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Na última semana, a Nestlé inaugurou uma nova fábrica de produtos lácteos, na cidade de Carazinho (RS), a 292 km de Porto Alegre. Com investimento de mais de R$ 110 milhões, a unidade tem capacidade para processar 150 milhões de litros de leite/ano e já iniciou a produção, nesta primeira fase, de leite líquido premium com diferencial nutricional das marcas Ninho e Molico — Ninho Fortificado, leite integral enriquecido com Ferro e Vitaminas A, C e D; e Molico A&D, leite desnatado enriquecido com Vitaminas A e D — além de Leite Moça e Creme de Leite Nestlé. O local também já está pré-condensando leite para abastecer outras unidades lácteas das Nestlé. Nos próximos meses, iniciará a produção de Nescau RTD (pronto para beber, 200ml).

Em nota, a companhia afirma que a fábrica vai gerar 750 empregos diretos e indiretos e movimentará a economia local, já que todo o leite processado será captado na região, principalmente no Rio Grande do Sul e Santa Catarina. Esta unidade foi adquirida da Parmalat em 2009 e passou por um amplo processo de adaptação aos padrões Nestlé para abrigar instalações e equipamentos de última geração, em 36.500 m2. A aquisição incluiu instalações e maquinário, além de seis postos de recepção e resfriamento de leite, instalados nas cidades gaúchas de Giruá, Augusto Pestana, Casca, Boa Vista do Buricá e São Paulo das Missões, além da catarinense Xanxerê.

“A fábrica de Carazinho nos permitirá crescer no segmento de leites premium. Ingressamos neste mercado em 2009 no Estado de São Paulo e as vendas superaram as expectativas. Os produtos de altíssima qualidade e a plena aceitação do consumidor nos permitiram avançar rapidamente para o Sul do País, Distrito Federal, Minas Gerais e Rio de Janeiro”, afirma Ivan F. Zurita, presidente da Nestlé.

Consumo de leite no Brasil

O consumo de leite líquido longa vida no Brasil é de aproximadamente 5 bilhões de litros/ano, segundo dados da LatinPanel. Neste segmento, os leites funcionais ou com diferencial nutricional são os que apresentam maior potencial de crescimento.

A Nestlé já possui uma fábrica no Rio Grande do Sul, inaugurada em 2008 na cidade de Palmeira das Missões, com capacidade para processar um milhão de litros de leite por dia.

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 A Bemis Company Inc. anunciou hoje a completa aquisição das operações de alimentos da Alcan Packaging, unidade de negócios da Rio Tinto plc. Sob os termos de transação no valor de US$1,2 bilhão, a companhia adquiriu 23 plantas fabris de embalagens flexíveis nos Estados Unidos, Canadá, México, Brasil, Argentina e Nova Zelândia.

 Essas fábricas produzem embalagens flexíveis, principalmente, para as indústria de alimentos e de bebidas e vão ampliar a linha de produtos e a capacidade tecnológica.

”Durante os próximos dois anos, a expectativa é gerar forte fluxo de caixa que nós vamos utilizar para investir no crescimento de oportunidades, pagamento de débitos e entregar o retorno total aos acionistas”, afirma Henry Theisen, presidente e chefe-executivo da Bemis Company.

