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Wagner Qualidade1

Wagner Aparecido Rodrigues, analista de suporte técnico da Braga Produtos Adesivos

Há quanto tempo a Braga está trabalhando para a conquista da certificação FSC?

Desde a tomada de decisão para conquista da certificação FSC, nós trabalhamos durante aproximadamente seis meses. O trabalho envolveu visita aos fornecedores para conhecer o sistema em funcionamento, escolha das empresas de consultoria e de certificação e auditoria do sistema, em novembro, do ano passado. A emissão do certificado levou aproximadamente 60 dias e a conquista da certificação aconteceu em janeiro deste ano. 

Quantos profissionais foram envolvidos no treinamento? Quantas horas de treinamento foram realizadas?

Praticamente todos os colaboradores da empresa passaram por treinamento. Hoje há inclusive o treinamento na integração, quando o profissional vai iniciar suas atividades na Braga. Mas, como o processo para a obtenção da certificação é baseado na criação de procedimentos para os departamentos que se envolvem com o produto, passaram por treinamentos específicos a equipe de compra, manufatura, venda, almoxarifado (expedição, armazenamento), e produção (PCP, laminação, corte). Esses procedimentos foram feitos para a correta manipulação da matéria-prima, produto semi-acabado e produto acabado em todas as etapas. Isso basicamente é para identificar o produto certificado em qualquer fase em que ele esteja e serve para separar todo produto certificado do que não é.

 Quais foram os principais requisitos alcançados pela Braga para a conquista do FSC?

O principal requisito alcançado é a credibilidade em garantir a nossos clientes que o produto entregue está de acordo com as normas vigentes do FSC, pois para a conquista da certificação é preciso ter um processo estável e controlado. E nesse sentido, a certificação ISO 9001:2008 que a Braga possui, foi um facilitador na hora da conquista do FSC. A principal mudança a ser considerada foi a conscientização de todos os colaboradores da importância de pensar no desenvolvimento sustentável e seguir corretamente os procedimentos criados para a conquista e manutenção da certificação FSC. A mudança mais significativa de processo foi a necessidade de armazenamento e identificação diferenciada para produtos FSC.

 Qual é a importância da conquista do selo FSC pela Braga?

Além de a Braga ser a primeira empresa brasileira de autoadesivo a conseguir essa certificação, ou seja, de ser pioneira no segmento, é importante destacar o comprometimento com o desenvolvimento sustentável, o que a Braga sempre procurou praticar. Hoje não é mais possível desenvolver uma atividade alheio à questão da preservação do meio ambiente e o quanto antes você adotar essas medidas melhor será. Outra questão a ressaltar é que a certificação credencia a Braga a fornecer seus produtos para o mercado internacional, que exige a Certificação FSC para produtos provenientes de florestas.

 Hoje a Braga já consegue medir os ganhos ambientais com a conquista do selo FSC? Quais são?

Ainda não é possível medir os ganhos ambientais com a certificação, mas é possível afirmar que a Braga está ajudando a trilhar um caminho até então desconhecido no setor de autoadesivo brasileiro. Esse caminho será seguido por outras empresas do segmento, pois não é possível hoje pensar em crescimento sem se preocupar com o desenvolvimento sustentável.

 A certificação FSC vai abrir novas oportunidades de negócios para a Braga?

Acreditamos que sim. Nossos produtos passam a ter uma diferenciação dos demais disponíveis no mercado, ou seja, o selo FSC agrega valores aos produtos.

 

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True_BlueA nova geração de latas multifoliadas True Blue, desenvolvidas pela Sonoco, são 100% recicláveis. O produto foi apresentado pela Sonoco For-Plas, líder no Brasil em soluções para embalagem e a maior indústria do segmento usuária de papel reciclado, durante a Fispal Tecnologia 2010, realizada de 8 a 11 de junho, em São Paulo.

O projeto nasceu há dois anos, nos Estados Unidos, para atender uma necessidade do WalMart. “Toda a embalagem é feita em papel reciclado, inclusive o fundo, com proteção de barreiras, a partir de várias camadas de papel reciclado e filme plástico PVC ou alumínio, para acondicionar produtos como grãos, snacks, achocolatados e cereais”, explica Luiz Geraldo Biagioni, diretor-geral da Sonoco For-Plas.

