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Fabricante de embalagem PET para bebidas, alimentos e não-alimentos, a Amcor PET acaba de anunciar uma parceria com a SmartWay Transport Partnership, uma inovadora colaboração entre a Agência de Proteção Ambiental (EPA) e a indústria de transporte desenhada para melhorar a eficiência energética, além de reduzir significativamente a emissão dos  gases de efeito estufa e a poluição do ar. A Amcor PET vai contribuir para atingir esse objetivo, reduzindo a emissão de dióxido de carbono de 33 para 66 milhões de toneladas métricas e diminuir para 200 mil toneladas de óxido de nitrogênio/ano até 2012, otimizando as operações de transporte e a performance ambiental.  “Nós abraçamos essa visão há muitos anos e isso já vem sendo demonstrado por meio dos vários tipos de produtos que a Amcor PET desenvolve”, afirma Marte Rupprecht, gerente corporativo de Transporte da Amcor PET América do Norte.

Lançado em fevereiro de 2004, o Smartway Transport Partnership tem o objetivo de otimizar o uso de combustível, economizando 150 milhões de barris/ano.Essa parceria reúne as 1300 maiores empresas de transporte de navio, caminhões, trens, e de logística, além de associações do setor para trabalhar em conjunto visando a redução de emissão de gases efeito estufa e melhorar outros aspectos ambientais, bem como diminuir os custos das companhias.

 

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basf

A linha de copolímeros em bloco de estireno-butadieno (SBS) Styrolux® HS 70 é uma inovação da Basf apresentada durante a K 2007 – feira internacional de plásticos, realizada em Düsseldorf, na Alemanha – que agora ganha a sua primeira aplicação na Europa. A fabricante italiana de filmes Axial começa a produzir filmes shrink com esse material e está também distribuindo para os principais convertedores. A Sutter, por exemplo, é um produtor italiano de produtos de limpeza que está usando o material para decorar as embalagens. 

 

A Axial decidiu utilizar o novo material porque otimiza o encolhimento do filme em comparação com os outros blendes de SBC/PS disponíveis no mercado. O filme feito de Styrolux® HS 70 oferecem capacidade de encolhimento de até 80%, o que permite aos convertedores trabalhar com um amplo espectro de shapes de embalagens. “Nosso cliente Sutter que sempre utilizou o filme de PET para a produção de rótulo sleeve, agora está experimentando o filme feito com Styrolux® HS 70. O material eliminou o efeito “sorriso” – dobra, por exemplo, no gargalo da garrafa -, geralmente encontrado na transição de grandes diâmetros  para pequenos diâmetros em embalagens de geometria complexa”, explica Marco Ruspa, gerente técnico da Axial.  Além disso, esse material é muito leve, produzindo mais de 30%/kg de filme em comparação ao PET ou PVC e não requer nenhum processo de pré-secagem, garantindo eficiência energética e custo-benefício.  

 

O Styrolux® HS 70 tem sido especialmente otimizado para uso em filmes shrink de alta qualidade. O material combina excelentes propriedades ópticas e mecânicas, como por exemplo, alta transparência e brilho, além de grande rigidez e resistência.

 

 

 

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Em conjunto com a Semana Européia de Energia Sustentável – promovida pela Comissão Europeia de Energia e Transporte, que acontece de 9 a 13 de fevereiro – a Tetra Pak e o Carrefour acabam de lançar uma campanha de conscientização dos consumidores que será divulgada em mais de 600 lojas do grupo varejista na Espanha, na França, na Bélgica e na Itália. As embalagens cartonadas de sucos e de leite também vão estampar a Campanha de Energia Sustentável, bem como dicas ecológicas. “A ação conjunta com a rede varejista tem como objetivo dar um exemplo prático do papel da embalagem para mostrar aos consumidores como combater as alterações climáticas, poupando energia e utilizando recursos renováveis”, explica Erika Mink, diretora de meio ambiente da Tetra Pak Europa. “Com informações e mensagens, a embalagem pode influenciar na mudança de atitude do consumidor”.

 

Véronique Discours-Buhot, diretora de sustentabilidade do Carrefour comenta: “Nós reconhecemos que  como líderes varejistas na Europa, temos responsabilidade de gerir o impacto direto causado ao meio ambiente e reduzir o nosso uso de energia. Podemos promover ações com os fornecedores e ajudar muitos clientes a reduzir o consumo de energia”.