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ABRE divulga balanço do setor e prevê crescimento entre 4,7% e 6,1% para 2010
A Associação Brasileira de Embalagem divulgou na quarta-feira (24) o balanço de 2009 do setor e a perspectiva para 2009. A boa notícia: a receita dos fabricantes nacionais de embalagem deverá ficar próxima a R$ 39 bilhões, superando em 10% os índices de 2009.
A divulgação do Estudo  Macroeconômico da Embalagem ABRE/FGV – realizado com exclusividade para a a Entidade há 14 anos pelo IBRE-FGV é mais uma ação realizada pela Associação visando o aprimoramento da cadeia de embalagem, reafirmando sua representatividade e importância na economia brasileira, proporcionando ferramentas e informações fundamentais para uma melhor compreensão deste universo, auxiliando as empresas em seu planejamento estratégico e na tomada de decisões.
Desempenho do setor de embalagem 2009
Durante o Encontro da ABRE com seus associados, patrocinado pela Papirus, Braskem, Wheaton, Henkel, Ibema e Fispal Tecnologia, o palestrante e coordenador de análises econômicas do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas, Salomão Quadros, apresenta o fechamento de 2009 e as perspectivas para 2010 do setor de embalagem que é considerado um dos termômetros da atividade industrial brasileira.
Os dados computados mostram que a indústria de embalagens em 2009 teve um ano de superação fechando com receita estimada de R$ 36,2 bilhões.
A produção física da indústria de embalagem neste período decresceu 3,79%. Nos primeiros trimestres houve três recuos sucessivos, que acumulados representaram uma queda de 11,7%.  No quarto trimestre, porém, a recuperação tomou corpo e a produção avançou 8,28% e, em dezembro, a produção (com ajuste sazonal) já havia superado a de agosto de 2008.
PRODUÇÃO FÍSICA
Nota: Variações médias trimestrais, em relação ao trimestre anterior com ajuste sazonal  Fonte: IBGE   Elaboração: FGV
A indústria de embalagem de plástico obteve o melhor desempenho em produção física (aumento de 5,56%), seguida pela indústria de embalagens de papel, papelão e cartão (aumento de 4,35%), e metal (aumento de 0,23%).
Já o nível de emprego na indústria de embalagem retornou ao patamar de 200 mil posições em outubro, atingindo o pico de 201.800 em novembro de 2009.
Em 2009, a redução foi de 1.350 postos contra a redução líquida de 3.692 postos de trabalho ocorrida em dezembro de 2008. A perspectiva é que em 2010, o patamar de 200 mil ocupações deverá se consolidar.
EMPREGO FORMAL
Posição em 31.12.2009  - 200.450 posições  de trabalho
Fonte: MTE – RAIS (2008) e CAGED (2009)
As exportações diretas do setor de embalagem tiveram faturamento de US$ 351.410 mil em 2009. Este valor representa um decréscimo de 35,69 % em relação a 2008, com forte desempenho da indústria de plásticos (43,60%) e metálicas (23,75%).
Já as importações de embalagens vazias tiveram um decréscimo de 3,73% com faturamento de US$ 461.763 mil. Estes números indicam  que a balança comercial do setor ficou deficitária com US$ 351.410 exportados em 2008 contra US$ 461.763 mil de importação.
EXPORTAÇÕES – posição em 2009 – U$ 351.410 mil
Fonte: Secex/MDIC – valores em milhares de dólares
Os setores usuários de embalagem que apresentaram melhor desempenho em volume de produção foram a indústria farmacêutica (7,91%), bebidas (7,06%),  perfumaria e cosméticos (4,84%) e sabões, sabonetes, detergentes e produtos de limpeza (4,53%).
Perspectivas 2010
O Estudo da ABRE mostra que em 2010,  o setor deverá crescer entre 4,7% e 6,1%, o melhor resultado desde 1995.
Já os  fabricantes nacionais de embalagem deverão obter receitas na odem de R$ 39 bilhões, superando os R$ 36,2 bilhões, gerados em 2009. O nível de emprego na indústria de embalagem deverá consolidar-se no patamar de 200 mil ocupações, marca que voltou a ser ultrapassada em outubro de 2009.
CENÁRIOS PARA A PRODUÇÃO FÍSICA DE EMBALAGEM EM 2010
Taxas de crescimento ( %)
Em relação a igual trimestre do ano anterior.
** Em relação ao trimestre imediatamente anterior.

A Associação Brasileira de Embalagem (ABRE) divulgou na quarta-feira (24) o balanço de 2009 do setor e a perspectiva para 2009. A boa notícia: a receita dos fabricantes nacionais de embalagem deverá ficar próxima a R$ 39 bilhões, superando em 10% os índices de 2009.

A divulgação do Estudo  Macroeconômico da Embalagem ABRE/FGV – realizado com exclusividade para a a Entidade há 14 anos pelo IBRE-FGV é mais uma ação realizada pela Associação visando o aprimoramento da cadeia de embalagem, reafirmando sua representatividade e importância na economia brasileira, proporcionando ferramentas e informações fundamentais para uma melhor compreensão deste universo, auxiliando as empresas em seu planejamento estratégico e na tomada de decisões.