A True Blue é uma evolução da membrana Safe Top para embalagens cilíndricas multifoliadas, composta por papel, polietileno e alumínio, adaptável a diferentes tipos de envase, o que mantém as características de produtos não processados. “Faremos investimentos na ordem de US$ 1 milhão em uma nova linha de produção na fábrica de Araras, interior de São Paulo”, afirma Luiz Geraldo.

A capacidade inicial de produção do Safe Top é de 50 milhões ao ano, para volumes de embalagens de diâmetros de 73 e 99 mm. “O produto será comercializado no início de 2011, e ampliaremos nossa participação em novos segmentos da indústria”, antecipa o executivo.

A expectativa da Sonoco For-Plas é que o mercado brasileiro, em curto prazo, faça a conversão para as latas multifoliadas Safe Top e, a médio prazo, desenvolva soluções com a embalagem True Blue, disponíveis apenas nos Estados Unidos.

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20% mais leve

Icone Consumo, Design, Embalagem, Meio Ambiente | Por Margaret em 23 de junho de 2010

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amcorUma das maiores fabricantes de embalagens PET, a Amcor Rigid Plastics, realizou um grande avanço na redução de peso com o desenvolvimento da embalagem de PET de 16 onças para molho de salada. Ela pesa apenas 29,5 gramas, quase 20% mais leve que a embalagem padrão (35,3 gramas).

O design superior permitiu que o comprimento do topo da embalagem fosse significativamente mais alto que outras alternativas do mercado. “Nossa extensa capacidade de Análise de Elemento Finito (FEA)e a experiência na redução de peso nos possibilitou reduzir o peso dramaticamente sem comprometer a performance e a entrega de uma embalagem atrativa”, diz Laurie Goetz, gerente técnico da Amcor.

A embalagem  apresenta gargalo de 33 mm e design retangular que maximiza a eficiência do cubo, além de melhorar a capacidade de armazenagem no palete, no armazém, no caminhão, e o mais importante, na prateleira.

Outra característica chave é o uso do programa modular do mole da Amcor, que permite customizar os formatos e decorações com economia significativa de custo em relação a ferramenta tradicional. A embalagem também está disponível com 20% de resina pós-consumo.

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projetos_sustentaveis_homeA publicação apresenta com propriedade as ferramentas e estratégias para a implementação de ações concretas voltadas à sustentabilidade ética, social e ambiental nas empresas brasileiras.

Os projetos de sustentabilidade ética, social e ambiental  a cada dia têm se tornado mais evidente dentro das empresas. Isto porque a preocupação com o futuro do planeta trata-se também de uma poderosa ferramenta de marketing, graças ao interesse dos consumidores por produtos/serviços ecologicamente corretos.

Este é o propósito do livro “Projetos Sustentáveis: Estudos e Práticas Brasileiras”, organizado pela consultora empresarial, Dra. Ana Paula Arbache, especialista no assunto, em conjunto com diversos autores reconhecidos pelo trabalho de pesquisa e desenvolvimento de projetos relacionados à sustentabilidade na FGV.

Entre os temas abordados na publicação destacam-se: A sustentabilidade ética, social, ambiental e financeira nas empresas; As normas e certificações com foco no “Construction Extension to The PMBOK Guide”; A integração de projetos e a análise dos mesmos sob o ponto de vista do PMBOK; A importância dos recursos humanos como importante ferramenta de gerenciamento e vantagem competitiva; e Modelo de retenção de talentos para projetos em pequenas empresas com foco na Geração Y, todos eles elaborados por alunos do MBA da FGV.

A finalidade desta publicação é chamar a atenção dos empresários para a questão da sustentabilidade e contribuir para a formação de líderes competentes nos quesitos ambiental, social e ético, levando em consideração o principal objetivo das empresas no mercado: a lucratividade.

O livro “Projetos Sustentáveis: Estudos e Práticas Brasileiras” está sendo comercializado no site da editora (www.editorama.com.br) ou (www.tmaisoito.com.br), preço R$ 25,00.

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Novo selo green no mercado

Icone Meio Ambiente | Por Tatiana em 18 de junho de 2010

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Resultado de uma pesquisa de mais de 30 meses, a nova embalagem de aço desenvolvida pela Metalgráfica Rojek em parceria com a faculdade de engenharia de alimentos da Unicamp, com o apoio da Fapesp, vai permitir que os alimentos processados no vapor (sem água) preserve mais os nutrientes dos produtos, além de possibilitar produzi-los sem sal ou com pouco sal, atendendo à demanda dos consumidores pela alimentação mais saudável.

