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Smirnoff Ice coloca em prática no Brasil projeto global de sustentabilidade
Como parte de seu plano global de sustentabilidade, que visa economizar energia, evitar o desperdício de matéria prima e diminuir a emissão de gases poluentes, a Diageo apresenta a nova embalagem de Smirnoff Ice.
As novas garrafas, que entraram no mercado em janeiro deste ano, apresentam um design mais moderno, ficando ligeiramente maiores no diâmetro e menores na altura. Apesar da redução de peso de 200g para 165g de vidro, o produto mantém o volume de 275 ml, além de  continuar com sua qualidade e sabor característicos.
“O ponto mais importante desta mudança é o impacto ambiental que ele traz em todo o processo produtivo da garrafa, da fabricação até o descarte”, aponta Eduardo Bendzius, diretor de marketing da Diageo. “A inovação dessa mudança não fica apenas na percepção positiva do consumidor, que terá uma garrafa mais moderna, mas é ele saber que essa mudança traz um benefício maior em toda a sua cadeia de produção”, completa Bendzius.
A nova embalagem consumirá menos energia para ser feita, pois usa cerca de 20% menos vidro em sua produção. Além disso, a menor quantidade de vidro reduz também o descarte de resíduos sólidos no meio ambiente e utilizará menos matéria prima em sua produção.
Apesar de ser a primeira iniciativa da Smirnoff envolvendo questões ambientais na produção de seus produtos no Brasil, a Diageo já é reconhecida no mundo todo por ações eco-sustentáveis. Foi uma das primeiras empresas a implantar uma destilaria com neutralização de carbono; elabora e adota soluções inovadoras para resíduos e redução de custos em várias de suas plantas, além de adotar programas de conscientização, como o GreenIQ,  treinamento que educa e informa os funcionários sobre ações de sustentabilidade.  Isso tudo já resultou em prêmios de reconhecimento em sete países.

smirnoff_ice_standardComo parte de seu plano global de sustentabilidade, que visa economizar energia, evitar o desperdício de matéria prima e diminuir a emissão de gases poluentes, a Diageo apresenta a nova embalagem de Smirnoff Ice.

As novas garrafas, que entraram no mercado em janeiro deste ano, apresentam um design mais moderno, ficando ligeiramente maiores no diâmetro e menores na altura. Apesar da redução de peso de 200g para 165g de vidro, o produto mantém o volume de 275 ml, além de  continuar com sua qualidade e sabor característicos.

“O ponto mais importante desta mudança é o impacto ambiental que ele traz em todo o processo produtivo da garrafa, da fabricação até o descarte”, aponta Eduardo Bendzius, diretor de marketing da Diageo. “A inovação dessa mudança não fica apenas na percepção positiva do consumidor, que terá uma garrafa mais moderna, mas é ele saber que essa mudança traz um benefício maior em toda a sua cadeia de produção”, completa Bendzius.

A nova embalagem consumirá menos energia para ser feita, pois usa cerca de 20% menos vidro em sua produção. Além disso, a menor quantidade de vidro reduz também o descarte de resíduos sólidos no meio ambiente e utilizará menos matéria prima em sua produção.

Apesar de ser a primeira iniciativa da Smirnoff envolvendo questões ambientais na produção de seus produtos no Brasil, a Diageo já é reconhecida no mundo todo por ações eco-sustentáveis. Foi uma das primeiras empresas a implantar uma destilaria com neutralização de carbono; elabora e adota soluções inovadoras para resíduos e redução de custos em várias de suas plantas, além de adotar programas de conscientização, como o GreenIQ,  treinamento que educa e informa os funcionários sobre ações de sustentabilidade.  Isso tudo já resultou em prêmios de reconhecimento em sete países.

