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Desenvolvido especificamente para aplicação em esteiras transportadoras e máquinas de embalagem utilizadas na indústria de alimentos e de bebidas, o OneGearDrive, produzido pela matriz da Danfoss, fabricante de controles eletromecânicos e eletrônicos, na Dinamarca, chega ao mercado brasileiro, trazendo um conceito totalmente novo. A novidade está sendo apresentada na Fispal Tecnologia.

O principal diferencial da tecnologia é a eficiência energética que permite uma economia de até 15% no consumo. Segundo Fabio Gomes, gerente de vendas do segmento de alimentos e bebidas da Danfoss para América Latina, isso é possível graças ao uso de motores de imã permanente, com alto rendimento e eficiência. “O uso dessa tecnologia em esteiras transportadoras de embalagens, que por sua vez, são empregadas em uma linha de produção de alimentos de grande escala propicia uma redução significativa do consumo de energia. Já que são utilizados 70 motores”, diz.

Entre outras vantagens, segundo o executivo, estão a redução de manutenção e a menor variação de modelos, o que permite armazenar menor número de peças em estoque para assistência técnica.

O OneGear Drive será importado da Dinamarca. Essa solução já é comercializada na Europa há pelo menos dois anos. “No Brasil, a expectativa é grande, já que o mercado está aquecido. Metade dos novos projetos deve utilizar o novo conceito da tecnologia nas esteiras transportadoras e máquinas de embalagem”, revela Gomes.

O segmento de embalagem representa 25% dos negócios da Danfoss na América Latina. “Esperamos crescer nesse mercado de embalagem 15% ao ano”, diz. No final deste ano e começo de 2011, a empresa deve fazer novos lançamentos visando a aumentar o portfólio para essa área”.

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DuPont do Brasil e Grupo Orsa apresentam conceito inédito de embalagens sustentáveis para o envase, transporte e armazenamento do óleo de soja
Desenvolvido para a Louis Dreyfus Commodities, o projeto objetiva otimizar o uso das embalagens no mercado de food service
A DuPont do Brasil e o Grupo Orsa selaram parceria para o desenvolvimento de uma nova solução de embalagens voltadas para o mercado de food service. O sistema, denominado DuPontTM Bag-in-Box, foi criado para atender as demandas da Louis Dreyfus Commodities no envase, transporte e armazenamento do óleo de soja para grandes redes de restaurantes. A nova embalagem tem a mesma capacidade das atuais latas de aço e diferencia-se por suas características físicas: peso inferior, praticidade durante o uso e facilidade no processo de descarte, uma vez que todos os componentes são 100% recicláveis e ocupam menor volume no lixo.
Segundo Sérvulo Dias, gerente da área DuPont Liquid Packaging Systems no Brasil, a tecnologia Bag-in-Box garante qualidade, segurança e praticidade desde o envase até a utilização do produto. “Em parceria com o Grupo Orsa, desenvolvemos para a Louis Dreyfus uma solução que promove redução de custos com embalagem, menor área de estoque de insumos de produção e queda nos custos com frete, uma vez que o conjunto Bag-in-Box é 30% mais leve quando comparado às tradicionais latas de aço”, destaca.
Quando analisados os fatores sustentáveis, o projeto diferencia-se em relação ao peso e volume. Na solução Bag-in-Box, a superfície externa cartonada e o plástico podem ser removidos e dobrados no recipiente destinado à reciclagem, ocupando espaço menor ao utilizado pelas tradicionais embalagens de aço. Além disso, todos os seus componentes são facilmente recicláveis.
Para viabilizar o manuseio do produto, o Grupo Orsa desenvolveu uma superfície externa cartonada para armazenar e proteger o sistema Bag-in-Box. As alças localizadas na parte superior da caixa facilitam a dosagem do óleo de soja e garantem maior segurança aos profissionais que atuam nas cozinhas industriais. A estrutura possui alta resistência a eventuais impactos durante manuseio e transporte, fechamento com cola especial para proteger o alimento de alterações físicas e lacre de segurança. Entre os diferenciais, destaque para o bocal da estrutura Bag-in-Box, que evita desperdícios ou contaminações.
A Louis Dreyfus é a primeira empresa do Brasil a adotar o sistema de embalagens Bag-in-Box para o envase e transporte do óleo de soja. Baseado em uma resina especial, o produto preserva as características naturais do alimento e impede a alteração de sabor ou mesmo de suas propriedades nutricionais. Desde a implementação do projeto, ocorrida em 2009, a empresa registrou redução nos custos para a aquisição das embalagens, o que reflete diretamente na margem para os clientes. Outro ponto a destacar está no transporte, uma vez que o peso inferior refletiu diretamente no valor do frete.
Sobre a DuPont
A DuPont é uma empresa de Ciência. Fundada em 1802, a DuPont coloca a Ciência para trabalhar na criação de soluções que tornam a vida das pessoas melhor, mais segura e mais prática. Com operações em mais de 70 países, a companhia oferece ampla variedade de produtos e serviços inovadores para mercados como segurança, agricultura, alimentação, casa e construção, comunicação e transporte.

embalagem_fechadaA DuPont do Brasil e o Grupo Orsa selaram parceria para o desenvolvimento de uma nova solução de embalagens voltadas para o mercado de food service. O sistema, denominado DuPontTM Bag-in-Box, foi criado para atender as demandas da Louis Dreyfus Commodities no envase, transporte e armazenamento do óleo de soja para grandes redes de restaurantes. A nova embalagem tem a mesma capacidade das atuais latas de aço e diferencia-se por suas características físicas: peso inferior, praticidade durante o uso e facilidade no processo de descarte, uma vez que todos os componentes são 100% recicláveis e ocupam menor volume no lixo.

