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Elegância nas prateleiras

Icone Embalagem, Sem Categoria, insumos | Por Margaret em 2 de julho de 2010

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O laticínio Müller Italy adotou uma embalagem premium para a linha de iogurte Crema di Yogurt que está disponível em nove sabores. Omuller novo copo de polipropileno (PP), excepcionalmente decorado, foi desenvolvido pela Gizeh, agora apresenta um visual elegante na prateleira de refrigerados. A embalagem termoformada de 500 gramas é decorada com rótulo sleeve de OPS.

Anteriormente, a linha de iogurtes era comercializada em copos de poliestirenos impressos. O desafio mais importante foi redesenhar a embalagem, destacando a alta qualidade do iogurte. Isso foi considerado, já que é uma característica do mercado italiano que oferece margens melhores de vendas que outros países da Europa.

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niquet lança linha de cosméticos e higiene para crianças e adolescentes
Personagens de Carros, Star Wars e High School Musical estampam as embalagens dos novos produtos do laboratório
Depois do sucesso das linhas Marie e As Meninas Super Poderosas, o Laboratório Boniquet do Brasil, empresa espanhola especializada na fabricação de marcas próprias e terceirização, acaba de lançar três linhas exclusivas de produtos com os personagens do desenho “Carros” e do filme “High School Musical”, da Disney, e do desenho “Star Wars – The Clone Wars”, da Redibra, destinados para crianças e adolescentes, de 4 a 12 anos.
A linha “Carros”, para crianças de 04 a 08 anos, conta com gel dental, shampoo, shampoo 2 em 1, sabonete líquido para as mãos e gel fixador para os cabelos. Ainda para os pequenos, “Star Wars – The Clone Wars”, vem com shampoos para cabelos lisos e cacheados, condicionador, sabonete líquido para banho e colônia. Os produtos estão disponíveis em embalagens divertidas e interativas que chamam a atenção de pais e filhos – as de “Carros” lembram barris de combustíveis e rodas de carros, “Star Wars – The Clone Wars” imita as espadas de Jedi (“Sabres de Luz”).
Para adolescentes de 10 a 14 anos, os produtos trazem estampados os personagens do filme de maior sucesso da Disney, o High School Musical. A linha tem gel dental, antisséptico bucal zero álcool e sabonete líquido “pump” para as mãos.
A partir de abril, todos os produtos estarão disponíveis nas principais redes de supermercados e farmácias em todo Brasil.

linha_starwars_carrosDepois do sucesso das linhas Marie e As Meninas Super Poderosas, o Laboratório Boniquet do Brasil, empresa espanhola especializada na fabricação de marcas próprias e terceirização, acaba de lançar três linhas exclusivas de produtos com os personagens do desenho “Carros” e do filme “High School Musical”, da Disney, e do desenho “Star Wars – The Clone Wars”, da Redibra, destinados para crianças e adolescentes, de 4 a 12 anos.

A linha “Carros”, para crianças de 04 a 08 anos, conta com gel dental, shampoo, shampoo 2 em 1, sabonete líquido para as mãos e gel fixador para os cabelos. Ainda para os pequenos, “Star Wars – The Clone Wars”, vem com shampoos para cabelos lisos e cacheados, condicionador, sabonete líquido para banho e colônia. Os produtos estão disponíveis em embalagens divertidas e interativas que chamam a atenção de pais e filhos – as de “Carros” lembram barris de combustíveis e rodas de carros, “Star Wars – The Clone Wars” imita as espadas de Jedi (“Sabres de Luz”).

Para adolescentes de 10 a 14 anos, os produtos trazem estampados os personagens do filme de maior sucesso da Disney, o High School Musical. A linha tem gel dental, antisséptico bucal zero álcool e sabonete líquido “pump” para as mãos.

Fabricante da embalagem e das tampas e da pump:

• Frasco PET (sabonete líquido Carros) – Plasticase

• Frascos PEAD – Zeviplast

• Tampa push pull – injtamp

• Tampa Pump (sabonete líquido Carros) – tecsprayer / master pump

• Tampa Rosca – zeviplast

Agência de design que desenvolveu a arte da embalagem: Legend Design / Eduardo Zaborski

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coorsA marca que conversa com os consumidores de cerveja sobre a importância das montanhas que ficam azuis por meio da tecnologia de refrigeração ativada, mais uma vez lança uma novidade: a nova cerveja Coors Light, produzida pela cervejaria Miller Coors, é apresentada em uma embalagem de papel cartão com janela. Conhecida pela sua contínua capacidade de inovação em cervejas, a empresa está introduzindo uma embalagem que permite aos consumidores de cerveja visualizar o produto pela janela para confirmar se as montanhas estão azuis e, assim, se suas cervejas estão geladas como as montanhas rochosas do parque nacional Rocky Mountain, dos Estados Unidos.

