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awards_icon_hi-resEstão abertas as inscrições para o prêmio DuPont Inovação em Embalagens. Todas as empresas que atuam no segmento de embalagens ou que possuam projetos inovadores neste mercado estão convidadas a inscrever os seus trabalhos até o dia 12 de fevereiro de 2010, cujos temas devem privilegiar a excelência em inovação, sustentabilidade e redução nos custos ou na perda de materiais.  

Reconhecido como um dos mais importantes prêmios do mercado mundial de embalagens, DuPont Inovação em Embalagens está em sua 22ª edição e conta com um júri formado por renomados profissionais da área, com prestígio internacional.

Para participar, basta preencher a ficha de inscrição disponível no site da DuPont (veja aqui) . Todos os projetos inscritos serão avaliados entre 15 e 18 de março de 2010. Na seqüência, a comissão organizadora do prêmio fará contato com os responsáveis pelos projetos vencedores, que serão homenageados no dia 20 de maio de 2010 durante cerimônia no Longwood Gardens de Wilmington, Estados Unidos, cidade sede da DuPont. As despesas com viagem e hospedagem ficarão sob a responsabilidade da DuPont.

Segundo Silvério Giesteira, gerente de Marketing para DuPont Packaging & Industrial Polymers Brasil e América Latina, o prêmio representa uma grande oportunidade de reconhecer projetos bem sucedidos na área de embalagens. “Trata-se de um estímulo para as empresas que não medem esforços no desenvolvimento de processos inovadores e sustentáveis”, destaca.  

Podem participar todos os projetos que obedecem aos pré-requisitos estabelecidos pela comissão organizadora. Vale ressaltar que não é necessário o uso de produtos da DuPont em processos ou materiais descritos nos cases.

Serviço
• Data final para inscrição: 12/02/2010
• Inscrições: http://www2.dupont.com/Packaging_Resins/en_US/awards/index.html.
• Pré-requisitos: projetos que contemplem o desenvolvimento de embalagens inovadoras, sustentáveis e que promovam redução de perdas de materiais ou custos.
• Abrangência: mundial

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paperpouch_frente_taeq1O PaperPouch é uma embalagem diferente e funcional desenvolvida pela parceria entre Ibema, Tradbor, Dow e Laboratório de Embalagem ESPM.

A inovação resulta de uma cuidadosa combinação de materiais. A rigidez do papel coloca o PaperPouch na vertical, além de conferir aparência e tato únicos para o mundo dos pouches no mercado nacional. Já o polietileno fica responsável pela integridade física e proteção do conteúdo. As possibilidades de incorporar outros materiais são praticamente infinitas, possibilitando oferecer a proteção necessária para as mais diversas aplicações.

“Nos tivemos que desenvolver um novo papel especialmente para o PaperPouch. O resultado foi espetacular, balanceando textura, cor e as propriedades físicas necessárias para a aplicação”, explica Rogério Junqueira, gerente de desenvolvimento de produtos na Ibema.

Alan Baumgartem, diretor na Tradbor, relata que “o PaperPouch trouxe inúmeros desafios na conformação da embalagem, mas nossa experiência de mais de dez anos no mercado de Stand up Pouches fez a diferença. Além de apresentar o PaperPouch nos mais elevados padrões de acabamento, oferecemos a possibilidade de incorporar acessórios tais como zipper e bicos dosadores. Nós da Tradbor sabemos que o cliente precisa de uma solução completa, por isso mesmo oferecemos não somente o PaperPouch pré-formado, mas também equipamentos práticos e de baixo custo para o enchimento automático.”

Já no campo do plástico, Rosana Rosa, desenvolvimento e suporte técnico na Dow, garante que “proteger o produto é nossa prioridade número um. A versatilidade do polietileno aliado à outros materiais incorporáveis por coextrusão ou laminação habilitam o PaperPouch a armazenar grãos secos, cereais, café em grãos, alimento para animais, produtos de limpeza em pó entre muitos outros.”, Caroline Susca, gerente de contas, completa, “as possibilidades são praticamente infinitas. Estruturas já desenvolvidas em parceria com a Bazei oferecem soluções Plug & Play para diversas necessidades do mercado.”

