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A Associação Australiana de Bioplásticos (ABA) acaba de lançar um logotipo que lembra a muda de uma planta em toda a Austrália e Nova Zelândia. O logo é usado para identificar claramente os materiais compostáveis de embalagem. E vai ajudar o consumidor final e/ou as autoridades municipais a reconhecer a embalagem compostável e descartá-la corretamente. A entidade tem licença de utilização do logo concedida pela European Bioplastics Association.

 

Para ser certificado e ter o logotipo, os biopolímeros terão que ser submetidos a rigorosos testes realizados por laboratórios independentes credenciados dentro das principais normas mundiais. O objetivo é confirmar que a sua inclusão não terá qualquer efeito negativo sobre a qualidade do solo ou do composto. Uma vez bem-sucedido, o pedido formal para a certificação deve ser feito a ABA. O logo será utilizado com um número de certificação único.

O uso do logotipo está disponível para fabricantes de materiais de embalagem e seus clientes. Convertedores/fabricantes que compram filmes compostáveis podem usá-lo como base para ter a certificação do seu produto. As normas, ensaios e os custos envolvidos irão variar, dependendo da complexidade da conversão realizada dos materiais. ”Nossa visão é educar os consumidores de que eles são capazes de reconhecer as embalagens compostáveis, entender as opções end of life disponíveis, e garantir que a recuperação da biodiversidade”, diz Alan Adams, presidente da Aba. 

 

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O empresário Alfredo Schmitt, diretor da FFS Filmes, do Rio Grande do Sul (RS), é o novo presidente da Associação Brasileira da Industria de Embalagens Plásticas Flexíveis (Abief) para o biênio 2009-2011. Ele assume o cargo no lugar de Rogério Mani, que presidiu a entidade por dois mandatos. Em cerimônia de posse realizada ontem, no Salão Nobre, da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Schmitt disse que a sua proposta de trabalho contempla dez pontos que ele considera importantes para a entidade. “Eles têm ligação entre si e dão continuidade ao trabalho que vem sendo realizado e que visa a dar a dimensão adequada ao nosso setor”. O empresário citou quatro pontos que ele considera os pilares desse trabalho. Um deles é a conquista da isonomia do IPI para a indústria de transformação do plástico. Segundo ele, enquanto as petroquímicas vendem as resinas com 5% de IPI, as empresas de embalagens plásticas flexíveis são tributadas em 15% sobre o valor de suas mercadorias. “A exemplo de setores como o automotivo, a indústria de embalagens plásticas flexíveis também precisa desse fôlego para aumentar, ou pelo menos manter, o ritmo das vendas no mercado interno”, afirma.

 

A criação de uma plataforma de exportação para os produtos transformados flexíveis é outra meta do novo presidente da Abief. “Isso é essencial para fazer frente aos novos desafios que serão lançados em breve como o aumento de capacidade de produção em nível mundial, as restrições para exportações de resinas e transformados e a restrição ao crédito”, explica. “Como acredito sempre na capacidade de entendimento, defendo a formalização de um compromisso de toda cadeia petroquímica sobre esse assunto. A finalidade é diminuir a pressão de oferta em nosso mercado interno e assegurar um aumento significativo das exportações com maior valor agregado”, completa.

 

Outro foco da sua gestão é alavancar o reconhecimento da cadeia petroquímica como uma cadeia expressiva na economia. “Diversos setores da economia são chamados pelo governo para discutir soluções para seus problemas. Para nós, que geramos mais de 300 mil empregos abaixo da segunda geração, falta o devido reconhecimento público e governamental”, acentua Schmitt.

