, que faça embalagens de vidro a partir de um desenho específico?

Desde já agradeço sua atenção.

[Cássio Braga ]

 

Prezado Cássio,

Para que você tenha uma embalagem com design exclusivo, é preciso que o seu produto tenha um volume suficiente para que o custo da embalagem seja viável para sua empresa.

De qualquer forma recomendo que você entre em contato com as empresas a seguir. Dependendo do volume a ser produzido, elas poderão atender a sua necessidade: Saint-Gobain, Civ, Nadir, SGD, Wheaton e Owens-Illinois. Mais opções você pode encontra no site da ABRE e da ABIVIDRO.

Atenciosamente,

Paulo E. Pereira*

 

logo_prodesign_blog_pack* Paulo E. Pereira é diretor da agência ProDesign, de São Paulo.

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Evento da Abre na manhã desta quarta (Foto: Kleber Pinto)

Evento da Abre na manhã desta quarta (Foto: Kleber Pinto)

Segundo a Nielsen, o mercado de pratos prontos no Brasil faturou mais de R$ 400 milhões em 2008. Em palestra na manhã de hoje, durante o café da manhã da Associação Brasileira de Embalagem (Abre), Auro Ninelli, presidente da Fugini Alimentos, afirmou que no último ano o segmento cresceu mundialmente 13% em valor e 10% em volume. No Brasil esse último número é estimado em 18%.

O executivo mostrou aos participantes do evento que a empresa está antenada com o que há de mais conveniente no mundo dos pratos prontos. “Mas é preciso que a indústria de embalagem nos ajude a vender esse conceito”, pontuou Ninelli, em forma de apelo aos designers e fabricantes de embalagens. “Precisamos dessa indústria para crescer”.

Na opinião do presidente da Fugini, há uma tendência mundial acerca dos pratos prontos e o Brasil não está fora dela. No caso da empresa brasileira, a revolução começou com a mudança de embalagens de molhos. “Apostamos no stand-up pouch quando todos o criticavam”, recordou. “Hoje todas as empresas usam o sache para vender molhos.” Ninelli contou ainda que  a boa aceitação dos molhos em stand-up pouch fez com que a Fugini ampliasse sua linha e lançasse a lasanha em embalagem shelf stable. “A portabilidade é uma realidade e por isso estamos ganhando mercado. Nossos produtos estão voltados para o consumidor moderno”.

Atualmente a Fugini oferece farofas, sopas, vinagrete e outros produtos em embalagens menores e práticas. Desde que inovou ao lançar o sachê de molho de tomate, a empresa acredita que o consumidor migrará para esse tipo de produto e a indústria deve, em breve, rever seus conceitos sobre pratos prontos. “Precisamos que outras empresas apostem nesse segmento para ganharmos força”.

Outros números apresentados por Auro Ninelli:

- 23% da população brasileira não tem filhose trabalha fora;
- 45% da população economicamente ativa é mulher;
- 26% do orçamento do brasileiro é gasto em alimentação – há previsões de que esse número chegue a 40% em quatro anos;
- o brasileiro gostaria de comer pratos prontos de três a quatro vezes por semana.

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Estande da Abre (Foto: Kleber Pinto)

Estande da Abre (Foto: Kleber Pinto)

Termina na sexta-feira, 19, junto com a Fispal Tecnologia, a votação popular do Prêmio Abre Design & Embalagem 2009. O visitante do evento pode votar na embalagem que mais lhe agrada. Os trabalhos estão expostos no estande da Associação Brasileira de Embalagem.

Segundo Andréa Cardoso, assistente de marketing da entidade, somente na manhã desta quinta-feira, 18, 113 pessoas participaram da votação. “Imprimimos mais 500 fichas de votação porque as duas mil que trouxemos não darão conta até amanhã”, conta Andréa.

Os trabalhos expostos na Fispal se juntarão aos demais inscritos até 26 de junho. No entanto, estes últimos somente serão julgados pelo júri técnico.

O Prêmio Abre de Design & Embalagem conta com seis módulos e diversas categorias. Para saber mais, visite o site da associação: www.abre.org.br

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Equipe do comitê de design da Abre (Foto: Kleber Pinto)

Equipe do comitê de design da Abre (Foto: Kleber Pinto)

Logo no primeiro corredor da Fispal Tecnologia, na rua “A”, um estande reúne 14 agências e muitas mentes criativas: são os designers do Comitê de Design da Abre, que pela primeira vez participa da feira com um espaço próprio. Maurício Speranzini, coordenador do comitê, e sua turma receberam o blog para um bate-papo descontraído, assim como a foto que você vê ao lado.
“O Comitê reuniu aqui 14 agências que trouxeram cases de embalagens que agregam valor ao produto e trazem conceitos de marca e desenvolvimento. Nossa intenção é mostrar nosso trabalho aos convertedores e nos aproximar de quem realmente está nessa indústria”, explica Speranzini logo de cara.

