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kelloggs Em parceria com varejistas de Detroit, nos Estados Unidos, a Kellogg Company acaba de iniciar um período de testes de seis meses para a nova embalagem da sua marca de cereais. O diferencial da caixa está no seu tamanho, que otimiza o espaço nas gôndolas, oferecendo a mesma quantidade de alimentos. Essa iniciativa marca a inovação mais significativa em caixas de cereais desde 1950. “O teste dessa nova embalagem é parte do nosso compromisso contínuo para identificar soluções que nos ajudam a atender as necessidades dos nossos parceiros varejistas e consumidores”, afirma Kim Miller, vice-presidente de marketing da Kellogg Company. “Para mediar o sucesso do teste, vamos avaliar a aceitação dos consumidores, o feedback dos varejistas e a eficiência interna”, adiciona o executivo.

 

 

A nova embalagem foi concebida para atender melhor a demanda dos consumidores por mais espaço para armazenar produtos em seus armários. Além disso, o seu redesenho permite aos varejistas oferecer mais variedades de produtos para os consumidores nas gôndolas e também protege e preserva os recursos naturais, já que utiliza 8% menos material por embalagem de cereal.

 

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O frescor do bom e velho saquinho de leite

Icone Design, Embalagem | Por Tatiana em 29 de janeiro de 2009

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lete_holandesSabe aquelas pequenas coisas que nos remetem à infância? Os tradicionais saquinhos plásticos de leite sempre estiveram entre as minhas recordações da juventude. No entanto, as embalagens cartonadas ganharam mercado e os saquinhos ficaram limitados às empresas de atuação regional.

 

Mesmo assim, nada impediu que as empresas menores ficassem fadadas aos antigos preceitos do design. A Laticínios Holandês, de Santa Catarina, por exemplo, entregou seu principal produto – o leite – nas mãos da O3 Design para renovar sua identidade e embalagem. Eles não eram alterados há mais de duas décadas!

 

Desde dezembro de 2008, os supermercados catarinenses recebem as novas embalagens do leite da Laticínios Holandês. O produto não perdeu sua identidade, muito menos seu valor de mercado. Ao contrário, nos faz lembrar como o tradicional pode ganhar um certo frescor e refinamento.

 

“Buscamos ressaltar a palavra ‘leite’ com letras grandes e brancas sobre uma tarja vermelha para que o consumidor consiga achar rapidamente o produto no ponto de venda. Por meio das cores e da composição, criamos um estilo elegante e ao mesmo tempo alegre, passando a ideia de frescor e de natureza. Também ressaltamos os principais atributos do produto, como a característica do nome Holandês com uma paisagem rural holandesa”, explicou Gabriel Inler, da O3 Design.

 

logo_holandesInler e sua equipe levaram 30 dias para redesenhar a arte da embalagem e acertar o novo logotipo. “Iniciamos o projeto refinando o logotipo da empresa, melhorando o desenho da vaca e readequando as cores em busca da padronização e harmonização com os diferentes produtos da empresa”, detalha o designer, que foi procurado pela Laticínios Holandês. “Também redesenhamos outros produtos da empresa que serão lançados em breve”.

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O Centro de Avaliação Tecnológica da Suíça (TA-SWISS) está exigindo que a legislação existente sobre alimentos e produtos químicos deve ser adaptada para satisfazer as exigências da nanotecnologia. O Centro está conduzindo um estudo sobre nanomateriais de embalagem e aditivos alimentares em uso na Suíça. 

Tendo em vista o fluxo internacional de mercadorias, o relatório Nanotecnologia no Setor de Alimentos, concluiu que é necessária regulamentação no que diz respeito as nanopartículas em embalagens e produtos.

Falta de conscientização

A equipe do projeto liderado por Martin Möller – um pesquisador do Öko-Institut (Instituto de Ecologia Aplicada) da Alemanha – alega que a tecnologia tem sofrido de falta de compreensão pública, já que os consumidores têm mostrado preocupação sobre a segurança de algumas das aplicações.

 
Eles alegam que é necessário tomar uma atitude. Os fabricantes e varejistas precisam ajudar para aliviar o sentimento de desconfiança por parte do público. “Os fabricantes, processadores e comerciantes de alimentos e de embalagens com nanocomponentes poderiam, por exemplo, adotar códigos de conduta específicos do setor “, argumentam os pesquisadores.

 
Mercado em potencial

Segundo estimativas da Comissão Européia, o mercado de nanotecnologia poderá chegará a € 750 bilhões até € 2 bilhões até 2015, além de abrir em torno de 10 milhões de novos postos de trabalho.