Segundo Sérvulo Dias, gerente da área DuPont Liquid Packaging Systems no Brasil, a tecnologia Bag-in-Box garante qualidade, segurança e praticidade desde o envase até a utilização do produto. “Em parceria com o Grupo Orsa, desenvolvemos para a Louis Dreyfus uma solução que promove redução de custos com embalagem, menor área de estoque de insumos de produção e queda nos custos com frete, uma vez que o conjunto Bag-in-Box é 30% mais leve quando comparado às tradicionais latas de aço”, destaca.

Quando analisados os fatores sustentáveis, o projeto diferencia-se em relação ao peso e volume. Na solução Bag-in-Box, a superfície externa cartonada e o plástico podem ser removidos e dobrados no recipiente destinado à reciclagem, ocupando espaço menor ao utilizado pelas tradicionais embalagens de aço. Além disso, todos os seus componentes são facilmente recicláveis.

embalagem_abertaPara viabilizar o manuseio do produto, o Grupo Orsa desenvolveu uma superfície externa cartonada para armazenar e proteger o sistema Bag-in-Box. As alças localizadas na parte superior da caixa facilitam a dosagem do óleo de soja e garantem maior segurança aos profissionais que atuam nas cozinhas industriais. A estrutura possui alta resistência a eventuais impactos durante manuseio e transporte, fechamento com cola especial para proteger o alimento de alterações físicas e lacre de segurança. Entre os diferenciais, destaque para o bocal da estrutura Bag-in-Box, que evita desperdícios ou contaminações.

A Louis Dreyfus é a primeira empresa do Brasil a adotar o sistema de embalagens Bag-in-Box para o envase e transporte do óleo de soja. Baseado em uma resina especial, o produto preserva as características naturais do alimento e impede a alteração de sabor ou mesmo de suas propriedades nutricionais. Desde a implementação do projeto, ocorrida em 2009, a empresa registrou redução nos custos para a aquisição das embalagens, o que reflete diretamente na margem para os clientes. Outro ponto a destacar está no transporte, uma vez que o peso inferior refletiu diretamente no valor do frete.

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00054 Peas face A Stahlbush Island Farms, uma empresa especializada em agricultura sustentável e produção de alimentos, acaba de lançar a primeira embalagem biodegradável para linha de vegetais e frutas congeladas.

Os consumidores agora podem saborear frutas e verduras congeladas sabendo que quando fizerem o descarte da embalagem BioBag estarão ajudando o meio ambiente. A embalagem se degrada em poucos meses.

A BioBag é resultado de dois anos de pesquisas em parceria com a Cadillac Products Company of Troy. Durante o projeto, a combinação única de práticas de produção e de processos com materiais biodegradáveis, permitiu à embalagem atender os critérios necessários para ser uma alternativa sustentável para a tradicional embalagem flexível.

O desafio chave foi criar uma embalagem biodegradável que preservasse a vida de prateleira de 20 diferentes frutas e verduras congeladas produzidas pela Stahlbush. Isso foi realizado graças às propriedades do papel kraft usado pela empresa na embalagem e a tinta à base de água.

A Stahlbush e a Cadillac Packaging Company acreditam que embalagens, como a BioBag devem se tornar comuns na indústria de frutas e verduras congeladas. Para ajudar outras empresas a introduzir embalagens mais sustentáveis como a BioBag, as duas companhias vão dividir suas experiências e práticas inovadoras.