A defesa incondicional do plástico é o quarto pilar desse trabalho. O novo presidente da Abief acredita que a segunda e a terceira geração tiveram uma atitude mais reativa que pró-ativa frente aos ataques, especialmente, no aspecto ambiental, que o setor vem sofrendo. “Temos muito mais soluções do que problemas a oferecer a sociedade. Mas precisamos mostrar as vantagens e não apenas nos defender dos ataques”, diz. “Sempre digo que o produto plástico não tem perna, não tem asa, e não tem nadadeira. Portanto, se está em algum lugar indevido alguém é responsável. Por mais que os órgãos que cuidam desse assunto estejam se esforçando, a sensação geral é que devemos lutar mais”.

Para avançar nesses objetivos propostos em seu mandato, Schmitt compôs uma diretoria plural formada de empresas pequenas, médias e grandes, de diversas regiões do Brasil. “Como entidade representativa do setor, temos que estar mais próximos de nossos associados em todo o Brasil”.  

 

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 A água mineral Plant It Water chega ao mercado em uma embalagem Tetra Prisma Asséptica, da Tetra Pak, que é produzida com mais de 60% de materiais renováveis, como fibras de plantas. A marca é a primeira dos Estados Unidos a oferecer água mineral em embalagem cartonada reciclável.

 

Jane Goldberg, CEO da Plant It Water, comenta: “Hoje, apenas 20% das garrafas plásticas são recicladas, e o que é ainda mais alarmante, é que mais de 35 bilhões de garrafas plásticas de água mineral são vendidas nos Estados Unidos a cada ano”. Ele continua: “Ao lançar a água mineral em uma embalagem cartonada, nós oferecemos uma alternativa verde sem o comprometer a portabilidade, a conveniência e o sabor da bebida”.

 

A Plant It Water também está na vanguarda da categoria de água mineral ao lançar uma campanha para proteger o meio ambiente, comprometendo-se a plantar uma árvore a cada embalagem cartonada do produto que é vendida. 

 

Além disso, por meio de uma exclusiva parceria com a Trees for the Future 501, a empresa tem o objetivo de ajudar comunidades de todo o mundo com projetos de reflorestamento e restabelecer a sua subsistência comprometida por causa de desastres naturais e exploração de recursos naturais. 

 

A Trees for the Future já plantou mais de 50 milhões de árvores em todo o mundo, e com a ajuda da Plant It Water, a expectativa é ter um crescimento maior.

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Leve até na garrafa

Icone Embalagem, Matéria-prima | Por Tatiana em 17 de março de 2009

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bottle_niagara_blog_pack_170209Parece pouco, mas 2,6 gramas podem equivaler a uma economia de PET de 10 mil toneladas por ano, contando uma produção de 4 bilhões de unidades de 500 ml produzidas anualmente. A conta foi feita pela Niagara Bottling, que contratou a Krones para reduzir o peso de suas garrafas de água, agora comercializadas com apenas 9,9 gramas. 

 

Em comunicado, a Niagara Bottling afirma que, além da economia, o objetivo também foi criar um produto com maior preocupação ecológica.

 

Por cinco anos, a garrafa de 500 ml da Niagara foi a única no mundo a ter 12,5 gramas.

 

Depois de muita pesquisa, a Krones chegou ao peso esperado, oferecendo uma solução resistente e que tem, em uma linha de produção, a mesma estabilidade de modelos com mais peso. Os protótipos foram submetidos a testes de transporte aéreo, rotulagem e fechamento de tampas, para verificação das condições de pressão de manejo das garrafas na linha. Os testes tiveram êxito e, em apenas oito semanas, a Niagara já tinha a garrafa PET mais leve do mundo, com design personalizado pela Krones.

 

niagara_blog_pack_170309“A parceria com a Krones nos permite seguir com nosso lema ‘qualidade alta, preços baixos e serviços excelentes’, que fez nossa empresa crescer a uma taxa média de 40% ao ano na última década”, explicou Andy Peykoff II, presidente da Niagara.

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twiningshighres1mb11O NatureFlex™, um filme sustentável e compostável, da Innovia Films, foi selecionado pela Twinings para embalar um dos seus chás mais importantes, o Everyday. A mudança para o uso do NatureFlex™ NM metalizado vai ao encontro de um dos objetivos da Twinings de usar mais materiais de embalagem sustentáveis, o que permite que os consumidores diminuam o lixo.