Desempenho do setor de embalagem 2009

Durante o Encontro da ABRE com seus associados, patrocinado pela Papirus, Braskem, Wheaton, Henkel, Ibema e Fispal Tecnologia, o palestrante e coordenador de análises econômicas do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas, Salomão Quadros, apresenta o fechamento de 2009 e as perspectivas para 2010 do setor de embalagem que é considerado um dos termômetros da atividade industrial brasileira.

Os dados computados mostram que a indústria de embalagens em 2009 teve um ano de superação fechando com receita estimada de R$ 36,2 bilhões.

A produção física da indústria de embalagem neste período decresceu 3,79%. Nos primeiros trimestres houve três recuos sucessivos, que acumulados representaram uma queda de 11,7%.  No quarto trimestre, porém, a recuperação tomou corpo e a produção avançou 8,28% e, em dezembro, a produção (com ajuste sazonal) já havia superado a de agosto de 2008.

A indústria de embalagem de plástico obteve o melhor desempenho em produção física (aumento de 5,56%), seguida pela indústria de embalagens de papel, papelão e cartão (aumento de 4,35%), e metal (aumento de 0,23%).

Já o nível de emprego na indústria de embalagem retornou ao patamar de 200 mil posições em outubro, atingindo o pico de 201.800 em novembro de 2009.

Em 2009, a redução foi de 1.350 postos contra a redução líquida de 3.692 postos de trabalho ocorrida em dezembro de 2008. A perspectiva é que em 2010, o patamar de 200 mil ocupações deverá se consolidar.

As exportações diretas do setor de embalagem tiveram faturamento de US$ 351.410 mil em 2009. Este valor representa um decréscimo de 35,69 % em relação a 2008, com forte desempenho da indústria de plásticos (43,60%) e metálicas (23,75%).

Já as importações de embalagens vazias tiveram um decréscimo de 3,73% com faturamento de US$ 461.763 mil. Estes números indicam  que a balança comercial do setor ficou deficitária com US$ 351.410 exportados em 2008 contra US$ 461.763 mil de importação.

Os setores usuários de embalagem que apresentaram melhor desempenho em volume de produção foram a indústria farmacêutica (7,91%), bebidas (7,06%),  perfumaria e cosméticos (4,84%) e sabões, sabonetes, detergentes e produtos de limpeza (4,53%).

Perspectivas 2010

O Estudo da ABRE mostra que em 2010,  o setor deverá crescer entre 4,7% e 6,1%, o melhor resultado desde 1995.

Já os  fabricantes nacionais de embalagem deverão obter receitas na odem de R$ 39 bilhões, superando os R$ 36,2 bilhões, gerados em 2009. O nível de emprego na indústria de embalagem deverá consolidar-se no patamar de 200 mil ocupações, marca que voltou a ser ultrapassada em outubro de 2009.

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A indústria gráfica brasileira encerrou 2009 com queda de 2,39% na produção física de produtos, medidos em volume de papel convertido/impresso. A redução é bem menos acentuada do que a verificada para o restante da indústria de transformação (-6,7%). O resultado decorre de queda de 12,19% na produção de cadernos e 2% na de embalagens impressas e de incremento de 2% na área de impressos editoriais.

 Tais números poderão ser retificados a partir de 15 de fevereiro, quando o IBGE fechar os dados consolidados relativos ao quarto trimestre de 2009. Todos os dados integram o Índice de Produção Física da Indústria Gráfica, originado pela Pesquisa Industrial Mensal de Produção Física PIM-PF, fornecidos trimestralmente pelo IBGE à equipe do Departamento de Economia da Associação Brasileira da Indústria Gráfica (Abigraf). Análises e estimativas são da equipe da Websetorial Consultoria.

