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Clarion Events e Greenfield formam Joint-venture e anunciam a realização da Embala e Alimentécnica em São Paulo
Joint-venture entre as promotoras traz ao maior centro de negócios da América Latina a 18ª edição do Programa Embala, com as feiras integradas Embala e Alimentécnica, de 24 a 27 de abril de 2012, no Centro de Exposições Imigrantes.
A Clarion Events e a Greenfield Business Promotion anunciaram oficialmente nesta terça-feira (25/5), em São Paulo, a formação da joint-venture que trará à capital paulista as feiras Integradas Embala e Alimentécnica. Formatadas para atender às mais recentes tendências do mercado, a Embala – Feira Internacional da Cadeia Integrada de Embalagens e a Alimentécnica – Feira Internacional de Processamento para Indústrias de Alimentos e Bebidas oferecerão soluções completas em processamento e envase de produtos alimentícios, farmacêuticos, cosméticos e químicos.
Análises mercadológicas regionais realizadas pela Greenfield ao longo dos últimos anos, assim como o patrocínio de pesquisas desenvolvidas pela GFK e orientadas pelo Núcleo de Embalagens da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM) identificaram o atual estágio de intercâmbio de conhecimento entre fornecedores e usuários de embalagens e processos industriais. “Os resultados desses estudos foram avaliados com as principais entidades de classe, empresas e fornecedores e deram origem ao mapeamento de oportunidades que está sendo desenvolvido para a 18ª edição do Programa Embala”, explica André Mozetic, diretor da Greenfield.
Segundo ele, o aumento das exportações de alimentos industrializados e o novo
mapa de abastecimento brasileiro, transformado pelo crescimento da renda e pela mudança no perfil do consumidor, são itens de destaque nas pesquisas e na estratégia de negócios das empresas, e também estarão no escopo da Embala e Alimentécnica 2012.
“Estamos estruturando um evento completo e que atenda fielmente aos anseios do mercado”, enfatiza.
Convergência de objetivos e internacionalização do Programa Embala
A Joint-venture com a promotora de feiras de origem inglesa Clarion Events, que opera no Brasil desde 2008, deu-se pela convergência de objetivos em realizar feiras e eventos de alto desempenho em setores e mercados estratégicos. A Clarion Events, maior empresa de capital fechado do setor de eventos na Inglaterra, figura como uma das mais atuantes empresas mundiais no setor de feiras e conferências e reúne, em seu portfólio, 90 eventos na Inglaterra, Alemanha, Emirados Árabes, Estados Unidos, Holanda, Singapura, África do Sul e Brasil.
De acordo com Mozetic, a Joint-venture Clarion Events – Greenfield visa não apenas aprimorar o desempenho técnico e comercial das feiras Embala e Alimentécnica, como, também, aprimorar o conhecimento de mercados estratégicos e de mecanismos que propiciem, a visitantes e expositores, a ampliação de negócios por meio do comércio exterior.
“A Joint-venture com a Clarion Events, que tem acesso e experiência em vários mercados internacionais, proporciona a internacionalização da feira”, diz.
Para Sérgio Jardim, diretor da Clarion Events no Brasil, os 30 anos de experiência dos diretores da Greenfield na promoção de feiras nos setores de embalagens e processos, somados aos resultados positivos já alcançados pelas 15 edições do Programa Embala, respaldam o sucesso da joint-venture.
Conferências especializadas
O Programa Embala tem como premissa identificar os gargalos inibidores do desenvolvimento nas áreas de embalagens e processos. Além das feiras integradas, o programa reúne eventos como o Embala Machine Show, Embala Design Show, Graphium Show e as rodadas de negócios Embala & Compra, que movimentam mercados nas regiões Norte, Nordeste, Centro-Oeste e Sudeste do País.
“A partir de agora as feiras integradas Embala e Alimentécnica contarão também com o know-how da divisão de Conferências da Clarion para oferecer ao mercado ainda mais expertise em eventos de conteúdo”, finaliza Sérgio Jardim.
Informações sobre a Embala e Alimentécnica 2012 estão disponíveis nos:
www.expoembala.com.br e www.expoalimentecnica.com.br

Joint-venture entre as promotoras traz para São Paulo a 18ª edição do Programa Embala, com as feiras integradas Embala e Alimentécnica, de 24 a 27 de abril de 2012, no Centro de Exposições Imigrantes.

A Clarion Events e a Greenfield Business Promotion anunciaram oficialmente na terça-feira (25), em São Paulo, a formação da joint-venture que trará à capital paulista as feiras Integradas Embala e Alimentécnica. Formatadas para atender às mais recentes tendências do mercado, a Embala – Feira Internacional da Cadeia Integrada de Embalagens e a Alimentécnica – Feira Internacional de Processamento para Indústrias de Alimentos e Bebidas oferecerão soluções completas em processamento e envase de produtos alimentícios, farmacêuticos, cosméticos e químicos.

Análises mercadológicas regionais realizadas pela Greenfield ao longo dos últimos anos, assim como o patrocínio de pesquisas desenvolvidas pela GFK e orientadas pelo Núcleo de Embalagens da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM) identificaram o atual estágio de intercâmbio de conhecimento entre fornecedores e usuários de embalagens e processos industriais. “Os resultados desses estudos foram avaliados com as principais entidades de classe, empresas e fornecedores e deram origem ao mapeamento de oportunidades que está sendo desenvolvido para a 18ª edição do Programa Embala”, explica André Mozetic, diretor da Greenfield.

Segundo ele, o aumento das exportações de alimentos industrializados e o novo mapa de abastecimento brasileiro, transformado pelo crescimento da renda e pela mudança no perfil do consumidor, são itens de destaque nas pesquisas e na estratégia de negócios das empresas, e também estarão no escopo da Embala e Alimentécnica 2012.

“Estamos estruturando um evento completo e que atenda fielmente aos anseios do mercado”, enfatiza.

Convergência de objetivos e internacionalização do Programa Embala

A Joint-venture com a promotora de feiras de origem inglesa Clarion Events, que opera no Brasil desde 2008, deu-se pela convergência de objetivos em realizar feiras e eventos de alto desempenho em setores e mercados estratégicos. A Clarion Events, maior empresa de capital fechado do setor de eventos na Inglaterra, figura como uma das mais atuantes empresas mundiais no setor de feiras e conferências e reúne, em seu portfólio, 90 eventos na Inglaterra, Alemanha, Emirados Árabes, Estados Unidos, Holanda, Singapura, África do Sul e Brasil.

De acordo com Mozetic, a Joint-venture Clarion Events – Greenfield visa não apenas aprimorar o desempenho técnico e comercial das feiras Embala e Alimentécnica, como, também, aprimorar o conhecimento de mercados estratégicos e de mecanismos que propiciem, a visitantes e expositores, a ampliação de negócios por meio do comércio exterior.

“A Joint-venture com a Clarion Events, que tem acesso e experiência em vários mercados internacionais, proporciona a internacionalização da feira”, diz.

Para Sérgio Jardim, diretor da Clarion Events no Brasil, os 30 anos de experiência dos diretores da Greenfield na promoção de feiras nos setores de embalagens e processos, somados aos resultados positivos já alcançados pelas 15 edições do Programa Embala, respaldam o sucesso da joint-venture.

