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O mercado de masterbatches na China é um dos mais dinâmicos e um dos que cresce mais rápido no mundo. Nos últimos anos, a taxa de crescimento do setor é de dois dígitos, apesar da recessão econômica mundial. A Applied Market Information Ltd. (AMI) estima que existam pelo menos 500 companhias produzindo masterbatches na China. A maioria é composta de fornecedores locais de pequenas escalas. Mesmo assim, diferente dos processadores de plásticos, a produção de masterbatches na China é mais concentrada nas mãos de grandes players. Em 2008, segundo o estudo feito pela AMI, os cinco maiores produtores de masterbatches detinham 50% da produção.

Em termos de volume, o maior produtor é a Cabot Plastics, que tem uma planta industrial de masterbatch preto instalada em Hong Kong, que fornece para toda a Ásia. Entretanto, o masterbatch preto é mais uma commoditie e em termos de valores, o maior produtor é a Ngai Hing Hong, que é dona de cinco plantas industriais na China, fornecendo um amplo portfolio de cores, além de preto, branco e vários aditivos. Outras companhias se destacam como grandes fabricantes de masterbatches, como Yangxi Huaqiang Color Masterbatch Factory, Guandong Charming Company, PolyOne e Clariant.

O líder na fabricação de masterbatch branco é a Meilian Chemical com planta industrial em Guandong que é o principal fornecedor para a indústria de sopro, enquanto a A Schulman é o maior produtor de aditivos para masterbatches. A empresa iniciou as operações de uma planta, em 2005, com capacidade de 16 mil toneladas/ano, em Dongguan, e rapidamente aumentou a sua participação de mercado nos negócios de filmes e embalagens na China.

 Enquanto há uma clara tendência para o aumento do uso de masterbatches, muitos processadores chineses continuam a usar pigmentos e blends secos em volumes significativos, especialmente em setores, onde a qualidade e a consistência não são primordiais. Há muitas dessas companhias fornecendo esses pigmentos para os processadores que utilizam o produto, dosando diretamente nos equipamentos de extrusão e moldagem.

 Outra característica da indústria de masterbatches na China é que a maioria das plantas industriais atende o mercado local. A logística fraca e a regulamentação local resultam em distâncias um pouco longas para os fornecedores. Cada província tem seu próprio ambiente e estrutura comercial e não existe um mercado chinês homogêneo.  O desafio para os grandes produtores que estão construindo várias plantas é atender o mercado total. As principais companhias que seguiram essa rota são Clariant, Ngai Hing Hong e Polyone.

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Até o dia 28 deste mês, internautas em todo o território nacional poderão participar da promoção 100% Amiga do Meio Ambiente, promovida pela Associação Brasileira de Embalagem de Aço (Abeaço).

Para participar, basta acessar o site www.abeaco.org.br, preencher o cadastro online e responder a pergunta: qual a embalagem 100% amiga do Meio Ambiente? A ação tem como objetivo incentivar a busca por informações e aumentar o conhecimento sobre a lata de aço, além de promover, comunicar e divulgar as vantagens dessas embalagens para os consumidores.

As 50 respostas mais criativas levarão para casa um livro sobre design de embalagem e os critérios a serem analisados são a criatividade, a clareza e o conteúdo das respostas. “A promoção no site pretende aproximar a entidade do público formador de opinião desmistificando os preconceitos sobre latas de aço em questões de sustentabilidade”, explica Thaís Fagury, gerente executiva da Abeaço.

A lata de aço é mundialmente reconhecida como a melhor opção para conservar produtos face suas características de segurança e inviolabilidade. A tecnologia presente no mercado há mais de 200 anos garante que mesmo quando amassada, o conteúdo da lata esteja 100% apto para o consumo. Além disso, a lata de aço é 100% reciclável podendo retornar inúmeras vezes à cadeia produtiva em diversas formas, desde uma nova lata a eletrodomésticos e até mesmo em carros.