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Sustentabilidade é considerada muito importante pelas empresas, mas suas ações não condizem com seus discursos
Diagnóstico foi levantado em pesquisa e apresentado durante o 3º Fórum Nacional de Gestão Estratégica da Embalagem da ESPM
São Paulo, abril de 2010 – Noventa e um por cento das empresas brasileiras consideram a sustentabilidade uma questão muito importante, mas na prática o tema está distante das principais ações diárias das corporações. É o que mostra o “1º Diagnóstico de Sustentabilidade de Embalagem nas Empresas Brasileiras”, apresentado e debatido durante o 3º Fórum Nacional de Gestão Estratégica da Embalagem, promovido no último dia 14 de abril pelo Núcleo de Estudos em Embalagem da ESPM. O objetivo do estudo, elaborado pelo Núcleo através das pesquisas realizadas pela GFK (uma das mais conceituadas empresas de pesquisa de mercado do mundo), é avaliar o nível de conhecimento das corporações que atuam no segmento de consumo sobre os conceitos da sustentabilidade aplicados à embalagem.
De acordo com o levantamento, 87% das empresas possuem um gestor de sustentabilidade, sendo que 38% trabalham em um departamento específico, em geral ligado à área de RH, Marketing, Administrativo ou Meio Ambiente, e apenas 11% dedicam 100% do tempo para o assunto. Em 79% dos casos, sustentabilidade ocupa, no máximo, 50% do tempo dos executivos. Em relação ao conhecimento destes gestores sobre o tema, o diagnóstico aponta que não difere muito do restante da sociedade, e o assunto de mais familiaridade é reciclagem. Entretanto, não há um consenso sobre o que melhor representa reciclagem, para 37% das empresas, reciclagem reduz o impacto da embalagem no meio ambiente.
Sobre sustentabilidade da embalagem, o grau de conhecimento é considerado entre suficiente e intermediário, e 78% dos gestores afirmam tomar ações concretas a respeito. As ações, em sua maioria, têm a ver com reciclagem das embalagens e uso de matéria prima reciclável nas mesmas. As empresas acreditam que o setor não comunica bem a sustentabilidade de seus produtos, e quando o fazem, é feito muito timidamente nas próprias embalagens. Os próprios profissionais da área responsabilizaram a embalagem como o principal agente de contaminação dos aterros sanitários das grandes cidades, com 41% das opiniões, seguidos por matéria orgânica, entulho e lixo eletrônico. O material considerado como o melhor para produção é o papel, com 40%, principalmente por ser mais fácil de reciclar e ter decomposição rápida, seguido do vidro e plástico, ambos com 12%.
Isto demonstra que os executivos ainda não levam em consideração fatores relevantes como energia, gasto de recursos não renováveis, entre outros, mesmo que eles sejam agentes de maior impacto ao meio ambiente. Segundo um estudo do Reino Unido, a embalagem consome apenas 10% da energia investida na cadeia produtiva de alimentos, enquanto 51% da energia está relacionada à produção alimentícia, 17% à armazenagem nas residências e 14% ao preparo dos alimentos.
Outro estudo aponta que a cadeia alimentícia representa 18% das emissões de efeito estufa do Reino Unido, e apenas 1% do total está relacionado às embalagens.
Para os gestores, a função do governo no que diz respeito ao assunto sustentabilidade, é principalmente implantar e operar a coleta seletiva de embalagens (36%), criar mecanismos de suporte para minimizar o impacto destas (29%) e criar leis que protejam o planeta (24%). Já o papel das corporações é incentivar e desenvolver ações de reciclagem, com 47%, além de trabalhar para aumentar a sustentabilidade das suas embalagens, 33%. E os consumidores, na visão das empresas, devem destinar corretamente suas embalagens para reciclagem, na opinião de 67% dos entrevistados.
A capacitação de gestores também foi abordada, sendo que 69% das empresas não conhecem nenhum curso sobre sustentabilidade, a maioria (81%) acredita que faltam cursos sobre o tema relacionado à embalagem e 87% gostariam de estudar mais sobre isto. O diagnóstico será usado como subsídio para o novo curso intensivo da ESPM, “Embalagem & Sustentabilidade”, com início previsto para maio de 2010.
O evento contou com a participação de profissionais e estudantes ligados as áreas de comunicação, embalagem e sustentabilidade. A mesa de debate foi composta pelo vice-presidente da ESPM, Hiran Castello Branco; a diretora executiva da Associação Brasileira de Embalagens (Abre), Luciana Pelegrino; o coordenador do Núcleo, Fábio Mestriner; o professor e diretor-presidente da GFK, Paulo Carramenha; e o professor do Núcleo, Bruno Pereira.
Em seu discurso de abertura, Hiran Castello Branco discorreu sobre a pertinência do tema e sua importância nos dias atuais. “Precisamos pensar que o impacto mercadológico tem que ser obtido de maneira crescente, mas com o menor impacto ambiental possível”, ressaltou. Em seguida, a palavra foi passada aos demais componentes da mesa. Antes da apresentação do diagnóstico, realizada pelo professor Paulo Carramenha, houve a apresentação da pesquisa “Conjoint Social: determinação do peso de ações socioambientais na decisão de compra do consumidor”, por Mario Mattos, diretor da Divisão Ad-Hoc da GFK Brasil.

Cerca de 90% das empresas brasileiras consideram a sustentabilidade uma questão muito importante, mas na prática o tema está distante das principais ações diárias das corporações. É o que mostra o “1º Diagnóstico de Sustentabilidade de Embalagem nas Empresas Brasileiras”, apresentado e debatido durante o 3º Fórum Nacional de Gestão Estratégica da Embalagem, promovido no último dia 14 de abril pelo Núcleo de Estudos em Embalagem da ESPM. O objetivo do estudo, elaborado pelo Núcleo através das pesquisas realizadas pela GFK (uma das mais conceituadas empresas de pesquisa de mercado do mundo), é avaliar o nível de conhecimento das corporações que atuam no segmento de consumo sobre os conceitos da sustentabilidade aplicados à embalagem.

De acordo com o levantamento, 87% das empresas possuem um gestor de sustentabilidade, sendo que 38% trabalham em um departamento específico, em geral ligado à área de RH, Marketing, Administrativo ou Meio Ambiente, e apenas 11% dedicam 100% do tempo para o assunto. Em 79% dos casos, sustentabilidade ocupa, no máximo, 50% do tempo dos executivos. Em relação ao conhecimento destes gestores sobre o tema, o diagnóstico aponta que não difere muito do restante da sociedade, e o assunto de mais familiaridade é reciclagem. Entretanto, não há um consenso sobre o que melhor representa reciclagem, para 37% das empresas, reciclagem reduz o impacto da embalagem no meio ambiente.

Sobre sustentabilidade da embalagem, o grau de conhecimento é considerado entre suficiente e intermediário, e 78% dos gestores afirmam tomar ações concretas a respeito. As ações, em sua maioria, têm a ver com reciclagem das embalagens e uso de matéria prima reciclável nas mesmas. As empresas acreditam que o setor não comunica bem a sustentabilidade de seus produtos, e quando o fazem, é feito muito timidamente nas próprias embalagens. Os próprios profissionais da área responsabilizaram a embalagem como o principal agente de contaminação dos aterros sanitários das grandes cidades, com 41% das opiniões, seguidos por matéria orgânica, entulho e lixo eletrônico. O material considerado como o melhor para produção é o papel, com 40%, principalmente por ser mais fácil de reciclar e ter decomposição rápida, seguido do vidro e plástico, ambos com 12%.