 

“Como empresa, estamos sempre procurando maneiras de diminuir nosso impacto no ambiente. O uso do filme NatureFlex™ não só protege os saquinhos de chá como também permite que os nossos consumidores diminuam o lixo por meio de compostagem doméstica”, afirmou David Parkes, da Twinings.

 

O NatureFlex™ foi a escolha natural para a embalagem porque o filme é composto de um produto natural, a madeira, e se decompõe em um recipiente de compostagem doméstica (ou em um ambiente de compostagem industrial) no intervalo de poucas semanas, além de oferecer vantagens para embalagem e conversão como maleabilidade inerente e propriedades anti-estáticas, alto brilho e transparência, resistência a graxa e óleo, boa barreira contra gases e aromas e larga faixa de selagem com calor.

 

O NatureFlex™ NM é um filme único com base em celulose e fabricado de polpa de madeira renovável e metalizado na própria fábrica. Esse filme é o único filme biodegradável metalizado adequado para compostagem doméstica porque o nível de metal é tão baixo (menos de 0,02%), que retarda a degradação do filme apenas poucos dias, mas não interfere na sua biodegradabilidade de nenhum outro modo. Revestimentos modificados garantem aplicação e aderência excepcionais do metal, oferecendo uma barreira muito resistente à umidade, com uma taxa de transmissão de menos de 10 g/m²/dia (38°C, 90% de umidade relativa). Essa é a alta barreira que mantém os saquinhos de chá Everyday da Twinings em excelentes condições.

 

A ASP Packaging Ltd, uma empresa sediada em Watford, Inglaterra, forneceu a impressão com certificação de compostabilidade nessa aplicação de flow-wrap para a Twinings. “Com longa experiência em trabalhar com o NatureFlex™ e cientes das suas credenciais ecológicas, combinadas com excelente capacidade de processamento por máquinas e facilidade de impressão, estamos muito satisfeitos em colaborar com a Twinings na adoção dessa embalagem sustentável. O NatureFlex™ é excelente para a produção automatizada como flow-wrap e também é um filme muito fácil de imprimir e converter”, disse Alan Campbell, da ASP Packaging Ltd.

 

Os filmes NatureFlex™ são feitos à base de celulose derivada de polpa de madeira renovável e certificados em conformidade com o padrão europeu EN13432 e o padrão americano ASTM D6400 relativos às embalagens compostáveis. A polpa de madeira é obtida de plantações controladas de fornecedores que produzem segundo as boas práticas de manejo florestal (FSC ou equivalente). Os filmes NatureFlex™ têm normalmente um conteúdo de base biológica renovável de cerca de 95% de peso de material.

 

“Existe uma concepção no mercado de que os biomateriais simplesmente não conseguem oferecer as propriedades de barreira necessárias para mercadorias secas”, afirmou Andy Sweetman, gerente global de marketing – tecnologias sustentáveis da Innovia Films. “Mas a tecnologia está em constante evolução e o fato de a Twinings usar o NatureFlex™ NM demonstra que os filmes NatureFlex™ podem ser empregados com sucesso em um número crescente de aplicações de mercadorias secas, sem comprometer as características de compostabilidade e renovabilidade.”

 

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basf

A linha de copolímeros em bloco de estireno-butadieno (SBS) Styrolux® HS 70 é uma inovação da Basf apresentada durante a K 2007 – feira internacional de plásticos, realizada em Düsseldorf, na Alemanha – que agora ganha a sua primeira aplicação na Europa. A fabricante italiana de filmes Axial começa a produzir filmes shrink com esse material e está também distribuindo para os principais convertedores. A Sutter, por exemplo, é um produtor italiano de produtos de limpeza que está usando o material para decorar as embalagens. 