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SEMANA DA EMBALAGEM: foco no meio ambiente
Evento terá uma Ilha Temática com produtos ecologicamente corretos
São Paulo, fevereiro de 2010 – Um dos desafios primordiais da indústria da embalagem é valorizar e proteger um produto de forma eficiente, utilizando materiais e processos tecnológicos que minimizem o impacto ambiental. Por esse motivo, a 2ª SEMANA INTERNACIONAL DA EMBALAGEM, IMPRESSÃO E LOGÍSTICA contará, pela primeira vez, com uma Ilha Temática de Sustentabilidade.
A “Área Verde”, com 250 m², terá a participação de sete empresas – BERUF, CAIXAS NET, CRB, NEUPLAST, RIVIER PLAST, RMS e ROCHMAN – que apresentarão materiais, produtos e serviços ecologicamente corretos, como embalagens de papelão para uso diverso, recicladoras de solventes e diluentes, serviços de coleta de resíduos para indústria gráfica, reprocessamento de resinas, sacos plásticos e jateadores para limpeza criogênica para superfícies, processo que utiliza gelo seco (CO2), economizando água, eliminando a necessidade de tratamento de resíduos, solventes e água e tendo a possibilidade de reutilização do gás carbônico.
Para Liliane Bortoluci, Show Manager da Semana Internacional, o meio ambiente é um assunto prioritário na economia global e o setor de embalagem, impressão e logística está trabalhando para atender essas necessidades e as expectativas dos clientes e sociedade referentes a esse tema. “Por isso, decidimos inovar e criar um espaço exclusivo para que os visitantes pudessem contemplar as novidades ecologicamente corretas para o setor”, afirma.
Marcada para o período de 22 a 26 março próximo, no Pavilhão de Exposições do Anhembi, em São Paulo, a SEMANA é considerada o mais completo evento do setor no Hemisfério Sul, reunindo cinco importantes feiras da cadeia das indústrias gráfica e de embalagem: 7ª BRASILPACK (Feira Internacional da Embalagem), 20ª FIEPAG (Feira Internacional do Papel e Indústria Gráfica), 3ª FLEXO LATINO AMÉRICA (Feira Internacional de Flexografia), 3º SALÃO EMBALA INOVAÇÃO e 2ª BRASIL SCREEN & DIGITAL SHOW (Feira Internacional de Serigrafia e Impressão Digital).
Com a tônica “5 Feiras, 5 Dias, 5 vezes mais Negócios”, a Reed Exhibitions Alcantara Machado, organizadora e promotora dos eventos, espera receber mais de 30 mil visitantes e compradores, de 30 países, formado principalmente por proprietários e sócios de empresas, técnicos e engenheiros, gerentes, vendedores, profissionais da área de comunicação e marketing, interessados em conhecer as novidades de 500 expositores, de 25 países.
Entre as empresas confirmadas estão: ADL, H.G.R. EXTRUSORAS, AGATHA COLLOR INKS, ALTEC, COLACRIL, AUTONICS, B&R AUTOMAÇÃO, BRADEMAQ, COMEXI, CORREIAS SCHNEIDER, COVERFLEX, DUPLICOPY, ESTATEC, FLOCK COLOR, FORBO, DP STUDIO, FURNAX, GOLD FAI, GOLDEN FIX, EXFAK, LASERFLEX, MAINARD, MAQPLAS, MULTINOVA, PREST-MAC, PRISCELL, PRONATEC, RADIAL TECNOGRAF, RAYFLEX, RIBRA, ROMI, SATURNO, SEIBT, SRPACK, SICOLI, STYROCORTE, TECMAES e TURO.