No setor da embalagem, o uso de nanopartículas está em estágio mais avançado do que na produção de alimentos.

Na forma de filmes compostos, nanorevestimentos finos de alumínio, ou óxido de alumínio, as nanopartículas protegem salgadinhos ou chocolate contra oxigênio e vapor de água. Elas também são utilizadas em garrafas PET para melhorar as propriedades de barreira contra oxigênio.


Migração em alimentos
Os pesquisadores revelam que as nanopartículas podem migrar de materiais de embalagem para alimentos, dependendo da forma como a nanocamada é aplicada. “Em termos gerais, deve dizer-se que, no caso de filmes laminados com uma nanocamada de silicato de plástico, é menos provável que as nanopartículas migrem para os alimentos”, explicam os pesquisadores.

“Mas quando o alimento está em contato direto com a nanocamada, há um maior risco”.


Potencial sustentável

A equipe de pesquisadores revelou ainda que o estudo realizado pela Öko-Institut especialmente para a pesquisa sobre nanotecnologia da TA-SWISS comparou a emissão de C02 durante o ciclo de produção de latas de alumínio, garrafas de vidro descartáveis e garrafas PET com nanotecnologia. O resultado mostrou que as garrafas PET com nanotecnologia apresentam maior benefício ao equilíbrio de CO2. “Na fabricação, transporte e reciclagem, as garrafas PET com nanotecnologia geram cerca de um terço a menos de gás efeito estufa em comparação às latas de alumínio e cerca de 60% em comparação às garrafas de vidro”, afirmam os pesquisadores.

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Nefab adquire empresa francesa de embalagem

Icone Embalagem | Por Margaret em 28 de janeiro de 2009

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A Nefab assinou um acordo de aquisição da francesa Nairod, que produz uma ampla linha de contêineres de aço para transporte, armazenamento e manuseio, e movimenta 3 milhões de Euros.  O objetivo da Nefab França é usar a Nairod para atuar na região de Rhones Alpes.

 

A aquisição vai ampliar a expertise técnica e a linha de produtos da Nefab, oferecendo uma nova competência em design de embalagem e produção de contêineres de aço no mercado francês. “Essa compra vai fortalecer a presença da companhia na Europa e também capacitar a Nefab França a oferecer os seus produtos para grupos industriais internacionais”, afirma Stefan Ekqvist, CEO da Nefab.

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Os produtores e associações de embalagem reivindicam melhorias de custo, desempenho e propriedades de barreira de umidade dos bioplásticos, assim como mais investimento em tecnologia para evitar a contaminação de resíduos de reciclagem, o que vai permitir que a indústria possa competir mais eficazmente com os plásticos convencionais.

Os bioplásticos são derivados de fontes renováveis como óleo vegetal, amido de milho ou fécula de ervilha. No entanto, muitos são dependentes dos combustíveis fósseis para gerar energia para a sua fabricação.


Christophe Doukhi de Boissoudy, presidente do Club des Bioplastiques, acredita que com mais investimento em pesquisa e desenvolvimento para o ajuste fino dos bioplásticos será possível que esses materiais se tornem tecnologicamente e ambientalmente competitivos. “Os produtores de embalagens de bioplásticos esperam a estabilização de seu preço até 2015”.

 

 


Mercado

Entretanto, o BCC Research Group disse que o mercado de plásticos biodegradáveis, em termos de volume, atingiu 541 milhões de libras em 2007, e espera-se que chegue a 1,2 bilhões de libras em 2012.

Analistas de mercado da Freedonia afirmam que a demanda de polímeros naturais irá crescer 7,1% anualmente, movimentando US $ 4 bilhões em 2012 devido em parte à expansão das melhorias de tecnologias de produção de materiais como o PLA.


O PLA terá um crescimento significativo em áreas como a embalagem termoformada.

 


Degradação

A maioria dos bioplásticos só degrada em condições  rigorosamente controladas de unidades comerciais de compostagem. Uma norma acordada internacionalmente, EN13432, define quão rapidamente e em que medida um plástico deve ser degradado sob condições de compostagem comerciais para ser chamado biodegradável.


Não há nenhuma norma aplicável para condições de compostagem doméstica de bioplásticos.

 

A Novamont, fabricante italiana de bioplástico disse que para produzir um quilo de seu produto à base de amido utiliza 500g de petróleo e consome cerca de 80% da energia necessária para produzir um polímero de polietileno tradicional.


E a NatureWorks, fabricante do bioplástico PLA, diz que para produzir o PLA há uma economia de combustíveis fósseis entre 25 e 68% em comparação com polietileno, em parte devido à sua compra de certificados de energia renovável para a sua fábrica.