Isto demonstra que os executivos ainda não levam em consideração fatores relevantes como energia, gasto de recursos não renováveis, entre outros, mesmo que eles sejam agentes de maior impacto ao meio ambiente. Segundo um estudo do Reino Unido, a embalagem consome apenas 10% da energia investida na cadeia produtiva de alimentos, enquanto 51% da energia está relacionada à produção alimentícia, 17% à armazenagem nas residências e 14% ao preparo dos alimentos.

Outro estudo aponta que a cadeia alimentícia representa 18% das emissões de efeito estufa do Reino Unido, e apenas 1% do total está relacionado às embalagens.

Para os gestores, a função do governo no que diz respeito ao assunto sustentabilidade, é principalmente implantar e operar a coleta seletiva de embalagens (36%), criar mecanismos de suporte para minimizar o impacto destas (29%) e criar leis que protejam o planeta (24%). Já o papel das corporações é incentivar e desenvolver ações de reciclagem, com 47%, além de trabalhar para aumentar a sustentabilidade das suas embalagens, 33%. E os consumidores, na visão das empresas, devem destinar corretamente suas embalagens para reciclagem, na opinião de 67% dos entrevistados.

A capacitação de gestores também foi abordada, sendo que 69% das empresas não conhecem nenhum curso sobre sustentabilidade, a maioria (81%) acredita que faltam cursos sobre o tema relacionado à embalagem e 87% gostariam de estudar mais sobre isto. O diagnóstico será usado como subsídio para o novo curso intensivo da ESPM, “Embalagem & Sustentabilidade”, com início previsto para maio de 2010.

O evento contou com a participação de profissionais e estudantes ligados as áreas de comunicação, embalagem e sustentabilidade. A mesa de debate foi composta pelo vice-presidente da ESPM, Hiran Castello Branco; a diretora executiva da Associação Brasileira de Embalagens (Abre), Luciana Pelegrino; o coordenador do Núcleo, Fábio Mestriner; o professor e diretor-presidente da GFK, Paulo Carramenha; e o professor do Núcleo, Bruno Pereira.

Em seu discurso de abertura, Hiran Castello Branco discorreu sobre a pertinência do tema e sua importância nos dias atuais. “Precisamos pensar que o impacto mercadológico tem que ser obtido de maneira crescente, mas com o menor impacto ambiental possível”, ressaltou. Em seguida, a palavra foi passada aos demais componentes da mesa. Antes da apresentação do diagnóstico, realizada pelo professor Paulo Carramenha, houve a apresentação da pesquisa “Conjoint Social: determinação do peso de ações socioambientais na decisão de compra do consumidor”, por Mario Mattos, diretor da Divisão Ad-Hoc da GFK Brasil.

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coca_colaO estudante chinês Andrew Seunghyun Kim criou embalagens inovadoras para a Coca-Cola. Trata-se de uma caixinha estilo Longa Vida, porém 100% confeccionada com fibra de cana de açúcar. O projeto foi batizado de Eco Coke.

caso a empresa aceitasse a sugestão de Kim, cerca de 200 milhões de garrafas plásticas seriam descartadas a cada 5 minutos, somente nos Estados Unidos. A emissão de carbono do transporte das bebidas também seria menor.

E mais: o encaixe perfeito das embalagens acomodaria 27% mais caixinhas do que garrafas em um mesmo container.

Atualmente, são vendidas três milhões de garrafas de Coca ao dia no mundo. Com a Eco Coke, seriam 857.142 garrafas a mais por dia, sem nenhuma emissão extra de carbono.

Lembrando: trata-se apenas de um projeto. Confira mais sobre a ideia de Andrew Kim no blog oficial do estudante.

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A Plastivida lembra que é direito da população exigir sacolas plásticas fabricadas em conformidade com a norma ABNT para a segurança das compras e a redução do uso excessivo.
A Plastivida Instituto Sócio-Ambiental dos Plásticos vem lembrar à população que é seu direito exigir sacolas plásticas feitas com a qualidade determinada pela  Norma Técnica ABNT NBR-14.937.
Quando a sacola é produzida de acordo com a Norma, ela fica mais resistente e garante que o consumidor possa carregar suas compras com segurança. E há ainda outra vantagem: com sacolas resistentes, que trazem impresso o Selo de Qualidade que informa o peso que podem suportar (6,0 kg), não há necessidade de se colocar uma dentro da outra para levar as compras ou usar a metade de sua capacidade, reduzindo o desperdício. Portanto, exija sacolas plásticas com o Selo de Qualidade. Esse é um direito seu!
A Plastivida tem trabalhado em todo o Brasil para promover o conceito dos 3R’s: Reduzir , Reutilizar e Reciclar. “Principalmente no caso das sacolas plásticas, a entidade acredita que será através da conscientização de todos sobre a importância de ações responsáveis no consumo e no descarte que alcançaremos o equilíbrio entre a economia, o conforto da população e a preservação ambiental”, afirma Francisco de Assis Esmeraldo, presidente da entidade.
Com pouco mais de dois anos, o Programa de Qualidade e Consumo Responsável de Sacolas Plásticas, criado pela indústria do setor, já conta com a participação de três dos seis grandes grupos varejistas do Brasil, de inúmeras outras redes, além do apoio da Associação Brasileira de Supermercados (Abras) e de suas congêneres estaduais.
Voltado para a conscientização da população sobre uso responsável e descarte adequado de sacolas plásticas, o Programa já alcançou resultados significativos sobre a redução do uso de sacolas plásticas. Em 2007, o consumo de sacolinhas, no Brasil, foi de 17,9 bilhões. Já em 2008, passou para 16,2 bilhões e a estimativa para 2009 é termos atingido 15 bilhões, uma redução de 16,2% do início do programa até agora. Hoje, o Programa está em vigor em São Paulo (SP), Porto Alegre (RS), Salvador (BA), Goiânia (GO) e Brasília (DF). E chegará, este ano, a Fortaleza (CE), Florianópolis (SC), Rio de Janeiro (RJ), Campo Grande (MT), Recife (PE) e Belo Horizonte (MG).
Econômicas, resistentes, práticas, higiênicas e inertes, as sacolas plásticas são reutilizáveis e 100% recicláveis. Por isso, 100% das donas de casa reutilizam as sacolinhas para embalar o lixo doméstico, 75% são a favor do seu fornecimento pelo varejo e 71% delas acham que são o meio ideal para transportarem as compras, como mostra pesquisa Ibope. Dessa forma, o consumidor que exige sacolas plásticas com o Selo de Qualidade, além de garantir a integridade de suas compras, também reduz o uso excessivo. Isso, aliado à destinação correta dessas embalagens (a reutilização e a reciclagem), irá resultar em benefício ao consumidor e ao meio ambiente.

