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envase_dragao_narita A Interlândia, envasadora de água sanitária mais conhecida como Dragão, inaugurou a linha de maior capacidade de envase de todo o nordeste brasileiro.

A linha projetada para 1.400 caixas/hora foi instalada na unidade da empresa em Alagoas, e é responsável por 100% da produção da empresa em frascos de dois litros. Esta linha foi adquirida pelas empresas Narita e Nicale, em mais uma ação arrojada da Dragão.

“Para nós, a instalação desta linha de envase na empresa Dragão tem um significado muito grande, quem é do mercado entende o porque.” Afirma Alessandro Carlo Angeli, presidente das empresas Narita e Nicale.

A linha esta composta por: Posicionador de Frascos, Rotuladora Bopp, Envasadora Rotativa com 30 Bicos de Enchimento e 10 de Rosqueamento (30/10), Armadora de Caixa e Encaixotadora.

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Blogueiros em férias

Icone negócios | Por Tatiana em 23 de dezembro de 2009

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Olá,

Margaret Hayasaki e eu estamos em férias. Retornamos no dia 4 de janeiro de 2010.

Aproveitamos o espaço para desejar um Ano Novo repleto de boas oportunidades e muito sucesso para toda a indústria de embalagem.

Ao longo de 2009, usamos este espaço para informar e trocar opiniões sobre os mais diversos assuntos do segmento. Foram 367 posts e 343 comentários. Fica aqui registrado nosso muito obrigado pela interação!

Um forte abraço e feliz 2010!

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Acontece nesta terça-feira, 15, às 18h, na Livraria Martins Fontes, em São Paulo, o lançamento de uma coleção de três livros que aborda o tema impressão digital. O evento é uma realização do Grupo Empresarial de Impressão Digital (GE-DIGI), da Abigraf São Paulo.

Anote o nome das obras: “Impressão Digital: Introdução e Tecnologia”, de Bruno Mortara; “Impressão Digital: Aplicações com Dados Variáveis”, de Fernando Steler; e “Impressão Digital: Transpromo”, de Hamilton Terni Costa e Marco Antonio Tiburcio.

Elaborada de forma didática, a proposta da coleção é difundir a tecnologia junto ao meio acadêmico e aos profissionais do setor gráfico.

A coleção pode ser adquirida pela internet: www.livrariacultura.com.br e www.asabeca.com.br . O preço sugerido para cada livro é de R$ 20

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O Comitê de Design da Associação Brasileira de Embalagem (ABRE) desenvolveu uma pesquisa para traçar e apresentar um panorama do mercado de Design de Embalagem em 2009 (com o ano base 2008).

As informações foram coletadas mediante questionário enviado a todas as agências participantes do Comitê de Design da ABRE. Desse total, 35 agências responderam à pesquisa, representando uma adesão de 92,11%. 

Esse grupo de agências reúne as principais empresas de design de embalagem do país, que juntas promovem e participam de uma série de atividades com o intuito de qualificar, especializar, fortalecer e dinamizar as atividades relativas ao design de embalagem.
Entre os dados apurados estão informações sobre onde estão localizadas as principais agências do Comitê, há quanto tempo atuam no mercado, há quanto tempo desenvolvem design de embalagem, número de profissionais envolvidos na operação, quanto o design de embalagem representa no faturamento da empresa, número de projetos concluídos, tipos de projetos realizados – novos ou redesign, qual mercado alvo – mercado nacional, latino-americano ou global, entre outros.

Conclusões
Delineando as atividades desses escritórios, a pesquisa concluiu que 70,3% das agências participantes do Comitê estão instaladas no estado de São Paulo, 71% das agências associadas estão no mercado há mais de 10 anos e 40% desse total está presente há mais de 15 anos em sua área de atuação.

Em relação à contratação do design de embalagem, foi apurado que 57% desses escritórios atendem entre 16 e 20 clientes por ano com 66% dos clientes sendo atendidos há pelo menos três anos pela mesma agência.

Outro dado que chamou a atenção comprovou a expertise dessas agências no design de embalagem, pois 75% dos escritórios trabalham com embalagens há mais de 10 anos com 31% desse total atuando na área há mais de 15 anos.