As Feiras têm o apoio das principais entidades representativas do setor, entre as quais estão: ABIMAQ (Associação Brasileira de Máquinas e Equipamentos), ABIPLAST (Associação Brasileira da Indústria do Plástico), a ABFLEXO-FTA Brasil (Associação Brasileira Técnica de Flexografia), ABIGRAF (Associação Brasileira da Indústria Gráfica), ABIEA (Associação Brasileira das Indústrias de Etiquetas Adesivas) e ABIEF (Associação Brasileira das Indústrias de Embalagens Plásticas Flexíveis).
Eventos Simultâneos
Outra importante novidade da 2ª SEMANA INTERNACIONAL DA EMBALAGEM, IMPRESSÃO E LOGÍSTICA é a realização de congressos e seminários, cujo objetivo é debater sobre relevantes temas para o mercado. Os eventos acontecem entre os dias 23 e 25 de março próximo, no auditório 8, do Palácio das Convenções do Anhembi.
O Seminário ABTG (Associação Brasileira de Tecnologia Gráfica), desenvolvido especialmente para a FIEPAG 2010, abordará quatro importantes temas – Mídia Impressa x Mídia Eletrônica; Conquistar, manter, crescer e recuperar clientes; Qualidade com foco na Gestão de Resultados; e Novas tecnologias para a redução de setup em máquinas offset –, que impactam rapidamente no sucesso e desenvolvimento do profissional e de seus projetos. O evento, dirigido a gestores, gerentes e líderes de produção, técnicos gráficos, profissionais da área de qualidade, vendedores e demais interessados, será realizado no dia 23 de março.
No dia 24 acontece a Conferência Internacional BRASILPACK 2010, realizada em parceria com o Instituto de Embalagem, cujos objetivos são apresentar casos de empresas, levar a melhor informação sobre inovações e tendências em materiais, processos, máquinas e equipamentos e mostrar soluções inovadoras que possam aumentar a competitividade dos clientes. Com a finalidade de ser um grande encontro entre os melhores profissionais do segmento de embalagens, o participante terá acesso a informação; conhecimento; oportunidades comerciais; novas tecnologias; e networking.
Por fim, no dia 25, em parceria com a revista Criativos Made in Brasil, será realizado o Seminário Criativos Made in Brasil, voltado a fotógrafos, ilustradores, impressão digital, gráficas, produtoras de filmes e som, web design, papel, agência de publicidade, bureau, serigrafia, gráfica, mídia alternativa, brindes, entre outros.
Mais informações:
SEMANA INTERNACIONAL DA EMBALAGEM, IMPRESSÃO E LOGÍSTICA
Data: 22 a 26 de março de 2010
Horário: 11h às 20h
Local: Pavilhão de Exposições do Anhembi – Av. Olavo Fontoura, 1.209 – Santana – São Paulo / SP
www.semanainternacional.com.brUm dos desafios primordiais da indústria da embalagem é valorizar e proteger um produto de forma eficiente, utilizando materiais e processos tecnológicos que minimizem o impacto ambiental. Por esse motivo, a 2ª SEMANA INTERNACIONAL DA EMBALAGEM, IMPRESSÃO E LOGÍSTICA contará, pela primeira vez, com uma Ilha Temática de Sustentabilidad Um dos desafios primordiais da indústria da embalagem é valorizar e proteger um produto de forma eficiente, utilizando materiais e processos tecnológicos que minimizem o impacto ambiental. Por esse motivo, a 2ª SEMANA INTERNACIONAL DA EMBALAGEM, IMPRESSÃO E LOGÍSTICA contará, pela primeira vez, com uma Ilha Temática de Sustentabilidade.