Para celebrar a chegada da nova embalagem, a cerveja Coors Light se juntou ao líder de música digital Rhapsody International para ser a anfitriã do evento Rock´N Cold Window Live, realizado em maio último, em Los Angeles, no famoso teatro Wiltern. A banda de rock popular O.A.R. doou 60% do dinheiro arrecadado no concerto de caridade para a Fundação United Way of Metropolitan Chicago que zela pelo rendimento, saúde e educação das famílias e 40% para o LA Food Bank, uma organização que combate a fome. 

A janela na embalagem secundária, que permite às pessoas visualizar as latas ou cervejas em seu interior, foi introduzida em todas as embalagens multipack de 12 ou mais unidades da Coors Light e da Coors Banquet.  “Essa iniciativa se deu pelo simples fato de que o consumidor adora a cerveja Coors Light gelada e nós amamos oferecer isto para eles”, afirma Rick Gomez, vice-presidente de marketing da linha de cervejas Coors. “Nós nos mantemos focados para garantir que a cerveja refrigere rápido para o consumo dos consumidores. Estamos felizes com a parceria com Rhapsody, ºO.A.R., United Way of Metropolitan Chicago e LA Food Bank para celebrar o lançamento da nossa nova embalagem Cold Activation Window com consumidores de todos os lugares”.

  • Desde que Bill Coors inventou a lata de alumínio, em 1959, as inovações em cervejas e aprimoramentos das embalagens têm sido a marca de contraste da companhia, que visa a entregar a cerveja mais gelada e fresquinha para os consumidores. Entre outras recentes inovações de Coors Light e Coors Banquet estão: lata e garrafa com tecnologia de refrigeração ativada (as montanhas no rótulo ficam azuis quando a cerveja está pronta para o consumo); lata com ampla boca respiradoura (o primeiro respiradouro com uma ampla abertura que entrega uma experiência de consumo homogênea);Super Cold Draft, um inovador sistema que entrega a cerveja gelada, e a caixa refrigeradora de garrafas plásticas. Primeira embalagem refrigeradora pronta para gelar.

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Lacrar, decorar e informar

Icone Sem Categoria | Por Kleber em 18 de março de 2010

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Lacrar, decorar e informar
A Novelprint está reforçando a divulgação de sua linha de soluções extensíveis, com rótulos autoadesivos que cumprem as funções de lacrar, decorar e divulgar informações ao consumidor.
Popularmente conhecida como  rótulo bula, a combinação entre essas três variantes pode ser feita de acordo com as necessidades do fabricante e o formato da embalagem.
No caso da Novelprint, as soluções são oferecidas em defensivos agrícolas, medicamentos, alimentos, cosméticos e em embalagens pequenas com espaço insuficiente para informações adicionais. “Em muitos casos, a quantidade de informação ao consumidor excede o tamanho da própria embalagem. Os rótulos bulas são uma ótima alternativa para solucionar esse problema”, avalia Osvaldo Belintani, superintendente técnico da Novelprint.
Belintani destaca que outra vantagem é a possibilidade de eliminar o cartucho e a impressão da bula separada.

bulanovelprintA Novelprint está reforçando a divulgação de sua linha de soluções extensíveis, com rótulos autoadesivos que cumprem as funções de lacrar, decorar e divulgar informações ao consumidor.

Popularmente conhecida como  rótulo bula, a combinação entre essas três variantes pode ser feita de acordo com as necessidades do fabricante e o formato da embalagem.

No caso da Novelprint, as soluções são oferecidas em defensivos agrícolas, medicamentos, alimentos, cosméticos e em embalagens pequenas com espaço insuficiente para informações adicionais. “Em muitos casos, a quantidade de informação ao consumidor excede o tamanho da própria embalagem. Os rótulos bulas são uma ótima alternativa para solucionar esse problema”, avalia Osvaldo Belintani, superintendente técnico da Novelprint.

Belintani destaca que outra vantagem é a possibilidade de eliminar o cartucho e a impressão da bula separada.