Para Fábio Mestriner, coordenador do Núcleo de Estudos da Embalagem da ESPM, “esse projeto é um ‘pequeno milagre’ que nasceu no nosso núcleo. Empresas completamente diferentes, por vezes concorrentes, foram capazes de somar esforços e criar o impensável. Esse é o caminho para a inovação de embalagem: combinação de materiais com benefícios reais para o cliente.”. Fábio completa, “ficamos muito felizes do Núcleo de Estudos da Embalagem ter catalizado o desenvolvimento do PaperPouch.”

Segundo Bruno Pereira, gerente de sustentabilidade para plásticos básicos na Dow, “o PaperPouch oferece uma solução mais sustentável para um amplo espectro de aplicações. Proteção ao produto, pouca geração de resíduos pós-consumo e baixo consumo de recursos naturais estão entre os pontos fortes dessa aplicação”. Mas adverte, “não existe embalagem universalmente mais sustentável que todas as outras, com o PaperPouch não é diferente, cada caso merece uma análise fundamentada no ciclo de vida como um todo.”

O reponsável pela gestão de contas FSC da Ibema, Fernando Sandri, reforça a característica renovável da estrutura do Paperpouch pela presença de fibras celulósicas originadas de florestas plantadas e pelo uso intensivo de fontes energéticas renováveis na fabricação do papel base.

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Acontece nesta terça-feira, 15, às 18h, na Livraria Martins Fontes, em São Paulo, o lançamento de uma coleção de três livros que aborda o tema impressão digital. O evento é uma realização do Grupo Empresarial de Impressão Digital (GE-DIGI), da Abigraf São Paulo.

Anote o nome das obras: “Impressão Digital: Introdução e Tecnologia”, de Bruno Mortara; “Impressão Digital: Aplicações com Dados Variáveis”, de Fernando Steler; e “Impressão Digital: Transpromo”, de Hamilton Terni Costa e Marco Antonio Tiburcio.

Elaborada de forma didática, a proposta da coleção é difundir a tecnologia junto ao meio acadêmico e aos profissionais do setor gráfico.

A coleção pode ser adquirida pela internet: www.livrariacultura.com.br e www.asabeca.com.br . O preço sugerido para cada livro é de R$ 20

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basfRFID CypoPrint® é o nome da nova linha de tintas à base de metal da Basf destinada para a produção de antenas flexíveis de etiquetas RFID utilizadas na identificação e localização de produtos.

Não condutora, a nova linha de tintas é uma alternativa mais amigável para a atual técnica de gravação em relevo e representa a primeira solução para a fabricação de aditivos de antenas RFID.

As tintas são aplicadas em filmes de poliéster com o uso de processo de impressão padrão, além disso, elas oferecem condutor metálico revestido em um sistema de galvanização para eletrônicos flexíveis. “CypoPrint® é a semente para o futuro crescimento em estruturas condutoras de cobre”, explica Christoffer Kieburg, gerente de projeto da Basf no negócio de sistemas metálicos. “Outro benefício para os clientes é a variedade de espessuras de camadas e a condutividade das antenas, que podem ser facilmente adaptadas para vários chips de memórias durante a galvanização”.

A Basf também oferece uma tinta de base para realizar melhor adesão da estrutura da antena no filme.

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Um dos maiores fornecedores de sistemas de visão do mundo, a norte-americana Cognex Corporation, está presente em todos os continentes, com 23 escritórios localizados nas América do Norte, Europa, Japão, Ásia e América Latina. No Brasil, a empresa atua há 10 anos, fornecendo sistemas de visão, softwares de visão, sensores de visão e sistemas de inspeção de superfície usados nas linhas de produção de embalagens e outros inúmeros produtos. A companhia também fornece leitores ID industriais portáteis de alto desempenho.