A 2ª Semana Internacional da Embalagem, Impressão e Logística contará, pela primeira vez, com uma Ilha Temática de Sustentabilidade.

A “Área Verde”, com 250 m², terá a participação de sete empresas – Beruf, Caixas Net, CRB, Neuplast, Rivier Plast, RMS e Rochman – que apresentarão materiais, produtos e serviços ecologicamente corretos, como embalagens de papelão para uso diverso, recicladoras de solventes e diluentes, serviços de coleta de resíduos para indústria gráfica, reprocessamento de resinas, sacos plásticos e jateadores para limpeza criogênica para superfícies, processo que utiliza gelo seco (CO2), economizando água, eliminando a necessidade de tratamento de resíduos, solventes e água e tendo a possibilidade de reutilização do gás carbônico.

Para Liliane Bortoluci, Show Manager da Semana Internacional, o meio ambiente é um assunto prioritário na economia global e o setor de embalagem, impressão e logística está trabalhando para atender essas necessidades e as expectativas dos clientes e sociedade referentes a esse tema. “Por isso, decidimos inovar e criar um espaço exclusivo para que os visitantes pudessem contemplar as novidades ecologicamente corretas para o setor”, afirma.

Marcada para o período de 22 a 26 de março, no Pavilhão de Exposições do Anhembi, em São Paulo, a semana é considerada o mais completo evento do setor no Hemisfério Sul, reunindo cinco importantes feiras da cadeia das indústrias gráfica e de embalagem: 7ª BRASILPACK (Feira Internacional da Embalagem), 20ª FIEPAG (Feira Internacional do Papel e Indústria Gráfica), 3ª FLEXO LATINO AMÉRICA (Feira Internacional de Flexografia), 3º SALÃO EMBALA INOVAÇÃO e 2ª BRASIL SCREEN & DIGITAL SHOW (Feira Internacional de Serigrafia e Impressão Digital).

Saiba mais sobre as feiras no site da Pack.

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Embalagens de alimentos e outros itens descartáveis podem ser compostados em casa junto com resíduos orgânicos graças ao novo polímero à base de açúcar. O polímero degradável é feito de açúcar conhecido como biomassa lignocelulósica, que é proveniente de produto agrícola não alimentício, como árvores de rápido crescimento e gramíneas ou biomassa renovável, como resíduos agrícolas ou de alimentos.

O novo produto foi desenvolvido pela equipe de cientistas liderada por Charlotte Williams, do Conselho de Engenharia e Ciências Físicas, da Universidade Imperial College London.

A pesquisa sobre plásticos verdes, especialmente, para uso em itens individuais, como embalagens de alimentos são objeto de pesquisa mundial. “Isso é um avanço não-somente sobre a perspectiva ambiental, mas também por razões econômicas e de distribuição”, explica Williams.

Aproximadamente 7% dos recursos de óleo e gás são consumidos na fabricação de plásticos, com produção mundial que supera as 150 mil toneladas ao ano. Quase 99% dos plásticos são formados de combustíveis fosseis.

“Nosso avanço-chave encontrou uma solução que utiliza um produto agrícola não alimentício para formar o polímero. Atualmente, os plásticos renováveis empregam produtos, como milho e açúcar de beterraba”, afirma Williams. “Para o plástico ser útil, é preciso ser fabricado em larga escala, o que tecnicamente é um desafio. Isso vai levar até três anos e meio até atingir uma produção de economize 80% de energia e água no processo”, completa.

 Os açúcares ricos em oxigênio do novo polímero permitem a absorção da água e a degradação inofensiva, o que significa que pode ser lançado composto em casa e usado para adubar o jardim.

 O polímero oferece uma ampla gama de propriedades, o que abre várias oportunidades de aplicações. A propriedade degradável torna o plástico verde ideal para aplicações médicas, como regeneração de tecidos, suturas e entrega de medicamentos, já que é um material atóxico.

 Os pesquisadores também estão focados no desenvolvimento de material específico com características que atendem as áreas de embalagem e de medicina.

 “O desenvolvimento do material é muito promissor. Estamos otimistas que a tecnologia poderá ser usada entre 2 a 5 anos”, diz Williams, que já está trabalhando com vários parceiros comerciais.

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Ananda Chocolate HIGH RES1O NatureFlex™ NK, filme compostável de alta barreira da Innovia Films, foi selecionado pela empresa holandesa, Amigos International, para embalar a sua linha de chocolates meio amargo orgânicos do Equador – Ananda.

Disponível em cinco sabores de dar água na boca e com um mínimo de 70% de cacau, Ananda siginifica “ecstasy” em Sânscrito e Pali e é um famoso nome Budista. Comer pequenas porções de chocolate amargo regularmente pode trazer benefícios à saúde devido às suas partículas produtoras de bem-estar, as chamadas “Anandamidas”.

Jeroen Kruft, dono da Amigos International, disse, “Amigos International é há muito tempo distribuidora de produtos orgânicos.Nós apreciamos não apenas o aspecto ecológico dos ingredientes, mas também uma embalagem para complementar o produto. Foi por isso que começamos a buscar alternativas mais ecologicamente corretas, o que nos levou à Innovia Films e ao NatureFlex™.”