Conferências especializadas

O Programa Embala tem como premissa identificar os gargalos inibidores do desenvolvimento nas áreas de embalagens e processos. Além das feiras integradas, o programa reúne eventos como o Embala Machine Show, Embala Design Show, Graphium Show e as rodadas de negócios Embala & Compra, que movimentam mercados nas regiões Norte, Nordeste, Centro-Oeste e Sudeste do País.

“A partir de agora as feiras integradas Embala e Alimentécnica contarão também com o know-how da divisão de Conferências da Clarion para oferecer ao mercado ainda mais expertise em eventos de conteúdo”, finaliza Sérgio Jardim.

Informações sobre a Embala e Alimentécnica 2012 estão disponíveis nos:  www.expoembala.com.br e www.expoalimentecnica.com.br

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Bom desempenho para a indústria de tintas

Icone negócios | Por Tatiana em 18 de maio de 2010

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Influenciado pela forte crise financeira que teve início no último trimestre de 2008, o ano de 2009 ficou marcado como um período de leve retração no mercado brasileiro de tintas e vernizes, após sucessivos anos de crescimento. O fechamento do ano registrou redução de 1,5% no consumo em relação a 2008, atingindo 398,2 milhões de galões, que totalizam mais de 1,43 bilhões de litros.

Os segmentos que mais sentiram os impactos da crise foram os que atendem às chamadas linhas industriais, que apresentaram redução de mais de 6% no seu total. As tintas para a indústria automotiva (OEM) encerraram 2009 com queda superior a 4%, enquanto as tintas para a indústria em geral apresentaram recuo de mais de 6,5% e as tintas para impressão uma redução de quase 8%. O segmento de repintura automotiva e complementos, por sua vez, registrou queda de pouco mais de 4%.

A exceção foi o segmento da construção civil, que, como um todo, obteve boa performance no País durante 2009, mesmo com a crise. As tintas para este setor apresentaram um pequeno crescimento, da ordem de 0,7%.

Balança Comercial

O volume de negócios do setor de tintas brasileiro com o exterior também recuou no último ano. Neste caso, além das influências da crise internacional, a valorização do real mediante o dólar afetou as exportações de tintas e vernizes, que totalizaram US$ 134,841 milhões em 2009. O resultado, cerca de 20% inferior ao obtido em 2008 (US$ 167,360 milhões), marcou a quebra na sequência de crescimento observada nos últimos anos. Entre 2004 e 2008, as exportações de tintas e vernizes cresceram cerca de 80%.

No campo das importações o desempenho não foi diferente. Segundo os valores apurados, em 2009 elas representaram US$ 212,244 milhões, contra US$ 230,295 milhões em 2008, o que representa queda de 7,8%.

Com retração tanto no mercado interno como no externo, o nível de emprego no setor de tintas e vernizes apresentou recuo de 3,42% no último ano. Com isso, retornou ao patamar de 2007, praticamente zerando o crescimento de 3,5% obtido em 2008. De um modo geral, todos os segmentos de aplicação de tintas pesquisados tiveram reduções de empregos: imobiliário, automotivo, industrial, gráfico e serigráfico, packing, artístico, etc.

Perspectiva de retomada

Apesar do desempenho negativo, a expectativa da cadeia produtiva de tintas é que 2010 fique marcado como o ano da retomada. De acordo com as projeções do Sitivesp, as vendas de tintas e vernizes deverão crescer em torno de 4% em comparação ao ano anterior, desempenho que tende a afetar também o nível de emprego, que deverá voltar a subir.

“A expectativa é que tenhamos um ano bem melhor. Fatores que podem ajudar a alavancar a economia são a implementação das obras ligadas ao PAC (Plano de Aceleração do Crescimento) e o Programa Minha Casa, Minha Vida. Sem contar que em 2010 teremos eleições majoritárias, que normalmente impulsionam os investimentos em obras em todo o País”, comenta Airton Sicolin, Assessor do Sitivesp.

Números do setor

Ano 2005 2006 2007 2008 2009
Consumo de tintas e vernizes em milhões de galões* 319,7 330,2 351,5 404,3 398,2
Faturamento das empresas do setor em bilhões de US$ 2,21 2,44 2,91 3,72 3,53
Balança Comercial

(importação)

em milhões de US$

134,103 138,014 165,534 230,295 212,244
Balança Comercial

(exportação)

em milhões de US$

106,765 119,570 141,802 167,360 134,841
Número de empregos gerados diretamente 16.600 16.933 17.707 18.326 17.699

Fonte: Sitivesp (Sindicato da Indústria de Tintas e Vernizes do Estado de São Paulo)

* galões de 3,6 litros. Inclui os segmentos de revenda (construção civil, repintura, solventes e complementos) e setor industrial (autoveículos, tratores, eletrodomésticos, construção naval, gráficas, tintas serigráficas, artísticas, madeiras, solventes, demarcação viária, ferroviárias, manutenção, etc.)

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Setor brasileiro de bebidas lança pela primeira vez campanha coletiva de conscientização
“Comemore com Sucesso, sem Excesso” celebra e conscientiza nos 35 anos da Associação Brasileira de Bebidas – ABRABE
Por meio da ABRABE, grandes representantes do setor brasileiro de bebidas* lançam pela primeira vez de forma coletiva uma campanha de conscientização, interativa e reflexiva no sentido do consumo responsável, inteligente, consciente.
São Paulo, 20 de abril de 2010 – Comemorar, sim, mas sem excesso. Esse é o conceito que dá origem ao mote “Comemore com Sucesso, sem Excesso”, mensagem-chave da Campanha que a Associação Brasileira de Bebidas – ABRABE lança em São Paulo direcionada ao público jovem.
A campanha estampa o consumo moderado, consciente, inteligente, com vistas à preservação da vida, da saúde e da celebração sem excessos indesejáveis. Primeira ação com foco no jovem assinada pela ABRABE, a iniciativa busca, por meio do estímulo à criatividade e à interatividade, uma reflexão construtiva junto ao target.
“Motivar a expressão gera reflexão, que, por sua vez, gera consciência e atitudes responsáveis. É esse o objetivo da ABRABE ao abordar os jovens nessa Campanha” afirma José Augusto, diretor-executivo da Abrabe.
De forma lúdica, interativa e motivando, sobretudo, a criatividade, a Campanha propõe que o jovem pare, pense e se manifeste acerca do consumo consciente. A partir do mote, “Comemore com Sucesso, sem Excesso”, foi desenhado um Concurso Cultural em três fases. Cada um dos três conceitos (comemoração; sucesso; sem excesso) representa uma etapa da campanha e o público poderá expressar o seu entendimento acerca de cada um deles por meio de uma frase, uma foto ou um vídeo.
As peças serão postadas no site www.comemoresemexcesso.com.br, de forma que serão votadas e concorrerão a prêmios voltados ao incentivo da arte de cada um dos participantes. Entre os itens escolhidos para a premiação estão notebook, câmera fotográfica e filmadora, que proporcionarão aos vencedores a renovação de sua criação artística, expressa por meio de texto, imagem ou imagem em movimento. Ao acessar o site, os participantes também encontrarão conteúdo informativo, curiosidades e notícias sobre consumo responsável.
Ativação da Campanha
Com informação e humor, durante todos os finais de semana até junho, freqüentadores de bares e universidades de São Paulo serão surpreendidos por blitzes em regiões como Baixa Augusta, Vila Madalena, Consolação, Vila Olímpia, Moema, Pompéia e Zona Norte, que atraem os jovens na capital paulista, sobretudo, nas noites de sexta e sábado.
Com forte apelo junto aos jovens, um Quiz Show e atividades do tipo stand up comedy devem aliar informações e dicas sobre o consumo consciente com toques do humor de improvisação para convidá-los a visitar o site e participar do Concurso Cultural.
Com coordenação e planejamento da Andreoli MS&L e execução da Fabpromo, a campanha conta com cerca de 100 inserções entre Abril e Maio na MIX FM – rádio de maior audiência jovem em São Paulo. Além disso, mais de 100 cartazes, 10 mil Mica Cards e mobilização nas principais redes sociais buscarão atrair a atenção da moçada até o mês de junho, quando se encerram as três etapas do Concurso Cultural.