Segundo José Carlos B. Oliveira, gerente geral de vendas da Cognex no Brasil, a empresa já instalou mais de 300 mil sistemas de visão no mundo. “O Brasil é um mercado em franco crescimento para o uso dos sistemas de visão, com expansão de dois dígitos, nos últimos anos”, diz. Por aqui, a tecnologia da Cognex foi adotada primeiro pela indústria automobilística que ainda hoje é o mercado mais forte para a companhia. “A indústria de farmacêuticos e cosméticos é uma grande usuária dos sistemas de visão em suas linhas de produção de embalagem, rótulos, bulas, principalmente, pela exigência da GMP (Boas Práticas de Fabricação) e pela legislação. O segmento de alimentos e de bebidas também é usuário da tecnologia de visão, mas ainda podemos expandir mais os negócios”, afirma.

Instalados nas linhas de produção de embalagens, os sistemas de visão podem garantir 99,99% de confiabilidade para a indústria, evitando, por exemplo, danos irreversíveis para a reputação de uma marca ou produto. “Na indústria farmacêutica, principalmente, imagine o dano causado pelo uso do rótulo errado para um medicamento. Isso vai prejudicar a saúde dos consumidores e os danos para a empresa também serão enormes”, revela Oliveira. Segundo ele, os investimentos na tecnologia variam de US$ 2 mil (leitor simples) até US$ 150 mil para a implantação de um sistema completo de visão. “Hoje os carros-chefes são os leitores de ID-In-Sight Micro e os leitores Datamatrix”, revela. No Brasil, a Cognex Corporation atua com dois distribuidores – a Pollux e a Omni.

No mundo, o negócio de embalagem representa 2% do faturamento da empresa, que em 2008, movimentou US$ 243 milhões, segundo Jeff Hawkins, gerente regional de distribuição da Cognex Corporation. O desenvolvimento de novas tecnologias não para. Anualmente, a empresa investe 1/3 do faturamento em pesquisa e desenvolvimento. Muitas novidades ainda estão por vir.

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Por que a cerveja sem álcool é uma tendência? O PLA é um sério desafiante para o PET? O sol será o principal recurso de energia para a indústria de bebidas no futuro? E quais são os rótulos do futuro? Na drinktec 2009, feira internacional de bebida e tecnologia de alimentos líquidos, os visitantes não encontrarão somente tecnologias utilizadas pelos fabricantes e garrafas de bebidas e alimentos líquidos, mas também produtos. Sem tecnologia não existem produtos. Mas novos produtos podem criar a necessidade de desenvolvimento de novas tecnologias.

Cerveja sem álcool é uma tendência

No primeiro semestre de 2009, as vendas da cervejaria Bavarian caíram 4,1%, mas no mesmo período as vendas de cerveja sem álcool cresceram 9%. Nós estamos assistindo uma espécie de revolução cultural? Bem, sim, porque a cerveja sem álcool reflete a tendência atual e o sabor das bebidas esportivas. A cerveja sem álcool é isotônica, além de oferecer baixas calorias e mais de 90% de pura água – para o esportista ela é a bebida ideal para regeneração e rehidratação. Mas há outras razões para que a cerveja sem álcool seja recomendada como bebida esportiva. Ela tem um valor de pH alto e ácido carbônico moderado, o que promove a sensação de relaxamento e reposição. Também pode ser consumida em grandes quantidades. Por tudo isso, oferece ao corpo água e nutrientes. Há duas soluções para produzir essa bebida sem álcool. Uma delas é remover o álcool da cerveja fermentada. Para isso, a destilação ou o processo de membrana são utilizados para trabalhar em baixas temperaturas. A outra é a interrupção da fermentação, em que o cervejeiro controla a quantidade mínima de álcool permitida. Seja qual for o método de produção utilizado, a cerveja sem álcool pode ter o mesmo sabor da cerveja com álcool. O sabor da bebida é certamente um dos temas da drinktec 2009, que terá Karl Schiffner, campeão da competição mundial de sommelier, como palestrante, nos dias 15, 16 e 17 de setembro. .