 

A Axial decidiu utilizar o novo material porque otimiza o encolhimento do filme em comparação com os outros blendes de SBC/PS disponíveis no mercado. O filme feito de Styrolux® HS 70 oferecem capacidade de encolhimento de até 80%, o que permite aos convertedores trabalhar com um amplo espectro de shapes de embalagens. “Nosso cliente Sutter que sempre utilizou o filme de PET para a produção de rótulo sleeve, agora está experimentando o filme feito com Styrolux® HS 70. O material eliminou o efeito “sorriso” – dobra, por exemplo, no gargalo da garrafa -, geralmente encontrado na transição de grandes diâmetros  para pequenos diâmetros em embalagens de geometria complexa”, explica Marco Ruspa, gerente técnico da Axial.  Além disso, esse material é muito leve, produzindo mais de 30%/kg de filme em comparação ao PET ou PVC e não requer nenhum processo de pré-secagem, garantindo eficiência energética e custo-benefício.  

 

O Styrolux® HS 70 tem sido especialmente otimizado para uso em filmes shrink de alta qualidade. O material combina excelentes propriedades ópticas e mecânicas, como por exemplo, alta transparência e brilho, além de grande rigidez e resistência.

 

 

 

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Um estudo conduzido pela empresa de pesquisa britânica Campden BRI e pela Universidade de Bath revela que é possível reduzir o desperdício de embalagem por meio de maior eficiência de selagem da embalagem. Alan Campbell, gerente da Campden BRI, afirma que será possível “salvar” 39 mil toneladas de resíduos que iriam para aterros sanitários. “Estamos avaliando a eficácia da sobresselagem a fim de melhorar a integridade da selagem e diminuir o uso de material”, diz. Além disso, conta ele, a pesquisa está avaliando como melhorar a maquinabilidade desses materiais em máquinas de form-film-seal e a performance de filmes biodegradáveis.

Campbell disse que 50% do fundo para a pesquisa vem do Departamento Rural, Alimentos e Ambiente (Defra) e outros 50% é derivado de um consórcio entre a fabricante de alimentos United Biscuits, a fabricante de equipamentos Hayssen Sandiacre Europe e o fornecedor de embalagem Amcor.  “Os benefícios para os nossos parceiros da indústria são consideráveis. Eles vão entender melhor os métodos de selagem e os materiais biodegradáveis, podendo modificar as máquinas de embalagem e os materiais de acordo com os resultados da pesquisa”. A pesquisa será concluída em 2010.

 

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Legislação para nanomateriais

Icone Embalagem, Matéria-prima, Meio Ambiente | Por Margaret em 29 de janeiro de 2009

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O Centro de Avaliação Tecnológica da Suíça (TA-SWISS) está exigindo que a legislação existente sobre alimentos e produtos químicos deve ser adaptada para satisfazer as exigências da nanotecnologia. O Centro está conduzindo um estudo sobre nanomateriais de embalagem e aditivos alimentares em uso na Suíça. 

Tendo em vista o fluxo internacional de mercadorias, o relatório Nanotecnologia no Setor de Alimentos, concluiu que é necessária regulamentação no que diz respeito as nanopartículas em embalagens e produtos.

Falta de conscientização

A equipe do projeto liderado por Martin Möller – um pesquisador do Öko-Institut (Instituto de Ecologia Aplicada) da Alemanha – alega que a tecnologia tem sofrido de falta de compreensão pública, já que os consumidores têm mostrado preocupação sobre a segurança de algumas das aplicações.

 
Eles alegam que é necessário tomar uma atitude. Os fabricantes e varejistas precisam ajudar para aliviar o sentimento de desconfiança por parte do público. “Os fabricantes, processadores e comerciantes de alimentos e de embalagens com nanocomponentes poderiam, por exemplo, adotar códigos de conduta específicos do setor “, argumentam os pesquisadores.