Na última semana, a Plastivida divulgou texto em que apela aos consumidores que exijam sacolas plásticas fabricadas em conformidade com a norma ABNT para a segurança das compras e a redução do uso excessivo. Segue:

A Plastivida Instituto Sócio-Ambiental dos Plásticos vem lembrar à população que é seu direito exigir sacolas plásticas feitas com a qualidade determinada pela  Norma Técnica ABNT NBR-14.937.

Quando a sacola é produzida de acordo com a Norma, ela fica mais resistente e garante que o consumidor possa carregar suas compras com segurança. E há ainda outra vantagem: com sacolas resistentes, que trazem impresso o Selo de Qualidade que informa o peso que podem suportar (6,0 kg), não há necessidade de se colocar uma dentro da outra para levar as compras ou usar a metade de sua capacidade, reduzindo o desperdício. Portanto, exija sacolas plásticas com o Selo de Qualidade. Esse é um direito seu!

A Plastivida tem trabalhado em todo o Brasil para promover o conceito dos 3R’s: Reduzir , Reutilizar e Reciclar. “Principalmente no caso das sacolas plásticas, a entidade acredita que será através da conscientização de todos sobre a importância de ações responsáveis no consumo e no descarte que alcançaremos o equilíbrio entre a economia, o conforto da população e a preservação ambiental”, afirma Francisco de Assis Esmeraldo, presidente da entidade.

Com pouco mais de dois anos, o Programa de Qualidade e Consumo Responsável de Sacolas Plásticas, criado pela indústria do setor, já conta com a participação de três dos seis grandes grupos varejistas do Brasil, de inúmeras outras redes, além do apoio da Associação Brasileira de Supermercados (Abras) e de suas congêneres estaduais.

Voltado para a conscientização da população sobre uso responsável e descarte adequado de sacolas plásticas, o Programa já alcançou resultados significativos sobre a redução do uso de sacolas plásticas. Em 2007, o consumo de sacolinhas, no Brasil, foi de 17,9 bilhões. Já em 2008, passou para 16,2 bilhões e a estimativa para 2009 é termos atingido 15 bilhões, uma redução de 16,2% do início do programa até agora. Hoje, o Programa está em vigor em São Paulo (SP), Porto Alegre (RS), Salvador (BA), Goiânia (GO) e Brasília (DF). E chegará, este ano, a Fortaleza (CE), Florianópolis (SC), Rio de Janeiro (RJ), Campo Grande (MT), Recife (PE) e Belo Horizonte (MG).

Veja também:

Maioria dos supermercados usa sacolas plásticas certificadas, atesta Plastivida

100% das donas de casa reutilizam sacolas plásticas, aponta Ibope


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A Alcoa anunciou hoje o investimento de US$ 24 milhões para expansão da capacidade de reciclagem de latas de alumínio, em Tennessee, nos Estados Unidos, que vai aumentar aproximadamente 50% e ajudar a manter 100 empregos na fábrica. “A lata de alumínio é a embalagem mais eficiente do mundo, já que pode ser reciclada infinitamente”, afirma Klaus Kleinfeld, presidente e CEO da Alcoa. “Esse investimento é um exemplo de nosso compromisso para aumentar o índice de reciclagem, bem como ajudar a comunidade do Tennessee”.

”Os Estados Unidos sozinho enviou mais de 46 bilhões de latas para os aterros sanitários no último ano”, diz Kleinfeld. “Se pudéssemos reciclar metade dessas latas, nós poderíamos alcançar um índice de reciclagem de 75% e economizar as emissões de duas plantas de energia de carvão mineral queimado”.

 A nova operação de reciclagem de latas de alumínio, no Tennessee, contempla uma nova esmagadora e fornalha, sistemas ambientais. Esses melhoramentos vão ajudar a aumentar a capacidade, utilizando o estado da arte da tecnologia de combustível eficiente e ambientalmente correta, bem como flexibilidade para outros tipos de sucatas.

 Em 2009, a Alcoa anunciou o compromisso de trabalhar com foco no aumento do índice de reciclagem na América do Norte: 75% até 2015. O aumento da capacidade de reciclagem é parte dessa estratégia. “Hoje, os americanos reciclam 54% das latas de bebidas produzidas na região”, diz Kleinfeld. “Se todo mundo reciclar mais de uma lata por semana, nós podemos atingir o nosso objetivo”.