NatureFlex™ NK foi lançado em 2008 e oferece não apenas biodegradabilidade e compostabilidade, mas também barreira à umidade que se aproxima à barreira do BOPP coextrusado. Isto significa que ele é atualmente o filme de biopolímero que possui a melhor barreira à umidade. Esta qualidade foi atingida por meio da exclusiva tecnologia de coating da Innovia Films. Outra vantagem em usar o filme NatureFlex™ NK é o fato de que ele possibilita que a validade do produto seja extendida. A Packaging Knowhow apresentou o filme à Amigos International e a Hapece Flexible Packaging, especialista em lotes pequenos, converteu e fez a impressão no NatureFlex™ NK para essa aplicação.

O NatureFlex™ oferece vantagens, como propriedades aderentes e anti-estáticas, alto grau de brilho e transparência, resistência à óleo e gordura, boa barreira contra gases e aromas e uma ampla faixa de selagem por calor.

 “Fornecer o NatureFlex™ NK para a Amigos International embalar seus chocolates Ananda é uma situação de ganha-ganha-ganha, uma vez que o filme transparente oferece alta barreira à umidade, aumenta a validade do produto e é certificado como compostável. A linha NatureFlex™ continua a se desenvolver rapidamente, guiado por dois fatores, que são a demanda do consumidor por alternativas mais ecológicas – embalagens mais sustentáveis – e as empresas deste nicho, como a Amigos Internacional e grandes donos de marcas que enxergam a diferenciação e os benefícios ambientais”, enfatizou Alexander van’t Riet, diretor global de marketing e vendas da Innovia Films.

 Os filmes NatureFlex™ são feitos à base de celulose derivada de polpa de madeira renovável e certificados em conformidade com o padrão Europeu EN13432 e o padrão Americano ASTM D6400 de embalagem compostável. A polpa de madeira é obtida de plantações controladas de fornecedores que produzem segundo as boas práticas de manejo florestal (FSC ou equivalente).

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A Plantic Technologies Ltd. acaba de anunciar um novo acordo de distribuição nas Américas para a sua linha de filmes de biopolímeros Plantic® para embalagens rígidas em uma parceria exclusiva com a Klöckner Pentaplast Group, que vai vender o filme Plantic® sob a marca Pentafood® Biofilm™. Desenhada para aumentar a penetração e o serviço no mercado, essa parceria vai propiciar aos clientes o acesso a produtos que vão ajudar a atingir suas metas sustentáveis. A Plantic continuará atendendo diretamente os mercados da Austrália e da Europa.

 O filme biopolímero Plantic® é feito à base de milho que é renovável, biodegradável e compostável de acordo com as normas ASTM 6400 e EM 13432. Também pode ser adaptado para aplicações em embalagens termoformadas de alimentos e produtos em geral, como bandejas de chocolates, cookies, cosméticos e produtos de cuidados pessoais. “Nós estamos bastante otimistas com a expansão da distribuição do filme rígido Plantic® nas Américas. A Klockner Pentaplast tem um grande conhecimento do mercado de embalagem, o que vai ajudar a crescer mais rápido”, atesta Brendan Morris, chefe-executivo da Plantic Technologies Ltd.

 Michael Tubridy, presidente da Klöckner Pentaplast/Americas, disse que a linha de filmes Plantic® complementa o portfolio de filmes plásticos de embalagem, oferecendo uma opção única de descarte. “Produzida com recursos renováveis, esse filme oferece aos clientes uma opção para atender às metas sustentáveis de embalagem”.

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Band-aid ganha ciclo de vida mais sustentável

Icone Consumo, Meio Ambiente | Por Kleber em 1 de fevereiro de 2010

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bandaid_blogpackA Johnson & Johnson, por meio da marca Band-Aid®, é uma das empresas participantes do projeto “Sustentabilidade de Ponta a Ponta”, realizado pela rede varejista Walmart com o objetivo de garantir que todo o ciclo de vida de determinado produto seja 100% sustentável.

“Além de serem parceiros de longa data, a Johnson & Johnson tem um grande alinhamento conceitual com o Walmart. Ambas as empresas valorizam o desenvolvimento sustentável e o aprimoramento de suas atividades”, afirma Julio Gomes, Gerente de Desenvolvimento de Negócios da Johnson & Johnson.