“Para nós é importante mostrar para o cliente o que estamos fazendo nesse momento. Participar da feira talvez não gere negócio para os designers, mas certamente mostra para o mercado nosso trabalho e nossa importância no processo”, completa Tidy Oruê, diretor da SPO Design. “Aproveitamos o público que está buscando tecnologia em maquinário e o convidamos a conhecer um pouco do design que produzimos”.

Além de exibir sua criatividade, essa turma aproveita a oportunidade para se aproximar de outras peças-chaves da indústria da embalagem. “Estar próximo desta tecnologia é saber das novidades em maquinário e dos novos materiais. Assim podemos indicar o material e os equipamentos mais adequados aos clientes. Isso nos faz inovar e pensar o design de maneira customizada”, pontua
Paulo E. Pereira, diretor da ProDesign.

Pereira acredita que a exposição das agências em um espaço próprio ajuda aos outros trabalhadores da indústria a enxergarem tecnologias aplicadas de diferentes formas. “O fato de estarmos em 14 agências amplia ainda mais nosso trabalho porque quem nos visita se identifica com algumas criações aqui expostos. Ele vê a máquina, o material e como a tecnologia foi aplicada.”

Sempre atentos às novidades, os designers vão a campo e identificam tendências. Na Fispal Tecnologia não poderia ser diferente. Questionado sobre o que achou de interessante na feira, o trio não titubeou na resposta. “Rodei a feira e achei o estande da Tetra Pak maravilhoso. Tem tecnologia nova e a questão da reciclagem, que é uma tendência muito forte”, aponta Tidy Oruê. “Concordo com o Tidy. Realmente o processo de recuperação do acartonado pré-descartável é muito bacana. Eles têm um aparelho que faz a separação da laminação, do plástico, do alumínio e do papel para serem usados em outro produto. Achei muito bom porque uma das funções do designer é criar uma embalagem que atenda essa tecnologia e a viabilize”, emenda Speranzini.

“Também há a questão da rastreabilidade lançada pela Tetra. Achei interessante quando eles falaram que você consegue localizar onde foi fabricado o leite, por exemplo. Pelo código de barras você sabe qual foi a fazenda que te forneceu o leite, qual a numeração de fábrica e todas as informações relevantes do produto. Quer dizer, é uma segurança maior para o consumidor”, exemplifica o diretor da ProDesign.

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Trio: Tidy Oruê, Maurício Speranzini e Paulo Pereira (Foto: Kleber Pinto)

O coordenador do Comitê de Design da Abre aponta ainda as soluções em automação para envasadoras voltadas para as micro e pequenas empresas, “assim como as tecnologias fabricadas para a maioria das empresas nacionais de pequeno porte.”

Como lição de casa da Fispal, Speranzini, Oruê e Pereira levam muito mais que tecnologia. “Levamos da Fispal a integração do designer com a indústria da embalagem. Quanto mais os trabalhadores desse setor estiverem convergindo, mais novidades e trabalhos bons virão, com qualidade, redução de custos e alta funcionalidade”, argumenta Maurício Speranzini.

“Acho que o mais importante dessa integração entre designer e indústria é o resultado final: uma embalagem bem desenhada, sem problemas de acabamento e bem resolvida”, diz Paulo E. Pereira.

E a lição não fica apenas para os gestores. Pereira conta que “as equipes que trabalham conosco vêm para a feira como convidadas e visitam os estandes das empresas para conhecer todo o processo.”

“Temos sempre que renovar nosso conhecimento para criar mais, e melhor”, finaliza Tidy Oruê.

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SOBRE O BLOG DA PACK

O Blog da Pack acompanha o mercado de embalagens no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades e curiosidades que envolvem toda a cadeia produtiva do setor. Este espaço é um subproduto da revista e do site Pack, editados pela redação da Editora Banas.

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TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

CIBELE AMARAL

Formada em Jornalismo pela Faculdade Cásper Líbero e pós-graduada em Formação para Formadores pela Universidade de Araras/SP, jornalista, docente universitária, coordenadora de projetos e parcerias. Atua há 25 anos em jornalismo. Começou como redatora na Editora Banas e hoje é editora-chefe da Revista PACK.

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