 
Mercado em potencial

Segundo estimativas da Comissão Européia, o mercado de nanotecnologia poderá chegará a € 750 bilhões até € 2 bilhões até 2015, além de abrir em torno de 10 milhões de novos postos de trabalho.

No setor da embalagem, o uso de nanopartículas está em estágio mais avançado do que na produção de alimentos.

Na forma de filmes compostos, nanorevestimentos finos de alumínio, ou óxido de alumínio, as nanopartículas protegem salgadinhos ou chocolate contra oxigênio e vapor de água. Elas também são utilizadas em garrafas PET para melhorar as propriedades de barreira contra oxigênio.


Migração em alimentos
Os pesquisadores revelam que as nanopartículas podem migrar de materiais de embalagem para alimentos, dependendo da forma como a nanocamada é aplicada. “Em termos gerais, deve dizer-se que, no caso de filmes laminados com uma nanocamada de silicato de plástico, é menos provável que as nanopartículas migrem para os alimentos”, explicam os pesquisadores.

“Mas quando o alimento está em contato direto com a nanocamada, há um maior risco”.


Potencial sustentável

A equipe de pesquisadores revelou ainda que o estudo realizado pela Öko-Institut especialmente para a pesquisa sobre nanotecnologia da TA-SWISS comparou a emissão de C02 durante o ciclo de produção de latas de alumínio, garrafas de vidro descartáveis e garrafas PET com nanotecnologia. O resultado mostrou que as garrafas PET com nanotecnologia apresentam maior benefício ao equilíbrio de CO2. “Na fabricação, transporte e reciclagem, as garrafas PET com nanotecnologia geram cerca de um terço a menos de gás efeito estufa em comparação às latas de alumínio e cerca de 60% em comparação às garrafas de vidro”, afirmam os pesquisadores.

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Os produtores e associações de embalagem reivindicam melhorias de custo, desempenho e propriedades de barreira de umidade dos bioplásticos, assim como mais investimento em tecnologia para evitar a contaminação de resíduos de reciclagem, o que vai permitir que a indústria possa competir mais eficazmente com os plásticos convencionais.

Os bioplásticos são derivados de fontes renováveis como óleo vegetal, amido de milho ou fécula de ervilha. No entanto, muitos são dependentes dos combustíveis fósseis para gerar energia para a sua fabricação.


Christophe Doukhi de Boissoudy, presidente do Club des Bioplastiques, acredita que com mais investimento em pesquisa e desenvolvimento para o ajuste fino dos bioplásticos será possível que esses materiais se tornem tecnologicamente e ambientalmente competitivos. “Os produtores de embalagens de bioplásticos esperam a estabilização de seu preço até 2015”.

 

 


Mercado

Entretanto, o BCC Research Group disse que o mercado de plásticos biodegradáveis, em termos de volume, atingiu 541 milhões de libras em 2007, e espera-se que chegue a 1,2 bilhões de libras em 2012.

Analistas de mercado da Freedonia afirmam que a demanda de polímeros naturais irá crescer 7,1% anualmente, movimentando US $ 4 bilhões em 2012 devido em parte à expansão das melhorias de tecnologias de produção de materiais como o PLA.


O PLA terá um crescimento significativo em áreas como a embalagem termoformada.

 


Degradação

A maioria dos bioplásticos só degrada em condições  rigorosamente controladas de unidades comerciais de compostagem. Uma norma acordada internacionalmente, EN13432, define quão rapidamente e em que medida um plástico deve ser degradado sob condições de compostagem comerciais para ser chamado biodegradável.


Não há nenhuma norma aplicável para condições de compostagem doméstica de bioplásticos.

 

A Novamont, fabricante italiana de bioplástico disse que para produzir um quilo de seu produto à base de amido utiliza 500g de petróleo e consome cerca de 80% da energia necessária para produzir um polímero de polietileno tradicional.


E a NatureWorks, fabricante do bioplástico PLA, diz que para produzir o PLA há uma economia de combustíveis fósseis entre 25 e 68% em comparação com polietileno, em parte devido à sua compra de certificados de energia renovável para a sua fábrica.