As agências associadas tiveram, em média, 10 colaboradores envolvidos em suas operações em 2008 com 35% das agências empregando entre 11 e 20 profissionais e 42% das agências empregando mais de 20 profissionais com formação superior, multidisciplinar e altamente qualificados.

A pesquisa também concluiu que 53% das receitas das agências são oriundas de serviços de design de embalagens, evidenciando uma expressiva representatividade e foco.

Em um ano, 51% dos escritórios atuaram em mais de 31 projetos (itens isolados ou linhas de produtos) e 77% dos projetos concluídos de design de embalagem se destinaram ao mercado brasileiro (novos e redesign). Desse total, 47% dos projetos se referem a design de embalagem e estrutural.

77% dos projetos concluídos de design de embalagem se destinaram ao mercado brasileiro (novos e redesign)

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O consumo de produtos de limpeza cresceu durante a crise econômica. Além do saldo positivo, 2009 foi marcado pelo lançamento do Programa Movimento Limpeza Consciente, uma iniciativa frente aos desafios do desenvolvimento sustentável do setor nos aspectos: ambiental, econômico, social e cultural.

O setor de produtos de limpeza tem motivos para comemorar o encerramento de 2009 e a chegada de 2010. As indústrias de produtos de limpeza tiveram efeitos positivos durante a crise econômica, de acordo com a Associação Brasileira das Indústrias de Produtos de Limpeza (Abipla), que lançou em 2009 o Programa Movimento Limpeza Consciente, voltado ao desenvolvimento sustentável.

Até o final deste ano, o setor movimentará mais de R$ 12 bilhões, o que significa um crescimento no faturamento entre 6,5% a 7,0% em comparação com o ano passado (2008). Já em volume de vendas, o crescimento será mais de 8%. Mais uma vez, o saldo do ano é positivo com crescimento em faturamento e volume de vendas acima do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro.

Este crescimento demonstra a essencialidade dos produtos de limpeza na cesta de compras do brasileiro tanto do ponto de vista de saúde pública quanto do bem-estar da população. Aliás, durante o período de crise econômica, as pessoas ficaram mais tempo em casa por conta da diminuição das atividades de lazer e, por isso, mais atentas à limpeza da casa.

Outro fator que contribuiu com a preocupação com a limpeza em 2009 foi a percepção do consumidor diante da relação do uso de produtos de limpeza com a prevenção de doenças, a exemplo da disseminação do vírus A (H1N1).

“O setor tem grande potencial de crescimento, haja vista os resultados que apresentamos num ano de crise, como 2009, o que demonstra que os produtos de limpeza são itens essenciais de higiene com relevância para a saúde pública e presença importante no dia a dia do consumidor”, comenta Maria Eugenia Proença Saldanha, diretora executiva da Abipla.

Balança Comercial: Produtos de Limpeza
A balança comercial do setor deve fechar o ano com déficit menor do que no ano passado. O saldo entre a diferença de exportações e importações deve cair dos US$ 199,2 milhões, registrados em 2008, para US$ 149,8 milhões.

Com dados estimados para os meses de novembro e dezembro, as exportações devem voltar aos patamares de 2007 com cerca de U$ 270,2 milhões em 2009. No entanto, este valor foi 12,6% menor do que o ano passado, tendo em vista os reflexos da crise financeira internacional. Já as importações tiveram uma redução de 17,5% quando comparado ao ano passado.

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Simpep empossa nova diretoria

Icone negócios | Por Tatiana em 26 de novembro de 2009

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Nesta quinta-feira, 26, o Sindicato da Indústria de Material Plástico do Estado do Paraná (Simpep) empossa a nova diretoria para a gestão 2009/2012, em jantar de confraternização na Maison Barigui, em Curitiba.

A grande novidade é que o cargo de presidente será assumido por Denise Dybas Dias, a primeira mulher a presidir o sindicato nestes 33 anos de história. Denise recebeu o apoio e a indicação da atual gestão presidida por Dirceu Galléas, que vê como promissora e importante a participação da mulher no cenário empresarial.

“A Denise é muito competente, está no segmento há 17 anos fazendo um grande trabalho em sua empresa e tenho certeza que será uma ótima presidente para nossa instituição”, afirmou Galléas.