Comemorar, sim, mas sem excesso. Esse é o conceito que dá origem ao mote “Comemore com Sucesso, sem Excesso”, mensagem-chave da Campanha que a Associação Brasileira de Bebidas – ABRABE lança em São Paulo direcionada ao público jovem.

A campanha estampa o consumo moderado, consciente, inteligente, com vistas à preservação da vida, da saúde e da celebração sem excessos indesejáveis. Primeira ação com foco no jovem assinada pela ABRABE, a iniciativa busca, por meio do estímulo à criatividade e à interatividade, uma reflexão construtiva junto ao target.

“Motivar a expressão gera reflexão, que, por sua vez, gera consciência e atitudes responsáveis. É esse o objetivo da ABRABE ao abordar os jovens nessa Campanha” afirma José Augusto, diretor-executivo da Abrabe.

De forma lúdica, interativa e motivando, sobretudo, a criatividade, a Campanha propõe que o jovem pare, pense e se manifeste acerca do consumo consciente. A partir do mote, “Comemore com Sucesso, sem Excesso”, foi desenhado um Concurso Cultural em três fases. Cada um dos três conceitos (comemoração; sucesso; sem excesso) representa uma etapa da campanha e o público poderá expressar o seu entendimento acerca de cada um deles por meio de uma frase, uma foto ou um vídeo.

As peças serão postadas no site www.comemoresemexcesso.com.br, de forma que serão votadas e concorrerão a prêmios voltados ao incentivo da arte de cada um dos participantes. Entre os itens escolhidos para a premiação estão notebook, câmera fotográfica e filmadora, que proporcionarão aos vencedores a renovação de sua criação artística, expressa por meio de texto, imagem ou imagem em movimento. Ao acessar o site, os participantes também encontrarão conteúdo informativo, curiosidades e notícias sobre consumo responsável.

Ativação da Campanha

Com informação e humor, durante todos os finais de semana até junho, freqüentadores de bares e universidades de São Paulo serão surpreendidos por blitzes em regiões como Baixa Augusta, Vila Madalena, Consolação, Vila Olímpia, Moema, Pompéia e Zona Norte, que atraem os jovens na capital paulista, sobretudo, nas noites de sexta e sábado.

Com forte apelo junto aos jovens, um Quiz Show e atividades do tipo stand up comedy devem aliar informações e dicas sobre o consumo consciente com toques do humor de improvisação para convidá-los a visitar o site e participar do Concurso Cultural.

Com coordenação e planejamento da Andreoli MS&L e execução da Fabpromo, a campanha conta com cerca de 100 inserções entre Abril e Maio na MIX FM – rádio de maior audiência jovem em São Paulo. Além disso, mais de 100 cartazes, 10 mil Mica Cards e mobilização nas principais redes sociais buscarão atrair a atenção da moçada até o mês de junho, quando se encerram as três etapas do Concurso Cultural.

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Sustentabilidade é considerada muito importante pelas empresas, mas suas ações não condizem com seus discursos
Diagnóstico foi levantado em pesquisa e apresentado durante o 3º Fórum Nacional de Gestão Estratégica da Embalagem da ESPM
São Paulo, abril de 2010 – Noventa e um por cento das empresas brasileiras consideram a sustentabilidade uma questão muito importante, mas na prática o tema está distante das principais ações diárias das corporações. É o que mostra o “1º Diagnóstico de Sustentabilidade de Embalagem nas Empresas Brasileiras”, apresentado e debatido durante o 3º Fórum Nacional de Gestão Estratégica da Embalagem, promovido no último dia 14 de abril pelo Núcleo de Estudos em Embalagem da ESPM. O objetivo do estudo, elaborado pelo Núcleo através das pesquisas realizadas pela GFK (uma das mais conceituadas empresas de pesquisa de mercado do mundo), é avaliar o nível de conhecimento das corporações que atuam no segmento de consumo sobre os conceitos da sustentabilidade aplicados à embalagem.
De acordo com o levantamento, 87% das empresas possuem um gestor de sustentabilidade, sendo que 38% trabalham em um departamento específico, em geral ligado à área de RH, Marketing, Administrativo ou Meio Ambiente, e apenas 11% dedicam 100% do tempo para o assunto. Em 79% dos casos, sustentabilidade ocupa, no máximo, 50% do tempo dos executivos. Em relação ao conhecimento destes gestores sobre o tema, o diagnóstico aponta que não difere muito do restante da sociedade, e o assunto de mais familiaridade é reciclagem. Entretanto, não há um consenso sobre o que melhor representa reciclagem, para 37% das empresas, reciclagem reduz o impacto da embalagem no meio ambiente.
Sobre sustentabilidade da embalagem, o grau de conhecimento é considerado entre suficiente e intermediário, e 78% dos gestores afirmam tomar ações concretas a respeito. As ações, em sua maioria, têm a ver com reciclagem das embalagens e uso de matéria prima reciclável nas mesmas. As empresas acreditam que o setor não comunica bem a sustentabilidade de seus produtos, e quando o fazem, é feito muito timidamente nas próprias embalagens. Os próprios profissionais da área responsabilizaram a embalagem como o principal agente de contaminação dos aterros sanitários das grandes cidades, com 41% das opiniões, seguidos por matéria orgânica, entulho e lixo eletrônico. O material considerado como o melhor para produção é o papel, com 40%, principalmente por ser mais fácil de reciclar e ter decomposição rápida, seguido do vidro e plástico, ambos com 12%.
Isto demonstra que os executivos ainda não levam em consideração fatores relevantes como energia, gasto de recursos não renováveis, entre outros, mesmo que eles sejam agentes de maior impacto ao meio ambiente. Segundo um estudo do Reino Unido, a embalagem consome apenas 10% da energia investida na cadeia produtiva de alimentos, enquanto 51% da energia está relacionada à produção alimentícia, 17% à armazenagem nas residências e 14% ao preparo dos alimentos.
Outro estudo aponta que a cadeia alimentícia representa 18% das emissões de efeito estufa do Reino Unido, e apenas 1% do total está relacionado às embalagens.
Para os gestores, a função do governo no que diz respeito ao assunto sustentabilidade, é principalmente implantar e operar a coleta seletiva de embalagens (36%), criar mecanismos de suporte para minimizar o impacto destas (29%) e criar leis que protejam o planeta (24%). Já o papel das corporações é incentivar e desenvolver ações de reciclagem, com 47%, além de trabalhar para aumentar a sustentabilidade das suas embalagens, 33%. E os consumidores, na visão das empresas, devem destinar corretamente suas embalagens para reciclagem, na opinião de 67% dos entrevistados.
A capacitação de gestores também foi abordada, sendo que 69% das empresas não conhecem nenhum curso sobre sustentabilidade, a maioria (81%) acredita que faltam cursos sobre o tema relacionado à embalagem e 87% gostariam de estudar mais sobre isto. O diagnóstico será usado como subsídio para o novo curso intensivo da ESPM, “Embalagem & Sustentabilidade”, com início previsto para maio de 2010.
O evento contou com a participação de profissionais e estudantes ligados as áreas de comunicação, embalagem e sustentabilidade. A mesa de debate foi composta pelo vice-presidente da ESPM, Hiran Castello Branco; a diretora executiva da Associação Brasileira de Embalagens (Abre), Luciana Pelegrino; o coordenador do Núcleo, Fábio Mestriner; o professor e diretor-presidente da GFK, Paulo Carramenha; e o professor do Núcleo, Bruno Pereira.
Em seu discurso de abertura, Hiran Castello Branco discorreu sobre a pertinência do tema e sua importância nos dias atuais. “Precisamos pensar que o impacto mercadológico tem que ser obtido de maneira crescente, mas com o menor impacto ambiental possível”, ressaltou. Em seguida, a palavra foi passada aos demais componentes da mesa. Antes da apresentação do diagnóstico, realizada pelo professor Paulo Carramenha, houve a apresentação da pesquisa “Conjoint Social: determinação do peso de ações socioambientais na decisão de compra do consumidor”, por Mario Mattos, diretor da Divisão Ad-Hoc da GFK Brasil.