 

Segundo a empresa, o seu PLA pode ser fisicamente reciclado e compostado através de processos industriais e os resíduos incinerados por meio de sistemas de energia. Também pode ser reciclado quimicamente, voltando a ser uma base monomérica de ácido láctico.

 

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No maior programa de votação da América do Norte – Produto do Ano – para eleger os produtos mais inovadores da região, mais de 100 mil consumidores norte-americanos votaram em seus preferidos em 16 categorias.


Os vencedores de cada categoria poderão utilizar o logo Produto do Ano nas embalagens, anúncios, folhetos e em displays no interior da loja. Essa é uma excelente vantagem competitiva, de acordo com um recente estudo realizado pela TNS. Segundo a empresa, exibir o logo na embalagem é 25% mais eficaz para gerar o interesse de compra dos compradores do que simplesmente exibir a palavra novo.

“A incerteza econômica torna os consumidores mais avessos ao risco, por isso é melhor conduzi-las a comprar produtos de melhor valor”, diz Shannon Hazlett, gerente sênior da TNS. “A pesquisa revelou que 41% dos consumidores estão buscando novos produtos que oferecem melhor valor para o seu dinheiro. A recomendação também é realmente importante para os novos produtos. Com o endosso dos consumidores, o interesse de compra tem um impacto positivo para metade da população”.

“Os consumidores são bombardeados com milhões de novos produtos e anúncios para atrair a sua atenção” disse Phil Lempert, porta-voz oficial do Programa Produto do Ano E.U.A.. “Existe um receio e hesitação para gastar o dinheiro ganho com dificuldade em produtos que simplesmente não entregam o que prometem. O Programa Produto do Ano tem a aprovação de mais de 100.000 clientes e coloca à frente e no centro das prateleiras para que todos vejam”.

 

Os vencedores

Air Care: Oust Surface Disinfectant & Air Sanitizer (SC Johnson)

Bebidas: Canada Dry Green Tea Ginger Ale (Dr Pepper Snapple Group)

Cuidados com o corpo: Olay Spa Exfoliating Ribbons Body Wash (Procter & Gamble)

Child Care: Similac SimplePac (Abbott Nutrition)

Cosméticos: Covergil LashBlast Mascara (Procter & Gamble)

Alimentos congelados: O Organics Four Cheese Stone Baked Pizza (Better Living Brands)

Cuidados com o cabelo: Pantene Pro-V Beautiful Lengths (Procter & Gamble)

Tecnologias para casa: Duracell Color Mini Charger (Procter & Gamble)

Produtos domésticos: PUR Flavor Options (Procter & Gamble)

Inseticidas: OFF! Smooth & Dry Aerosol (SC Johnson)

Nutrição de crianças: Mott’s For Tots (Dr Pepper Snapple Group)

Desodorantes masculinos: Degree Men Absolute Protection (Unilever)

Medicamentos: ZYRTEC Allergy (McNeil Consumer Healthcare, Division of McNEIL-PPC, Inc.)

Outdoors: Kelsyus Original Canopy Chair (Swimways Corporation)

Cuidados com o cabelo – profissional: Wella System Professional Gloss On (Procter & Gamble)

Desodorantes femininos: Degree Women Ultra Clear (Unilever)

 

 

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A maior fabricante de refrigerantes do mundo, a Coca-Cola, realizou uma parceria com a United Resource Recovery Corporation para inaugurar a maior planta de reciclagem de garrafa PET bottle-to-bottle, em Spartanburg, nos Estados Unidos, que irá produzir cerca de 100 milhões de quilos de embalagem reciclada por ano, o equivalente a quase dois milhões de garrafas de 1 litro. A unidade também inclui um centro de recolhimento de embalagens usadas.


Em setembro de 2007, a companhia anunciou investimento de US$ 60 milhões na área de reciclagem como parte das ações de longo prazo, que contemplam reciclar ou reutilizar 100% das suas garrafas plásticas nos Estados Unidos.


A planta da Carolina do Sul, a maior desse tipo no mundo, irá eliminar, nos próximos anos, a produção de um milhão de toneladas métricas de emissões de dióxido de carbono – o que é comparável à remoção de 215.000 carros da estrada. “Temos um plano ambicioso para a reciclagem de garrafas PET utilizadas no mercado norte-americano”, diz Sandy Douglas, presidente da Coca-Cola América do Norte. Ele continua: “Nossos investimentos em infra-estrutura para reciclagem juntamente com os nossos trabalhos visando o design sustentável irá nos ajudar a alcançar este objetivo”.