O Band-Aid® foi escolhido para participar do projeto por ser um produto muito importante na história e no portifólio da Johnson & Johnson. Boa parte da produção mundial dos curativos acontece na fábrica da empresa no Brasil, em São José dos Campos (SP). Além de atenderem à demanda nacional, são exportados para todo o continente americano e para países da Ásia e Europa. Anualmente, mais de sete bilhões de tiras são comercializadas no mundo.

Diversas ações foram realizadas para garantir que o Band-Aid® cause o menor impacto possível ao ambiente, que traga benefícios sociais, que seja um negócio lucrativo para a empresa e com isso esteja alinhado com os valores da companhia. Dentre as principais mudanças, é possível destacar alterações na embalagem, programa de melhorias contínuas no processo e mudanças nas fontes energéticas.

As embalagens de Band-Aid® foram reduzidas em 18%, sem alteração no volume de tiras, gerando uma série de ganhos, como menor consumo de matérias-primas, diminuição do volume de resíduos e maior capacidade de transporte, armazenagem e espaço nas gôndolas. Além disso, 30% de material reciclado pós-consumo foi adicionado à embalagem. As caixas de embarque, de papelão, que transportam o produto também contam com 40% de material reciclado.

As embalagens também foram certificadas com o selo FSC (Conselho de Manejo Florestas), que garante que toda a matéria-prima utilizada em sua composição é proveniente de florestas manejadas. Os cartuchos de Band-Aid® também trazem informações ao consumidor escritas em braile, o que facilita o acesso do produto a deficientes visuais.

Na fábrica de Band-Aid®, houve melhorias contínuas de equipes e procedimentos, que resultaram no aumento da eficiência das máquinas. Este processo envolveu o acompanhamento de indicadores, programas de aperfeiçoamento de máquinas e treinamentos de equipes.

A fábrica também se preocupou em minimizar as perdas de matérias-primas durante a produção de Band-Aid®. A quantidade de material utilizado na bobina que produz Band-Aid® - composta por adesivo (borracha), papel e filme (plástico) – foi diminuída, o que resultou em uma redução de perdas de matéria de 9,1 toneladas por ano.

Antigamente, os resíduos da fábrica eram incinerados, e as cinzas eram jogadas em aterros sanitários. Atualmente, uma parte desses resíduos é incinerada por uma empresa terceirizada e utilizada em processo de cogeração de energia, que substitui combustíveis fósseis, e também para a fabricação de cimento. Com este processo, a fábrica de Band-Aid® deixou de enviar para aterros sanitários 763 kg de resíduos por ano.

Em 2009, a Johnson & Johnson substituiu sua a matriz energética de caldeiras, que utilizava óleo pesado, para operar com gás natural. A empresa também reduziu de 30 para três o número de compressores de ar, com equipamentos mais eficientes.

Com isso, a todo o parque fabril reduziu em 21% as emissões de gases do efeito estufa na atmosfera.

Até junho de 2008, a frota de carros dos representantes de vendas da Johnson & Johnson era em sua maioria abastecida com gasolina, sendo que apenas 27% dos automóveis utilizavam álcool. Desde setembro de 2008, o consumo de álcool saltou para 87%, gerando uma diminuição de 25 toneladas por mês nas emissões de CO2 da frota de carros da empresa que trabalham diretamente com a marca Band-Aid®.

ATIVIDADE

GANHOS

Redução na emissão de GEE 2.593,3 ton CO2
Energia poupada 1.192 MWh
Aterro evitado 1.472 toneladas
Volume de armazenagem 18%

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Embalagens de alimentos feitas de ingredientes do leite podem ser uma alternativa para o uso de fontes não renováveis, como o petróleo, de acordo com cientistas do Serviço de Pesquisa de Agricultura dos Estados Unidos. A pesquisa desenvolveu filmes plásticos produzidos de proteínas do leite, com ênfase na caseína, uma das mais encontradas.

 Filmes comestíveis e revestimentos feitos de grades de proteínas de alimentos e carboidratos também são pesquisados pelo Serviço de Pesquisa de Agricultura do Estados Unidos. Esses filmes comestíveis e revestimentos têm potencial para substituir filmes multicamadas para facilitar a reciclagem. Os pesquisadores também estão focados no desenvolvimento de filmes à base de leite biodegradáveis.