 

Segundo a empresa, o seu PLA pode ser fisicamente reciclado e compostado através de processos industriais e os resíduos incinerados por meio de sistemas de energia. Também pode ser reciclado quimicamente, voltando a ser uma base monomérica de ácido láctico.

 

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Polímeros têm alta de 12% na Índia

Icone Matéria-prima | Por Margaret em 22 de janeiro de 2009

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 Na Índia, o preço dos polímeros, com exceção do poliestireno (PS), aumentou 12% em dezembro devido aos cortes de produção que limitaram o seu fornecimento para o mercado, mas a alta não deve ser sustentada no segundo trimestre, segundo fontes da indústria.

Os baixos inventários associados à disponibilidade restrita dos polímeros permitiram o aumento do preço do polietileno (PE) e do polipropileno (PP) para US$ 90/tonelada (€ 67.50/tonelada) a US$ 800-950/tonelada CFR Índia (custo e frete) em relação ao mês anterior.

 

Durante o mesmo período, o policloreto de vinila (PVC) também teve o preço aumentado para US$ 40/tonelada a US$ 670-690/tonelada CFR Índia, enquanto o preço do PS caiu US$ 80/tonelada para US$ 720-880/tonelada CFR Índia, de acordo o ICIS pricing, serviço de inteligência do mercado químico global.

 

O preço do PS tem caído em função da baixa disponibilidade e demanda.

Considerando a fragilidade de setores vitais da economia, alguns produtores indianos estavam reticentes sobre a alta demasiada dos preços dos polímeros no mercado indiano.

“Atualmente, estamos tendo boa demanda de PP, PE e PVC para os segmentos de embalagens de alimentos e de agricultura. Mas os setores de construção e automobilístico que no passado já foram tidos como os grandes motores da demanda estão agora em baixa. Este é um motivo de preocupação”, disse um fabricante de polímeros.

“A maioria dos fornecedores de PP, por exemplo, dizem esgotaram a oferta de janeiro e só estão dispostos a oferecer o polímero em fevereiro. Por outro lado, o estoque dos convertedores é bastante baixo, já que temos comprado apenas volumes limitados nos últimos meses na expectativa de preços mais baixos”, disse um convertedor.

 

O abastecimento tem sido limitado devido, principalmente, aos cortes nos custos de produção na Ásia e no Oriente Médio. “Mas agora as plantas de polímeros começaram a funcionar normalmente então a disponibilidade de polímeros no mercado deve melhorar “, afirma o convertedor.

“Existem várias novas plantas de PE e PP que devem começar a operar nos próximos meses no Oriente Médio. Apenas na Índia, o início de operação de mais uma planta da Reliance Industries, em março próximo, com capacidade de produção de 900.000 toneladas/ano de PP vai aumentar significativamente a disponibilidade do produto no mercado “, disse uma trade.

 

 “O fim da greve nacional das transportadoras, que resultou no estrangulamento da oferta de produtos plásticos e polímeros, também pode acelerar as entregas e a facilidade de abastecimento”, disse um segundo convertedor.

Entre os maiores produtores de polímeros da Índia estão a Reliance Industries, a petroquímica Haldia e Supremo e a Gail Índia.

 

 

 

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SOBRE O BLOG DA PACK

O Blog da Pack acompanha o mercado de embalagens no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades e curiosidades que envolvem toda a cadeia produtiva do setor. Este espaço é um subproduto da revista e do site Pack, editados pela redação da Editora Banas.

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TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

MARGARET HAYASAKI

Formada em jornalismo pela Universidade Paulista Júlio de Mesquita Filho (Unesp-Bauru) e pós-graduada em Comunicação Empresarial pela Faculdade Cásper Líbero, Margaret Hayasaki atua há 10 anos no jornalismo especializado em embalagem. Começou como redatora na revista Pack e hoje é editora-chefe.

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