A apuração dos resultados acontece entre os dias 1 e 3 de março e a divulgação dos nomes dos ganhadores acontecem no dia 4 de março, no site da Abeaço (www.abeaco.org.br).

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paperpouch_frente_taeq1O PaperPouch é uma embalagem diferente e funcional desenvolvida pela parceria entre Ibema, Tradbor, Dow e Laboratório de Embalagem ESPM.

A inovação resulta de uma cuidadosa combinação de materiais. A rigidez do papel coloca o PaperPouch na vertical, além de conferir aparência e tato únicos para o mundo dos pouches no mercado nacional. Já o polietileno fica responsável pela integridade física e proteção do conteúdo. As possibilidades de incorporar outros materiais são praticamente infinitas, possibilitando oferecer a proteção necessária para as mais diversas aplicações.

“Nos tivemos que desenvolver um novo papel especialmente para o PaperPouch. O resultado foi espetacular, balanceando textura, cor e as propriedades físicas necessárias para a aplicação”, explica Rogério Junqueira, gerente de desenvolvimento de produtos na Ibema.

Alan Baumgartem, diretor na Tradbor, relata que “o PaperPouch trouxe inúmeros desafios na conformação da embalagem, mas nossa experiência de mais de dez anos no mercado de Stand up Pouches fez a diferença. Além de apresentar o PaperPouch nos mais elevados padrões de acabamento, oferecemos a possibilidade de incorporar acessórios tais como zipper e bicos dosadores. Nós da Tradbor sabemos que o cliente precisa de uma solução completa, por isso mesmo oferecemos não somente o PaperPouch pré-formado, mas também equipamentos práticos e de baixo custo para o enchimento automático.”

Já no campo do plástico, Rosana Rosa, desenvolvimento e suporte técnico na Dow, garante que “proteger o produto é nossa prioridade número um. A versatilidade do polietileno aliado à outros materiais incorporáveis por coextrusão ou laminação habilitam o PaperPouch a armazenar grãos secos, cereais, café em grãos, alimento para animais, produtos de limpeza em pó entre muitos outros.”, Caroline Susca, gerente de contas, completa, “as possibilidades são praticamente infinitas. Estruturas já desenvolvidas em parceria com a Bazei oferecem soluções Plug & Play para diversas necessidades do mercado.”

Para Fábio Mestriner, coordenador do Núcleo de Estudos da Embalagem da ESPM, “esse projeto é um ‘pequeno milagre’ que nasceu no nosso núcleo. Empresas completamente diferentes, por vezes concorrentes, foram capazes de somar esforços e criar o impensável. Esse é o caminho para a inovação de embalagem: combinação de materiais com benefícios reais para o cliente.”. Fábio completa, “ficamos muito felizes do Núcleo de Estudos da Embalagem ter catalizado o desenvolvimento do PaperPouch.”

Segundo Bruno Pereira, gerente de sustentabilidade para plásticos básicos na Dow, “o PaperPouch oferece uma solução mais sustentável para um amplo espectro de aplicações. Proteção ao produto, pouca geração de resíduos pós-consumo e baixo consumo de recursos naturais estão entre os pontos fortes dessa aplicação”. Mas adverte, “não existe embalagem universalmente mais sustentável que todas as outras, com o PaperPouch não é diferente, cada caso merece uma análise fundamentada no ciclo de vida como um todo.”

O reponsável pela gestão de contas FSC da Ibema, Fernando Sandri, reforça a característica renovável da estrutura do Paperpouch pela presença de fibras celulósicas originadas de florestas plantadas e pelo uso intensivo de fontes energéticas renováveis na fabricação do papel base.

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 O Grupo Klockner Pentaplast, um dos principais fabricantes de filmes rígidos de PET, anunciou uma nova capacidade de produção de PET em sua planta de Crumlin, no Reino Unido. A nova linha produz filmes de poliéster de alta performance para embalagens de alimentos e outros produtos de consumo, principalmente, para abastecer o crescente mercado do Reino Unido. A empresa investiu 3 milhões de libras na expansão com o suporte do Wales Assembly Government (WAG).