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Coca-Cola Brasil lança garrafa PET
feita a partir da cana-de-açúcar
•    A PlantBottle é a primeira garrafa PET feita parcialmente de material de origem vegetal
•    Etanol da cana-de-açúcar substitui parte do petróleo como insumo na nova embalagem
•    PlantBottle reduz em até 25% as emissões de CO² e impulsiona o setor sucroenergético do Brasil
A Coca-Cola Brasil dá o primeiro passo rumo à garrafa sustentável do futuro e torna-se pioneira no lançamento da PlantBottle na América Latina. Trata-se de uma embalagem revolucionária, feita de PET no qual o etanol da cana-de-açúcar substitui parte do petróleo utilizado como insumo. Por ter origem parcialmente vegetal – 30% à base da planta -, a novidade reduzirá a dependência da empresa em relação aos recursos não-renováveis, além de diminuir em até 25% as emissões de CO².
O lançamento neste dia 25 de março, no Jardim Botânico do Rio de Janeiro, contou com a presença do ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc; do presidente da Coca-Cola Brasil, Xiemar Zarazúa; do vice-presidente de Técnica e Logística da empresa, Rino Abbondi; do presidente da UNICA (União da Indústria de Cana-de-Açúcar), Marcos Jank; e da gerente de Operações do Instituto Akatu, Heloisa Mello.
Sem mudança de propriedades químicas, cor, peso ou aparência em relação ao PET convencional, a PlantBottle é 100% reciclável e já entra na cadeia de reaproveitamento de materiais consolidada no País desde sua chegada ao mercado. A nova garrafa começará a ser comercializada em abril, inicialmente nas embalagens de Coca-Cola de 500ml e 600 ml, no Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Curitiba, Recife e Porto Alegre.
“Houve uma grande mobilização e investimentos para chegarmos à fórmula da PlantBottle e, com seu lançamento, confirmamos novamente nossa posição de vanguarda na inovação de embalagens. Ao substituir parte do petróleo usado na fabricação do PET por etanol de cana-de-açúcar, um recurso absolutamente renovável e abundante no País, a Coca-Cola Brasil inaugura uma nova era para as embalagens plásticas”, afirma Xiemar Zarazúa, presidente da Coca-Cola Brasil.
Além dos benefícios ambientais – a expectativa é que, em 2010, a produção inicial das garrafas PlantBottle resulte na redução de uso de mais de cinco mil barris de petróleo -, o uso da nova garrafa também traz vantagens à economia do Brasil. Segundo Rino Abbondi, vice-presidente de Técnica e Logística da empresa, “a cana-de-açúcar é a fonte mais eficiente para a fabricação de etanol. Com este quadro, o Brasil coloca-se como futuro exportador de bio-MEG (componente feito com cana de açúcar, usado na PlantBottle), fomentando assim a geração de empregos e alavancando o setor sucroenergético do País. O Brasil é um dos primeiros mercados a adotar a PlantBottle e acreditamos que, com isso, a Coca-Cola Brasil e seus fabricantes incentivam as demais indústrias a tomar medidas semelhantes. Vale destacar que 100% das embalagens de PlantBottle de todo o mundo usará etanol brasileiro”.
“Essa é mais uma importante iniciativa de sustentabilidade que a Coca-Cola Brasil abraça. O índice de uso de água é dos melhores do mundo na indústria de bebidas e reduzimos em até 26% o peso de nossas embalagens nos últimos anos. Na área da reciclagem, temos o programa ‘Reciclou, Ganhou’ desde 1996 e, com ele, colaboramos para que o Brasil seja um dos maiores recicladores de embalagens do mundo. Hoje, apoiamos mais de 130 cooperativas de catadores, que geram renda e resgatam a dignidade de milhares de pessoas”, completou Marco Simões, vice-presidente de Comunicação e Sustentabilidade da Coca-Cola Brasil.
Cadeia de suprimentos e sustentabilidade
A cana-de-açúcar utilizada para produzir as garrafas PlantBottle provém de fornecedores auditados, que utilizam essencialmente a irrigação natural (chuva) e a colheita mecânica. No Brasil, 99,7% dos campos de cana-de-açúcar estão a pelo menos 2.000 km da Amazônia.
A Coca-Cola Global, assim como a Unica, trabalha com o WWF no programa Better Sugar Initiative, que busca reduzir impactos ambientais e sociais da produção de cana e seu processamento primário. A empresa também aderiu à Sustainable Agriculture Initiative, criada pela indústria alimentar para compartilhar conhecimentos e apoiar o desenvolvimento e implementação de normas internacionais, que envolvam a cadeia de suprimentos agrícolas em direção a uma agricultura sustentável.
Embalagens sustentáveis
Com o desenvolvimento da tecnologia liderado pela The Coca-Cola Company, a PlantBottle é fabricada por um processo inovador de transformação da cana-de-açúcar em um insumo do processo de fabricação do polímero PET. Seu plástico é produzido a partir da reação química de dois componentes: MEG (monoetileno glicol), responsável por 30% de seu peso; e PTA (ácido politereftálico), responsável pelos 70% restantes.
Seguindo uma política mundial da empresa baseada em três “Rs” – Reciclar, Reduzir e Reutilizar -, delineada na plataforma de sutentabilidade Viva Positivamente, o lançamento da garrafa também está alinhado com a campanha “Consumo Consciente de Embalagens”, no Ministério do Meio Ambiente. A campanha oficial tem cunho educacional e sugere atitudes e boas práticas para consumidores e empresas no sentido do uso cada vez mais racional, consciente e responsável das embalagens.
Histórico – Em 2008, a empresa criou a plataforma Viva Positivamente com o objetivo de reunir princípios, valores e áreas de atuação prioritárias para que sua operação continue avançando de forma sustentável. Para isso, foram alinhados sólidos compromissos de caráter ambiental, social e econômico, tanto inerentes à própria operação, como a redução do consumo de água e o desenvolvimento de embalagens sustentáveis, quanto externos como, por exemplo, uma efetiva contribuição para redução da evasão escolar do ensino público fundamental, através dos programas de educação, e o estímulo ao empreendorismo em comunidades da classe C, através do programa Coletivo.
Nos últimos anos, as embalagens de PET reduziram seu peso entre 8% e 26%, dependendo do tamanho. As embalagens de vidro e de alumínio também tiveram seus pesos consideravelmente reduzidos. Outro exemplo é a Minitampa, para garrafas PET, com alturas da tampa e do bocal menores que a do padrão tradicional, diminuindo o consumo da resina derivada de petróleo.
Ainda na área de embalagens, mais um importante passo da Coca-Cola Brasil foi a liderança do processo de aprovação do sistema bottle-to-bottle no Mercosul, que promete revolucionar o mercado brasileiro de reciclagem, uma vez que a resina PET de garrafas pós-consumo será utilizada para a produção de novas embalagens. O sistema bottle-to-bottle está em fase de testes no Brasil, já tendo sido aprovado pela Anvisa.