 

Essa campanha é a mais recente ação da Tetra Pak como parte da estratégia estabelecida pela companhia para reduzir o impacto da mudança climática. Como membro do Programa WWF´s Climate Savers, a empresa aumentou em 23% a eficiência energética na produção de materiais de embalagem e utiliza energia verde certificada. Atualmente seis plantas industriais de materiais de embalagem estão usando energia verde ou comprando certificados de energia renováveis. Dessa forma, a Tetra Pak caminha para atingir o seu objetivo de reduzir em 10% a emissão de CO2 em 2010.

O Carrefour também está fazendo bons progressos na redução do consumo de energia em suas lojas, trabalhando para diminuir em 20% até 2020.

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Um estudo conduzido pela empresa de pesquisa britânica Campden BRI e pela Universidade de Bath revela que é possível reduzir o desperdício de embalagem por meio de maior eficiência de selagem da embalagem. Alan Campbell, gerente da Campden BRI, afirma que será possível “salvar” 39 mil toneladas de resíduos que iriam para aterros sanitários. “Estamos avaliando a eficácia da sobresselagem a fim de melhorar a integridade da selagem e diminuir o uso de material”, diz. Além disso, conta ele, a pesquisa está avaliando como melhorar a maquinabilidade desses materiais em máquinas de form-film-seal e a performance de filmes biodegradáveis.

Campbell disse que 50% do fundo para a pesquisa vem do Departamento Rural, Alimentos e Ambiente (Defra) e outros 50% é derivado de um consórcio entre a fabricante de alimentos United Biscuits, a fabricante de equipamentos Hayssen Sandiacre Europe e o fornecedor de embalagem Amcor.  “Os benefícios para os nossos parceiros da indústria são consideráveis. Eles vão entender melhor os métodos de selagem e os materiais biodegradáveis, podendo modificar as máquinas de embalagem e os materiais de acordo com os resultados da pesquisa”. A pesquisa será concluída em 2010.

 

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kelloggs Em parceria com varejistas de Detroit, nos Estados Unidos, a Kellogg Company acaba de iniciar um período de testes de seis meses para a nova embalagem da sua marca de cereais. O diferencial da caixa está no seu tamanho, que otimiza o espaço nas gôndolas, oferecendo a mesma quantidade de alimentos. Essa iniciativa marca a inovação mais significativa em caixas de cereais desde 1950. “O teste dessa nova embalagem é parte do nosso compromisso contínuo para identificar soluções que nos ajudam a atender as necessidades dos nossos parceiros varejistas e consumidores”, afirma Kim Miller, vice-presidente de marketing da Kellogg Company. “Para mediar o sucesso do teste, vamos avaliar a aceitação dos consumidores, o feedback dos varejistas e a eficiência interna”, adiciona o executivo.

 

 

A nova embalagem foi concebida para atender melhor a demanda dos consumidores por mais espaço para armazenar produtos em seus armários. Além disso, o seu redesenho permite aos varejistas oferecer mais variedades de produtos para os consumidores nas gôndolas e também protege e preserva os recursos naturais, já que utiliza 8% menos material por embalagem de cereal.

 

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Legislação para nanomateriais

Icone Embalagem, Matéria-prima, Meio Ambiente | Por Margaret em 29 de janeiro de 2009

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O Centro de Avaliação Tecnológica da Suíça (TA-SWISS) está exigindo que a legislação existente sobre alimentos e produtos químicos deve ser adaptada para satisfazer as exigências da nanotecnologia. O Centro está conduzindo um estudo sobre nanomateriais de embalagem e aditivos alimentares em uso na Suíça. 

Tendo em vista o fluxo internacional de mercadorias, o relatório Nanotecnologia no Setor de Alimentos, concluiu que é necessária regulamentação no que diz respeito as nanopartículas em embalagens e produtos.

Falta de conscientização

A equipe do projeto liderado por Martin Möller – um pesquisador do Öko-Institut (Instituto de Ecologia Aplicada) da Alemanha – alega que a tecnologia tem sofrido de falta de compreensão pública, já que os consumidores têm mostrado preocupação sobre a segurança de algumas das aplicações.

 
Eles alegam que é necessário tomar uma atitude. Os fabricantes e varejistas precisam ajudar para aliviar o sentimento de desconfiança por parte do público. “Os fabricantes, processadores e comerciantes de alimentos e de embalagens com nanocomponentes poderiam, por exemplo, adotar códigos de conduta específicos do setor “, argumentam os pesquisadores.

 
Mercado em potencial

Segundo estimativas da Comissão Européia, o mercado de nanotecnologia poderá chegará a € 750 bilhões até € 2 bilhões até 2015, além de abrir em torno de 10 milhões de novos postos de trabalho.

No setor da embalagem, o uso de nanopartículas está em estágio mais avançado do que na produção de alimentos.