 Com a maior conscientização do consumidor e do varejo sobre o desperdício gerado durante a fabricação de embalagem multicamadas, há uma necessidade de viabilizar a embalagem verde com boas barreiras de proteínas.

 A caseína proporciona boa adesão para diferentes substratos. Mas, enquanto a caseína oferece excelente barreira ao oxigênio, dióxido de carbono, e aromas, ela ainda apresenta deficiência com relação à barreira à umidade. Isso foi percebido porque essa proteína é naturalmente solúvel em água, o que é um desafio, mas a pesquisa revelou que os filmes comestíveis de caseína caminham para melhorar as propriedades de barreira à água, mas o soro age como um bom filme barreira à umidade.

 Os pesquisadores também revelam que a atual pesquisa está em busca de soluções em que os filmes comestíveis possam carregar antimicróbios e, assim, serem utilizados na superfície de alimentos para prevenir o crescimento de bactérias. Uma futura pesquisa sobre os filmes baseados em proteínas do leite também será feita para viabilizar a produção em larga escala para apoiar a evolução do shelf life e de aplicações em alimentos.

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Uma novidade está chegando aos supermercados brasileiros. Trata-se do carrinho de plástico 100% reciclável. “Estes carrinhos já são uma realidade em países da Europa, que possuem políticas de responsabilidade ambiental avançadas e, agora, as grandes redes do Brasil começaram a substituir definitivamente os carrinhos de metal pelo de plástico, pois conseguem agregar preço, design, tecnologia e sustentabilidade”, avalia Rita de Souza, diretora da Siris, fabricante brasileira dos novos carrinhos, com sede em Camanducaia (MG) e escritório em Jundiaí (SP).

A marca pertence ao grupo Plascar, do segmento de acabamento interno e externo de veículos, fornecedor das principais montadoras do país e do exterior. “Nossa fábrica é muito moderna e todos os nossos processos produtivos são ecologicamente corretos, pois não utilizamos quaisquer produtos nocivos ao ambiente”, destaca Rita.

Além de carrinhos para supermercado, a empresa também produz pallets e caixas em plástico, utilizados por toda a cadeia de abastecimento supermercadista e também para fins agrícolas e industriais.

Os carrinhos em plástico põem fim a problemas antigos enfrentados pelos supermercadistas, como os ruídos causados pelas rodinhas dos carrinhos de metal, que também costumam emperrar. “Quem nunca foi ao supermercado e teve que usar um carrinho com rodinhas danificadas ou com rolamentos desgastados? Com o carrinho de plástico, o usuário terá muito conforto, pois os rodízios são blindados. As rodinhas não travam e deslizam sem ruídos”, explica.

Outra vantagem do novo carrinho é o custo de manutenção. “Nos carrinhos de metal, o supermercadista precisa combater a ferrugem com frequentes banhos de zinco e verniz transparente, o que é um processo poluente e caro. O carrinho de plástico é feito em material altamente resistente a intempéries, como sol e chuva e também tem elevada resistência mecânica. Para a manutenção do carrinho de plástico basta lavá-lo. Isso gera uma grande economia para o empresário”, ressalta José Donizeti da Silva, diretor de Engenharia da Siris.

A empresa tem produzido carrinhos com capacidade para 150kg e 210kg. Também já está desenvolvendo carrinhos menores, com novos designs, além das tradicionais cestas de compras, visando atender ao público que utiliza o supermercado para compras mais rápidas e menores. “As redes de supermercados já nos pediram esses novos produtos, visando às pessoas que moram sozinhas e também aos casais e às donas de casa que já se habituaram a ir ao supermercado todas as semanas, fazendo compras menores”, aponta o engenheiro. Outra novidade são as cestas para serem acopladas diretamente nos carrinhos, a fim de facilitar a retirada das compras. “Alguns supermercados pretendem que os clientes comprem estas cestas para reduzir o consumo de sacolas plásticas”, adianta o diretor.