Os ganhos são muitos. Sem o uso dos 130 ml de salmoura nas latas convencionais dos alimentos, a indústria de consumo tem menor desgaste das recravadeiras e o processo de fechamento ficou mais simples. Com a nova tecnologia, o volume de salmoura utilizado é bem reduzido.  Homero Ferracini Gumerato, pesquisador da Faculdade de Engenharia de Alimentos da Unicamp, diz que o volume de salmoura depende do alimento envasado. “Se o alimento absorve mais ou menos água. Para a soja é necessário 10 ml, já para a ervilha, 50 ml”, diz.

Sem o volume da salmoura, a lata de aço também encolheu o diâmetro em comparação à embalagem convencional. Ela apresenta 68 mm de diâmetro, enquanto a tradicional tem 73 mm. Para desenvolver a lata de aço, a Metalgráfica Rojek investiu em um novo equipamento de formação de lata.  “Essa redução no diâmetro oferece ganhos logísticos, pois as latas estão mais leves e o cliente pode transportar mais embalagens por carreto”, explica Luiz Antonio Cypriano, gerente técnico da Metalgráfica Rojek. “Por exemplo, num carreto de 27 toneladas, agora será possível transportar 109 mil latas. Enquanto no formato convencional são 72 mil latas”, completa.       

Além disso, o novo formato da lata de aço também propicia ganho energético no processo do cliente. Cypriano explica que é possível colocar 13% a mais de embalagens na autoclave, além de economizar 12% de shrink. Homero complementa: “A subida de temperatura para esterilização do alimento é mais rápida, reduzindo o tempo, ou seja, economizando mais energia”.  

O processo de alimentos cozidos no vapor sem salmoura já existe na lata recravada, mas na embalagem de aço com tampa abre-fácil, desenvolvida pela Metalgráfica Rojek, é uma inovação. A tecnologia foi patenteada. A novidade deve chegar ao mercado consumidor, em agosto, para o segmento de milho, ervilha e soja.

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Desenvolvido especificamente para aplicação em esteiras transportadoras e máquinas de embalagem utilizadas na indústria de alimentos e de bebidas, o OneGearDrive, produzido pela matriz da Danfoss, fabricante de controles eletromecânicos e eletrônicos, na Dinamarca, chega ao mercado brasileiro, trazendo um conceito totalmente novo. A novidade está sendo apresentada na Fispal Tecnologia.

O principal diferencial da tecnologia é a eficiência energética que permite uma economia de até 15% no consumo. Segundo Fabio Gomes, gerente de vendas do segmento de alimentos e bebidas da Danfoss para América Latina, isso é possível graças ao uso de motores de imã permanente, com alto rendimento e eficiência. “O uso dessa tecnologia em esteiras transportadoras de embalagens, que por sua vez, são empregadas em uma linha de produção de alimentos de grande escala propicia uma redução significativa do consumo de energia. Já que são utilizados 70 motores”, diz.

Entre outras vantagens, segundo o executivo, estão a redução de manutenção e a menor variação de modelos, o que permite armazenar menor número de peças em estoque para assistência técnica.

O OneGear Drive será importado da Dinamarca. Essa solução já é comercializada na Europa há pelo menos dois anos. “No Brasil, a expectativa é grande, já que o mercado está aquecido. Metade dos novos projetos deve utilizar o novo conceito da tecnologia nas esteiras transportadoras e máquinas de embalagem”, revela Gomes.

O segmento de embalagem representa 25% dos negócios da Danfoss na América Latina. “Esperamos crescer nesse mercado de embalagem 15% ao ano”, diz. No final deste ano e começo de 2011, a empresa deve fazer novos lançamentos visando a aumentar o portfólio para essa área”.