Na forma de filmes compostos, nanorevestimentos finos de alumínio, ou óxido de alumínio, as nanopartículas protegem salgadinhos ou chocolate contra oxigênio e vapor de água. Elas também são utilizadas em garrafas PET para melhorar as propriedades de barreira contra oxigênio.


Migração em alimentos
Os pesquisadores revelam que as nanopartículas podem migrar de materiais de embalagem para alimentos, dependendo da forma como a nanocamada é aplicada. “Em termos gerais, deve dizer-se que, no caso de filmes laminados com uma nanocamada de silicato de plástico, é menos provável que as nanopartículas migrem para os alimentos”, explicam os pesquisadores.

“Mas quando o alimento está em contato direto com a nanocamada, há um maior risco”.


Potencial sustentável

A equipe de pesquisadores revelou ainda que o estudo realizado pela Öko-Institut especialmente para a pesquisa sobre nanotecnologia da TA-SWISS comparou a emissão de C02 durante o ciclo de produção de latas de alumínio, garrafas de vidro descartáveis e garrafas PET com nanotecnologia. O resultado mostrou que as garrafas PET com nanotecnologia apresentam maior benefício ao equilíbrio de CO2. “Na fabricação, transporte e reciclagem, as garrafas PET com nanotecnologia geram cerca de um terço a menos de gás efeito estufa em comparação às latas de alumínio e cerca de 60% em comparação às garrafas de vidro”, afirmam os pesquisadores.

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Os produtores e associações de embalagem reivindicam melhorias de custo, desempenho e propriedades de barreira de umidade dos bioplásticos, assim como mais investimento em tecnologia para evitar a contaminação de resíduos de reciclagem, o que vai permitir que a indústria possa competir mais eficazmente com os plásticos convencionais.

Os bioplásticos são derivados de fontes renováveis como óleo vegetal, amido de milho ou fécula de ervilha. No entanto, muitos são dependentes dos combustíveis fósseis para gerar energia para a sua fabricação.


Christophe Doukhi de Boissoudy, presidente do Club des Bioplastiques, acredita que com mais investimento em pesquisa e desenvolvimento para o ajuste fino dos bioplásticos será possível que esses materiais se tornem tecnologicamente e ambientalmente competitivos. “Os produtores de embalagens de bioplásticos esperam a estabilização de seu preço até 2015”.

 

 


Mercado

Entretanto, o BCC Research Group disse que o mercado de plásticos biodegradáveis, em termos de volume, atingiu 541 milhões de libras em 2007, e espera-se que chegue a 1,2 bilhões de libras em 2012.

Analistas de mercado da Freedonia afirmam que a demanda de polímeros naturais irá crescer 7,1% anualmente, movimentando US $ 4 bilhões em 2012 devido em parte à expansão das melhorias de tecnologias de produção de materiais como o PLA.


O PLA terá um crescimento significativo em áreas como a embalagem termoformada.

 


Degradação

A maioria dos bioplásticos só degrada em condições  rigorosamente controladas de unidades comerciais de compostagem. Uma norma acordada internacionalmente, EN13432, define quão rapidamente e em que medida um plástico deve ser degradado sob condições de compostagem comerciais para ser chamado biodegradável.


Não há nenhuma norma aplicável para condições de compostagem doméstica de bioplásticos.

 

A Novamont, fabricante italiana de bioplástico disse que para produzir um quilo de seu produto à base de amido utiliza 500g de petróleo e consome cerca de 80% da energia necessária para produzir um polímero de polietileno tradicional.


E a NatureWorks, fabricante do bioplástico PLA, diz que para produzir o PLA há uma economia de combustíveis fósseis entre 25 e 68% em comparação com polietileno, em parte devido à sua compra de certificados de energia renovável para a sua fábrica.

 

Segundo a empresa, o seu PLA pode ser fisicamente reciclado e compostado através de processos industriais e os resíduos incinerados por meio de sistemas de energia. Também pode ser reciclado quimicamente, voltando a ser uma base monomérica de ácido láctico.

 

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A maior fabricante de refrigerantes do mundo, a Coca-Cola, realizou uma parceria com a United Resource Recovery Corporation para inaugurar a maior planta de reciclagem de garrafa PET bottle-to-bottle, em Spartanburg, nos Estados Unidos, que irá produzir cerca de 100 milhões de quilos de embalagem reciclada por ano, o equivalente a quase dois milhões de garrafas de 1 litro. A unidade também inclui um centro de recolhimento de embalagens usadas.


Em setembro de 2007, a companhia anunciou investimento de US$ 60 milhões na área de reciclagem como parte das ações de longo prazo, que contemplam reciclar ou reutilizar 100% das suas garrafas plásticas nos Estados Unidos.