A embalagem também é orgânica

O aumento da conscientização dos consumidores para a preservação ambiental está conduzindo-os para fazer compras de produtos orgânicos. Eles estão preferindo também embalagens orgânicas. Não por menos, nós sabemos que os plásticos utilizados hoje são provenientes do mesmo recurso, e mais cedo ou mais tarde ele vai acabar – óleo cru. Por essa razão, o setor de embalagem está se movendo para os materiais renováveis.

O mercado de plásticos orgânicos feitos de recursos renováveis, como trigo, milho e cana-de-açúcar está crescendo anualmente de 20 a 30%. Já vemos as primeiras embalagens orgânicas para bebidas não-carbonatadas e para alimentos líquidos processados. O principal material utilizado é o PLA (ácido poliláctico) que apresenta propriedades similares ao do PET. Como resultado, o PLA oferece um grande potencial de crescimento porque somente em 2009 não menos que 350 bilhões de garrafas PET serão produzidas no mundo. O assunto será explorado durante a 2ª Conferência sobre Garrafa de PLA, nos dias 14 e 15 de setembro.

O segundo maior mercado é o de folhas de embalagens, com novos desenvolvimentos interessantes. Um projeto de pesquisa na Europa, por exemplo, desenvolveu um novo estilo de papel flexível, com estrutura multicamada, feito de recursos renováveis. O Instituto Fraunhofer for Process Engineering and Packaging, apresenta técnicas especiais que melhoram as propriedades de barreira ao vapor e ao oxigênio do papel pré-revestido. Revestimentos antimicrobiais também estão sendo desenvolvidos. Em um desses materiais, a proteína do soro está sendo utilizada para conferir excelentes propriedades de barreira ao oxigênio e umidade. Além disso, os constituintes antimicrobianos encontrados naturalmente no soro são explorados para aumentar o tempo de frescor dos alimentos.

Embalagem inteligente – ficção ou realidade

No filme de ficção científica Minority Report, o diretor Steven Spielberg, apresenta embalagens de cereais, que permitem assistir filmes de desenhos animados. Embora essa visão particular aconteça em um tempo futuro – em 2054 – a tecnologia permite vislumbrar essa solução.

A embalagem inteligente, que permite informações adicionais aos consumidores em diferentes línguas, pode ler instruções para os deficientes visuais ou apresentar uma campanha publicitária. O caminho para realizar esse tipo de eletrônica impressionante já está mapeado. A chave é a tinta inteligente.

Os condutores e os componentes são feitos de polímeros orgânicos que são dissolvidos em uma fase líquida, o que os tornam processáveis em um tipo de impressora ink jet. O objetivo declarado dos fabricantes é serem capazes de oferecer um chip para uso em segmentos de massa da indústria de bebidas a um preço abaixo de US$ 1 cent. Dentro de poucos anos, isso será uma realidade. As etiquetas inteligentes RFID serão capazes de monitorar a temperatura precisamente durante todo o tempo, além de armazenar e transferir dados. Isso não é um tipo de armazenamento de dados passivos, tido como o limiar da produção industrial de larga escala.

Os circuitos eletrônicos ativos são feitos de transistores, resistências, LEDs e capacitores também fabricados com impressoras inkjet. Uma ideia é fornecer energia para baterias ou celulares solares. Essa é a chave para imagens animadas ou jingles de propagandas.

Os circuitos eletrônicos impressos abrem um fascinante novo potencial. De acordo com uma pesquisa feita pela NanoMarket, o volume de mercado de tintas eletrônicas e substratos usados na fabricação de eletrônicos impressos vai crescer de US$ 1,1 bilhão em 2008 para mais de US$ 11,5 bilhões até 2015.

Energia solar

As reservas mundiais de petróleo, gás natural e urânio podem acabar em poucas décadas. Somente o carvão mineral vai existir nos últimos séculos. Os fabricantes de bebidas e de alimentos também estão olhando para fontes de energia alternativas. Dentro do mix de energia do futuro, o sol vai ter um papel fundamental. O uso do sol como um fornecedor permanente de energia faz sentido econômico, principalmente, em países como a Alemanha. Isso já é visto em modernas construções de casas, onde a ênfase é primeiro reduzir a demanda de aquecimento, além de manter a demanda por meio do sistema térmico solar.