A nova presidente, além de dar continuidade ao trabalho que vem sendo desenvolvido, também vai encampar várias bandeiras, entre elas o aprimoramento dos serviços oferecidos pelo sindicato, aumentar o número de associados e apostar na capacitação profissional.

Outra proposta da presidente é pleitear junto ao governo benefícios para as empresas do setor plástico que, segundo ela, vêm sofrendo com a alta carga tributária e a atual guerra fiscal dos Estados. “É um novo desafio assumir este cargo, mas conto com uma excelente diretoria e, juntos iremos desenvolver um trabalho sério que leve benefícios para todas as empresas de transformação”, diz Denise.

 Hoje o setor plástico paranaense conta com 600 empresas, que geram 18 mil empregos diretos. O faturamento anual do setor é de US$ 3,2 bilhões.

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CEO da Brasilata, Antonio C.Teixeira Álvares e equipe em cerimônia da premiação: reconhecimento à dedicação da equipe Brasilata

CEO da Brasilata, Antonio C.Teixeira Álvares e equipe em cerimônia da premiação: reconhecimento à dedicação da equipe Brasilata

Neste asno, a Brasilata conquistou a medalha de Ouro, no Nível II – 500 pontos, ao lado das empresas Arcelor Mittal (Piracicaba-SP) e Companhia de Bebidas Ipiranga no Prêmio Paulista de Qualidade de Gestão.

“Conquistar o Ouro no Prêmio Paulista de Qualidade de Gestão na categoria de 500 pontos valida a gestão inovadora da Brasilata como empresa que estimula o meio inovador interno. A Brasilata cultiva um ambiente de trabalho que favorece o surgimento de iniciativas individuais e grupais para a busca de novas soluções na atividade empresarial”, afirma Antonio Carlos Teixeira Álvares, CEO da Brasilata e professor da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas.

A cerimônia foi realizada em outubro no Centro de Convenções Rebouças (SP), premiando 36 organizações paulistas que mantêm os melhores sistemas de gestão, analisados de acordo com as diretrizes do Prêmio Nacional da Qualidade.

Na etapa de 2009, 51 organizações foram inscritas, das quais 38 passaram no processo de elegibilidade e, ao final da Etapa 1, quando é feita a análise do Relatório de Gestão, 36 organizações foram visitadas e 24 foram premiadas. O Prêmio Paulista de Qualidade da Gestão (PPQG) analisa a gestão sob os seguintes critérios: Liderança, Estratégia e Planos, Clientes, Sociedade, Informações e Conhecimentos, Pessoas, Processos e Resultados.

Entre as organizações inscritas, que são avaliadas por uma Banca Examinadora voluntária e independente, figuram empresas privadas, empresas de economia mista, órgãos da administração pública e organizações educacionais e de ensino.

A Brasilata, um dos principais fabricantes de latas de aço do país, produz a linha completa de embalagens metálicas para tintas, produtos químicos e alimentos secos com sistemas de fechamento exclusivos, patenteados e exportados para o mercado internacional.

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coca-cola_fabrica_interna_blog_packO presidente do Conselho e CEO da The Coca-Cola Company, Muhtar Kent, esteve no Brasil para inaugurar a primeira fábrica verde do Sistema Coca-Cola na América Latina e anunciar com a liderança da Coca-Cola Brasil os investimentos no País para os próximos anos.

Localizada em Fazenda Rio Grande, na Grande Curitiba, a nova planta da Leão Junior -  que faz, entre outros produtos, o tradicional Matte Leão – terá capacidade de produzir quase 11 mil toneladas de diversos tipos de chás secos por ano.

Os investimentos da empresa no Brasil aumentarão mais de 75% nos próximos cinco anos, 2010-2014, alcançando R$ 11 bilhões (US$ 5,8 bilhões). Entre 2005 e 2009, os investimentos somam R$ 6 bilhões (US$ 3,3 bilhões). Além do crescimento das operações da Coca-Cola Brasil, o País sediará a Copa do Mundo Fifa 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016, criando oportunidades adicionais de crescimento. “O Brasil é um dos primeiros mercados da Coca-Cola no mundo. Ao longo dos últimos 25 anos, vimos nosso volume de vendas nessa nação crescer 50 vezes”, disse Muhtar Kent.