A planta da Carolina do Sul, a maior desse tipo no mundo, irá eliminar, nos próximos anos, a produção de um milhão de toneladas métricas de emissões de dióxido de carbono – o que é comparável à remoção de 215.000 carros da estrada. “Temos um plano ambicioso para a reciclagem de garrafas PET utilizadas no mercado norte-americano”, diz Sandy Douglas, presidente da Coca-Cola América do Norte. Ele continua: “Nossos investimentos em infra-estrutura para reciclagem juntamente com os nossos trabalhos visando o design sustentável irá nos ajudar a alcançar este objetivo”.

 

 

Carlos Gutierrez, presidente da United Resource Recovery Corporation, disse que a empresa tem trabalhado com a Coca-Cola por mais de dez anos para ajudar a acelerar o desenvolvimento e a comercialização de uma nova tecnologia de reciclagem. “Hoje, nós estamos orgulhosos não somente por fazer parte da abertura da maior planta de reciclagem bottle-to-bottle no mundo, mas porque Spartanburg servirá de exemplo de como investir em reciclagem pode trazer benefícios econômicos e ambientais”, completa.  


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Marca de ovos Spartan ganha embalagem verde

Icone Embalagem, Meio Ambiente | Por Margaret em 23 de janeiro de 2009

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SPARTAN STORES EGGS


Com forte compromisso em preservar o meio ambiente, a Spartan Stores está  introduzindo novas embalagens de polpa moldada para a sua marca de ovos Spartan que são 100% recicláveis e 100% biodegradáveis.

 

O processo de reciclagem das embalagens poupa recursos, gera menos emissão de CO2 e contribui para resolver o crescente problema da eliminação dos resíduos. A polpa moldada protege o meio ambiente, pois é produzido de papel reciclado – jornal velho, caixas de papelão ondulado e uma variedade de outras fibras vegetais. As caixas desse material podem ser facilmente recicladas juntamente com o fluxo normal de resíduos de papel. Também proporcionam outros benefícios como: serve de almofada para os ovos, garantindo proteção contra impacto no trânsito e no armazenamento e a polpa moldada das caixas absorve umidade.


Alan Hartline, vice-presidente de merchandising da Spartan Stores, diz que “com base nas vendas dos últimos anos da marca de ovos Spartan, vamos otimizar 300 toneladas de polpa de celulose que iriam para os aterros e os consumidores vão economizar quase US$ 100 mil este ano. A embalagem biodegradável é boa para o ambiente e para os consumidores”.

 

 

A Spartan Stores oferece embalagens ecológicas também em outras marcas corporativas da empresa.

 

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O percentual de produtos alimentícios e de bebidas com apelo natural, ou seja, livres de aditivos e conservantes está crescendo com força, nos Estados Unidos, segundo um estudo da Mintel Global Database Novos Produtos (GNPD). Um terço dos novos lançamentos feitos em 2008, nos Estados Unidos, destacou esses atributos, representando um aumento de 16% em comparação a 2007.

Esse desempenho é comparável aos novos produtos alimentícios e de bebidas que comunicam “conveniência” na embalagem, que responderam por 18% dos lançamentos, enquanto que 7% deles destacaram os benefícios éticos e ambientais.

Os produtos naturais também cresceram globalmente, representando 23% dos novos lançamentos em 2008, um aumento de 9% em relação a 2007. Mundialmente, novos produtos enriquecidos com vitaminas ou cálcio tiveram uma redução de 20% no ano passado, aparecendo em apenas um em cada 20 novos lançamentos.  Também produtos que prometem baixo teor de gordura, redução de açúcar e baixa calorias começaram a estagnar globalmente. 

Lynn Dornblaser, da Mintel, disse que no passado, produtos com baixo teor de gordura e baixo teor calórico eram sinônimo de boa nutrição e dieta, mas hoje, parecem ultrapassados. “Embora conveniência e meio ambiente sejam aspectos populares, estes benefícios não receberam a mesmo nível de atenção como os produtos que têm apelo natural “, afirma.

 

 

 

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O Blog da Pack acompanha o mercado de embalagens no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades e curiosidades que envolvem toda a cadeia produtiva do setor. Este espaço é um subproduto da revista e do site Pack, editados pela redação da Editora Banas.

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TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

MARGARET HAYASAKI

Formada em jornalismo pela Universidade Paulista Júlio de Mesquita Filho (Unesp-Bauru) e pós-graduada em Comunicação Empresarial pela Faculdade Cásper Líbero, Margaret Hayasaki atua há 10 anos no jornalismo especializado em embalagem. Começou como redatora na revista Pack e hoje é editora-chefe.

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