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DuPont do Brasil e Grupo Orsa apresentam conceito inédito de embalagens sustentáveis para o envase, transporte e armazenamento do óleo de soja
Desenvolvido para a Louis Dreyfus Commodities, o projeto objetiva otimizar o uso das embalagens no mercado de food service
A DuPont do Brasil e o Grupo Orsa selaram parceria para o desenvolvimento de uma nova solução de embalagens voltadas para o mercado de food service. O sistema, denominado DuPontTM Bag-in-Box, foi criado para atender as demandas da Louis Dreyfus Commodities no envase, transporte e armazenamento do óleo de soja para grandes redes de restaurantes. A nova embalagem tem a mesma capacidade das atuais latas de aço e diferencia-se por suas características físicas: peso inferior, praticidade durante o uso e facilidade no processo de descarte, uma vez que todos os componentes são 100% recicláveis e ocupam menor volume no lixo.
Segundo Sérvulo Dias, gerente da área DuPont Liquid Packaging Systems no Brasil, a tecnologia Bag-in-Box garante qualidade, segurança e praticidade desde o envase até a utilização do produto. “Em parceria com o Grupo Orsa, desenvolvemos para a Louis Dreyfus uma solução que promove redução de custos com embalagem, menor área de estoque de insumos de produção e queda nos custos com frete, uma vez que o conjunto Bag-in-Box é 30% mais leve quando comparado às tradicionais latas de aço”, destaca.
Quando analisados os fatores sustentáveis, o projeto diferencia-se em relação ao peso e volume. Na solução Bag-in-Box, a superfície externa cartonada e o plástico podem ser removidos e dobrados no recipiente destinado à reciclagem, ocupando espaço menor ao utilizado pelas tradicionais embalagens de aço. Além disso, todos os seus componentes são facilmente recicláveis.
Para viabilizar o manuseio do produto, o Grupo Orsa desenvolveu uma superfície externa cartonada para armazenar e proteger o sistema Bag-in-Box. As alças localizadas na parte superior da caixa facilitam a dosagem do óleo de soja e garantem maior segurança aos profissionais que atuam nas cozinhas industriais. A estrutura possui alta resistência a eventuais impactos durante manuseio e transporte, fechamento com cola especial para proteger o alimento de alterações físicas e lacre de segurança. Entre os diferenciais, destaque para o bocal da estrutura Bag-in-Box, que evita desperdícios ou contaminações.
A Louis Dreyfus é a primeira empresa do Brasil a adotar o sistema de embalagens Bag-in-Box para o envase e transporte do óleo de soja. Baseado em uma resina especial, o produto preserva as características naturais do alimento e impede a alteração de sabor ou mesmo de suas propriedades nutricionais. Desde a implementação do projeto, ocorrida em 2009, a empresa registrou redução nos custos para a aquisição das embalagens, o que reflete diretamente na margem para os clientes. Outro ponto a destacar está no transporte, uma vez que o peso inferior refletiu diretamente no valor do frete.
Sobre a DuPont
A DuPont é uma empresa de Ciência. Fundada em 1802, a DuPont coloca a Ciência para trabalhar na criação de soluções que tornam a vida das pessoas melhor, mais segura e mais prática. Com operações em mais de 70 países, a companhia oferece ampla variedade de produtos e serviços inovadores para mercados como segurança, agricultura, alimentação, casa e construção, comunicação e transporte.

embalagem_fechadaA DuPont do Brasil e o Grupo Orsa selaram parceria para o desenvolvimento de uma nova solução de embalagens voltadas para o mercado de food service. O sistema, denominado DuPontTM Bag-in-Box, foi criado para atender as demandas da Louis Dreyfus Commodities no envase, transporte e armazenamento do óleo de soja para grandes redes de restaurantes. A nova embalagem tem a mesma capacidade das atuais latas de aço e diferencia-se por suas características físicas: peso inferior, praticidade durante o uso e facilidade no processo de descarte, uma vez que todos os componentes são 100% recicláveis e ocupam menor volume no lixo.

Segundo Sérvulo Dias, gerente da área DuPont Liquid Packaging Systems no Brasil, a tecnologia Bag-in-Box garante qualidade, segurança e praticidade desde o envase até a utilização do produto. “Em parceria com o Grupo Orsa, desenvolvemos para a Louis Dreyfus uma solução que promove redução de custos com embalagem, menor área de estoque de insumos de produção e queda nos custos com frete, uma vez que o conjunto Bag-in-Box é 30% mais leve quando comparado às tradicionais latas de aço”, destaca.

Quando analisados os fatores sustentáveis, o projeto diferencia-se em relação ao peso e volume. Na solução Bag-in-Box, a superfície externa cartonada e o plástico podem ser removidos e dobrados no recipiente destinado à reciclagem, ocupando espaço menor ao utilizado pelas tradicionais embalagens de aço. Além disso, todos os seus componentes são facilmente recicláveis.

embalagem_abertaPara viabilizar o manuseio do produto, o Grupo Orsa desenvolveu uma superfície externa cartonada para armazenar e proteger o sistema Bag-in-Box. As alças localizadas na parte superior da caixa facilitam a dosagem do óleo de soja e garantem maior segurança aos profissionais que atuam nas cozinhas industriais. A estrutura possui alta resistência a eventuais impactos durante manuseio e transporte, fechamento com cola especial para proteger o alimento de alterações físicas e lacre de segurança. Entre os diferenciais, destaque para o bocal da estrutura Bag-in-Box, que evita desperdícios ou contaminações.