O mesmo processo pode ser aplicado para uso industrial. Particularmente quando instalada a tecnologia de coleta. Um moderno coletor opera em Würzburg, por exemplo, produz 400 kWh/ m2 e entrega água a 140ºC. Os coletores utilizados em construções residenciais geram aproximadamente 200 kWh/ m2 e água aquecida perto de 70ºC. Esse processo de aquecimento da água é armazenado em um tanque de isolamento e usado para consumidores individuais (lavadoras de garrafas). Perto de 50% da demanda anual de energia térmica – até mesmo em uma cervejaria – pode utilizar o sol para aquecer as caldeiras.

Mas o que acontece quando o sol não está brilhando? O chipping de madeira e o biogás obtido da biomassa armazenam a energia solar que pode ser aquecida a qualquer momento. Maiores novidades podem ser vistas durante o programa do forum Recurso – Água durante a drinktec.

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Sacola imprimindo no EB- novaO maior pilar de crescimento da Antilhas Soluções Integradas para Embalagem é a inovação, o desenvolvimento e a invenção. É com essa afirmação que Valter Baptista, diretor-presidente da Antilhas e superintendente da TechnoSolutions, empresa criada em julho de 2008, para ser uma incubadora de idéias voltada à inovação tecnológica, que o empresário anunciou a instalação de um equipamento de cura de impressão por EB (electro-beam – feixe de elétrons) na impressora flexógrafica gearless 8 cores da Comexi. A iniciativa é pioneira no Hemisfério Sul.

De acordo com Baptista, foi necessário realizar investimentos de US$ 2 milhões para que o EB estivesse funcionando plenamente na Comexi da Antilhas. “Aqueles que investirem no novo processo terão retorno entre seis meses e três anos, com excelente relação custo-benefício, a começar pela economia, além dos ganhos de qualidade que oferecerão aos seus clientes”. Fabricado pela norte-americana Energy Sciences Ink. (ESI), líder mundial na produção de processadores do tipo Eletronic-Beam, o EB é uma tecnologia sustentável, que promete ser um divisor de águas na indústria gráfica brasileira.

Desenvolvida especialmente para a indústria de embalagens com sistemas flexográficos ou offset, o equipamento pode ser utilizado para realizar a cura de vernizes e tintas em uma ampla variedade de substratos de papel ou polímeros, com uma economia de energia de até 60%, operando em alta velocidade de 500 metros/minuto. Segundo Wilson Paduan, diretor-técnico da TechnoSolutions, essa redução do consumo de energia é possível porque o equipamento utiliza energia na dose certa. “Em velocidades mais baixas, a economia pode ser ainda maior”, garante. “A tecnologia diminui de 20 a 30 vezes as emissões de compostos orgânicos voláteis emitidos na atmosfera”, acrescenta.

Para ampliar as vantagens oferecidas pelo EB, a TechnoSolutions em parceria com a Saturno e a Tupahue viabilizou a pesquisa e desenvolvimento de uma tinta criada especialmente para a cura por feixe de elétrons. Com patente internacional requerida recentemente, a nova tinta de impressão flexográfica, denominada EasyRad, apresenta custos operacionais muito próximos aos das impressões com tintas à base de solventes. “As impressões oferecem maior resolução e são mais limpas e contrastadas. Também apresentam resistência química e mecânica superiores às das tintas convencionais, permitindo, em muitos casos, dispensar a laminação ou realizar, apenas, a aplicação de uma fina camada de verniz de baixo odor”.