Resultados e Estimativas de Variação na Produção da Indústria Gráfica Brasileira
Variação( %): em relação ao mesmo período do ano anterior
  jan-abr jan – jul jan-dez
Embalagens Impressas

-4,46

-4,22

-2,20

Cadernos

-20,79

-15,43

-12,19

Produtos Gráficos Editoriais

8,17

7,10

2,14

Total ABIGRAF

-3,54

-3,16

-2,39

Comércio

A pesquisa mensal do comércio PMC/IBGE indica aumento de 10% nas vendas, no comércio varejista, de produtos nacionais e importados do setor gráfico, nos 12 meses contados entre dezembro de 2008 e novembro de 2009. No mesmo período, também foi de 10% o crescimento das receitas nominais decorrentes da venda desses produtos. Assim, descontada a inflação pelo INPC, de 4,11%, as receitas de livros, jornais, revistas e produtos de papelaria cresceram 5,89% em termos reais, no comércio.

Balança Comercial

Segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, de janeiro a dezembro de 2009, as exportações brasileiras de produtos gráficos totalizaram US$ 219,08 milhões, representando queda de 14,3% em comparação com o ano anterior. As importações foram de US$ 297,76 milhões, o que significa redução de 19,5%. 

A crise internacional, deflagrada em setembro de 2008, teve impacto negativo tanto de exportações como nas importações. Pelo fato de o recuo nas importações ter superado o das exportações, até dezembro, houve melhora no resultado da balança comercial do setor.

Dentre os US$ 297,76 milhões de produtos gráficos importados, acumulados ao longo de 2009, destacaram-se os editoriais (livros e revistas). Estes representaram 42,7% (US$ 127,22 milhões) das importações gráficas totais, com queda de 10,2% em relação a 2008. As importações de embalagens também foram relevantes e corresponderam a 20,7% do total ou US$ 61,75 milhões – a diminuição dessas importações foi de 13,6% em 2009, em relação a 2008. As compras externas são originárias especialmente dos Estados Unidos, China e países da Europa.

No tocante aos US$ 219,08 milhões exportados, apesar da queda em quase todos os segmentos gráficos, os cartões acumularam crescimento de 52,7% em relação a 2008 – com US$ 63,04 milhões. Este segmento já é o segundo da pauta da indústria gráfica, seguindo-se ao de embalagens – com US$ 69 milhões exportados. Cabe observar que a expansão das vendas externas de cartões Inteligentes (”smart cards”) ocorreu em todos os meses de 2009. As exportações brasileiras de produtos gráficos destinam-se principalmente às nações das Américas.

O saldo comercial da indústria gráfica encerrou 2009 com déficit de US$ 78,69 milhões. Isto representa melhora em relação a 2008, cujo resultado foi de déficit de US$ 114,43 milhões. O saldo negativo recuou, portanto, 31,23%. 

Balança Comercial da Indústria Gráfica Brasileira por Segmento – ano de 2009
  ExportaçõesUS$ milhões ImportaçõesUS$ milhões SaldoUS$ milhões Participação nas Exportações Totais Participação nas Importações Totais
Cadernos 29,93 4,37 25,56

13,7%

1,5%

Cartões 63,04 42,17 20,87

28,8%

14,2%

Embalagens 68,47 61,75 6,72

31,3%

20,7%

Envelopes 0,30 0,42 -0,12

0,1%

0,1%

Etiquetas 8,26 16,37 -8,10

3,8%

5,5%

Impressos Fiscais 3,81 6,22 -2,41

1,7%

2,1%

Formulários 1,18 0,61 0,57

0,5%

0,2%

Editorial 25,22 127,22 -102,00

11,5%

42,7%

Promocional 18,87 38,66 -19,78

8,6%

13,0%

Total 219,08 297,76 -78,69

100,0%

100,0%

 Investimentos

Com relação aos investimentos do setor gráfico em máquinas e equipamentos, o volume acumulado entre janeiro e agosto de 2009, de US$ 659,93 milhões, é 45,1% menor em relação a igual período do ano anterior.  Em 2008, aliás, verificou-se o maior nível de investimentos do setor nos últimos cinco anos, com US$1,82 bilhão.

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awards_icon_hi-resEstão abertas as inscrições para o prêmio DuPont Inovação em Embalagens. Todas as empresas que atuam no segmento de embalagens ou que possuam projetos inovadores neste mercado estão convidadas a inscrever os seus trabalhos até o dia 12 de fevereiro de 2010, cujos temas devem privilegiar a excelência em inovação, sustentabilidade e redução nos custos ou na perda de materiais.  