Cerca de 90% das empresas brasileiras consideram a sustentabilidade uma questão muito importante, mas na prática o tema está distante das principais ações diárias das corporações. É o que mostra o “1º Diagnóstico de Sustentabilidade de Embalagem nas Empresas Brasileiras”, apresentado e debatido durante o 3º Fórum Nacional de Gestão Estratégica da Embalagem, promovido no último dia 14 de abril pelo Núcleo de Estudos em Embalagem da ESPM. O objetivo do estudo, elaborado pelo Núcleo através das pesquisas realizadas pela GFK (uma das mais conceituadas empresas de pesquisa de mercado do mundo), é avaliar o nível de conhecimento das corporações que atuam no segmento de consumo sobre os conceitos da sustentabilidade aplicados à embalagem.

De acordo com o levantamento, 87% das empresas possuem um gestor de sustentabilidade, sendo que 38% trabalham em um departamento específico, em geral ligado à área de RH, Marketing, Administrativo ou Meio Ambiente, e apenas 11% dedicam 100% do tempo para o assunto. Em 79% dos casos, sustentabilidade ocupa, no máximo, 50% do tempo dos executivos. Em relação ao conhecimento destes gestores sobre o tema, o diagnóstico aponta que não difere muito do restante da sociedade, e o assunto de mais familiaridade é reciclagem. Entretanto, não há um consenso sobre o que melhor representa reciclagem, para 37% das empresas, reciclagem reduz o impacto da embalagem no meio ambiente.

Sobre sustentabilidade da embalagem, o grau de conhecimento é considerado entre suficiente e intermediário, e 78% dos gestores afirmam tomar ações concretas a respeito. As ações, em sua maioria, têm a ver com reciclagem das embalagens e uso de matéria prima reciclável nas mesmas. As empresas acreditam que o setor não comunica bem a sustentabilidade de seus produtos, e quando o fazem, é feito muito timidamente nas próprias embalagens. Os próprios profissionais da área responsabilizaram a embalagem como o principal agente de contaminação dos aterros sanitários das grandes cidades, com 41% das opiniões, seguidos por matéria orgânica, entulho e lixo eletrônico. O material considerado como o melhor para produção é o papel, com 40%, principalmente por ser mais fácil de reciclar e ter decomposição rápida, seguido do vidro e plástico, ambos com 12%.

Isto demonstra que os executivos ainda não levam em consideração fatores relevantes como energia, gasto de recursos não renováveis, entre outros, mesmo que eles sejam agentes de maior impacto ao meio ambiente. Segundo um estudo do Reino Unido, a embalagem consome apenas 10% da energia investida na cadeia produtiva de alimentos, enquanto 51% da energia está relacionada à produção alimentícia, 17% à armazenagem nas residências e 14% ao preparo dos alimentos.

Outro estudo aponta que a cadeia alimentícia representa 18% das emissões de efeito estufa do Reino Unido, e apenas 1% do total está relacionado às embalagens.

Para os gestores, a função do governo no que diz respeito ao assunto sustentabilidade, é principalmente implantar e operar a coleta seletiva de embalagens (36%), criar mecanismos de suporte para minimizar o impacto destas (29%) e criar leis que protejam o planeta (24%). Já o papel das corporações é incentivar e desenvolver ações de reciclagem, com 47%, além de trabalhar para aumentar a sustentabilidade das suas embalagens, 33%. E os consumidores, na visão das empresas, devem destinar corretamente suas embalagens para reciclagem, na opinião de 67% dos entrevistados.

A capacitação de gestores também foi abordada, sendo que 69% das empresas não conhecem nenhum curso sobre sustentabilidade, a maioria (81%) acredita que faltam cursos sobre o tema relacionado à embalagem e 87% gostariam de estudar mais sobre isto. O diagnóstico será usado como subsídio para o novo curso intensivo da ESPM, “Embalagem & Sustentabilidade”, com início previsto para maio de 2010.

O evento contou com a participação de profissionais e estudantes ligados as áreas de comunicação, embalagem e sustentabilidade. A mesa de debate foi composta pelo vice-presidente da ESPM, Hiran Castello Branco; a diretora executiva da Associação Brasileira de Embalagens (Abre), Luciana Pelegrino; o coordenador do Núcleo, Fábio Mestriner; o professor e diretor-presidente da GFK, Paulo Carramenha; e o professor do Núcleo, Bruno Pereira.

Em seu discurso de abertura, Hiran Castello Branco discorreu sobre a pertinência do tema e sua importância nos dias atuais. “Precisamos pensar que o impacto mercadológico tem que ser obtido de maneira crescente, mas com o menor impacto ambiental possível”, ressaltou. Em seguida, a palavra foi passada aos demais componentes da mesa. Antes da apresentação do diagnóstico, realizada pelo professor Paulo Carramenha, houve a apresentação da pesquisa “Conjoint Social: determinação do peso de ações socioambientais na decisão de compra do consumidor”, por Mario Mattos, diretor da Divisão Ad-Hoc da GFK Brasil.