A Louis Dreyfus é a primeira empresa do Brasil a adotar o sistema de embalagens Bag-in-Box para o envase e transporte do óleo de soja. Baseado em uma resina especial, o produto preserva as características naturais do alimento e impede a alteração de sabor ou mesmo de suas propriedades nutricionais. Desde a implementação do projeto, ocorrida em 2009, a empresa registrou redução nos custos para a aquisição das embalagens, o que reflete diretamente na margem para os clientes. Outro ponto a destacar está no transporte, uma vez que o peso inferior refletiu diretamente no valor do frete.

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00054 Peas face A Stahlbush Island Farms, uma empresa especializada em agricultura sustentável e produção de alimentos, acaba de lançar a primeira embalagem biodegradável para linha de vegetais e frutas congeladas.

Os consumidores agora podem saborear frutas e verduras congeladas sabendo que quando fizerem o descarte da embalagem BioBag estarão ajudando o meio ambiente. A embalagem se degrada em poucos meses.

A BioBag é resultado de dois anos de pesquisas em parceria com a Cadillac Products Company of Troy. Durante o projeto, a combinação única de práticas de produção e de processos com materiais biodegradáveis, permitiu à embalagem atender os critérios necessários para ser uma alternativa sustentável para a tradicional embalagem flexível.

O desafio chave foi criar uma embalagem biodegradável que preservasse a vida de prateleira de 20 diferentes frutas e verduras congeladas produzidas pela Stahlbush. Isso foi realizado graças às propriedades do papel kraft usado pela empresa na embalagem e a tinta à base de água.

A Stahlbush e a Cadillac Packaging Company acreditam que embalagens, como a BioBag devem se tornar comuns na indústria de frutas e verduras congeladas. Para ajudar outras empresas a introduzir embalagens mais sustentáveis como a BioBag, as duas companhias vão dividir suas experiências e práticas inovadoras.