Reconhecido como um dos mais importantes prêmios do mercado mundial de embalagens, DuPont Inovação em Embalagens está em sua 22ª edição e conta com um júri formado por renomados profissionais da área, com prestígio internacional.

Para participar, basta preencher a ficha de inscrição disponível no site da DuPont (veja aqui) . Todos os projetos inscritos serão avaliados entre 15 e 18 de março de 2010. Na seqüência, a comissão organizadora do prêmio fará contato com os responsáveis pelos projetos vencedores, que serão homenageados no dia 20 de maio de 2010 durante cerimônia no Longwood Gardens de Wilmington, Estados Unidos, cidade sede da DuPont. As despesas com viagem e hospedagem ficarão sob a responsabilidade da DuPont.

Segundo Silvério Giesteira, gerente de Marketing para DuPont Packaging & Industrial Polymers Brasil e América Latina, o prêmio representa uma grande oportunidade de reconhecer projetos bem sucedidos na área de embalagens. “Trata-se de um estímulo para as empresas que não medem esforços no desenvolvimento de processos inovadores e sustentáveis”, destaca.  

Podem participar todos os projetos que obedecem aos pré-requisitos estabelecidos pela comissão organizadora. Vale ressaltar que não é necessário o uso de produtos da DuPont em processos ou materiais descritos nos cases.

Serviço
• Data final para inscrição: 12/02/2010
• Inscrições: http://www2.dupont.com/Packaging_Resins/en_US/awards/index.html.
• Pré-requisitos: projetos que contemplem o desenvolvimento de embalagens inovadoras, sustentáveis e que promovam redução de perdas de materiais ou custos.
• Abrangência: mundial

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Technopack aposta em rótulos de cerveja

Icone negócios, rótulos | Por Kleber em 6 de janeiro de 2010

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technopack_cervejas_marcoEm parceria com as grandes marcas de cerveja do País, a Technopack está produzindo os rótulos cervejeiros pelo sistema de rotogravura, que confere alta resolução.

São utilizadas as melhores matérias-primas e insumos disponibilizados no mercado pelos mais conceituados fabricantes. Os rótulos passam por constantes análises laboratoriais para confirmação das especificações de fabricação.

Em nota, a Technopack afirmou que tem o desafio e foco de permanentemente atender as especificações do cliente para a emissão dos Certificados de Garantia da Qualidade. Esta análise laboratorial é feita desde o recebimento da matéria-prima, passando por todas as fases do processo de fabricação e, superando as especificações do cliente, é emitido o Certificado de Garantia da Qualidade Technopack.

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envase_dragao_narita A Interlândia, envasadora de água sanitária mais conhecida como Dragão, inaugurou a linha de maior capacidade de envase de todo o nordeste brasileiro.

A linha projetada para 1.400 caixas/hora foi instalada na unidade da empresa em Alagoas, e é responsável por 100% da produção da empresa em frascos de dois litros. Esta linha foi adquirida pelas empresas Narita e Nicale, em mais uma ação arrojada da Dragão.

“Para nós, a instalação desta linha de envase na empresa Dragão tem um significado muito grande, quem é do mercado entende o porque.” Afirma Alessandro Carlo Angeli, presidente das empresas Narita e Nicale.

A linha esta composta por: Posicionador de Frascos, Rotuladora Bopp, Envasadora Rotativa com 30 Bicos de Enchimento e 10 de Rosqueamento (30/10), Armadora de Caixa e Encaixotadora.

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Blogueiros em férias

Icone negócios | Por Kleber em 23 de dezembro de 2009

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Olá,

Margaret Hayasaki e eu estamos em férias. Retornamos no dia 4 de janeiro de 2010.

Aproveitamos o espaço para desejar um Ano Novo repleto de boas oportunidades e muito sucesso para toda a indústria de embalagem.

Ao longo de 2009, usamos este espaço para informar e trocar opiniões sobre os mais diversos assuntos do segmento. Foram 367 posts e 343 comentários. Fica aqui registrado nosso muito obrigado pela interação!

Um forte abraço e feliz 2010!

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Acontece nesta terça-feira, 15, às 18h, na Livraria Martins Fontes, em São Paulo, o lançamento de uma coleção de três livros que aborda o tema impressão digital. O evento é uma realização do Grupo Empresarial de Impressão Digital (GE-DIGI), da Abigraf São Paulo.