 “A expansão da capacidade de PET demonstra que a Klockner Pentaplast continua atendendo a crescente demanda global de filmes de PET de alta qualidade, especialmente, no Reino Unido, diz Hans-Joachim Kogelnik, presidente e COO da Klockner Pentaplast Europa. “Apesar do clima de dificuldade econômica, nós temos o compromisso de servir o mercado e nossos clientes com uma capacidade de fornecimento altamente flexível e desenvolvimento de novos produtos”.

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Cartões Klabin atendem indústria calçadista

Icone Embalagem, insumos | Por Tatiana em 25 de novembro de 2009

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A Klabin, produtora, exportadora e recicladora de papéis, está fornecendo papelcartão para as gráficas responsáveis pelo desenvolvimento de embalagens para calçados. Empresas como a Alpargatas e a Grendene têm embalado seus produtos em caixas produzidas com papelcartão da empresa. 

O papelcartão da Klabin é produzido com um mix de fibras curtas (eucalipto) e longas (pínus), que confere resistência e ótima qualidade de impressão à embalagem. Dessa forma, é possível produzir embalagens visualmente atrativas e com forte apelo comercial por meio da aplicação de recursos gráficos como alto relevo, verniz UV e Hot Stamp, que conferem mais visibilidade ao produto no ponto de venda, requisito essencial para um segmento competitivo como o de calçados.

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Reciclagem de PET cresce 9,5% em 2008

Icone Consumo, Meio Ambiente, insumos | Por Tatiana em 24 de novembro de 2009

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O 5.º Censo da Reciclagem do PET no Brasil, realizado pela Associação Brasileira da Indústria do PET (Abipet), registrou um aumento no volume de reciclagem do material em 2008. Segundo a entidade, houve aumento de 9,5% na quantidade de embalagens de PET recicladas no ano passado, na comparação com 2007. Em números absolutos, o Censo registrou que 253 mil toneladas do produto receberam destinação ambientalmente adequada, acima das 231 mil toneladas de 2007.

Esse volume corresponde a 54,8% das novas embalagens produzidas no mesmo período. Como resultado, o País consolida a sua posição como um dos líderes na atividade, à frente de Estados Unidos e União Européia. São mais de 500 empresas em todo o Brasil, que geram um faturamento de R$ 1,09 bilhão.

Diversidade de aplicações
“O grande impulsionador desse crescimento é o trabalho que a indústria vem fazendo para ampliar a demanda pelo PET reciclado, por meio do desenvolvimento de novas aplicações”, explica Auri Marçon, presidente da Abipet. “Isso reduz a dependência de um único setor e dá a sustentabilidade que o negócio precisa para continuar prosperando.”

Entre as aplicações do PET reciclado, o grande destaque ficou por conta do aumento do uso do material na produção de resina estrutural, atingindo uma participação de 18%. Essa resina é utilizada para a fabricação de itens diversos, como piscinas, caixas d’água ou bancadas de mármore sintético, por exemplo. Além disso, o produto tem grande presença na indústria de caminhões, especialmente na fabricação de partes das cabines.

O segmento que mais usa o PET reciclado ainda é o têxtil, com 38% de participação. O setor também tem importância fundamental para a reciclagem, pois desenvolve novas aplicações a cada ano, o que contribui muito para o aumento da demanda pelo material reciclado.

O PET reciclado também é utilizado na fabricação de uma grande lista de produtos, como cordas, vassouras, tubos e até novas embalagens, entre vários outros.

Falta de coleta seletiva
Apesar do crescimento verificado em 2008, o presidente da Abipet lembra que o maior entrave para a ampliação da reciclagem do PET no Brasil – a instituição de políticas públicas de coleta seletiva – continua sem uma solução adequada.