“A abertura dessa fábrica hoje mostra o importante papel que a Leão Junior desempenha no futuro da Coca-Cola Brasil. Como a Coca-Cola, a Leão é uma empresa respeitada, que tem hidratado seus consumidores por mais de um século”, completou Kent, em seu discurso na quinta-feira, 12, na inauguração da nova unidade da Leão Junior – empresa que integra o Sistema Coca-Cola Brasil desde 2007.

Presidente mundial da Coca-Cola, Muhtar Kent, e o diretor geral da Leão, Michel Davidovich

Presidente mundial da Coca-Cola, Muhtar Kent, e o diretor geral da Leão, Michel Davidovich

A fábrica foi construída de acordo com os mais avançados conceitos de sustentabilidade, seguindo os padrões da certificação LEED (Leadership in Energy and Environmental Design) e alinhada com a plataforma de sustentabilidade da Coca-Cola Brasil, Viva Positivamente. Planejada pelos princípios de bioarquitetura, que visam causar o menor impacto possível no meio ambiente, ela foi cuidadosamente concebida para utilizar aspectos diferenciais de sustentabilidade. Em seu terreno de 110 mil metros quadrados, sendo apenas 20 mil de área construída, são utilizados recursos e tecnologias que respeitam e preservam a natureza. “Esta é a primeira de muitas fábricas ‘verdes’ do Sistema Coca-Cola Brasil. De acordo com nossas metas de sustentabilidade, todas as unidades novas ou que passarem por reformas seguirão os conceitos de certificação LEED”, destaca Marco Simões, vice-presidente de Comunicação e Sustentabilidade da Coca-Cola Brasil.

A estimativa de economia de energia na nova fábrica é de até 23%, conquistada por meio da utilização de telhas translúcidas – que garantem a iluminação natural do ambiente -, do telhado verde (telhado vivo) e da ventilação natural que permitem uma redução no uso de ar condicionado. O consumo de água também será reduzido em 36%, devido ao reaproveitamento da água da chuva utilizada nos banheiros, limpeza e irrigação.

A unidade segue rigorosamente todas as normas brasileiras da construção civil (ABNT/CB-02 Construção Civil e CONAMA 307), além dos altos padrões estabelecidos pela Coca-Cola em âmbito mundial. Para atestar o comprometimento da Leão, a fábrica está em processo de obtenção da certificação LEED, fornecida pelo Green Building Council Brasil, o que garante a implantação das boas práticas da construção sustentável.

Estas mudanças beneficiarão também seus colaboradores, proporcionando melhoria na qualidade de vida e de trabalho. Para a construção da nova planta, aproximadamente 200 profissionais provenientes de Fazenda Rio Grande foram alocados. Desta maneira, a Leão passa a contribuir ainda mais  para o desenvolvimento da economia local.

“Com o lançamento da nova fábrica, a Leão reafirma seu compromisso com o desenvolvimento do Estado do Paraná, gerando empregos e receita para a região, além de se comprometer com as melhores práticas do conceito sustentabilidade, presentes nesta unidade”, ressalta Michel Davidovich, diretor-geral da Leão. “Para produzir chás 100% naturais, nada melhor que uma fábrica integrada à natureza”, completou.

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Produção e venda de alimentos em alta

Icone Consumo, negócios | Por Tatiana em 8 de novembro de 2009

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Uma pesquisa conjuntural da Associação Brasileira das Indústrias da Alimentação (ABIA) divulgada na última semana  mostra que o setor de alimentos e bebidas cresceu 1,81% nos últimos 12 meses. Em setembro, por exemplo, a produção física aumentou (em volume) 0,48% e o número de empregos, 2,25%. Na comparação de setembro de 2009 com o mesmo mês de 2008, as vendas reais apresentaram expansão de 5,97%; a produção física (volume) 4,60%; e o pessoal ocupado, 0,36%.

A comparação entre o acumulado de janeiro a setembro, com igual período de 2008, também traz números mais favoráveis: vendas, 3,52%; a produção física (volume), 0,74%; e o número de empregos, 1,39%.