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Sitivesp elege novo corpo diretivo

Icone negócios | Por Tatiana em 20 de abril de 2010

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Sitivesp elege novo corpo diretivo
Com o desafio de ampliar o consumo de tintas no País, a nova diretoria da entidade aposta na união entre os associados para promover o desenvolvimento do setor
A nova diretoria do Sindicado da Indústria de Tintas e Vernizes do Estado de São Paulo (Sitivesp),  que toma posse no próximo dia 7 de maio, não poderia iniciar suas atividades em melhor momento. Depois de um ano afetado pela crise econômica mundial, o setor de tintas e vernizes registra resultados positivos no primeiro trimestre de 2010 e reforça a tendência de crescimento no ano.
O corpo diretivo  - Diretoria e Conselhos – para o triênio 2010-2013, foi eleito em 17 de março, na sede da entidade, em São Paulo, e é formado por representantes de indústrias dos diversos segmentos do setor. O novo presidente do Sindicato é Ricardo Stiepcich, que participa da diretoria da entidade há 21 anos e atua no setor de tintas há 25 anos, hoje no comando da Futura Tintas. Stiepcich substitui Roberto Ferraiuolo, que presidiu o Sitivesp desde 1971 e, em dezembro último, foi eleito presidente emérito da entidade.
Desafios
Diretamente ligado aos inúmeros setores econômicos que fazem uso de tintas, especialmente, o da construção civil, responsável por 60% do faturamento, o setor de tintas e vernizes ainda tem muito a crescer. O pequeno consumo per capita nacional, atualmente estimado em sete litros anuais, com consumo total de 398 mil galões, em 2009, demonstra o quanto o setor pode se desenvolver e também os desafios que a entidade enfrenta.
Para isso, o presidente eleito do Sitivesp, Ricardo Stiepcich, deverá direcionar seu trabalho em duas vertentes principais: com base nas demandas e necessidades dos associados e no desenvolvimento do setor como um todo, com foco na qualificação profissional. “Quando o setor cresce, todos ganham”, reforça.
Uma das diretrizes é a manutenção das ações iniciadas e realizadas pela diretoria anterior. “Uma das minhas preocupações, neste cargo, é dar continuidade ao trabalho efetuado por Roberto Ferraiuolo, especialmente, no que se refere à ética, e que tanto contribuiu para o crescimento de toda a cadeia produtiva”, afirma.
A segunda vertente direcionará suas ações na promoção de mudanças em aspectos naturais de toda atividade econômica, a exemplo da competição entre as indústrias pertencentes a um mesmo setor. A intenção é criar ações conjuntas que estimulem a cooperação entre as empresas associadas no sentido de desenvolver e aplicar medidas que levem à ampliação dos mercados de atuação.
Stiepcich destaca ainda a importância de intensificar os programas de qualificação de mão de obra que, na sua visão, afeta o consumo de tintas, em especial, do segmento imobiliário. “Muitas pessoas não encontram profissionais habilitados para a pintura ou desistem de pintar suas casas devido aos transtornos relacionados ao ato de pintar”, explica. Para mudar este quadro, o presidente do Sitivesp espera reforçar as parcerias existentes com outras entidades em busca da qualificação, bem como unir-se a outras instituições que possam auxiliar na formação dos profissionais do setor.
Cenário favorável
Os três primeiros meses do ano demonstram que o ano deverá ser de recuperação, depois do setor ter fechado 2009 com uma redução de 1,5% no consumo de tintas sobre 2008. Já em 2010, a indústria automotiva bateu recorde de vendas no primeiro trimestre e a construção civil tem recebido crescentes investimentos, tanto na área da habitação – com o aumento da concessão de crédito à aquisição da casa própria -, como em infraestrutura, com destaque para o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e o Minha Casa, Minha Vida, ambos do Governo Federal. As perspectivas são ainda melhores se forem levados em conta o ano eleitoral e a realização da Copa do Mundo de 2014 e da Olimpíada de 2016, que exigirão investimentos em vários segmentos.
Composição da nova diretoria
Presidente: Ricardo Stiepcich – Futura Tintas
Vice-Presidente: Narciso Moreira Preto – Arpol
1º Secretário: Douver Gomes Martinho - Universo Tintas e Vernizes
2º Secretário: Marcelo Lopes de Almeida Cenacchi – Renner Sayerlack
1º Tesoureiro: Ronaldo Sarto – Sociedade Eletro Química Selqui
2º Tesoureiro: Marcelo Rodrigues Perracini - Basf
Suplentes:
Carlos Paulo Kroschinsky - Irajá
Celia Aparecida Bazan De Girolamo Queiroz - Sherwin-Williams
Helio Antonio Moreira – Indutil
Conselho Fiscal:
Paulo Cezar Cansian - Briltintas
Eurípedes de Almeida - Tec-Screen
Inés Ch. P.de Van der Graaff – Imagraf Importação e Exportação
Suplentes:
Antonio Carlos de Oliveira – DuPont do Brasil
Fernando José da Costa – PPG
Américo Ishizaki – Natrielli
Delegados junto à Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp):
Ricardo Stiepcich - Futura Tintas
Narciso Moreira Preto - Arpol
Suplentes:
Alexandre Sako - Maxi Rubber
Hélio Moreira - Indutil

sitivespNo dia 7 de maio, toma posse a nova diretoria do Sindicado da Indústria de Tintas e Vernizes do Estado de São Paulo (Sitivesp). Depois de um ano afetado pela crise econômica mundial, o setor de tintas e vernizes registra resultados positivos no primeiro trimestre de 2010 e reforça a tendência de crescimento no ano.

O corpo diretivo  - Diretoria e Conselhos – para o triênio 2010-2013, foi eleito em 17 de março, na sede da entidade, em São Paulo, e é formado por representantes de indústrias dos diversos segmentos do setor. O novo presidente do Sindicato é Ricardo Stiepcich, que participa da diretoria da entidade há 21 anos e atua no setor de tintas há 25 anos, hoje no comando da Futura Tintas. Stiepcich substitui Roberto Ferraiuolo, que presidiu o Sitivesp desde 1971 e, em dezembro último, foi eleito presidente emérito da entidade.

Desafios

Diretamente ligado aos inúmeros setores econômicos que fazem uso de tintas, especialmente, o da construção civil, responsável por 60% do faturamento, o setor de tintas e vernizes ainda tem muito a crescer. O pequeno consumo per capita nacional, atualmente estimado em sete litros anuais, com consumo total de 398 mil galões, em 2009, demonstra o quanto o setor pode se desenvolver e também os desafios que a entidade enfrenta.

Para isso, o presidente eleito do Sitivesp, Ricardo Stiepcich, deverá direcionar seu trabalho em duas vertentes principais: com base nas demandas e necessidades dos associados e no desenvolvimento do setor como um todo, com foco na qualificação profissional. “Quando o setor cresce, todos ganham”, reforça.

Uma das diretrizes é a manutenção das ações iniciadas e realizadas pela diretoria anterior. “Uma das minhas preocupações, neste cargo, é dar continuidade ao trabalho efetuado por Roberto Ferraiuolo, especialmente, no que se refere à ética, e que tanto contribuiu para o crescimento de toda a cadeia produtiva”, afirma.

A segunda vertente direcionará suas ações na promoção de mudanças em aspectos naturais de toda atividade econômica, a exemplo da competição entre as indústrias pertencentes a um mesmo setor. A intenção é criar ações conjuntas que estimulem a cooperação entre as empresas associadas no sentido de desenvolver e aplicar medidas que levem à ampliação dos mercados de atuação.