Muitas lojas já aderiram aos novos carrinhos, que podem ser injetados nas cores da logomarca do supermercado e possuem alças personalizáveis. “Os carrinhos são muito ágeis e, quando cheios, não oferecem dificuldade para o cliente, pois são muito leves. Os nossos clientes estão gostando muito O compartimento para frutas e verduras deixas as compras mais organizadas. O assento para crianças também é muito seguro, confortável, e facilita a vida de quem tem que fazer compras com crianças”, avalia Luciano Boa, diretor da rede Boa de supermercados, com lojas no interior de São Paulo.

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Com a proposta de estimular a consciência ambiental dos consumidores de seus produtos cosméticos e de perfumaria, O Boticário lançou o programa Bioconsciência. Nessa iniciativa, os consumidores são estimulados a devolver as embalagens vazias dos produtos nas lojas da marca.

As embalagens recolhidas serão encaminhadas para empresas recicladoras. Essas empresas transformam as embalagens vazias em matéria-prima para ser usada em outros ciclos produtivos.  Daí nasceu o mote dessa campanha verde: “Devolva sua embalagem vazia do Boticário em nossas lojas. Ela vai se encher de vida”.

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abre_sustentabilidade_cartilhaA Associação Brasileira de Embalagem (ABRE) lançou em dezembro passado a Campanha “A embalagem construindo sustentabilidade”. No endereço http://www.abre.org.br/campanha_sustentabilidade/index.htm é possível obter informações preciosas que norteiam a cadeia produtiva de embalagem bem como todo o setor industrial e econômico brasileiro.

A ação que visa informar e conscientizar o consumidor sobre a importância no processo de reutilização e reciclagem das embalagens, e foi desenvolvida baseada nos principais pilares da embalagem que são proteção, prolongamento da vida, saúde, segurança, economia e bem-estar social.

A campanha esclarece que o setor de embalagem trabalha em consonância com esses pilares e promove a responsabilidade ambiental em todas as etapas do ciclo de vida de uma embalagem, ou seja, desde o seu desenvolvimento até a sua revalorização após o consumo do produto, pois qualidade de vida, segurança, integridade, inviolabilidade, informação, manuseio, estocagem, menor desperdício, conservação de recursos naturais e energéticos, distribuição de alimentos e produtos, são bases para a sustentabilidade e estão no DNA da embalagem.

A cartilha mostra também que a embalagem é hoje a ferramenta que viabiliza a sociedade atual e oferece a ela inúmeras formas de revalorização, como reciclagem e reutilização, para que suas matérias-primas continuem em uso após ter cumprido sua função original. Ao pensar num ciclo contínuo, onde o fim pode ser também o começo, os materiais de embalagem se transformam e com isso, poupam insumos, produtos e recursos naturais.

Embalagem, eu reciclo
Aliada à campanha “A embalagem construindo sustentabilidade” a ABRE lançou a campanha “Embalagem, eu reciclo!”, ação que tem como objetivo uma maior aproximação com o consumidor.

 Para isso foram desenvolvidos adesivos estilizados com o símbolo de descarte seletivo criado pela ABRE e adotado internacionalmente pela ISO 14.021 de Auto-Declaração Ambiental.

Esses adesivos serão distribuídos pela Associação para o consumidor, ratificando a importância da sustentabilidade e reciclagem para o meio ambiente e sociedade.

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SOBRE O BLOG DA PACK

O Blog da Pack acompanha o mercado de embalagens no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades e curiosidades que envolvem toda a cadeia produtiva do setor. Este espaço é um subproduto da revista e do site Pack, editados pela redação da Editora Banas.

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KLEBER PINTO

Jornalista com oito anos de experiência em jornalismo online. É editor dos sites da Editora Banas Pack, P&S, P&S Agro e Radar Industrial. Foi repórter e editor nos portais UOL, Terra e Globo.com, nas editorias de cultura, saúde, cidades e tecnologia.

MARGARET HAYASAKI

Formada em jornalismo pela Universidade Paulista Júlio de Mesquita Filho (Unesp-Bauru) e pós-graduada em Comunicação Empresarial pela Faculdade Cásper Líbero, Margaret Hayasaki atua há 10 anos no jornalismo especializado em embalagem. Começou como redatora na revista Pack e hoje é editora-chefe.

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