Garrafa_PlantBottleNa quinta-feira (25), a Coca-Cola Brasil reuniu jornalistas no Rio de Janeiro para falar sobre a o lançamento da PlantBottle na América Latina. Trata-se de uma embalagem revolucionária, feita de PET no qual o etanol da cana-de-açúcar substitui parte do petróleo utilizado como insumo. Por ter origem parcialmente vegetal – 30% à base da planta -, a novidade reduzirá a dependência da empresa em relação aos recursos não-renováveis, além de diminuir em até 25% as emissões de CO².

O evento contou com a presença do ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc; do presidente da Coca-Cola Brasil, Xiemar Zarazúa; do vice-presidente de Técnica e Logística da empresa, Rino Abbondi; do presidente da UNICA (União da Indústria de Cana-de-Açúcar), Marcos Jank; e da gerente de Operações do Instituto Akatu, Heloisa Mello.

Sem mudança de propriedades químicas, cor, peso ou aparência em relação ao PET convencional, a PlantBottle é 100% reciclável e já entra na cadeia de reaproveitamento de materiais consolidada no País desde sua chegada ao mercado.

A nova garrafa chega ao mercado a partir desta quinta-feira (1), inicialmente nas embalagens de Coca-Cola de 500ml e 600 ml, no Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Curitiba, Recife e Porto Alegre.

“Houve uma grande mobilização e investimentos para chegarmos à fórmula da PlantBottle e, com seu lançamento, confirmamos novamente nossa posição de vanguarda na inovação de embalagens. Ao substituir parte do petróleo usado na fabricação do PET por etanol de cana-de-açúcar, um recurso absolutamente renovável e abundante no País, a Coca-Cola Brasil inaugura uma nova era para as embalagens plásticas”, afirma Xiemar Zarazúa, presidente da Coca-Cola Brasil.

Além dos benefícios ambientais – a expectativa é que, em 2010, a produção inicial das garrafas PlantBottle resulte na redução de uso de mais de cinco mil barris de petróleo -, o uso da nova garrafa também traz vantagens à economia do Brasil. Segundo Rino Abbondi, vice-presidente de Técnica e Logística da empresa, “a cana-de-açúcar é a fonte mais eficiente para a fabricação de etanol. Com este quadro, o Brasil se coloca como futuro exportador de bio-MEG (componente feito com cana de açúcar, usado na PlantBottle), fomentando assim a geração de empregos e alavancando o setor sucroenergético do País. O Brasil é um dos primeiros mercados a adotar a PlantBottle e acreditamos que, com isso, a Coca-Cola Brasil e seus fabricantes incentivam as demais indústrias a tomar medidas semelhantes. Vale destacar que 100% das embalagens de PlantBottle de todo o mundo usará etanol brasileiro”.

“Essa é mais uma importante iniciativa de sustentabilidade que a Coca-Cola Brasil abraça. O índice de uso de água é dos melhores do mundo na indústria de bebidas e reduzimos em até 26% o peso de nossas embalagens nos últimos anos. Na área da reciclagem, temos o programa ‘Reciclou, Ganhou’ desde 1996 e, com ele, colaboramos para que o Brasil seja um dos maiores recicladores de embalagens do mundo. Hoje, apoiamos mais de 130 cooperativas de catadores, que geram renda e resgatam a dignidade de milhares de pessoas”, completou Marco Simões, vice-presidente de Comunicação e Sustentabilidade da Coca-Cola Brasil.

A Revista Pack de abril trará uma reportagem especial sobre a PalntBottle. Aguarde!

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Kopenhagen_4Nesta Páscoa, boa parte da linha de produtos da Kopenhagen será embalada pela Klabin. A empresa está fornecendo papelcartão para a Cartonagem Rosni Ltda, uma das responsáveis pelo fornecimento de algumas embalagens dos produtos da fabricante de chocolate.

O papel da Klabin já foi utilizado em diferentes embalagens da marca produzidas para o Natal e agora também será utilizado em 90% da linha de Páscoa. Produzido na Máquina de Papel nº 9 (MP9), o Klafold White que será usado para embalar os chocolates da Kopenhagen é feito a partir de um mix de fibras curtas e longas (eucalipto e pínus), que confere alta resistência ao rasgo e à compressão e ótima superfície para impressão à embalagem.
A parte interna das embalagens na coloração branca foi um grande atrativo para a empresa de chocolates aderir o papelcartão da Klabin. Devido a boa rigidez, o Klafold oferece proteção ao produto no transporte, no manuseio e na exposição no ponto-de-venda.
Outro atributo importante das embalagens desenvolvidas com papelcartão Klabin é que elas estão em linha com conceito sustentável da empresa, pois são ecologicamente corretas: 100% recicláveis, biodegradáveis e provenientes de florestas plantadas.