Stiepcich destaca ainda a importância de intensificar os programas de qualificação de mão de obra que, na sua visão, afeta o consumo de tintas, em especial, do segmento imobiliário. “Muitas pessoas não encontram profissionais habilitados para a pintura ou desistem de pintar suas casas devido aos transtornos relacionados ao ato de pintar”, explica. Para mudar este quadro, o presidente do Sitivesp espera reforçar as parcerias existentes com outras entidades em busca da qualificação, bem como unir-se a outras instituições que possam auxiliar na formação dos profissionais do setor.

Cenário favorável

Os três primeiros meses do ano demonstram que o ano deverá ser de recuperação, depois do setor ter fechado 2009 com uma redução de 1,5% no consumo de tintas sobre 2008. Já em 2010, a indústria automotiva bateu recorde de vendas no primeiro trimestre e a construção civil tem recebido crescentes investimentos, tanto na área da habitação – com o aumento da concessão de crédito à aquisição da casa própria -, como em infraestrutura, com destaque para o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e o Minha Casa, Minha Vida, ambos do Governo Federal. As perspectivas são ainda melhores se forem levados em conta o ano eleitoral e a realização da Copa do Mundo de 2014 e da Olimpíada de 2016, que exigirão investimentos em vários segmentos.

Composição da nova diretoria

Presidente: Ricardo Stiepcich – Futura Tintas

Vice-Presidente: Narciso Moreira Preto – Arpol

1º Secretário: Douver Gomes Martinho | Universo Tintas e Vernizes

2º Secretário: Marcelo Lopes de Almeida Cenacchi | Renner Sayerlack

1º Tesoureiro: Ronaldo Sarto | Sociedade Eletro Química Selqui

2º Tesoureiro: Marcelo Rodrigues Perracini | Basf

Suplentes:

Carlos Paulo Kroschinsky | Irajá

Celia Aparecida Bazan De Girolamo Queiroz | Sherwin-Williams

Helio Antonio Moreira | Indutil

Conselho Fiscal:

Paulo Cezar Cansian | Briltintas

Eurípedes de Almeida | Tec-Screen

Inés Ch. P.de Van der Graaff | Imagraf Importação e Exportação

Suplentes:

Antonio Carlos de Oliveira | DuPont do Brasil

Fernando José da Costa | PPG

Américo Ishizaki | Natrielli

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Basf reposiciona negócio global de pigmentos

Icone insumos, negócios | Por Margaret em 12 de abril de 2010

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A Basf está reposicionando o negócio global de pigmentos. Com a aquisição da Ciba, a empresa química agora tem um amplo portfólio, bem como uma variedade única de tecnologias e know-how de produção. Depois uma profunda análise das operações combinadas, a empresa decidiu eliminar produtos específicos e adaptar a capacidade de produção para mercados em desenvolvimento. Como conseqüência, aproximadamente 500 dos atuais 2900 empregados na produção mundial de pigmentos serão cortados. A medida começa a ser implementada este ano e deve ser concluída até 2013.

“Em seis plantas localizadas nas Américas do Norte e do Sul, bem como na Europa, nós vamos fechar as plantas de produção individual. Em outras seis fábricas na Ásia e na Europa, vamos expandir a capacidade existente ou usá-las melhor”, explica Markus Kramer, presidente da divisão de Dispersão & Pigmentos da Basf.

Na Europa, aproximadamente 320 funcionários serão dispensados até 2013. Essa medida vai afetar, principalmente, as plantas de Paisley, Grã-Bretanha, e Grenzach, Alemanha. Cerca de 90 empregados serão cortados na América do Sul, na planta fabril, de Guaratinguetá (SP), no Brasil. O excedente nas fábricas da América do Norte, em Louisville, Kentucky, e Elyria, Ohio, totalizando 80 posições.
”Vamos oferecer aos nossos clientes tempo suficiente para se ajustarem às mudanças. Nosso time de marketing e vendas, bem como a equipe de serviços técnicos dará o suporte aos clientes durante todo os processos necessários”, sublinha Kramer.

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A idéia do Extreme é bem simples: transformar radicalmente três pequenas empresas mexendo na base do seu sucesso: as áreas tecnológica e financeira. A proposta é mostrar a cada uma dessas empresas como ter uma gestão moderna e eficiente, afinada como o futuro e claro, com alta lucratividade.
Para participar as empresas interessadas devem se inscrever no site www.extrememakeover5.com.br até dia 15 de abril. Após esta data três empresas serão selecionadas para participar da  5º edição do projeto.
Precisamos divulgar o Extreme entre os empresários, e incentivar as inscrições. O ano passado foram mais de 1.400 empresas inscritas.
Você aceita fazer esse post? O valor é 250.
Se sim, consegue postar amanhã pela tarde?
Abaixo seguem mais informações:
Como funciona
As empresas fazem uma inscrição gratuita no site www.extrememakeover5.com.br , preenchem algumas informações. São selecionadas 3 empresas de ramos diferentes. O projeto tem duração de 6 meses e é dividido em fases da seguinte forma:
Eleição das empresas
Visita aos selecionados para checagem das informações
Diagnóstico atual
Reestruturação
Soluções
Preparação para o futuro
Durante todo o tempo as empresas são acompanhadas por consultores do Itau e da Microsoft que vão ao longo do tempo realizando uma transformação tecnológica e financeira nas 3 empresas selecionadas. Isso é feito in loco, eles vão até as empresas e passam grande parte do tempo realizando melhorias para aumentar a eficiência na gestão do negócio.
A editora Globo, através da revista Pequenas Empresas, Grandes Negócios, publica mensalmente matérias sobre o andamento do projeto, novidades e situações vividas durante as fases. Há uma jornalista que acompanha inclusive as visitas nas empresas.
Inscrições
São feitas pelo site www.extrememakeover5.com.br até o dia 15 de abril de 2010.

O Extreme Makeover 5 é um projeto em parceria do Itau, Microsoft e a Editora Globo com a revista “Pequenas Empresas & Grandes Negócios”. A idéia do Extreme é bem simples: transformar radicalmente três pequenas empresas mexendo na base do seu sucesso: as áreas tecnológica e financeira. A proposta é mostrar a cada uma dessas empresas como ter uma gestão moderna e eficiente, afinada como o futuro e claro, com alta lucratividade.

Para participar as empresas interessadas devem se inscrever no site www.extrememakeover5.com.br até dia 15 de abril. Após esta data, três empresas serão selecionadas para participar da  5º edição do projeto.

Em 2009, foram mais de 1.400 empresas inscritas.

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Como funciona

As empresas fazem uma inscrição gratuita no site www.extrememakeover5.com.br , preenchem algumas informações. São selecionadas 3 empresas de ramos diferentes. O projeto tem duração de 6 meses e é dividido em fases da seguinte forma:

Eleição das empresas

Visita aos selecionados para checagem das informações

Diagnóstico atual

Reestruturação

Soluções

Preparação para o futuro

Durante todo o tempo as empresas são acompanhadas por consultores do Itau e da Microsoft que vão ao longo do tempo realizando uma transformação tecnológica e financeira nas 3 empresas selecionadas. Isso é feito in loco, eles vão até as empresas e passam grande parte do tempo realizando melhorias para aumentar a eficiência na gestão do negócio.