 

 

Carlos Gutierrez, presidente da United Resource Recovery Corporation, disse que a empresa tem trabalhado com a Coca-Cola por mais de dez anos para ajudar a acelerar o desenvolvimento e a comercialização de uma nova tecnologia de reciclagem. “Hoje, nós estamos orgulhosos não somente por fazer parte da abertura da maior planta de reciclagem bottle-to-bottle no mundo, mas porque Spartanburg servirá de exemplo de como investir em reciclagem pode trazer benefícios econômicos e ambientais”, completa.  


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Overpackaging

Icone Embalagem, Vídeo | Por Tatiana em

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Há um ano na web, o vídeo “Fed Up” foi produzido pelos amigos Melinda, Eunmi e Sarah para protestar sobre o abuso de papéis e plásticos em embalagens.

 

Segundo o grupo, os Estados Unidos são campeões no envio de pequenos produtos em embalagens gigantes, com desperdício de material.

 

Irônico, o vídeo mostra o drama de uma garota ao receber sua encomenda – Um remédio para dor de cabeça – e deparar-se com o overpackaging. Confira abaixo!

 

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crown-corkA Crown Speciality Packaging, uma unidade de negócios da Crown Holdings, Inc., desenvolveu uma embalagem metálica distinta, especialmente, para o segmento de confeitos, biscoitos e promocional. A novidade será apresentada durante uma feira do setor, a ProSweet, que será realizada de 1 a 4 de fevereiro, em Colônia, na Alemanha.

A primorosa embalagem foi desenvolvida pela Crown para a linha de chocolates Quality Street da Nestlé. O design moderno promove a versatilidade do metal para se transformar em diversos shapes. Donos de marcas podem escolher uma diversidade de formatos como robôs, carros, sapatos e animais para criar uma ferramenta de marketing promocional única. “O mercado global de confeitos atingirá mais de 109 bilhões de Euros até 2010”, diz Martin Stenson, gerente de desenvolvimento de marketing & negócios da Crown Speciality Packaging. “A ProSweet é uma excelente plataforma para introduzir novos conceitos para esse crescente mercado e demonstrar como a embalagem metálica pode ajudar marcas de biscoitos e confeitos a se diferenciarem”.

Durante o ProSweet, a empresa também vai apresentar uma seleção de embalagens premiadas desenvolvidas para o mercado mundial de confeitos e biscoitos. As embalagens demonstram a expertise da Crown no desenvolvimento de latas metálicas elegantes que visam a atender demandas de conveniência, performance premium e design distinto.  

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Marca de ovos Spartan ganha embalagem verde

Icone Embalagem, Meio Ambiente | Por Margaret em 23 de janeiro de 2009

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SPARTAN STORES EGGS


Com forte compromisso em preservar o meio ambiente, a Spartan Stores está  introduzindo novas embalagens de polpa moldada para a sua marca de ovos Spartan que são 100% recicláveis e 100% biodegradáveis.

 

O processo de reciclagem das embalagens poupa recursos, gera menos emissão de CO2 e contribui para resolver o crescente problema da eliminação dos resíduos. A polpa moldada protege o meio ambiente, pois é produzido de papel reciclado – jornal velho, caixas de papelão ondulado e uma variedade de outras fibras vegetais. As caixas desse material podem ser facilmente recicladas juntamente com o fluxo normal de resíduos de papel. Também proporcionam outros benefícios como: serve de almofada para os ovos, garantindo proteção contra impacto no trânsito e no armazenamento e a polpa moldada das caixas absorve umidade.


Alan Hartline, vice-presidente de merchandising da Spartan Stores, diz que “com base nas vendas dos últimos anos da marca de ovos Spartan, vamos otimizar 300 toneladas de polpa de celulose que iriam para os aterros e os consumidores vão economizar quase US$ 100 mil este ano. A embalagem biodegradável é boa para o ambiente e para os consumidores”.

 

 

A Spartan Stores oferece embalagens ecológicas também em outras marcas corporativas da empresa.

 

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SOBRE O BLOG DA PACK

O Blog da Pack acompanha o mercado de embalagens no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades e curiosidades que envolvem toda a cadeia produtiva do setor. Este espaço é um subproduto da revista e do site Pack, editados pela redação da Editora Banas.

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TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

MARGARET HAYASAKI

Formada em jornalismo pela Universidade Paulista Júlio de Mesquita Filho (Unesp-Bauru) e pós-graduada em Comunicação Empresarial pela Faculdade Cásper Líbero, Margaret Hayasaki atua há 10 anos no jornalismo especializado em embalagem. Começou como redatora na revista Pack e hoje é editora-chefe.

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