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Sustentabilidade é considerada muito importante pelas empresas, mas suas ações não condizem com seus discursos
Diagnóstico foi levantado em pesquisa e apresentado durante o 3º Fórum Nacional de Gestão Estratégica da Embalagem da ESPM
São Paulo, abril de 2010 – Noventa e um por cento das empresas brasileiras consideram a sustentabilidade uma questão muito importante, mas na prática o tema está distante das principais ações diárias das corporações. É o que mostra o “1º Diagnóstico de Sustentabilidade de Embalagem nas Empresas Brasileiras”, apresentado e debatido durante o 3º Fórum Nacional de Gestão Estratégica da Embalagem, promovido no último dia 14 de abril pelo Núcleo de Estudos em Embalagem da ESPM. O objetivo do estudo, elaborado pelo Núcleo através das pesquisas realizadas pela GFK (uma das mais conceituadas empresas de pesquisa de mercado do mundo), é avaliar o nível de conhecimento das corporações que atuam no segmento de consumo sobre os conceitos da sustentabilidade aplicados à embalagem.
De acordo com o levantamento, 87% das empresas possuem um gestor de sustentabilidade, sendo que 38% trabalham em um departamento específico, em geral ligado à área de RH, Marketing, Administrativo ou Meio Ambiente, e apenas 11% dedicam 100% do tempo para o assunto. Em 79% dos casos, sustentabilidade ocupa, no máximo, 50% do tempo dos executivos. Em relação ao conhecimento destes gestores sobre o tema, o diagnóstico aponta que não difere muito do restante da sociedade, e o assunto de mais familiaridade é reciclagem. Entretanto, não há um consenso sobre o que melhor representa reciclagem, para 37% das empresas, reciclagem reduz o impacto da embalagem no meio ambiente.
Sobre sustentabilidade da embalagem, o grau de conhecimento é considerado entre suficiente e intermediário, e 78% dos gestores afirmam tomar ações concretas a respeito. As ações, em sua maioria, têm a ver com reciclagem das embalagens e uso de matéria prima reciclável nas mesmas. As empresas acreditam que o setor não comunica bem a sustentabilidade de seus produtos, e quando o fazem, é feito muito timidamente nas próprias embalagens. Os próprios profissionais da área responsabilizaram a embalagem como o principal agente de contaminação dos aterros sanitários das grandes cidades, com 41% das opiniões, seguidos por matéria orgânica, entulho e lixo eletrônico. O material considerado como o melhor para produção é o papel, com 40%, principalmente por ser mais fácil de reciclar e ter decomposição rápida, seguido do vidro e plástico, ambos com 12%.
Isto demonstra que os executivos ainda não levam em consideração fatores relevantes como energia, gasto de recursos não renováveis, entre outros, mesmo que eles sejam agentes de maior impacto ao meio ambiente. Segundo um estudo do Reino Unido, a embalagem consome apenas 10% da energia investida na cadeia produtiva de alimentos, enquanto 51% da energia está relacionada à produção alimentícia, 17% à armazenagem nas residências e 14% ao preparo dos alimentos.
Outro estudo aponta que a cadeia alimentícia representa 18% das emissões de efeito estufa do Reino Unido, e apenas 1% do total está relacionado às embalagens.
Para os gestores, a função do governo no que diz respeito ao assunto sustentabilidade, é principalmente implantar e operar a coleta seletiva de embalagens (36%), criar mecanismos de suporte para minimizar o impacto destas (29%) e criar leis que protejam o planeta (24%). Já o papel das corporações é incentivar e desenvolver ações de reciclagem, com 47%, além de trabalhar para aumentar a sustentabilidade das suas embalagens, 33%. E os consumidores, na visão das empresas, devem destinar corretamente suas embalagens para reciclagem, na opinião de 67% dos entrevistados.
A capacitação de gestores também foi abordada, sendo que 69% das empresas não conhecem nenhum curso sobre sustentabilidade, a maioria (81%) acredita que faltam cursos sobre o tema relacionado à embalagem e 87% gostariam de estudar mais sobre isto. O diagnóstico será usado como subsídio para o novo curso intensivo da ESPM, “Embalagem & Sustentabilidade”, com início previsto para maio de 2010.
O evento contou com a participação de profissionais e estudantes ligados as áreas de comunicação, embalagem e sustentabilidade. A mesa de debate foi composta pelo vice-presidente da ESPM, Hiran Castello Branco; a diretora executiva da Associação Brasileira de Embalagens (Abre), Luciana Pelegrino; o coordenador do Núcleo, Fábio Mestriner; o professor e diretor-presidente da GFK, Paulo Carramenha; e o professor do Núcleo, Bruno Pereira.
Em seu discurso de abertura, Hiran Castello Branco discorreu sobre a pertinência do tema e sua importância nos dias atuais. “Precisamos pensar que o impacto mercadológico tem que ser obtido de maneira crescente, mas com o menor impacto ambiental possível”, ressaltou. Em seguida, a palavra foi passada aos demais componentes da mesa. Antes da apresentação do diagnóstico, realizada pelo professor Paulo Carramenha, houve a apresentação da pesquisa “Conjoint Social: determinação do peso de ações socioambientais na decisão de compra do consumidor”, por Mario Mattos, diretor da Divisão Ad-Hoc da GFK Brasil.

Cerca de 90% das empresas brasileiras consideram a sustentabilidade uma questão muito importante, mas na prática o tema está distante das principais ações diárias das corporações. É o que mostra o “1º Diagnóstico de Sustentabilidade de Embalagem nas Empresas Brasileiras”, apresentado e debatido durante o 3º Fórum Nacional de Gestão Estratégica da Embalagem, promovido no último dia 14 de abril pelo Núcleo de Estudos em Embalagem da ESPM. O objetivo do estudo, elaborado pelo Núcleo através das pesquisas realizadas pela GFK (uma das mais conceituadas empresas de pesquisa de mercado do mundo), é avaliar o nível de conhecimento das corporações que atuam no segmento de consumo sobre os conceitos da sustentabilidade aplicados à embalagem.

De acordo com o levantamento, 87% das empresas possuem um gestor de sustentabilidade, sendo que 38% trabalham em um departamento específico, em geral ligado à área de RH, Marketing, Administrativo ou Meio Ambiente, e apenas 11% dedicam 100% do tempo para o assunto. Em 79% dos casos, sustentabilidade ocupa, no máximo, 50% do tempo dos executivos. Em relação ao conhecimento destes gestores sobre o tema, o diagnóstico aponta que não difere muito do restante da sociedade, e o assunto de mais familiaridade é reciclagem. Entretanto, não há um consenso sobre o que melhor representa reciclagem, para 37% das empresas, reciclagem reduz o impacto da embalagem no meio ambiente.