Nesta Páscoa, boa parte da linha de produtos da Kopenhagen será embalada pela Klabin. A empresa está fornecendo papelcartão para a Cartonagem Rosni Ltda, uma das responsáveis pelo fornecimento de algumas embalagens dos produtos da fabricante de chocolate.

O papel da Klabin já foi utilizado em diferentes embalagens da marca produzidas para o Natal e agora também será utilizado em 90% da linha de Páscoa. Produzido na Máquina de Papel nº 9 (MP9), o Klafold White que será usado para embalar os chocolates da Kopenhagen é feito a partir de um mix de fibras curtas e longas (eucalipto e pínus), que confere alta resistência ao rasgo e à compressão e ótima superfície para impressão à embalagem.

A parte interna das embalagens na coloração branca foi um grande atrativo para a empresa de chocolates aderir o papelcartão da Klabin. Devido a boa rigidez, o Klafold oferece proteção ao produto no transporte, no manuseio e na exposição no ponto-de-venda.

Outro atributo importante das embalagens desenvolvidas com papelcartão Klabin é que elas estão em linha com conceito sustentável da empresa, pois são ecologicamente corretas: 100% recicláveis, biodegradáveis e provenientes de florestas plantadas.

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Smirnoff Ice coloca em prática no Brasil projeto global de sustentabilidade
Como parte de seu plano global de sustentabilidade, que visa economizar energia, evitar o desperdício de matéria prima e diminuir a emissão de gases poluentes, a Diageo apresenta a nova embalagem de Smirnoff Ice.
As novas garrafas, que entraram no mercado em janeiro deste ano, apresentam um design mais moderno, ficando ligeiramente maiores no diâmetro e menores na altura. Apesar da redução de peso de 200g para 165g de vidro, o produto mantém o volume de 275 ml, além de  continuar com sua qualidade e sabor característicos.
“O ponto mais importante desta mudança é o impacto ambiental que ele traz em todo o processo produtivo da garrafa, da fabricação até o descarte”, aponta Eduardo Bendzius, diretor de marketing da Diageo. “A inovação dessa mudança não fica apenas na percepção positiva do consumidor, que terá uma garrafa mais moderna, mas é ele saber que essa mudança traz um benefício maior em toda a sua cadeia de produção”, completa Bendzius.
A nova embalagem consumirá menos energia para ser feita, pois usa cerca de 20% menos vidro em sua produção. Além disso, a menor quantidade de vidro reduz também o descarte de resíduos sólidos no meio ambiente e utilizará menos matéria prima em sua produção.
Apesar de ser a primeira iniciativa da Smirnoff envolvendo questões ambientais na produção de seus produtos no Brasil, a Diageo já é reconhecida no mundo todo por ações eco-sustentáveis. Foi uma das primeiras empresas a implantar uma destilaria com neutralização de carbono; elabora e adota soluções inovadoras para resíduos e redução de custos em várias de suas plantas, além de adotar programas de conscientização, como o GreenIQ,  treinamento que educa e informa os funcionários sobre ações de sustentabilidade.  Isso tudo já resultou em prêmios de reconhecimento em sete países.

smirnoff_ice_standardComo parte de seu plano global de sustentabilidade, que visa economizar energia, evitar o desperdício de matéria prima e diminuir a emissão de gases poluentes, a Diageo apresenta a nova embalagem de Smirnoff Ice.

As novas garrafas, que entraram no mercado em janeiro deste ano, apresentam um design mais moderno, ficando ligeiramente maiores no diâmetro e menores na altura. Apesar da redução de peso de 200g para 165g de vidro, o produto mantém o volume de 275 ml, além de  continuar com sua qualidade e sabor característicos.

“O ponto mais importante desta mudança é o impacto ambiental que ele traz em todo o processo produtivo da garrafa, da fabricação até o descarte”, aponta Eduardo Bendzius, diretor de marketing da Diageo. “A inovação dessa mudança não fica apenas na percepção positiva do consumidor, que terá uma garrafa mais moderna, mas é ele saber que essa mudança traz um benefício maior em toda a sua cadeia de produção”, completa Bendzius.

A nova embalagem consumirá menos energia para ser feita, pois usa cerca de 20% menos vidro em sua produção. Além disso, a menor quantidade de vidro reduz também o descarte de resíduos sólidos no meio ambiente e utilizará menos matéria prima em sua produção.

Apesar de ser a primeira iniciativa da Smirnoff envolvendo questões ambientais na produção de seus produtos no Brasil, a Diageo já é reconhecida no mundo todo por ações eco-sustentáveis. Foi uma das primeiras empresas a implantar uma destilaria com neutralização de carbono; elabora e adota soluções inovadoras para resíduos e redução de custos em várias de suas plantas, além de adotar programas de conscientização, como o GreenIQ,  treinamento que educa e informa os funcionários sobre ações de sustentabilidade.  Isso tudo já resultou em prêmios de reconhecimento em sete países.

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TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

MARGARET HAYASAKI

Formada em jornalismo pela Universidade Paulista Júlio de Mesquita Filho (Unesp-Bauru) e pós-graduada em Comunicação Empresarial pela Faculdade Cásper Líbero, Margaret Hayasaki atua há 10 anos no jornalismo especializado em embalagem. Começou como redatora na revista Pack e hoje é editora-chefe.

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