“Infelizmente, muito projetos de ampliação de capacidade continuam suspensos e novos desenvolvimentos para aplicação do PET reciclado não evoluem porque existe carência de embalagens para serem recicladas. Sem um sistema de coleta seletiva, as embalagens acabam no meio ambiente, ao mesmo tempo em que faltam garrafas PET para reciclar na indústria”, afirma Marçon.

O executivo lembra, ainda, que a indústria da reciclagem do PET apresenta uma ociosidade em torno de 20%, o que torna o setor capaz de absorver rapidamente qualquer aumento de volume, sem qualquer investimento.

Atuação histórica pela reciclagem
Por meio das ações de conscientização que realiza junto aos consumidores, catadores e recicladores, a Abipet contribuiu para que a reciclagem do material crescesse quase 20 vezes no período de 1994 a 2008. O índice é muito superior ao aumento do uso de embalagens novas, para todos os fins, que no mesmo período cresceu seis vezes.

Além de eliminar o descarte indiscriminado, a reciclagem da embalagem de PET, em comparação com a garrafa de material virgem , implica na economia de 97% de energia e 86% de água.

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Na última semana, o Presidente da Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis (Abief), o empresário Alfredo Schmitt, comemorou a publicação no Diário Oficial da lei 13.272, que proíbe a disponibilização de sacolas plásticas, no Rio Grande do Sul, fora dos padrões estabelecidos pela norma ABNT 14.937. “A ABIEF parabeniza o deputado Giovani Cherini pela autoria do projeto, a Assembléia Legislativa por ter aprovado com maioria e a governadora Yeda Crusius por ter sancionado. Essa lei é um marco no consumo responsável de sacolas plásticas no Brasil”, destacou Schmitt.

Desta forma, o Rio Grande do Sul é o primeiro Estado brasileiro a normatizar o uso de sacolas plásticas e, com certeza, será exemplo para uma legislação nacional. “Com sacolas mais resistentes, reduzimos o consumo.” Schmitt lembrou ainda que a lei está alinhada com os princípios do Programa de Qualidade e Consumo Responsável de Sacolas Plásticas, encabeçado pela ABIEF em parceria com a Plastivida, e com o SustenPlast, do Sindicato das Indústrias de Material Plástico no Estado do Rio Grande do Sul (Sinplast); ambos buscam contribuir para uma mudança cultural sobre o uso, descarte correto e reciclabilidade do plástico e a conseqüente valorização de toda a cadeia produtiva.

A norma ABNT 14.937 prevê que as sacolas plásticas tenham a espessura mínima de 0,027 milímetros e tragam a indicação, em quilograma, da carga que suportam. Os estabelecimentos do Rio Grande do Sul terão um prazo de 180 dias para se adequarem à norma.

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Começa em São Paulo nesta segunda-feira, 26, o 42º Congresso e Exposição Internacional de Celulose e Papel da ABTCP, no Expo Transamérica, em São Paulo. Até a quinta-feira, 29, a indústria discutirá inovação e sustentabilidade.

O diretor comercial da Ibema – Companhia Brasileira de Papel, Túlio Gomes, abordará o tema no painel “Inovação e Sustentabilidade – Desafios e oportunidades para o crescimento sustentável”, que será realizado no dia 28 de outubro, das 13h30 às 18h. Ele exporá sua percepção sobre o cenário atual do mercado e reforçará a necessidade de investir na melhor comunicação das ações sustentáveis do setor junto ao mercado nacional e internacional.

Túlio Gomes acredita que os dois produtos – celulose e papel – terão comportamentos distintos no próximo ano. O segmento de celulose, muito dependente das exportações, ainda terá um ano difícil em 2010, pois mercados maduros, como Europa e América do Norte, não deverão se recuperar tão rápido quanto o necessário. Em contrapartida, a China apresentará recuperação significativa da demanda, o que será suficiente para equilibrar a equação oferta  e procura do mercado global.