Sobre sustentabilidade da embalagem, o grau de conhecimento é considerado entre suficiente e intermediário, e 78% dos gestores afirmam tomar ações concretas a respeito. As ações, em sua maioria, têm a ver com reciclagem das embalagens e uso de matéria prima reciclável nas mesmas. As empresas acreditam que o setor não comunica bem a sustentabilidade de seus produtos, e quando o fazem, é feito muito timidamente nas próprias embalagens. Os próprios profissionais da área responsabilizaram a embalagem como o principal agente de contaminação dos aterros sanitários das grandes cidades, com 41% das opiniões, seguidos por matéria orgânica, entulho e lixo eletrônico. O material considerado como o melhor para produção é o papel, com 40%, principalmente por ser mais fácil de reciclar e ter decomposição rápida, seguido do vidro e plástico, ambos com 12%.

Isto demonstra que os executivos ainda não levam em consideração fatores relevantes como energia, gasto de recursos não renováveis, entre outros, mesmo que eles sejam agentes de maior impacto ao meio ambiente. Segundo um estudo do Reino Unido, a embalagem consome apenas 10% da energia investida na cadeia produtiva de alimentos, enquanto 51% da energia está relacionada à produção alimentícia, 17% à armazenagem nas residências e 14% ao preparo dos alimentos.

Outro estudo aponta que a cadeia alimentícia representa 18% das emissões de efeito estufa do Reino Unido, e apenas 1% do total está relacionado às embalagens.

Para os gestores, a função do governo no que diz respeito ao assunto sustentabilidade, é principalmente implantar e operar a coleta seletiva de embalagens (36%), criar mecanismos de suporte para minimizar o impacto destas (29%) e criar leis que protejam o planeta (24%). Já o papel das corporações é incentivar e desenvolver ações de reciclagem, com 47%, além de trabalhar para aumentar a sustentabilidade das suas embalagens, 33%. E os consumidores, na visão das empresas, devem destinar corretamente suas embalagens para reciclagem, na opinião de 67% dos entrevistados.

A capacitação de gestores também foi abordada, sendo que 69% das empresas não conhecem nenhum curso sobre sustentabilidade, a maioria (81%) acredita que faltam cursos sobre o tema relacionado à embalagem e 87% gostariam de estudar mais sobre isto. O diagnóstico será usado como subsídio para o novo curso intensivo da ESPM, “Embalagem & Sustentabilidade”, com início previsto para maio de 2010.

O evento contou com a participação de profissionais e estudantes ligados as áreas de comunicação, embalagem e sustentabilidade. A mesa de debate foi composta pelo vice-presidente da ESPM, Hiran Castello Branco; a diretora executiva da Associação Brasileira de Embalagens (Abre), Luciana Pelegrino; o coordenador do Núcleo, Fábio Mestriner; o professor e diretor-presidente da GFK, Paulo Carramenha; e o professor do Núcleo, Bruno Pereira.

Em seu discurso de abertura, Hiran Castello Branco discorreu sobre a pertinência do tema e sua importância nos dias atuais. “Precisamos pensar que o impacto mercadológico tem que ser obtido de maneira crescente, mas com o menor impacto ambiental possível”, ressaltou. Em seguida, a palavra foi passada aos demais componentes da mesa. Antes da apresentação do diagnóstico, realizada pelo professor Paulo Carramenha, houve a apresentação da pesquisa “Conjoint Social: determinação do peso de ações socioambientais na decisão de compra do consumidor”, por Mario Mattos, diretor da Divisão Ad-Hoc da GFK Brasil.

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O Blog da Pack acompanha o mercado de embalagens no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades e curiosidades que envolvem toda a cadeia produtiva do setor. Este espaço é um subproduto da revista e do site Pack, editados pela redação da Editora Banas.

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TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

MARGARET HAYASAKI

Formada em jornalismo pela Universidade Paulista Júlio de Mesquita Filho (Unesp-Bauru) e pós-graduada em Comunicação Empresarial pela Faculdade Cásper Líbero, Margaret Hayasaki atua há 10 anos no jornalismo especializado em embalagem. Começou como redatora na revista Pack e hoje é editora-chefe.

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