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Indústria Gráfica e de Embalgem:
Especialistas Propõem Fim do Empirismo
Na Apuração dos Custos e Formação de Preços
Cerca de 100 executivos, técnicos e profissionais das áreas de custos, orçamentos, vendas e gestão da indústria gráfica e de empresas de conversão participaram do seminário “Custos e Formação de Preços – Uma Questão Estratégica”, que a Metrics Sistemas de Informação organizou na última semana de fevereiro em sua sede, em São Paulo.
Em virtude da grande procura pelo tema, o evento foi realizado em duas seções (matutina e vespertina) e contou com exposições do consultor e professor Thomas Caspary – que é membro do Conselho Consultor da ABTG – e do Gerente Comercial da Metrics, Alexandre Rodrigues.
ABOLINDO OS CUSTOS EMPÍRICOS
Na abertura dos trabalhos, o Diretor da Metrics, Osmar Barbosa, fez uma avaliação sobre a inconsistência dos modelos de formação de preços, ainda empíricos, que são empregados em grande parte das empresas, e alertou para a necessidade de processos capazes de revelar aspectos como custos indiretos e a contribuição marginal de cada produto na apuração dos lucros no setor.
De acordo com Thomaz Caspary, embora haja uma clara evolução em curso nos modelos de gestão da indústria nacional do setor, ainda é bastante comum a prática de definição dos custos a partir de critérios pouco efetivos, como o cálculo baseado nos custos de papel ou a fixação de valores, nem sempre muito precisos, de custo hora-máquina, como base para a definição dos orçamentos.
“Ainda é bastante usual a fixação de variantes como custo por milheiro ou por hora de ocupação de máquina para se balizar o custo e fixar o preço dos produtos, mas há muito tempo se sabe que estes critérios são insuficientes para garantir valores compatíveis com a competitividade e as expectativas concretas de lucratividade em nossa área”, assinala o consultor.
Thomaz Caspary comentou ainda os diversos sistemas de custos empregados pela indústria – como é o caso do RKW – e falou sobre a grande ampliação do número de empresas que estão adotando modelos informatizados de gestão e seus impactos na produtividade destas empresas. Segundo ele, entretanto, as empresas ainda precisam disseminar a cultura da administração por métricas e promover a integração entre áreas como vendas, orçamento, PCP e a gestão financeira do negócio.
“Só através da tecnologia e de controles matemáticos em todas as etapas será possível eliminar a desconexão entre estas diversas áreas e acabar com as contradições que, muitas vezes, colocam em pé de guerra as equipes de vendas e o pessoal de chão de fábrica nas gráficas e convertedoras”, comentou o palestrante.
O Gerente Comercial Alexandre Rodrigues, apresentou aos participantes a visão integrada da Metrics em relação aos processos de formação de preços a partir da articulação de informações de todas as fontes envolvidas na cadeia de produção do setor. Segundo ele, um dos benefícios desta tecnologia está exatamente em permitir a uniformidade dos processos e a eliminação do elemento subjetivo na elaboração de dados. “Quando se substituem os apontamentos manuais pela coleta digital de dados, diretamente das máquinas de produção, e em tempo real, o nível de consistência dos cálculos aumenta substancialmente e se distribui por todo o processo, possibilitando a emergência das métricas”, exemplifica Rodrigues.
O Seminário Custos e Formação de Preços – Uma Questão Estratégica integra a série de eventos Jornada Tecnológica Aprimore, que a Metrics organiza periodicamente para disseminar os novos paradigmas de gestão junto a empresas gráficas.

Na última semana de fevereiro, cerca de 100 executivos, técnicos e profissionais das áreas de custos, orçamentos, vendas e gestão da indústria gráfica e de empresas de conversão participaram do seminário “Custos e Formação de Preços – Uma Questão Estratégica”, que a Metrics Sistemas de Informação organizou em sua sede, em São Paulo.

O evento contou com exposições do consultor e professor Thomas Caspary, membro do Conselho Consultor da ABTG, e do Gerente Comercial da Metrics, Alexandre Rodrigues.

Custos empíricos

O Diretor da Metrics, Osmar Barbosa, fez uma avaliação sobre a inconsistência dos modelos de formação de preços, ainda empíricos, que são empregados em grande parte das empresas, e alertou para a necessidade de processos capazes de revelar aspectos como custos indiretos e a contribuição marginal de cada produto na apuração dos lucros no setor.

De acordo com Thomaz Caspary, embora haja uma clara evolução em curso nos modelos de gestão da indústria nacional do setor, ainda é bastante comum a prática de definição dos custos a partir de critérios pouco efetivos, como o cálculo baseado nos custos de papel ou a fixação de valores, nem sempre muito precisos, de custo hora-máquina, como base para a definição dos orçamentos.