Anote o nome das obras: “Impressão Digital: Introdução e Tecnologia”, de Bruno Mortara; “Impressão Digital: Aplicações com Dados Variáveis”, de Fernando Steler; e “Impressão Digital: Transpromo”, de Hamilton Terni Costa e Marco Antonio Tiburcio.

Elaborada de forma didática, a proposta da coleção é difundir a tecnologia junto ao meio acadêmico e aos profissionais do setor gráfico.

A coleção pode ser adquirida pela internet: www.livrariacultura.com.br e www.asabeca.com.br . O preço sugerido para cada livro é de R$ 20

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O Comitê de Design da Associação Brasileira de Embalagem (ABRE) desenvolveu uma pesquisa para traçar e apresentar um panorama do mercado de Design de Embalagem em 2009 (com o ano base 2008).

As informações foram coletadas mediante questionário enviado a todas as agências participantes do Comitê de Design da ABRE. Desse total, 35 agências responderam à pesquisa, representando uma adesão de 92,11%. 

Esse grupo de agências reúne as principais empresas de design de embalagem do país, que juntas promovem e participam de uma série de atividades com o intuito de qualificar, especializar, fortalecer e dinamizar as atividades relativas ao design de embalagem.
Entre os dados apurados estão informações sobre onde estão localizadas as principais agências do Comitê, há quanto tempo atuam no mercado, há quanto tempo desenvolvem design de embalagem, número de profissionais envolvidos na operação, quanto o design de embalagem representa no faturamento da empresa, número de projetos concluídos, tipos de projetos realizados – novos ou redesign, qual mercado alvo – mercado nacional, latino-americano ou global, entre outros.

Conclusões
Delineando as atividades desses escritórios, a pesquisa concluiu que 70,3% das agências participantes do Comitê estão instaladas no estado de São Paulo, 71% das agências associadas estão no mercado há mais de 10 anos e 40% desse total está presente há mais de 15 anos em sua área de atuação.

Em relação à contratação do design de embalagem, foi apurado que 57% desses escritórios atendem entre 16 e 20 clientes por ano com 66% dos clientes sendo atendidos há pelo menos três anos pela mesma agência.

Outro dado que chamou a atenção comprovou a expertise dessas agências no design de embalagem, pois 75% dos escritórios trabalham com embalagens há mais de 10 anos com 31% desse total atuando na área há mais de 15 anos.

As agências associadas tiveram, em média, 10 colaboradores envolvidos em suas operações em 2008 com 35% das agências empregando entre 11 e 20 profissionais e 42% das agências empregando mais de 20 profissionais com formação superior, multidisciplinar e altamente qualificados.

A pesquisa também concluiu que 53% das receitas das agências são oriundas de serviços de design de embalagens, evidenciando uma expressiva representatividade e foco.

Em um ano, 51% dos escritórios atuaram em mais de 31 projetos (itens isolados ou linhas de produtos) e 77% dos projetos concluídos de design de embalagem se destinaram ao mercado brasileiro (novos e redesign). Desse total, 47% dos projetos se referem a design de embalagem e estrutural.

77% dos projetos concluídos de design de embalagem se destinaram ao mercado brasileiro (novos e redesign)

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SOBRE O BLOG DA PACK

O Blog da Pack acompanha o mercado de embalagens no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades e curiosidades que envolvem toda a cadeia produtiva do setor. Este espaço é um subproduto da revista e do site Pack, editados pela redação da Editora Banas.

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KLEBER PINTO

Jornalista com oito anos de experiência em jornalismo online. É editor dos sites da Editora Banas Pack, P&S, P&S Agro e Radar Industrial. Foi repórter e editor nos portais UOL, Terra e Globo.com, nas editorias de cultura, saúde, cidades e tecnologia.

MARGARET HAYASAKI

Formada em jornalismo pela Universidade Paulista Júlio de Mesquita Filho (Unesp-Bauru) e pós-graduada em Comunicação Empresarial pela Faculdade Cásper Líbero, Margaret Hayasaki atua há 10 anos no jornalismo especializado em embalagem. Começou como redatora na revista Pack e hoje é editora-chefe.

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