Quanto ao papel, os segmentos mais voltados para o mercado interno deverão apresentar boa recuperação, com expectativa de crescimento igual ou um pouco superior ao desempenho do PIB, que deve crescer entre 4% e 6%. A demanda poderá inclusive ser superior ao aumento da oferta, exceção feita ao papel Off Set, em função da continuidade da acomodação no mercado da produção da nova fábrica da International Paper em Três Lagoas.

Entre as inovações fundamentais para se diferenciar do mercado global, Gomes destacará a correta comunicação da atuação sustentável do setor, que conta no País com uma condição privilegiada, em especial em função de suas florestas renováveis. “Para avançar em relação aos padrões globais, é preciso fazer a sociedade perceber que a celulose e o papel brasileiros são produtos de elevados índices de inovação e sustentabilidade, assim como reforçar que as empresas e toda a sociedade se beneficiam disto. Nosso design é arrojado e criativo, o que também nos dá um diferencial importante em relação aos mercados tradicionais”, destaca o diretor da Ibema.

Segundo ele, a questão da sustentabilidade no mercado de celulose e papel ainda é heterogênea, mas importantes empresas são realmente comprometidas, o que torna o setor uma referência mundial em ações sustentáveis, bem como em inovação, com práticas muito mais concretas e visíveis que suas congêneres do hemisfério norte. Outro fator relevante é que os programas sociais desenvolvidos junto às comunidades onde elas estão presentes são exemplos destas iniciativas. Os fabricantes nacionais de papel não integrados – usualmente empresas de menor porte – também têm suas iniciativas nos campos da inovação e da sustentabilidade, mas comunicam com muita timidez estas práticas, tanto internamente no setor, quanto para a sociedade.

“A demanda internacional por sustentabilidade está crescendo. Apesar de ainda existir uma certa hipocrisia nas compras dos grandes players internacionais – que exigem práticas avançadas e custosas de sustentabilidade, mas não hesitam em comprar de quem não as possui como forma de pressionar o preço para baixo,  penso que, no curto prazo, as empresas que adotam práticas efetivas e consistentes como instrumento de gestão, e não de marketing, vão se diferenciar das demais” afirma Gomes. Esta diferenciação pode não se  traduzir em maiores preços para os produtos, mas assegurará o transito das corporações em um ambiente mais estável e duradouro, com ganhos importantes como a redução da informalidade e da inadimplência do setor.

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Para Alfredo Schmitt, Paulo Dacolina e Francisco de Assis Esmeraldo, o encontro na manhã desta quarta-feira, 9, na sede da Associação Brasileira de Supermercados (Abras), foi histórico. Os representantes da Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis (Abief), do Instituto Nacional do Plástico (INP) e da Plastivida Instituto Sócio Ambiental, respectivamente, celebraram o lançamento da campanha para incentivar o uso e descarte adequados das sacolas plásticas. Essa é a primeira vez que toda a cadeia se reúne para promover a responsabilidade compartilhada e a sustentabilidade.

A campanha, veiculada em todo o território nacional, começa nesta sexta-feira, 11, e seguirá pelos próximos 10 meses, em princípio. “Queremos divulgar a importância dos plásticos na vida moderna e seu uso e descarte corretos”, argumentou Francisco de Assis Esmeraldo.

Em sua apresentação da campanha, Esmeraldo comentou que a sacola plástica é considerada vilã devido ao uso incorreto e a coleta insuficiente. Apenas 7% dos 5564 municípios brasileiros têm coleta seletiva. “Se alcançarmos a tríade reduzir, reutilizar e reciclar, será o nirvana”, comparou o presidente da Plastivida.

Os vídeos publicitários foram feitos pela agência W/, de Washington Olivetto, e começam a ser veiculados a partir desta sexta-feira, 11, em rede nacional, no horário nobre. O start será no intervalo no último capítulo da novela “Caminho das Índias”, da Rede Globo. “Escolhemos esse espaço porque sabemos que a disseminação da campanha será forte a partir dessa inserção em horário nobre”, argumentou Olivetto.