“Ainda é bastante usual a fixação de variantes como custo por milheiro ou por hora de ocupação de máquina para se balizar o custo e fixar o preço dos produtos, mas há muito tempo se sabe que estes critérios são insuficientes para garantir valores compatíveis com a competitividade e as expectativas concretas de lucratividade em nossa área”, assinala o consultor.

Thomaz Caspary comentou ainda os diversos sistemas de custos empregados pela indústria – como é o caso do RKW – e falou sobre a grande ampliação do número de empresas que estão adotando modelos informatizados de gestão e seus impactos na produtividade destas empresas. Segundo ele, entretanto, as empresas ainda precisam disseminar a cultura da administração por métricas e promover a integração entre áreas como vendas, orçamento, PCP e a gestão financeira do negócio.

“Só através da tecnologia e de controles matemáticos em todas as etapas será possível eliminar a desconexão entre estas diversas áreas e acabar com as contradições que, muitas vezes, colocam em pé de guerra as equipes de vendas e o pessoal de chão de fábrica nas gráficas e convertedoras”, comentou o palestrante.

O Gerente Comercial Alexandre Rodrigues, apresentou aos participantes a visão integrada da Metrics em relação aos processos de formação de preços a partir da articulação de informações de todas as fontes envolvidas na cadeia de produção do setor. Segundo ele, um dos benefícios desta tecnologia está exatamente em permitir a uniformidade dos processos e a eliminação do elemento subjetivo na elaboração de dados. “Quando se substituem os apontamentos manuais pela coleta digital de dados, diretamente das máquinas de produção, e em tempo real, o nível de consistência dos cálculos aumenta substancialmente e se distribui por todo o processo, possibilitando a emergência das métricas”, exemplifica Rodrigues.

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O mercado de cervejas envasadas em garrafas PET com tampas plásticas de rosca está crescendo. Isso começou há alguns anos, em vários países da Alemanha, principalmente, na Europa Oriental. Para garantir a qualidade da cerveja, a Bericap introduziu um seqüestrador de oxigênio, que o absorve no headspace da garrafa PET de cerveja. Esse é um importante desenvolvimento para o shelf life da bebida, pois a cerveja é sensível ao oxigênio.

A empresa desenvolveu a tampa com seqüestrador de oxigênio DoubleSeal SuperShorty® Crown para gargalos PCO 1881 para a primeira cerveja em garrafa PET no mercado alemão. Fora da Europa, a tampa será adotada no mercado chinês.

A cervejaria Martens China junto com sua parceira FEG e a Suntory, do Japão, apostou na primeira linha de envase de cervejas em garrafas PET com a tampa DoubleSeal SuperShorty® Crown O2 para gargalos PCO 1881.

Garrafas PET de cerveja requerem propriedades de barreira e propriedades de oxigênio para a tampa absorver o oxigênio do headspace de um lado e evitar a entrada do oxigênio do outro lado. Especialmente para o mercado de cerveja, a Bericap desenvolveu um design de rosca que é muito similar à tradicional tampa de cerveja crown cork, além disso mantém a integridade do produto.

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CervejasBierland_blog_packDesde outubro, boa parte do Brasil conhece a cerveja da Bierland, cervejaria artesanal de Blumenau (SC). Conhecida desde 2003 pela qualidade do chope, a Bierland passa agora a produzir cerveja em garrafas de 600 ml. Num primeiro momento a distribuição será apenas para os estados do Sul, Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo. Mas os planos do proprietário Eduardo Krueger são de aumentar a área de abrangência no início do próximo ano.

Os apreciadores de cerveja poderão encontrar nos supermercados e casas especializadas três tipos da bebida produzida pela Bierland: Weizen, Pilsen e Bock. Os investimentos na ampliação da fábrica foram de cerca de R$ 700 mil e a expectativa é de que o faturamento da empresa cresça 50% já no primeiro ano.

As cervejas Bierland que chegam ao mercado são: Pilsen, Bock e Weizen. 

Quando começou a produzir, em 2003, a capacidade instalada da Bierland era de 20 mil litros por mês, número que posteriormente passou para 70 mil litros/mês. A Bierland investiu no que há de mais moderno em equipamentos para produção de cerveja. Um moinho próprio foi adquirido para triturar o malte de acordo com a granulação adequada. Esse procedimento evita a interferência de elementos externos e também garante a moagem em prazo ideal para a qualidade do chope.

Todos os tanques são de aço inox. A fábrica opera com total controle microbiológico e alto padrão de limpeza – pisos e paredes revestidos com materiais especiais – requisitos fundamentais para garantir a qualidade final do produto.