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Começa em São Paulo nesta segunda-feira, 26, o 42º Congresso e Exposição Internacional de Celulose e Papel da ABTCP, no Expo Transamérica, em São Paulo. Até a quinta-feira, 29, a indústria discutirá inovação e sustentabilidade.

O diretor comercial da Ibema – Companhia Brasileira de Papel, Túlio Gomes, abordará o tema no painel “Inovação e Sustentabilidade – Desafios e oportunidades para o crescimento sustentável”, que será realizado no dia 28 de outubro, das 13h30 às 18h. Ele exporá sua percepção sobre o cenário atual do mercado e reforçará a necessidade de investir na melhor comunicação das ações sustentáveis do setor junto ao mercado nacional e internacional.

Túlio Gomes acredita que os dois produtos – celulose e papel – terão comportamentos distintos no próximo ano. O segmento de celulose, muito dependente das exportações, ainda terá um ano difícil em 2010, pois mercados maduros, como Europa e América do Norte, não deverão se recuperar tão rápido quanto o necessário. Em contrapartida, a China apresentará recuperação significativa da demanda, o que será suficiente para equilibrar a equação oferta  e procura do mercado global.

Quanto ao papel, os segmentos mais voltados para o mercado interno deverão apresentar boa recuperação, com expectativa de crescimento igual ou um pouco superior ao desempenho do PIB, que deve crescer entre 4% e 6%. A demanda poderá inclusive ser superior ao aumento da oferta, exceção feita ao papel Off Set, em função da continuidade da acomodação no mercado da produção da nova fábrica da International Paper em Três Lagoas.

Entre as inovações fundamentais para se diferenciar do mercado global, Gomes destacará a correta comunicação da atuação sustentável do setor, que conta no País com uma condição privilegiada, em especial em função de suas florestas renováveis. “Para avançar em relação aos padrões globais, é preciso fazer a sociedade perceber que a celulose e o papel brasileiros são produtos de elevados índices de inovação e sustentabilidade, assim como reforçar que as empresas e toda a sociedade se beneficiam disto. Nosso design é arrojado e criativo, o que também nos dá um diferencial importante em relação aos mercados tradicionais”, destaca o diretor da Ibema.

Segundo ele, a questão da sustentabilidade no mercado de celulose e papel ainda é heterogênea, mas importantes empresas são realmente comprometidas, o que torna o setor uma referência mundial em ações sustentáveis, bem como em inovação, com práticas muito mais concretas e visíveis que suas congêneres do hemisfério norte. Outro fator relevante é que os programas sociais desenvolvidos junto às comunidades onde elas estão presentes são exemplos destas iniciativas. Os fabricantes nacionais de papel não integrados – usualmente empresas de menor porte – também têm suas iniciativas nos campos da inovação e da sustentabilidade, mas comunicam com muita timidez estas práticas, tanto internamente no setor, quanto para a sociedade.

“A demanda internacional por sustentabilidade está crescendo. Apesar de ainda existir uma certa hipocrisia nas compras dos grandes players internacionais – que exigem práticas avançadas e custosas de sustentabilidade, mas não hesitam em comprar de quem não as possui como forma de pressionar o preço para baixo,  penso que, no curto prazo, as empresas que adotam práticas efetivas e consistentes como instrumento de gestão, e não de marketing, vão se diferenciar das demais” afirma Gomes. Esta diferenciação pode não se  traduzir em maiores preços para os produtos, mas assegurará o transito das corporações em um ambiente mais estável e duradouro, com ganhos importantes como a redução da informalidade e da inadimplência do setor.

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SOBRE O BLOG DA PACK

O Blog da Pack acompanha o mercado de embalagens no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades e curiosidades que envolvem toda a cadeia produtiva do setor. Este espaço é um subproduto da revista e do site Pack, editados pela redação da Editora Banas.

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TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

MARGARET HAYASAKI

Formada em jornalismo pela Universidade Paulista Júlio de Mesquita Filho (Unesp-Bauru) e pós-graduada em Comunicação Empresarial pela Faculdade Cásper Líbero, Margaret Hayasaki atua há 10 anos no jornalismo especializado em embalagem. Começou como redatora na revista Pack e hoje é editora-chefe.

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