O apelo sustentável da nova tecnologia EB ganha mais força com as alianças estabelecidas pela Antilhas. A parceira alemã Henkel desenvolveu o Miracure EB Coating, um verniz que substitui a tradicional estrutura laminada de embalagens flexíveis, possibilitando a utilização de apenas uma camada protegida pelo novo produto. Essa solução é fruto do pioneirismo da empresa na busca pelo desenvolvimento de produtos inovadores. Fernando Pardal, gerente de negócios de adesivos industriais para o Brasil e Chile da Henkel, lembra que há 15 anos, a companhia desenvolveu o primeiro adesivo sem solvente para embalagens flexíveis. “Agora a Henkel traz para o mercado brasileiro o Miracure EB Coating para embalagens flexíveis. Estamos apostando no sucesso desse produto”.

Entre as vantagens verdes do verniz em relação às embalagens laminadas é que o produto é 100% reciclável, além disso, a sua aplicação é feita em temperatura ambiente, curado a frio, gerando maior economia de energia. Pardal explica que esse produto é totalmente isento de solventes. “A redução do consumo de energia é considerável, já que a tecnologia dispensa a utilização de estufas para extração de solventes”. Além disso, segundo ele, o Miracure EB Coating permite uma redução de 30% no custo de produção das embalagens flexíveis e até 40% de economia de material em embalagens de ração animal”, exemplifica o executivo.

A nova solução também simplifica o processo produtivo, com aplicação de verniz na própria impressora e com o corte em linha. “Para se ter uma ideia do ganho de produtividade na cadeia, antes a realização de todo o processo levava 96 horas. Agora, apenas quatro horas”, diz Pardal.

O Miracure EB Coating é produzido somente, na Henkel Estados Unidos, desde 2002, para aplicação em embalagens longa vida, bolsas, sacolas e cartuchos. O produto será importado para o Brasil. “Mas quando houver uma demanda justificável, com mais empresas investindo na tecnologia EB, podemos pensar em ter uma produção local”, explica.

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ZipPak_dblzpr21A Honeytop Speciality Foods acaba de introduzir uma embalagem com zíper resselável para a linha de marca própria de tortilhas. A empresa comprou uma embaladora flow pack horizontal Fuji FW3410B Alpha com um aplicador de zíper da Zip-Pak Reseal 360XM da Paramount Packaging, distribuidor dos equipamentos da Fuji Packaging Machinery.

Líder no fornecimento de pães étnicos, tortilhas e panquecas no Reino Unido e na Euroa, a Honeytop é a primeira empresa a adotar a nova tecnologia fornecida pela Paramount Packaging. Isso possibilita à companhia realizar diferenciação de marca e uma grande conveniência na abertura da embalagem, enquanto mantém o frescor do produto e ajuda os consumidores a reduzir o desperdício de alimentos. “Essa nova máquina e o estilo de embalagem com refechamento vai nos ajudar a diferenciar nossos produtos na gôndola”, diz David Laurence, diretor-geral da Honeytop Speciality Foods. “A embalagem refechável oferece aos consumidores mais flexibilidade e conveniência”.

O aplicador Reseal 360XM utiliza o zíper Zip-Pak® press-to-close™ ZE 70 (7 mm) que é seguro e fácil de usar. Essa tecnologia híbrida é ideal para aplicação em várias indústrias, como padaria, alimentos resfriados e congelados, hardware e farmacêuticos.

“O atual cenário econômico global dá aos varejistas donos de marcas próprias a oportunidade de aumentar o market share de suas linhas de produtos. O preço diferenciado e o fechamento resselável da embalagem oferecem conveniência e reduzem o risco prematuro de os alimentos estragarem, além de ajudar as marcas próprias a competir nas prateleiras”, destaca Lloyd Dicks, gerente-geral de vendas da Zip-Pak.

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ballA Ball Packaging Europe, uma das maiores fabricantes de latas de alumínio para bebidas na Europa e a Tonejet, fabricante britânica de impressoras digitais eletrostáticas drop-on-demand, acabam de assinar um acordo estratégico de tecnologia. A Tonejet vai fornecer as impressoras e conceder autorização de impressão de vários produtos em embalagens da Ball. “Esse contrato é um marco em um dos mais importantes projetos inovadores de impressão digital de latas de bebidas”, explica Gerrit Heske, presidente da Ball Packaging Europe.