Veja também: Cervejaria Petrópolis lança Itaipava e Crystal em garrafa de 1 Litro

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A Associação Brasileira do Papelão Ondulado (ABPO) anunciou nesta semana que as vendas do setor de Papelão Ondulado atingiram 205,7  mil toneladas em  setembro último, um  crescimento de 6,11% em relação a agosto deste ano  (193,9  mil toneladas) significando produção maior de  5,05% em relação ao mesmo mês de 2008 (195,8 mil toneladas).

O setor acumula vendas de  1.645,8 mil   toneladas até  setembro último  (1.722,5  mil toneladas até o mesmo periodo  de 2008).

    O presidente da entidade, Paulo Sérgio Peres,  avalia que ”as vendas de setembro ficaram acima das previsões do setor” sendo a primeira importante variação positiva pós-crise.

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Latas de aço e alumínio

Icone Sem Categoria | Por Kleber em 11 de agosto de 2009

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logo-guru-pack_blogOlá,

Estou procurando alguém que faça latinhas de alumínio pequenas retangulares para colocar balinhas tipo “tic tac” para brinde. Será que pode me ajudar?

Obrigado

[ Mauricio Machado ]

Prezado Mauricio,

Para que você tenha mais opções, estou enviando nomes de empresas que fazem latas de alumínio e de aço: Rexam Beauty Packaging do Brasil, Cia Metalúrgica Prada, Cia Metalúrgica do Brasil, ARO, Brasilata S/A Embalagens Metálicas, Litografia Valença Ltda, Metalgráfica Itaquá Ltda. No site http://www.abre.org.br/ você também poderá encontrar mais opções.

Atenciosamente,

Paulo E. Pereira*

logo_prodesign_blog_pack* Paulo E. Pereira é diretor da agência ProDesign, de São Paulo.

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tetra-pakA multinacional sueca Tetra Pak, fabricante de embalagens cartonadas, acaba de inaugurar uma nova planta de materiais de embalagens, em Hohhot, nordeste da China, que vai operar com energia de fontes renováveis. Ela é uma das fábricas mais avançadas do mundo para produção de embalagens cartonadas assépticas e vai aumentar a presença da empresa no País. A Tetra Pak investiu 60 milhões de euros na construção da planta fabril. A capacidade total de produção nas quatro plantas instaladas na China será de aproximadamente 50 bilhões de embalagens ao ano.

A planta fabril de Hohhot é a primeira, no interior da Mongólia, e é uma das primeiras da China, que utiliza energia verde. A fábrica vai consumir 20 milhões de kWh de energia renovável ao ano, o que corresponde a uma economia estimada de 16 mil toneladas de CO2 ao ano. A eletricidade verde fornecida pela Tetra Pak é originária da força do vento.

“Há 30 anos, quando a China começou a reforma econômica, a Tetra Pak chegou ao País, acreditando no seu potencial de mercado. Somos gratos pela confiança depositada em nós pela indústria chinesa de laticínios e de bebidas durante esse período e pela oportunidade de participar do crescimento dessa indústria com nossa tecnologia inovadora e soluções de serviços. Hoje, a China é um dos nossos maiores mercados mundiais”, diz Dennis Jönsson, presidente e CEO da Tetra Pak.  “Essa nova planta industrial é um exemplo do nosso foco em investir em uma produção eficiente e o nosso compromisso em proteger o meio ambiente. Com programas ambientais em todo o nosso negócio, vamos continuar a entregar vantagens competitivas para os nossos clientes”, conclui o executivo.

 

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SOBRE O BLOG DA PACK

O Blog da Pack acompanha o mercado de embalagens no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades e curiosidades que envolvem toda a cadeia produtiva do setor. Este espaço é um subproduto da revista e do site Pack, editados pela redação da Editora Banas.

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KLEBER PINTO

Jornalista com oito anos de experiência em jornalismo online. É editor dos sites da Editora Banas Pack, P&S, P&S Agro e Radar Industrial. Foi repórter e editor nos portais UOL, Terra e Globo.com, nas editorias de cultura, saúde, cidades e tecnologia.

MARGARET HAYASAKI

Formada em jornalismo pela Universidade Paulista Júlio de Mesquita Filho (Unesp-Bauru) e pós-graduada em Comunicação Empresarial pela Faculdade Cásper Líbero, Margaret Hayasaki atua há 10 anos no jornalismo especializado em embalagem. Começou como redatora na revista Pack e hoje é editora-chefe.

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