A editora Globo, através da revista “Pequenas Empresas, Grandes Negócios”, publica mensalmente matérias sobre o andamento do projeto, novidades e situações vividas durante as fases. Há uma jornalista que acompanha inclusive as visitas nas empresas.

Inscrições

São feitas pelo site www.extrememakeover5.com.br até o dia 15 de abril de 2010.

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Marcada para o período de 18 a 20 de maio de 2010, no Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo, a Expoalumínio 2010 (Exposição Internacional do Alumínio) conta com a participação de grandes nomes da indústria. Entre os novos expositores, estão: Rio Tinto Alcan, Alcoa, Vale, Rodorei, Conai, Shockmetais, Wagstaff, Cosa Intermáquinas, GV Alumínios, Novelis do Brasil, Alumínio Belmetal, Incotep e Metlsaw systems.

Organizada pela Associação Brasileira do Alumínio (ABAL) e Reed Exhibitions Alcantara Machado, a Expoalumínio 2010 (Exposição Internacional do Alumínio) deve receber um público de aproximadamente 6 mil visitantes, do Brasil e do exterior.

Simultaneamente à Espoalumínio serão realizados o IV congresso internacional do alumínio e o X Seminário Internacional de Reciclagem do Aluminio.

O congresso trará em sua grade a apresentação de mais de 100 trabalhos científicos, divididos em sessões técnicas – Processos de Transformação (Fundição / Extrusão / Tratamento de Superfície / Redução / Laminação, Estampagem e Usinagem), Desenvolvimento Sustentável, Refratários, Redução e Desenvolvimento de Novos Produtos -, além de workshops sobre Construção Civil, Automotivo e Transporte, e Mudanças Climáticas.

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Design do produto: muito além da estética
Mudanças na embalagem podem reposicionar sua marca, ajudá-la a ganhar credibilidade e até aumentar as vendas
A frase “O design é a única coisa que diferencia um produto do outro no mercado”, do designer Norio Ohga, é uma das máximas do segmento e pode ilustrar a importância do design de embalagens. Apesar de cada vez mais valorizado por empresas nacionais, o segmento ainda não ganha o mesmo destaque que possui no exterior, principalmente em países como a Dinamarca e a China, líderes em inovação e valorização.
A associação mais comum, quando se fala nesse tipo de design, é apenas à estética, fator fundamental, mas não o único quando o assunto é o planejamento de uma embalagem.
O desenvolvimento de uma embalagem tem objetivo comercial, isso vem justamente da junção de um design inovador e atraente, que, ao mesmo tempo, congregue a imagem com a usabilidade do produto, identidade visual da marca, busca de soluções seguras e práticas para fatores externos – como conservação do conteúdo e facilidade no manejo do objeto-, busca de reposicionamento no setor, entre outros, dependendo do caso.
Ou seja, pensar uma embalagem é ir muito além de fatores estéticos. Quando se trata de reformular algo já disponível ao público, o cuidado no processo deve ser ainda maior.
O sócio da Chelles & Hayashi, premiada empresa de Design, Gustavo Chelles, esclarece o Design de embalagens e sua importância para fins comerciais:
Quais os principais critérios na hora de começar a esboçar uma embalagem?
O modo correto de começar projetar embalagens é visualizar a sua cadeia – fabricação, envase, transporte, uso e descarte -, tendo o usuário como ponto focal.  Com isso em mente, é possível dar pesos corretos a questões estéticas, de uso racional de material e de processos.  Além de veículo para um produto, as embalagens também são suportes de comunicação, informando, atraindo e exprimindo conceitos para o público-alvo.  Por isso é muito importante conhecer bem as pessoas para quem serão projetados os produtos, a concorrência e o ecossistema do ponto-de-venda.
O que avaliar ao cogitar alterar uma embalagem já no mercado?
Em primeiro lugar, devemos estar atentos ao nível de reconhecimento do produto a partir da identidade visual da embalagem – ela pode ser considerada como uma marca, e é identificada pelas pessoas como tal.  Basta ver o exemplo da garrafa de Coca-cola e da embalagem de Maizena, ícones de identificação que não podem sofrer mudanças radicais, sob pena da perda do reconhecimento por parte do consumidor no ponto-de-venda.  Os movimentos da concorrência devem ser avaliados, pois o design tem foco em diferenciação e inovação – não é ético confundir o consumidor, ao imitar o líder e induzir o comprador ao erro. Vale olhar para a cadeia logística da embalagem, detectando oportunidades de ganhos, através da racionalização de manufatura, armazenamento e transporte. Bastante importante também é a análise de impacto ambiental, identificando quais as oportunidades de reduzí-lo, como usar menos matéria-prima ou mesmo trocá-la para uma mais amigável.
A embalagem pode, e deve, agregar valor ao produto?
É claro, a embalagem tem uma importante função psicológica relacionada com a percepção de qualidade, tecnologia e confiabilidade do artigo que ela carrega.  Além disso, ela pode prover outras funções que não a proteção primária ao produto.  Ela pode se transformar em um brinquedo, objeto utilitário ou mesmo se tornar parte integrante da função do produto. Por exemplo, uma embalagem de um vaso feita de papel com sementes impregnadas na massa ou o envoltório de bujão de gás que tenha alça para a pessoa carregar o mesmo.
O Design pode ser parte de um trabalho para alavancar as vendas de um produto ou reposicionar uma marca?
O Design tem um forte impacto nas vendas, ainda mais em mercados onde os produtos são commodities ou os concorrentes têm preços parecidos.  O bom design faz os atributos do produto ressaltarem, e também amplifica a percepção do consumidor.  Pesquisas mostram que para muitos tipos de produto a decisão de compra se dá no ponto-de-venda, deixando de lado o fabricante, levando em conta preço e depois o melhor design.  O reposicionamento de uma marca passa também pelo design de embalagem, que tem como função comunicar eficientemente as novas estratégias, selecionando o consumidor alvo e estabelecendo uma relação com ele.  Como exemplo, a Schincariol, que desenvolveu todo um trabalho do qual as embalagens tomaram parte, a fim de reposicionar sua marca para reduzir sua rejeição em todo território nacional e justificar a experimentação.
A preocupação com o design de embalagens deve atingir quais empresas?
O design de embalagens não cuida apenas de estética, mas também de racionalidade, economia, adequação, qualidade, performance e sustentabilidade.  Sendo assim, mesmo empresas que não exponham produtos no varejo, ou empresas com atuação B2B ou que manufaturem bens industriais, devem se preocupar com o design de embalagem.  Fazendo isso, elas estarão incrementando o relacionamento com seus clientes, pois estes passarão a perceber mais claramente os atributos de excelência de seus produtos, o discurso fica mais fácil.  Quem vai em uma entrevista de emprego mal vestido?  E o que dizer dos produtos que fazem a empresa se sustentar e crescer, também não merecem um belo terno ou tailleur? A embalagem pode transformar a experiência de compra de um produto, encantando quem recebe.  Vale lembrar o exemplo da Natura, cujas embalagens ampliam a percepção sensorial dos produtos e comunicam claramente a mensagem de sustentabilidade da empresa.
Sobre a Chelles & Hayashi Design
A Chelles & Hayashi Design foi fundada em junho de 1994. De lá para cá, consolidou-se como uma empresa criativa e inovadora, sendo premiada diversas vezes pelo desenvolvimento de produtos inovadores, como a lavadora PopTank da Mueller Eletrodomésticos, o Tanque Tigre, a linha de Porta-Filtros da Melitta, as lavadoras SuperPop e Belíssima, da Mueller. Acesse: www.design.ind.br