Ao todo serão gastos R$ 7 milhões nesta primeira fase da campanha que vai até o final de 2009. “O Alfredo (Schmitt, da Abief) foi quem coordenou as entidades e os gastos com essa campanha. O agradeço imensamente por ter feito isso com maestria”, elogiou Washington Olivetto.

Além de inserções na TV e em outros meios de comunicação, a campanha ganhou um website (www.sacolinhasplasticas.com.br) onde internautas poderão coletar mais informações e tirar suas dúvidas sobre descarte correto e reciclagem de sacolas plásticas.

Segundo as entidades, o Programa de Qualidade e Consumo Responsável de Sacolas é apenas o começo de uma campanha pela sustentabilidade do setor. “Vamos normatizar os copos plásticos e outros plásticos num segundo momento. Essa iniciativa também está em nossos planos”, explicou Paulo Dacolina, do INP.

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Nesta quarta, dia 5, a Coca-Cola Brasil participou do Sustentável 2009 – 3º Congresso Internacional sobre Desenvolvimento Sustentável, em São Paulo. Lá, o vice-presidente de Comunicação e Sustentabilidade da empresa, Marco Simões, discursou na plenária “Inovação em processos e produtos Sustentáveis” sobre as ações responsáveis da empresa, além de apresentar a embalagem de 290 ml com 25% de vidro a menos.

Para quem não se lembra, a Coca-Cola Brasil lançou a plataforma de sustentabilidade Viva Positivamente com o objetivo de reunir princípios, valores e áreas de atuação prioritárias para que sua operação continue avançando de forma sustentável.

cocacola_viva_positivamente_blog_packNo que diz respeito às embalagens sustentáveis, o investimento da Coca-Cola Brasil é constante e a garrafa de vidro de 290 ml em versão Ultra Design chegou este mês ao mercado, inicialmente na cidade de Ribeirão Preto (SP), com a Coca-Cola Zero. A expectativa é que a redução de 25% de matéria-prima naquela embalagem corresponda à produção anual de sete milhões de novas garrafas quando esta embalagem estiver sendo utilizada por todo o Sistema Coca-Cola Brasil, o que deve acontecer até 2011.

Outro importante exemplo é a Minitampa, para garrafas PET, com alturas da tampa e do bocal menores que a do padrão tradicional, diminuindo o consumo da resina derivada de petróleo. A projeção da Coca-Cola Brasil é de que, com a diminuição em 4 milímetros na altura das garrafas, a redução anual no consumo de PET corresponda, em 2012, ao equivalente ao material necessário para produzir 120 milhões de embalagens de 2 litros.

O sistema bottle-to-bottle se encontra na fase de testes e promete revolucionar o mercado brasileiro de reciclagem, uma vez que a resina PET de garrafas pós-consumo será utilizada para a produção de novas embalagens, assim como já acontece em muitos outros países do mundo, inclusive vários da Europa, aumentando a demanda pela resina reciclada e agregando valor à cadeia de suprimentos. “Nossa meta é reciclar ou reutilizar 100% das nossas embalagens. Com a utilização do processo bottle-to-bottle, haverá menor utilização de matéria-prima virgem. A expectativa é que nos próximos dez anos, até 25% da resina PET utilizada no Brasil seja material reciclado”, explica Marco Simões.

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SOBRE O BLOG DA PACK

O Blog da Pack acompanha o mercado de embalagens no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades e curiosidades que envolvem toda a cadeia produtiva do setor. Este espaço é um subproduto da revista e do site Pack, editados pela redação da Editora Banas.

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TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

MARGARET HAYASAKI

Formada em jornalismo pela Universidade Paulista Júlio de Mesquita Filho (Unesp-Bauru) e pós-graduada em Comunicação Empresarial pela Faculdade Cásper Líbero, Margaret Hayasaki atua há 10 anos no jornalismo especializado em embalagem. Começou como redatora na revista Pack e hoje é editora-chefe.

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