O contrato também prevê a prestação de serviço global e de manutenção que garante o acesso ao suporte técnico da Tonejet nas próximas aplicações de impressão em embalagem pelo mundo. Um protótipo da máquina de impressão digital foi instalado em uma planta industrial de latas de bebidas em Hablock, na Alemanha.

Utilizando a tecnologia de impressão digital desenvolvida pela Ball Packaging Europe em colaboração com a Tonejet é possível produzir cada lata de bebida com um design individual. Isso significa que a tecnologia abre completamente um novo mercado em potencial, em particular, o promocional e o uso de embalagens de bebidas em grandes eventos. “Eu me envolvi pessoalmente no projeto de desenvolvimento da tecnologia com a Tonejet. Por isso, sei do potencial que essa inovação oferece aos donos de marca. A impressão digital abre novas oportunidades para nós e nossos clientes”, diz Heske.

Ray Southam, CEO da Tonejet, diz: “Esse acordo exemplifica o que as companhias precisam para permitir uma cooperação mais próxima do fornecedor de tecnologia durante o desenvolvimento de novos processos. Acredito que esse é o caminho mais fácil para garantir maiores avanços e que sejam lucrativos”.

 

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easy-opening-finepack1Easy Opening resolve de vez o problema com abertura de embalagens laminadas e o consumidor nunca mais sofrerá com perda ou sujeiras indesejáveis ao abrir produtos em embalagens flexíveis, sejam eles em forma líquida, cremosa, sólida, refrigerada ou não, entre outras.

 

Por meio de um sistema de laser CO2 (inovadora tecnologia da alemã Rofin) é feita uma linha muito fina no local de abertura da embalagem, dando um pré-corte com micro-perfuração em apenas uma camada do filme. Isso é o suficiente para possibilitar um rasgo orientado que facilita a abertura da embalagem flexível, partindo de um picote na sua lateral superior.

 

A moderna tecnologia permite que seja selecionada apenas a camada externa do filme para ser cortada e ao mesmo tempo mantém intactas as demais camadas de proteção do produto. Um processo simples conseguido através do equipamento acoplado em linha na rebobinadeira/cortadeira que possibilita a perfeita e fácil abertura da embalagem. Com essa tecnologia, a Finepack imprime e lamina embalagens flexíveis com larguras de até 1.270 mm.

 

A perfuração a laser fornece ainda outra vantagem: ao contrário das ferramentas mecânicas, o laser atua sem contato direto no material e com o desgaste mínimo necessário para manter excelente integridade do processo. O Diretor da Finepack, Edmur Batista do Carmo, que já vem trabalhando com a tecnologia há mais de seis meses, ressalta que o laser mantém intacta toda a estrutura mecânica e de barreiras do filme, que pode ser de Pet + PP, Pet + Pebd, Pet + Alum + Pebd, entre outras.

 

Solução que o mercado esperava

Quem estreou a nova tecnologia da Finepack desde o final de 2008 foi a Natural Drinks, empresa fabricante da deliciosa bebida “Caipi-one” (coquetel de vodka ou cachaça com frutas diversas).

 

 

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SOBRE O BLOG DA PACK

O Blog da Pack acompanha o mercado de embalagens no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades e curiosidades que envolvem toda a cadeia produtiva do setor. Este espaço é um subproduto da revista e do site Pack, editados pela redação da Editora Banas.

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KLEBER PINTO

Jornalista com oito anos de experiência em jornalismo online. É editor dos sites da Editora Banas Pack, P&S, P&S Agro e Radar Industrial. Foi repórter e editor nos portais UOL, Terra e Globo.com, nas editorias de cultura, saúde, cidades e tecnologia.

MARGARET HAYASAKI

Formada em jornalismo pela Universidade Paulista Júlio de Mesquita Filho (Unesp-Bauru) e pós-graduada em Comunicação Empresarial pela Faculdade Cásper Líbero, Margaret Hayasaki atua há 10 anos no jornalismo especializado em embalagem. Começou como redatora na revista Pack e hoje é editora-chefe.

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