“O design é a única coisa que diferencia um produto do outro no mercado”, afirmou certa vez o designer Norio Ohga. A máxima pode ilustrar a importância do design de embalagens. Apesar de cada vez mais valorizado por empresas nacionais, o segmento ainda não ganha o mesmo destaque que possui no exterior, principalmente em países como a Dinamarca e a China, líderes em inovação e valorização. A associação mais comum, quando se fala nesse tipo de design, é apenas à estética, fator fundamental, mas não o único quando o assunto é o planejamento de uma embalagem.

O desenvolvimento de uma embalagem tem objetivo comercial. Ou seja, pensar uma embalagem é ir muito além de fatores estéticos. Quando se trata de reformular algo já disponível ao público, o cuidado no processo deve ser ainda maior. O sócio da Chelles & Hayashi, premiada empresa de Design, Gustavo Chelles, esclarece o design de embalagens e sua importância para fins comerciais.

Quais os principais critérios na hora de começar a esboçar uma embalagem?

O modo correto de começar projetar embalagens é visualizar a sua cadeia – fabricação, envase, transporte, uso e descarte -, tendo o usuário como ponto focal.  Com isso em mente, é possível dar pesos corretos a questões estéticas, de uso racional de material e de processos.  Além de veículo para um produto, as embalagens também são suportes de comunicação, informando, atraindo e exprimindo conceitos para o público-alvo.  Por isso é muito importante conhecer bem as pessoas para quem serão projetados os produtos, a concorrência e o ecossistema do ponto-de-venda.

O que avaliar ao cogitar alterar uma embalagem já no mercado?

Em primeiro lugar, devemos estar atentos ao nível de reconhecimento do produto a partir da identidade visual da embalagem – ela pode ser considerada como uma marca, e é identificada pelas pessoas como tal.  Basta ver o exemplo da garrafa de Coca-cola e da embalagem de Maizena, ícones de identificação que não podem sofrer mudanças radicais, sob pena da perda do reconhecimento por parte do consumidor no ponto-de-venda.  Os movimentos da concorrência devem ser avaliados, pois o design tem foco em diferenciação e inovação – não é ético confundir o consumidor, ao imitar o líder e induzir o comprador ao erro. Vale olhar para a cadeia logística da embalagem, detectando oportunidades de ganhos, através da racionalização de manufatura, armazenamento e transporte. Bastante importante também é a análise de impacto ambiental, identificando quais as oportunidades de reduzí-lo, como usar menos matéria-prima ou mesmo trocá-la para uma mais amigável.

A embalagem pode, e deve, agregar valor ao produto?

É claro, a embalagem tem uma importante função psicológica relacionada com a percepção de qualidade, tecnologia e confiabilidade do artigo que ela carrega.  Além disso, ela pode prover outras funções que não a proteção primária ao produto.  Ela pode se transformar em um brinquedo, objeto utilitário ou mesmo se tornar parte integrante da função do produto. Por exemplo, uma embalagem de um vaso feita de papel com sementes impregnadas na massa ou o envoltório de bujão de gás que tenha alça para a pessoa carregar o mesmo.

O Design pode ser parte de um trabalho para alavancar as vendas de um produto ou reposicionar uma marca?

O Design tem um forte impacto nas vendas, ainda mais em mercados onde os produtos são commodities ou os concorrentes têm preços parecidos.  O bom design faz os atributos do produto ressaltarem, e também amplifica a percepção do consumidor.  Pesquisas mostram que para muitos tipos de produto a decisão de compra se dá no ponto-de-venda, deixando de lado o fabricante, levando em conta preço e depois o melhor design.  O reposicionamento de uma marca passa também pelo design de embalagem, que tem como função comunicar eficientemente as novas estratégias, selecionando o consumidor alvo e estabelecendo uma relação com ele.  Como exemplo, a Schincariol, que desenvolveu todo um trabalho do qual as embalagens tomaram parte, a fim de reposicionar sua marca para reduzir sua rejeição em todo território nacional e justificar a experimentação.

A preocupação com o design de embalagens deve atingir quais empresas?

O design de embalagens não cuida apenas de estética, mas também de racionalidade, economia, adequação, qualidade, performance e sustentabilidade.  Sendo assim, mesmo empresas que não exponham produtos no varejo, ou empresas com atuação B2B ou que manufaturem bens industriais, devem se preocupar com o design de embalagem.  Fazendo isso, elas estarão incrementando o relacionamento com seus clientes, pois estes passarão a perceber mais claramente os atributos de excelência de seus produtos, o discurso fica mais fácil.  Quem vai em uma entrevista de emprego mal vestido?  E o que dizer dos produtos que fazem a empresa se sustentar e crescer, também não merecem um belo terno ou tailleur? A embalagem pode transformar a experiência de compra de um produto, encantando quem recebe.  Vale lembrar o exemplo da Natura, cujas embalagens ampliam a percepção sensorial dos produtos e comunicam claramente a mensagem de sustentabilidade da empresa.

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A Ball Corporation anunciou hoje uma joint venture com a Latapack Ball Embalagens para a instalação de uma segunda linha de produção de latas de alumínio para bebidas, em sua planta fabril, localizada em Três Rios, no Rio de Janeiro. O início das operações está previsto para o primeiro trimestre de 2011, com produção de latas de alumínio para cerveja e outras bebidas.

 “O mercado brasileiro de latas cresceu aproximadamente 11% em 2009. E a expectativa é que a demanda continue se expandindo”, afirma Raymond J. Seabrook, chefe de operações globais de embalagem. “Nossas fábricas estão bem posicionadas para atender seus clientes e o seu crescimento. Nós começamos discussões com clientes sobre a segunda linha em Três Rios. E temos capacidade de instalar uma terceira linha quando a demanda justificar”.

A Ball Corporation fornece embalagens metálicas e plásticas para bebidas, alimentos e produtos de higiene e limpeza. A empresa e suas subsidiárias empregam mais de 14 mil pessoas em todo o mundo e registrou vendas de mais US$ 7,3 bilhões em 2009.

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SOBRE O BLOG DA PACK

O Blog da Pack acompanha o mercado de embalagens no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades e curiosidades que envolvem toda a cadeia produtiva do setor. Este espaço é um subproduto da revista e do site Pack, editados pela redação da Editora Banas.

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TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

MARGARET HAYASAKI

Formada em jornalismo pela Universidade Paulista Júlio de Mesquita Filho (Unesp-Bauru) e pós-graduada em Comunicação Empresarial pela Faculdade Cásper Líbero, Margaret Hayasaki atua há 10 anos no jornalismo especializado em embalagem. Começou como redatora na revista Pack e hoje é editora-chefe.

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